Troca-troca com o sobrinho da esposa
O guri gostou de dar a bundinha, e voltou no fim-de-semana seguinte. E de quebra, incentivou a meia-irmã a experimentar
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na casa de cima. Numa chantagem, acabei comendo André, seu filho, do primeiro casamento.
Passando pouco do meio-dia, André me chama na porta de casa. Entre assustado e curioso, saí da cozinha secando as mãos numa toalhinha. “Posso entrar?”. Falou. E foi entrando e tirando o short. “É minha”. Continuou, mostrando a calcinha azul clara, que mal escondia sua genitália. Meu pau avolumou-se, levantando o avental. “O que tá fazendo aqui em plena sexta-feira?”, perguntei, me aproximando dele, enchendo minha mão naquele “pacotão”, e fazendo-o virar.
“Hummm. Linda calcinha. E que delícia de bundinha”. Falei, encoxando-o, e mordendo o lóbulo da sua orelha.
Se desvencilhou de mim, e mostrou seus pelos eriçados, enquanto respondia que tinha vindo para aproveitar o feriado de segunda, e continuar o “lance” do outro dia, pois queria experimentar o sabor de um cuzinho, e de penetrar alguém.
“Beleza. Então já começamos bem”. Falei, mencionando sua arrepiada de pelos.
E concluí: “Fica à vontade que eu vou terminar a louça”.
Disse que iria me ajudar, e me seguiu.
Me virei, e perguntei se realmente nunca tinha comido sua irmã - nem ninguém -. Maneou a cabeça negativamente.
E se ela também era virgem. Repetiu o gesto.
Repeti a frase do outro dia: “Pois sempre tem uma primeira vez”.
Virei para a pia, e, puxando-o contra mim, rocei minha bunda desnuda contra seu pau.
E ele continuou a dancinha, e me imprensou contra a pia, me fazendo sentir a cabecinha que já saia por cima da calcinha. Conduzi suas mãos da minha cintura ao meu peito, e falei para bolinar os mamilos, como faz com a irmã.
Enxaguei e coloquei o restante no escorredor.
Me debrucei na pia. Abri as nádegas com as mãos, e falei para ele começar com o beijo Grego.
Ajoelhou-se e enfiou a cara na minha bunda, e, afoito, começou a me lamber as pregas. Falei para ir com calma, e o lembrei de como eu fiz: salivei bastante, e enfiei a língua.
Além da testosterona à flor da pele, ele é esforçado e aprende rápido. E tem iniciativa, tanto é que, com uma mão passou a alisar minha bunda, e com a outra a me masturbar por entre as pernas. E ainda dava umas lambidas e chupadas no meu saco.
Fomos para o sofá.
Mandei deitar de lado, e eu deitei para o outro lado, mirando meu pau na sua boca, e abocanhando o dele, num delicioso meia-nove.
Tem iniciativa e é bem atrevido. Já foi enfiando um dedo no meu cu, aproveitando que estava salivado. Tirou, lambeu e salivou mais um pouco, e meteu dois dedos.
Fiz o mesmo, sentindo seu pau pulsar na minha boca a cada estocada.
Eu queria comer aquela bundinha novamente, mas queria ele dentro de mim primeiro, então propus isso a ele, que topou.
Besuntei meu cu e seu pau com bastante gel, deitei de costas na beirada do sofá, e perguntei se ele estava pronto para perder a sua e tirar a minha virgindade, fazendo um sinal para que viesse.
Por mais tesão que eu estivesse, fiquei apreensivo, pois seu pau era quase do tamanho do meu brinquedinho maior, e tão grosso quanto.
Forçou a cabeça na entrada. Falei para ir com calma.
Relaxei o máximo possível, e entrou. Foi quase até a metade. Gemi, num misto de dor e prazer. Ele arregalou os olhos na minha direção, como quem diz: Posso continuar?
Dei um sorrisinho e, com as mãos no seu quadril, puxei-o contra mim, fazendo ele enterrar-se todo. Aí eu gritei. Agora mais de dor.
Dei um tempinho, e iniciei um movimento, empurrando e puxando-o pelo quadril, até ele entrar no ritmo, e me comer com vontade, saindo quase todo e enterrando tudo novamente, enquanto me punhetava com uma mão e bolinava meus mamilos com a outra.
Aumentou o frenesi, mas o alertei que eu não queria porra nas minhas entranhas.
“Beleza”. Falou. “Vou me acabar na punheta quando você estiver me comendo”. Concluiu.
Adorei a ideia.
Mais umas cinco ou seis bombadas, diminuiu o ritmo, e foi saindo vagarosamente.
Trocamos de lugar, e eu não poderia deixar de fazer: enfiei minha cara naquele rabo, lambendo e metendo minha língua em seu cuzinho, que deixei bem salivado.
Vesti uma camisinha, e besuntei com gel.
E já investi na direção daquele olho piscante, fazendo a cabeça entrar de uma vez. Resmungou algo incompreensível, mas me puxou pelo quadril, fazendo eu enterrar tudo, e aí sim gritou com vontade.
Segurei seu pau com uma mão, e a outra no seu mamilo, enquanto joguei meu corpo sobre o dele (num “frango assado”), e passei a chupar e bolinar com os dentes o outro mamilo, fazendo-o estremecer.
Então imitou o meu gesto de antes: me empurrando e puxando pelo quadril.
Assumi o controle, e passei a meter com vontade, fazendo-o cerrar os dentes e urrar, enquanto me enlaçava com os braços.
Soltei seu pau, que ficou roçando entre nós.
Nossos corpos quicavam no sofá, num intenso frenesi, que se transformou numa cavalgada, onde já não se sabia mais quem cavalgava e quem era cavalgado.
Enlouquecemos entre gemidos, gritos, e palavrões, até estremecermos em um orgasmo indescritível e interminável.
Me deixei cair sobre ele, que falou, quase sussurrando: “Que que é isso? Porque eu não fiz isso antes?”. E concluiu: “A Luna (meia-irmã) não sabe o que está perdendo”.
Falei que precisávamos mostrar para ela, então.
E rimos juntos.
Tomei banho enquanto ele se recuperava.
Quando saiu do banheiro, quis a calcinha amarela da irmã, para devolvê-la.
“Não contou para ela o que aconteceu?”. Perguntei. Respondeu que sim.
“Então? Mande-a buscar”. Concluí.
“Eu falei para ela”. E continuou: “Ela ficou curiosa e fez muitas perguntas. Disse para falar contigo, e que viesse preparada para qualquer coisa.”
Arregalei os olhos e perguntei: “Mesmo?”.
“Foi, ué. Ela falou que iria pensar no assunto.”
Subiu só de short, pois confisquei a azulzinha dele, também... hehehe...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)