#Incesto #Teen #Virgem

O incesto solidificou nosso casamento

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Cláudia

Conheci meu marido quando tinha vinte anos, na época, ele estava aguardando o resultado do processo de desligamento da batina, criado em seminário, era um homem puro inteligente e lindo, com vinte e sete anos, eu por outro lado, estava cursando minha graduação, longe das colegas mais assanhadas, nunca tinha namorado. Aos vinte e dois já formada e Arthur lecionando línguas e filosofia em duas universidades grandes, resolvemos nos casar e planejando dedicar-me a família especialize-me na área de informática, trabalhando em casa, ligada a uma grande firma. Aos vinte e três, dei a luz a meu filho e aos vinte e cinco a minha filha. Nossa vida corria tranquila com nossos filhos crescendo em um ambiente de amor, harmonia e confiança. Na parte sexual, eu e Arthur mantínhamos um relacionamento bem comportado, eventualmente fazíamos sexo oral, mas a regra era a penetração tipo tradicional, porém em uma manhã, percebi que Arthur estava excitado fazendo carinho abraçado a nossa filha, aquilo acendeu um sinal de alerta e por precaução, abri o notebook de meu marido, sabendo que ele é um usuário elementar, passei a examinar as camadas de seu disco, encontrado sua navegações desde de que começou a usar a máquina e me surpreendi ao constatar que os site que ele frequentava, em grande maioria eram de relato e filmes envolvendo sexo anal e incesto. Culpei-me por nunca ter dado a ele aqueles prazeres ali expostos. Aos trinta e oito anos decidi dar a ele o que lhe era de direito, assim como lhe tinha oferecido minha virgindade vaginal em nossa lua de mel, eu o faria com minha virgindade anal. Pesquisei o que pude a cerca de sexo anal e em uma sexta feira, deixei meus filhos na casa de meus pais e convidei meu marido para conhecermos um motel. Ao chegarmos na suíte, nos despimos e eu caprichei em um sexo oral, lambendo, todo o órgão sexual de Arthur e pela primeira vez os anexos, descobrindo o prazer que ele demonstrava ter ao sentir seus testículos sugados e comportando-me como as putas dos filmes que assisti me preparando para aquela noite, tirei de dentro da bolsa um frasco de gel que havia levado, na frente dele, enfiei meu dedo em meu ânus virgem, deixando-o louco antevendo o que estava por vir, coloquei dois travesseiros sob minha pélvis e arrebitei, nossa, a penetração foi dificílima, chorei, me contorci toda, senti cada centímetro me penetrando e meu esfíncter sendo esticado, até receber jatos de esperma bem no fundo de meu ânus, ouvindo Arthur rugir como nunca tinha feito antes. Aquela noite foi o divisor de água em nossas vidas, manquei por dois ou três dias, mas passei a sentir-me mais poderosa e meu marido passou a ser mais atrevido, no meio da semana Arthur enfiou a língua no meu rabinho e orientou-me a que eu me masturbasse e eu atingiu um orgasmo fantástico. Passamos a assistir os filminhos juntos, tudo que víamos que era novidade para nós, experimentávamos, mas inconscientemente, meu marido selecionava filmes envolvendo incestos, o que não me passou despercebido e comecei a ter muita tesão ao ver Arthur disfarçando ao alisar os seios, as nádegas e as coxas de Suzi, sem conseguir disfarçar sua ereção, nessa época nossa filha estava beirando os quinze anos e nosso filho já estava com dezessete e querendo entrar em um instituto de engenharia muito disputado foi morar na Capital para frequentar um cursinho especializado. Eu e Arthur nos aproximamos mais de Suzi que além do corpo maravilhoso que estava desenvolvendo mostrava-se mais sensual a cada dia que passava. Em uma noite com muitas trovoadas e relâmpago nossa menina recolheu-se a nossa cama e deitou entre nós, assim que vi o pai abraça-la, eu sabia o que meu marido não resistiria e a abracei por trás também formando um só bloco humano. Escorreguei minha mão encontrando o membro duro de Arthur cutucando o corpinho adolescente de Suzi. Peguei a mão dela levando até à genitália do pai e me surpreendi ao constatar pelo tato que ela segurou firme o cilindro e trocou com o pai um beijo lascivo, foi o suficiente para as barreiras da ética e moral que meu marido lecionava e cobrava de seus alunos caíssem, baixei as alças da camisola de nossa filha expondo-lhe os lindos seios e Arthur mamou na filha como um gatinho, arrancando gemidos de nossa menina enquanto eu alisava as coxas lisas e bem torneadas da adolescente com uma mão e com os dedos da outra manipulava meu próprio clitóris. Suzi sem cerimônias, curvou o corpo e engoliu boa parte do pênis do pai como eu tinha aprendido a fazer a bem pouco tempo, fazendo "nosso macho" gemer forte e querendo prolongar o prazer que a filha lhe proporciona, virou o corpo, baixou a calcinha da jovem , abriu-lhe as pernas e mergulhou entre elas fazendo o corpo da menina quase mulher apresentar espasmos musculares tão fortes que levaram-me a um prazer fantástico com dois dedos enfiados em minha vagina e com os dedos da outra mão massageando meu clitóris. Meus gemidos descontrolados foram substituídos pelo maravilhoso som produzido por Suzi que teve seu primeiro prazer na boca do pai que em seu estado de erotização estrema, ejaculou no lençol sem mesmo tocar em seu membro. Trocamos nosso primeiro beijo triplo. Trocamos carinho a três. Aproveitei a maravilhosa ereção de Arthur, me coloquei de quatro, puxando meu marido, fazendo-o ficar de joelhos atrás de mim, abri minhas nádegas e recebi uma penetração anal enquanto mamava em minha filha que maravilhada alisava meu corpo e o corpo do pai e em desespero, talvez por instinto levou a mão a virilha. Gozei profundamente vendo minha menina se masturbar sensualmente na nossa frente sem a menor inibição, espremendo com a musculatura anal o pênis de Arthur até sentir sua ejaculação no fundo do meu canal. Prostados pelo esforço da realização de nossa fantasia adormecemos abraçados e perdemos a hora, Arthur não foi trabalhar e Suzi não foi a escola. Quando acordei, vi os dois corpos nus ainda adormecidos com feições de felicidades, tomei banho e ao chegar na cozinha encontrei meu marido que me abraçou e trocamos um ardente beijo com significado de agradecimento, reconhecimento e inauguração de uma fase nova de nossas vidas.

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