#Incesto #Teen #Virgem

Na década de 80 fiz minha filha de égua!

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Carlos Moya

Sou Roberto, empresário do agronegócio, 48 anos, ainda casado e vaidoso. Preciso confessar este segredo sombrio e profundo que compartilho com minha filha única, Letícia. Na década de 1980, as jovens eram mais puras e ingênuas, e Letícia representava essa inocência de maneira irresistível. Naquela época, filmes de pornografia de incesto como Taboo 1 e Taboo 2 circulavam discretamente pelas locadoras de vídeo e me fascinavam. Aquelas histórias de pais que possuíam suas filhas me inspirava e incentivava secretamente a transformar minha relação com Letícia em algo muito mais íntimo e proibido.

Nascida quando eu tinha trinta anos, Letícia cresceu sob meus cuidados. Minha esposa, Clara, sofreu depressão pós-parto e, embora tenha se recuperado, nunca assumiu plenamente o papel materno. Eu me tornei o centro do universo dela. Letícia era a menina do papai, mimada em todos os sentidos. Eu lhe concedia tudo: presentes, atenção constante e satisfação a cada capricho. Ela se grudava em mim, buscando meu colo, meus abraços e o cheiro da minha colônia. Eu inalava o aroma doce de seus cabelos castanhos e da pele macia, sentindo um desejo cada vez mais intenso e proibido.

Desde cedo, Letícia demonstrava uma fascinação instintiva pelo meu corpo. Tocava-me com curiosidade, buscava carícias e se esfregava contra minha coxa, pressionando sua intimidade de modo ritmado e involuntariamente sensual. Quando descobri que aquilo lhe provocava prazer, permitia que se esfregasse contra mim, apenas de cueca, sempre que Clara estava ausente. O contato quente e úmido de sua buceta contra minha pele tornava-se cada vez mais carregado de tensão sexual.

Mesmo aos 14 anos, ela ainda implorava para tomar banho comigo. Precisei interromper porque suas perguntas sobre meu pau se tornavam insistentes. Certa tarde, entrei no banheiro sem avisar e a flagrei nua sob o chuveiro. Letícia passava as mãos lentamente pelo corpo molhado, os seios firmes e bicudos brilhando com a água, os dedos deslizando pela barriga e descendo até roçar a buceta levemente peluda com movimentos suaves e exploratórios. Ela arqueava as costas de forma sensual, alheia à minha presença por alguns segundos. Fiquei paralisado, o pau endurecendo imediatamente dentro da calça, gravando aquela imagem na mente e alimentando ainda mais meus desejos inspirados nos filmes proibidos.

Letícia passou a preferir a fazenda, onde ficávamos mais tempo a sós. Sentada em meu colo, mexia-se inquieta entre minhas coxas, esfregando a buceta contra o volume crescente do meu cacete. Eu fingia que era apenas afeto paternal, mas o atrito me enlouquecia de tesão.

Começamos a cavalgar juntos. Ela sentava entre minhas coxas, as nádegas macias e firmes pressionando ritmadamente meu pau dentro do jeans. O trote do cavalo amplificava o atrito delicioso. Meu cacete endurecia, marcando um volume evidente que ela sentia. Passei a recompensá-la com presentes após cada passeio, e ela logo exigia repetir todos os dias.

Numa manhã, pedi que vestisse um vestido largo. Cavalgamos por trilhas isoladas. Quando ela reclamou que a sela machucava na frente, eu a ajeitei. Soltei o cinto, libertei meu pau grosso e latejante, puxei sua calcinha para o lado e posicionei a cabeça quente contra sua buceta molhada. O contato foi eletrizante.

— Não está melhor agora, filha? — perguntei, ofegante.

— Está… tão gostoso, pai… — gemeu ela, tremendo com o movimento do cavalo.

Naquela posição. Suas mãos seguravam as crinas do cavalo. Sob o vestido, meu pau grosso repousava entre suas nádegas pressionado pela buceta quente e molhada. Seu corpo se contraiu em espasmos de prazer, molhando meu cacete com seu mel. Não resisti e ejaculei abundantemente, marcando-a por fora.

No passeio seguinte, cavalgamos até um bosque isolado. Desci do cavalo com o pau dolorosamente duro. Caminhamos entre os arbustos. Letícia, com o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, observava-me ajustar o volume nas calças.

Ela adorava chupar pirulitos, apesar das broncas da mãe sobre cáries.

— Filha, se continuar chupando pirulito assim, vai estragar os dentes.

— Mas eu gosto, pai! E aqui não tem outra coisa para eu por na boca — disse, levando o dedo à boca com inocência.

— Então o pai vai deixar você chupar algo que só ele tem. Quer?

— Só pra mim? Eu quero! O que é, pai?

Abri a calça e libertei meu pau, a glande brilhante e babada. Apontei para ela.

— Gostou?

— Nossa que grande, pai…

— ficou assim de tanto sua mãe chupar. Não conte nada a ela. Agora fique de joelhos, e abra bem a boca.

Segurei-a pelas marias-chiquinhas e introduzi meu cacete entre seus lábios quentes e inocentes. A pressão inicial foi tão intensa que precisei recuar, mas ela me seguiu com a boca grudada. Acabei sentando na grama, com minha filha de quatro, chupando com fome crescente.

— Viu que pirulito gostoso o papai tem pra você?

Ensinei-a a usar a língua, a evitar os dentes, a sugar com mais ritmo. De joelhos, posicionei o restante do pau sobre seu rosto e ejaculei copiosamente em sua boca, ensinando-a a engolir tudo sem fazer careta. Em troca, ganhou minha devoção e mais presentes. Também passei a chupar sua buceta e seu cu sempre que estávamos a sós na fazenda. Ela delirava, dizendo que minha língua parecia uma cobra quente querendo entrar dentro dela.

No passeio seguinte, levei-a ao celeiro onde um garanhão cobria uma égua jovem. Expliquei o ato com detalhes crus e naturais. Letícia assistia hipnotizada, a respiração pesada.

— Olha o tamanho do pau dele, filha. Ele vai foder a égua novinha e enchê-la de sêmen.

Quando o garanhão montou e penetrou fundo, ejaculando copiosamente, Letícia suspirou, claramente excitada.

— Ai, pai… me deu uma coisa esquisita…

— É o cio, filha. O papai também fica com o cacete assim quando você está por perto.

No escuro do celeiro, posicionei Letícia inclinada contra a mesa de madeira, nádegas empinadas. Desci sua saia e calcinha, cuspi na mão e esfreguei meu cacete peludo e grosso contra sua buceta virgem e quente, imitando os movimentos do garanhão. Prendi-a pela cintura.

— Agora eu sou o seu garanhão e você é a minha eguinha. Papai vai inseminar você .

Penetrei devagar, sentindo a resistência deliciosa de sua virgindade. Ela se contorceu, gemendo alto de dor e prazer misturados.

— Aiiii… pai!

— Shhh… quase tudo dentro da buceta da minha eguinha.

Abri suas nádegas, cuspi em seu ânus e continuei empurrando, enlouquecido com a visão do meu pau grosso desaparecendo dentro dela. Bombeei com força controlada até gozar profundamente, enchendo sua buceta jovem com jatos grossos e quentes de sêmen.

Enquanto meu cacete pulsava, depositando até a última gota dentro dela, murmurei com voz rouca e possessiva:

— Papai vai levar você para Nova York, minha eguinha. Só nós dois. Mas você tem que ser uma boa filha e deixar o papai usar essa buceta sempre que eu quiser.

Letícia, trêmula e preenchida, concordou com voz manhosa. Abracei-a com orgulho pervertido, admirando meu sêmen escorrendo de sua buceta recém-desvirginada. Agora ela era completamente minha.

No jantar, de volta ao apartamento, Letícia não conteve a empolgação:

— Mãe! Nós vamos para Nova York! Já contei para todas as minhas amigas!

Clara sorriu, mas balançou a cabeça:

— Filha, fico feliz por vocês, mas sabe que tenho pavor de avião. Não consigo entrar num daqueles. Melhor vocês irem só os dois. O papai cuida de tudo e vocês aproveitam bastante. É uma ótima oportunidade para pai e filha viajarem juntos.

Eu sorri internamente, já planejando como aproveitar cada momento a sós com minha filha. A viagem seria o cenário perfeito para aprofundar nosso segredo proibido. Mas isso fica para outro conto.

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