A Última Consulta do Pediatra: Papai me ensinou a mamar
Depois que o pediatra mandou meu pai me ensinar a bater punheta, papai resolveu me ensinar também como fazer uma mamada gostosa que nem ele faz.
Parte 1: /2026/06/conto-131634
...Papai encostou a cabeça grossa e quente do pau dele nos meus lábios. O cheiro era forte: homem, suor, um pouco de mijo do dia. O pau dele era bem maior que o meu — grosso, veioso, com uma cabeça rosada e brilhante que já soltava uma gota de pré-gozo.
— Abre a boca, filho. Aula dois é aprender a usar a boca direitinho. O médico falou que tem que deixar tudo bem molhado.
Eu, ainda tremendo do orgasmo seco, abri a boca meio sem jeito, olhando pra ele com cara de bobinho. Papai segurou minha nuca com uma mão e empurrou devagar.
— Isso... chupa só a cabeça primeiro. Faz como se fosse uma chupeta.
Coloquei a cabeça dele na boca. Era quente, salgada, pesada na língua. Comecei a chupar devagar, sem saber muito o que fazer. Papai gemeu baixo e segurou meu cabelo.
— Isso, garoto... usa a língua embaixo... circula... isso... bom menino.
Ele foi empurrando mais um pouco, uns quatro dedos entraram. Eu senti a cabeça dele encostando no céu da boca e comecei a babar sem querer, saliva escorrendo pelo queixo.
— Tá babando todo, filho. Isso é bom. Quanto mais baba, melhor.
Papai começou a foder minha boca bem devagar, entrando e saindo, enquanto a mão dele descia e pegava no meu pintinho pequeno de novo. Ele massageava devagar, ainda sensível do gozo seco.
— Olha como seu pau já tá duro de novo... mesmo tendo gozado agora. Você é bem safadinho mesmo.
Ele tirou o pau da minha boca, bateu ele molhado na minha cara algumas vezes, depois esfregou na minha bochecha.
— Agora aprende a chupar as bolas também.
Papai levantou o pau grosso pra cima e encostou o saco peludo na minha boca. Eu comecei a lamber, sentindo o gosto forte, o cheiro de suor. Chupei uma bola, depois a outra, enquanto ele gemia e apertava meu ombro.
— Isso... enfia a língua atrás do saco... isso, filho... caralho, você aprende rápido.
Depois de um tempo ele voltou a enfiar o pau na minha boca, mais fundo agora. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a estocar mais firme, devagar mas fundo. Eu gorgolejava, babava, olhos lacrimejando, mas não queria parar. Meu próprio pintinho latejava sozinho, babando pré-gozo na barriga lisa.
— Tá gostando, né? Olha pra mim enquanto chupa.
Levantei os olhos. Papai me olhava com um sorriso safado, peito peludo subindo e descendo.
— Você fica tão bonitinho com o pau do papai na boca... todo vermelho, babando, cara de quem tá aprendendo.
Ele fodeu minha boca por uns bons minutos, até que tirou, me puxou pela axila e me colocou de quatro na cama, de bunda pra cima. Meu cuzinho liso e rosado ficou exposto. Papai cuspiu direto no buraco e começou a passar o dedo grosso, massageando.
— Aula três vai ser aqui, mas ainda não hoje. Por enquanto só vou te ensinar a continuar usando a boca.
Ele deitou na cama, pau pra cima, duro como pedra.
— Vem aqui, filho. Sobe em cima de mim e chupa enquanto eu chupo você também.
Eu obedeci, todo desajeitado. Coloquei meu corpo magrelo em cima dele, na posição 69. Meu pintinho pequeno ficou bem em cima da cara dele. Papai não esperou: engoliu meu piupiu inteiro de uma vez e começou a chupar forte, sugando, lambendo, fazendo barulho molhado.
Eu gemi alto e baixei a boca no pau dele de novo, tentando chupar enquanto era chupado. Era difícil me concentrar. Meu corpo tremia inteiro, quadril mexendo sozinho. Eu estava fodendo a boca quente do meu pai.
Papai segurava minha bunda com as duas mãos grandes, abrindo as bandas enquanto chupava meu pau e lambia minhas bolas. De vez em quando a língua dele subia e passava no meu cuzinho, me fazendo dar um pulo.
— Pai... tá bom demais... eu vou gozar de novo...
Ele só gemeu com meu pau na boca e chupou mais forte. Não aguentei. Gozei seco pela segunda vez — corpo todo se contraindo, pau pulsando forte na boca dele, gemendo abafado no pau grosso do papai.
Papai segurou minha cabeça e começou a foder minha boca mais rápido. Pouco depois ele rosnou:
— Papai vai gozar, filho... abre a boca...
Ele tirou na hora certa e jatos grossos e quentes acertaram minha língua, meu rosto, meu queixo e até meu peito liso. Gozou muito, leite branco e grosso escorrendo por todo lado.
Eu fiquei ali, ofegante, cara toda melada, olhando pra ele com cara de bobinho satisfeito.
Papai passou a mão na minha cabeça, carinhoso mas safado.
— Boa aula, garoto. Quando tua mãe viajar tem a próxima aula. E essa vai ser no cuzinho.
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