Primeiro Leite
Descobri o tesouro que pode ser o vestiário masculino em uma arena de futebol
Meu pai desde sempre falava para todo mundo que eu não fazia coisas de homens quando eu era criança. Eu não gostava de futebol, não curtia bonecos ou qualquer coisa que fosse esteriotipadas para homens, mas amava brincar com as meninas. Quando minha irmã começou a namorar com o Paulo, primeiro namorado dela, eu comecei a seguir eles para todos os lados, gostava muito dele, pois eu sentia que ele me entendia e ele não me tratava estranho. Um dia ouvi minha irmã conversando com meu pai sobre um jogo que ela iria com o Paulo no sábado do proximo final de semana. O Paulo era estudante de medicina e estagiava em um hospital com vários medicos e eles estavam organizando uma partida para aquele final de semana, e que ela achava um saco acompanhar ele, mas que precisava ir pra dar apoio, pois aqueles homens eram os futuros colegas de trabalho dele. Na mesma hora eu pedi para ir, sim, eu odiava futebol, mas queria ver o Paulo jogando. Minha irmã disse que não, porque não queria ficar me olhando, mas meu pai pediu que ela me levasse, ele havia gostado de me ver interessado por "coisa de homem".
Sábado chegou e o Paulo passou em casa para nos pegar, ele tinha 23 anos. Era um rapaz de descendência indigena, pra ser mais especifico ele lembrava uma versão do Xamã, só que mais novo, magro e definido. Chegamos a Arena e minha irmã logo se esqueceu de mim, pois se enturmou com as esposas dos médicos e eu fui observar o lugar, era bem grande com vários campos de futebol e vários banheiros.
Algo que não comentei sobre mim. Eu já sabia que gostava de homens, ja tinha feito troca troca e ficava manjando rolas dos amigos do meu pai, então ver aquela macharada com as bermudas finas e rolas marcando me deixou com o cuzinho piscando. Depois de umas duas horas decidi ir no banheiro e quando entrei fiquei admirado, pois não tinha ido em um banheiro normal, mas entrei em um com vestiário e tinha tanto macho banhando nos chuveiros pra todos verem, outros se trocando, algumas rolas a mostra e outros enrolados em toalhas com a pica marcando. Alguns começaram a prestar atenção em mim, e percebi que estava parado há algum tempo observando e fui logo mijar, quando estava saindo reparei que alguns ainda me encaravam. Depois disso comecei a frequentar mais vezes aquele vestiario até que prestei atenção que toda vez que ia um cara vinha atrás, no começo achei que era impressão minha, mas depois vi que ele estava de olho em mim. Ele era um coroa com uns 40 anos, baixinho, mas parrudo. Estava sem camisa, apenas com bermuda de futebol. Seus braços eram grandes e um peitoral bem largo com uma barriga de cerveja. Sua bermuda era verde e sua perna bem grossa, ele era bem bronzeado e o corpo tinham poucos pelos, mas as pernas eram bem peludas e fui observando que ele me encarava, quando estava sentado perto da minha irmã ele estava sentado em uma mesa próxima com os amigos, mas me olhava vez ou outra, quando eu ia no vestiário ele ficava me encarando lá dentro. Uma parte de mim estava com medo, outra estava com bastante tesão. Tanto Paulo quanto minha irmã estavam bem distraidos, e em uma dessas idas ao vestiario e ele foi atrás, me deparei com o vestiario vazio, quando fui para a parte das cabines com vasos ele veio atrás e entrou em uma cabine de frente para a que eu estava, eu fiquei encarando sem fechar a porta. E ele ficou me encarando de volta, eu percebi sua bermuda aumentando na frente e ele começou a passar a mão na pica por cima do shorts. Eu sabia que queria, mas estava com medo, fechei a porta e fingi que nada estava acontecendo, quando abri a porta ele continuava com a porta aberta, mas dessa vez sua rola estava para fora e ele se masturbava bem devagar me olhando fixamente. E eu continuei encarando ele, mas não tive coragem de ir até lá e decidi sair do vestiário, mas antes assim que sai de dentro da cabine senti ele me pegar pelo braço e me arrastar para a cabine dele, meu coração batia acelerado, mas não resisti. Ele me colocou sentado no vaso e ficou em pé na minha frente com a rola na altura dos meus olhos e fechou a porta. Com uma mão segurou na minha nunca, com a outra apontou a pica pra mim e foi puxando minha cabeça, não resisti. Aquele cheiro de pau suado foi invadindo meu nariz e minha boca abriu antes mesmo de sentir ela nos meus labios. A rola dele não era grande, devia ser uns18 cm, mas era grossinha e coube diretinho na minha boca. Ele começou a foder minha boca bem devagar. Era bem diferente das rolas dos meus amiguinhos, a dele invadia e eu sentia um gosto a mais. Deixei ele conduzir pois estava assustado, embora estive gostando, mas meus instintos foram me dominando e não demorou muito para eu estar mamando, passando a lingua por toda a pica. Sempre que ouviamos algum barulho a gente diminua o ritimo, mas não parava, eu continuava mamando ele bem devagar o olhando nos olhos e ele me olhava com desejo e o pau pulsando, eu queria mais, queria satisfazer mais aquele macho. Aquele dia a putinha em mim despertou. até esqueci do tempo, não me preocupei em voltar logo para a mesa, estava me deliciando com a rola na minha boca, eu estava todo babado e a pica ja entrava como se fodesse meu cu até que ele aumentou as estocadas, foi ficando mais ofegante e senti, o que hoje eu sei que é porra, invadir minha boca. Ele não tirou o pau da minha boca, mandou eu engolir e continuou fodendo ela e gozando, deu algumas jatadas. Me olhou sorrindo e saiu verificando antes se tinha alguém ali. E eu fiquei ali com o coração acelerado e com o pinto duro na minha bermudinha. Eu ainda sentia o cheiro dele em mim, então lavei bastante meu rosto, mas ainda podia sentir o cheiro la no fundo e o gosto da porra estava bem forte. Quando voltei para a mesa, não o vi em nenhum lugar. Mas continuei indo ao vestiário para ver se o encontrava, mas não, apenas manjei outras rolas e desde esse dia não perdi uma partida de futebol dos homens da familia, mas nunca mais topei com o primeiro macho que me deu leite, muito menos soube seu nome.
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Comentários (1)
Kaike: Tomar leite é bom demais
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