#Estupro #Gay #Grupal #Teen

Fui estuprado pós festa e largado em uma estrada afastada

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Luk

Quando novinho, fui estuprado brutalmente e largado na rua pós festa.

Tudo aconteceu nos meus 17 anos de idade. Sempre fui de sair bastante, ir pra festas, pegar bastante mina, sempre tive postura de hetero porém escondido já tinha dado algumas vezes. Eu sempre fui magrinho, na época estava com quase 60kg, com meus 1.70. Eu era malhadinho, cabelos e olhos castanho claro, mas que geral curtia. Foi em uma festa que passei por essa experiência.
Essa festa em específico era famosa por permitir tudo, desde bebida, sexo explícito até drogas e brigas. Enfim, era em uma cidade vizinha, meio afastada de tudo, em um bairro rural perigoso que os policiais quase não entravam. Por ser praticamente proibida, era alvo de todos os tipos de adolescentes/adultos diferentes. Desde usuários, traficantes, jovens da minha idade, menores, e a lista é grande. Mesmo sabendo disso eu fui e me meti lá. Eu não tinha horário pra voltar, meus pais não estavam em casa, também não tinha com quem voltar, só tinha dinheiro e vontade de curtir um lugar proibido. Cheguei lá eram 20h da noite. Já tinha bastante gente, o estacionamento tava começando a encher. Era um local grande, mas não comportava muita gente, o cheiro de lá era praticamente de maconha e suor. Fui sozinho, sem nenhum acompanhante, não demorou muito e já estava no meio de geral curtindo. Eu fui na malícia, coloquei um short que marcava bastante e uma cueca larga, uma camisa de time e chinelo. No meu bolso só tinha 200 reais e meu celular. Fui pegando as minas e conforme o tempo passava eu ia bebendo e me drogando, em locais diferentes na festa. Sem perceber, estava chamando atenção indevida. Alguns homens olhavam com expressões duvidosas e eu só aceitava. Em um certo momento já chegaram a fazer gestos me chamando para eu ir conversar com eles, mas como achei que queria ficar comigo e eu estava lá só para pegar mina, acabei ignorando. Duas da manhã, eu já estava bêbado e drogado. Meu dinheiro estava acabando, quando passei a mão no meu bolso, cadê meu celular? Eu já estava tão envolvido na festa que nem percebi, já tinham me roubado e eu nem tinha visto, nem sabia que horas foi. Como eu já sabia da fama do lugar, levei um celular de 400 conto só pra me comunicar, bom, já era minha comunicação. No desespero, comecei a caminhar para fora daquele lugar. Tinha gente se pegando até na rua, não sabia o que ia fazer, não percebi um grupo de 4 homens se aproximando de mim.
— Eai. - Disse um deles.
— Fala irmão, tranquilo? - Respondi.
— O que aconteceu irmão? Parece preocupado. - Ele continuou.
Olhei bem para eles. Quatro homens, todos magrelos e bem mais altos que eu. Três eram negros, um era branco, e todos também tinham tatuagem até na cara.
— Porra mano, pior que tô. Perdi meu celular, tô sem grana pra voltar pra casa, moro na cidade ao lado. - Respondi.
Ele perguntou qual bairro e eu respondi.
— Porra mano, pior que a gente é do bairro tal (um bairro que ficava a uns 3km do meu). Tem um espaço no carro, podemos te dar uma carona se tu esperar mais umas duas horinhas, demorô? - Disse ele.
Na hora aceitei, cumprimentei ele e disse que ele ia salvar minha vida se me desse essa carona. Fiquei até mais feliz, voltei pra festa pra terminar de curtir despreocupado. Deu as duas horas, fui dar um toque neles e eles se reuniram. Era perto das 5 da manhã, o dia tava quase amanhecendo. Entrei no carro deles, fiquei no banco do meio, entre quatro caras. Seguiu viagem, minha cidade ficava a 30km dali. No meio do caminho perguntaram se tinha problema ir por uma estrada de terra, porque na rodovia aquele horário tinha chance de ter polícia. Eu disse que não, seguimos viagem. O dia praticamente já tinha amanhecido, eu estava sem sono. Entramos em uma estrada de terra meio afastada, não tinha casas praticamente. O papo começou a ficar estranho. Eu estava bêbado, nem percebi onde eu tinha me metido. Quando eu olhei, a gente tava em uma entrada e o carro já estava parado. O motorista desligou o carro e deixou o farol aceso, eles ligaram as luzes de dentro do carro e começaram a tirar a roupa. Eu fiquei em choque, não sabia o que fazer. Eles começaram a sair do carro e já me pegaram pelo braço. Eu nem falei nada, ali eu já tinha sacado o que ia acontecer. Eles me arrancaram do carro com força, me puxaram e me jogaram no chão.
— Calma aí carai, vão com calma.
— Com calma é o caralho viadinho, é melhor você ficar quietinho e só falar quando a gente mandar. - Disse um deles.
— Relaxa po, eu vou dar pra vocês, não precisa de violência.
Tomei um tapa na cara.
— Já falei pra ficar quieto porra. Dar você vai dar sim, mas vai ser do nosso jeito. A gente vai te arrombar todo, e tu não vai ter a moral de fugir.
Aí fudeu. Começaram a tirar minha roupa com tudo. Me agarraram e começaram a me estuprar. Já senti que o bagulho ia ser foda quando tomei um murro na costela que chegou a tirar lágrima dos meus olhos, ali eu pensei "fudeu vão me matar aqui mesmo". Quando fiquei todo pelado, me botaram ajoelhado no chão na estrada cheia de pedra. Meus joelhos gritaram na hora. Olhei pra frente, um pau grosso e peludo. Na hora fui forçado a engolir. Deu nem tempo de pensar, já senti meus mamilos sendo apertados. De repente, começaram a apertar meu saco com força, puxar meu cabelo, dar tapas na minha cara.
— Anda moleque, você tem 1 minuto para fazer esse pau subir. Quero você duro sendo estuprado.
Comecei a me masturbar, e meu pau nem sinal de vida dava. Foi então que eles me pegaram pela cintura, me colocaram de quatro no chão e começaram a me linguar. Um pau na boca, uma língua no meu cu, meus mamilos sendo apertados, tomando tapa sem parar de tudo quanto é lado e ainda me masturbando, já era, eles já tinham me colocado na chapa. Não tinha nem espaço pra respirar direito, quando viram meu pau mole, começaram a ser mais agressivos.
— Não consegue nem ficar de pau duro, puta inútil.
Senti dedos entrando no meu cu, gemia abafado pela rola na minha boca, não deu nem 30 segundos já senti o primeiro pau entrando. Porra, soltaram um cuspe e meteram, mesma coisa que nada. Entrou rasgando, abrindo meu cu. Comecei a gritar de dor, me debater.
— Isso, é bom você tentar fugir, assim fica tudo melhor. Luta pelas suas pregas viadinho.
Ia entrando cada vez mais, ficando cada vez mais frenético e violento. Eles riam sem parar, continuavam me batendo, um pau na minha boca, de repente, sinto uma força enorme dentro de mim e um rasgão, e do nada, tudo ficou quieto. Eu mal ouvia eles falarem, parei de gritar, parei de gemer, as dores extremas sumiram, meu corpo amoleceu. Parecia que eu tinha entrado em estado de transe, só sentia o formato do pau entrando e saindo do meu cu, minha boca sendo preenchida e minha respiração pesada. Parecia que eu estava na nóia. Meu pau começou a ficar pesado, ele estava ficando duro. Meu cu relaxou totalmente, decidi fechar os olhos e a partir daquele momento, eu já não era mais eu. Acho que o trauma foi tão grande que meu corpo entrou em choque, comecei a sentir um prazer enorme e pela primeira vez, eu estava levando rola de piroca dura. Eles continuaram me batendo, me usando, e mesmo assim eu aproveitava tudo aquilo. Uma, duas, três, quatro gozadas e eles não paravam de meter em mim. Em um determinado momento cheguei a gozar sem tocar no pau, meu corpo tremia, eu só sentia tudo. A bebida, as drogas, o trauma e o prazer me deixaram em êxtase, e eu só sabia gemer e querer mais. Passei mais de duas horas levando pirocada no cu, mas pra mim, pareceu questão de minutos. Não sei quem foi o último que gozou em mim, mas lembro claramente deles tirando foto, curtindo, fumando enquanto me comiam. Metiam em mim dentro do carro, no capô, metiam na minha bunda, garganta, faziam dp, me batiam e eu só sabia gemer e gozar. Ali mesmo, na mão deles, eu tinha virado a maior puta que o mundo já viu. Conforme o efeito ia passando a dor ia voltando, eu ia ficando sóbrio e meu tesão passando. Quando terminou, eu estava totalmente são, meu corpo estava destruído por completo, meu cabelo, peito, barriga, bunda, garganta, rosto, perna, coxa, joelho... tudo doía, e doía muito. Foi então que eu olhei de relance eles me agarrando, me levantando e me jogando em uma valeta que tinha na estrada de terra. Olhei de canto de olho eles tirando algumas fotos, entraram no carro e simplesmente sumiram. Só sobrou eu lá, pelado, totalmente destruído e totalmente perdido. Passei algumas horas deitado naquela valeta, e durante todo o tempo, sequer um carro passou naquela estrada. O sol começou a ficar quente, meu corpo começou a doer ainda mais. Eu não sabia o que fazer. Levantei mancando e comecei a caminhar sem rumo na estrada. De repente, do absoluto nada, um caminhão daqueles que carrega porco parou do meu lado.
— Porra, que situação em moleque. Tem leite até no seu cabelo. - Disse o motorista.
— É foda. Tava voltando de uma festa bêbado e drogado e fizeram isso comigo, aqui nessa estrada mesmo.
— Eu até sei qual festa foi. Anda, entra aí moleque, vou te dar uma roupa.
Entrei no caminhão, e comecei a conversar com o motorista. Falei de onde eu era, meu nome, o que aconteceu etc. Ele me levou pra casa dele, uma fazenda pequena, tinha alguns animais, vacas etc. Mandou eu entrar, tomar banho e me deu algumas roupas velhas.
— Jajá um ônibus passa aqui perto, vai para sua cidade, lá você se vira. Toma 5 reais da passagem, boa sorte.
Eu agradeci o tio, ele tinha sido muito gentil comigo. Pensei que ele tinha me ajudado com segundas intenções, mas pelo visto me enganei. Peguei o dinheiro e fui esperar o ônibus onde ele tinha mandado. Quando o ônibus chegou não acreditei, eu achei que eu ia morrer. Devo ter andado uns 6km pelado e mancando, se o tio quisesse terminar de me estuprar ele poderia, eu estava tão debilitado que não conseguia nem gritar direito. Quando cheguei na minha cidade, o ônibus parou no centro. Do centro até minha casa era 5km andando. Foram os 5km mais demorados da minha vida, parecia que não chegava nunca. Quando cheguei na minha casa, a primeira coisa que fui fazer foi me olhar no espelho. Mal me reconheci, marcas de agressão pra todo lado, arranhões, roxos, minha bunda inteira marcada e machucada, meu cu inchado, eu estava inteiro destruído. Tirei toda minha roupa, deitei na cama e apaguei. Acordei com minha mãe batendo na porta, perguntando se eu estava bem, rapidamente respondi que sim, vesti uma roupa e saí pra falar com ela. Minha cara toda machucada de tapa e socos, meu corpo todo dolorido, meu cu estava destruído, doía só de andar.
— Brigou de novo filho?! - Perguntou minha mãe.
— S-Sim mãe, desculpa. - Respondi.
Na minha cabeça seria melhor assim. No fim das contas, ela só me perdoou e eu segui minha vida. Levei 2 meses completos pra me recuperar por inteiro do ocorrido, e o trauma que ficou me persegue até os dias de hoje. Não gosto mais de mulheres, só consigo gozar com um pau ou algo grande dentro do meu cu enquanto sinto dor. Meus sexos se resumem a estranhos me fudendo com força ou me pagando para me estuprarem já que por conta da minha carência, comecei a vender e oferecer meu corpo na internet. Virei praticamente uma puta de estupro, pelo menos sou bonito e consigo transar quando eu quero, mas desde aquele dia, eu nunca mais fui o mesmo. Essa é a minha história, como um novinho foi estuprado brutalmente e virou uma puta traumatizada. 🙂

Comentários (1)

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  • Daniel: Caralho que tesão de conto. Só quem já passou por isso sabe a loucura que é.

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