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Miguel e seu irmão postiço

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Miguel é virgem e tem um irmão postiço que irá abusar dele no serviço, roberval judiará do viadinho Sem dó

Miguel e Roberval se conheciam havia anos. Desde que o pai de Roberval, um homem rude e autoritário, havia se casado com a mãe de Miguel quando o garoto tinha apenas 11 anos, Roberval — 7 anos mais velho — se tornou uma presença constante e perturbadora na vida dele.
Roberval era o filho “problemático” do padrasto: tatuado, boca suja, sempre metido em encrenca, trocando de emprego como quem troca de cueca. Em casa, ele tratava Miguel como um brinquedo. Zombava do jeito quieto e certinho do garoto, chamava ele de “santinho”, “virgenzinho”, “bundinha apertada” quando ninguém estava ouvindo. Roçava “sem querer” nele no corredor estreito, entrava no banheiro sem bater quando Miguel tomava banho, e ria quando o via ficar vermelho e gaguejar. Miguel morria de vergonha, mas nunca contava nada para a mãe ou para o padrasto — tinha medo de piorar as coisas. Com o tempo, aquela mistura de medo, vergonha e uma atração proibida que ele não admitia criou uma tensão constante entre os dois.
Agora, aos 16, Miguel tinha conseguido seu primeiro emprego como auxiliar na mesma empresa onde Roberval trabalhava esporadicamente como prestador de serviço na área de logística. O padrasto havia arranjado a vaga para o enteado, e Roberval não perdia a chance de lembrar isso.
O relógio da sala de arquivos marcava quase oito da noite. O zumbido do ar-condicionado velho era o único som no andar deserto. Miguel estava de joelhos diante de uma caixa de relatórios antigos, dedos trêmulos passando pelas pastas. Ele queria terminar logo e ir embora antes que alguém — especialmente Roberval — aparecesse.
— Ainda aqui, Miguelzinho?
A voz grave e arrastada veio da porta, fazendo o coração de Miguel disparar. Era Roberval.
Ele entrou devagar, fechando a porta pesada com um clique definitivo. Estava com a camisa social aberta no peito, barba por fazer, aquele sorriso safado de quem já sabia exatamente como a noite ia terminar.
— Seu pai me mandou vir te buscar… mas eu sabia que você ia estar trabalhando até tarde, como sempre — disse Roberval, aproximando-se. — Ainda o mesmo santinho. Certinho pra caralho. Aposto que continua virgem, né?
Miguel engoliu em seco, sentindo o rosto queimar.
— Roberval… por favor. Aqui é o trabalho. Eu só quero terminar isso e ir embora.
Roberval riu baixo e parou bem atrás dele, tão perto que Miguel sentia o calor do corpo do homem.
— Você sempre foi assim. Desde os 11 anos, todo tímido, fugindo de mim. Mas eu vejo como você me olha quando acha que não estou vendo. — Ele se inclinou, boca perto da orelha de Miguel. — Aposto que você bate punheta pensando no irmão postiço te arrombando, não é?
Miguel tentou se levantar, mas Roberval o segurou pelo ombro com força e o empurrou de volta contra a mesa de metal, jogando as pastas no chão.
— Roberval… não… aqui não… alguém pode…
— Cala a boca e ajoelha.
Roberval abriu o zíper, puxou o pau grosso e veioso pra fora e esfregou a cabeça babando na cara de Miguel.
— Abre essa boquinha de virgem.
Miguel hesitou, olhos arregalados. Roberval segurou seu cabelo com força e enfiou a rola na boca dele. No começo foi só a cabeça, mas logo ele começou a empurrar mais fundo.
— Isso… chupa direito, porra.
Miguel engasgou forte quando o pau invadiu sua garganta. Roberval não teve piedade: segurou a cabeça do garoto com as duas mãos e meteu até o talo, garganta profunda. O pau grosso esticava a boca e a garganta de Miguel, que babava, tossia e chorava, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele lutava para respirar.
— Olha pra mim enquanto eu fodo sua garganta — rosnou Roberval, socando devagar mas fundo, sentindo o cu da garganta de Miguel apertar ao redor da rola. Saliva escorria pelo queixo do garoto, pingava nas bolas pesadas. Miguel chorava alto, nariz escorrendo, olhos vermelhos, engasgando a cada estocada na garganta. Roberval manteve o ritmo por longos minutos, usando a boca do enteado como um buraco, gemendo de prazer.

— Tá chorando já? Ainda nem comecei com esse cu…
Roberval deu um tapa estalado na vara de Miguel.
—Abre mais, viado, tá roçando o dente no meu pau.
Miguel se esforçou pra abrir mais a boca, fazendo baba escorrer de sua boca.
Finalmente puxou o pau melado de saliva, deixando Miguel tossindo e chorando no chão.
Sem dar tempo de recuperação, Roberval virou o garoto de costas contra a mesa fria, puxou a calça e cueca até os tornozelos e cuspiu grosso no cuzinho virgem. Enfiou dois dedos secos, girando e abrindo com brutalidade.
— Aaaahhh! Dói! Roberval, para! — gritou Miguel.
— Esse cu é meu desde que você entrou naquela casa, viadinho.
Roberval posicionou a cabeça grossa e empurrou com força selvagem. A entrada resistiu, mas ele meteu uns 13cm de uma vez. Miguel soltou um grito lancinante, corpo arqueando, sentindo o pau rasgar seu interior como fogo vivo.
Roberval começou a socar com tudo, estocadas brutais, bolas batendo forte na bunda. A mesa rangia e batia na parede. Miguel chorava e gemia alto, dor e prazer se misturando.
Depois de minutos nessa posição, Roberval puxou o pau, virou Miguel de frente, deitou ele sobre a mesa e levantou suas pernas, colocando-as sobre os ombros. Metendo de frente, olhando nos olhos cheios de lágrimas do garoto, socando ainda mais fundo. Cada estocada fazia o pau grosso desaparecer inteiro, batendo fundo na próstata.
— Tá sentindo, Miguelzinho? Toda minha rola dentro de você…
Miguel soluçava, pau duro pingando, corpo tremendo.
Roberval o virou de lado, levantou uma perna dele e continuou metendo com força, uma mão apertando o pescoço do garoto levemente enquanto a outra dava tapas fortes na bunda.
Por fim, colocou Miguel de quatro sobre a mesa, segurou o cabelo dele como rédea e começou a foder com selvageria total. Estocadas rápidas e profundas, o som molhado e obsceno ecoando alto na sala. O cuzinho de Miguel estava vermelho, inchado, piscando ao redor da rola, vazando cuspe e pré-gozo.
Roberval cuspiu mais uma vez na junção e acelerou, socando sem parar até rosnar como animal. Enterrou tudo e gozou jatos grossos e quentes, enchendo o cu virgem até transbordar. Miguel sentiu cada pulsada quente fundo dentro dele.
Roberval puxou o pau com um “ploc” molhado, deixando o buraco destruído aberto, vermelho e escorrendo porra pelas coxas de Miguel.
— Limpa essa bagunça antes de ir pra casa — disse ele, ajeitando a roupa com frieza. — E não conta nada pro seu padrasto… senão eu conto como você chorou e gozou com meu pau na sua garganta e no seu cu.
Antes de sair, Roberval deu vários tapas fortes na bunda dolorida e sorriu:
— Amanhã tem mais, irmãozinho. E vai ser ainda pior.
A porta se fechou. Miguel ficou caído sobre a mesa, corpo tremendo violentamente, cu ardendo como se estivesse em chamas, garganta dolorida, porra escorrendo pelas pernas, lágrimas molhando o metal frio. A dor era insuportável, mas a humilhação e o tesão proibido o deixavam destruído.
Ele sabia que isso não ia parar… e que, no fundo, parte dele já esperava o próximo ataque.

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