Meu passado me condena
Sou Eliane, mas conhecida pelos intimos de Lilica rs, quero contar um pouco sobre mim e minha jornada. Aos 41 anos muita coisa mudou...
Desde sempre fui aberta ao sexo, meu desejos se afloraram ainda cedo, e com um namoradinho de escola perdi minha virgindade, com isso, meu desejo sexual só foi aumentando.
Sou Eliane, mas conhecida pelos intimos de Lilica rs, quero contar um pouco sobre mim e minha jornada.
Como disse comecei a fazer sexo ainda nova e aos 18 ja estava fazendo muito mais do que deveria, tanto que não conseguia manter um relacionamento, e meus namoros não duravam nem 2 meses se quer.
Sou de Minas Gerais, e como era uma cidade pequena não demorou e meu nome de "rodada" já circulada e meus pais começaram a se envergonhar da minha má fama na cidade, de "namoradeira" e de "amante" dos casados da região, e até de puta!
Aos 23 anos está no meu apice de beleza e desejo, uma mulher branca, cabelos curtos e escuros, na epoca, meus seios eram medios bem empinadinhos, bunda media redondinha e minhas roupas sempre curtas e chamativas.
Mas houve um problema, os homens e esposas da região já estavam me ameaçando, homens por querer que eu fosse só deles e mulheres por pegar seus maridos.
Hoje vejo que era demais mesmo mais no meu auge nada mais importava alem do meu prazer.
E foi ai que meus pais decidiram me mandar para São Paulo para morar com minha tia, para dar um tempo que melhorar, esperar a poeira baixar para quem sabe então eu voltar e recomeçar.
Eu então fui com destino a São Paulo.
Essa minha tia era viuva e muito boa, me deu muitos conselhos, me arrumou um emprego, então aos poucos foi colocando juizo na minha cabeça, mas meus desejos por sexo ainda não acabava, foi então que ela me aconselhou: "Se quer tanto sexo assim minha filha, arrume um bom namorado para que venha casar depois. Homem de bem viu, não essas tranqueiras que voce arruma."
E assim o fiz, conheci o Wagner, um cara que trabalhava na empresa ao lado, que pegavamos onibus toda as noites juntos praticamente.
Com pouco temos estavamos tento relações, saiamos juntos, iamos para motel e era muito bom.
Wagner era um pouco mais velho que eu, eu tinha meus 24 na epoca e ele 29.
Depois que fiz ele experimentar fiz um docinho para que ele pudesse me pedir em casamento e aos meus 25 anos, ja estava casada com ele rs.
Ele era moreno, alto, levemente atletico e um pouco timido, mas gostava demais e o mais importante dava conta na hora H rs.
Ele me botou numa casa, me deu do bom e do melhor e me deu um filho.
O tempo se passou, 16 anos depois, e minha mãe com o tempo adoeceu, meu pai ja não era tão forte como antes, e apesar de eu ser uma filha ruim, pediram por mim la em Minas.
Aos 41 anos muita coisa mudou, meu corpo mudou, agora sou mãe, casada, morei em São Paulo, e agora retornando para Minas, mas algo não mudou, minha vontade sexual.
Com a experiencia de trabalho do Wagner, logo ele arrumou algo aqui em Minas e eu fiquei de olho nos meus pais, ajudava em pequenas coisas, como remedios, alguns afazeres, e tambem cuidava da minha casa, era meio corrido mais não como antes lá em São Paulo.
Meu filho, Lucas, fez amizade rapidamente em sua escola tambem, tudo ia muito bem, até que...
Meu filho chega em casa com a cara machucada, bateram nele.
Eu: O que houve Lucas? Quem fez isso com voce?
Lucas: Foi um moleque folgado da escola mãe, ele estava me zoando!
Eu: Como assim? Zoando porque?
Lucas: Estava... falando da senhora.
Eu: Falando o que? Me fala que eu vou lá quebrar a cara dele!
Lucas: Falando que voce... é gostosa e... puta. - disse envergonhado.
Lucas: Mas não deixei barato e fui bater nele e ai... apanhei um pouco.
Eu: Pode deixar que vou acertar isso com ele, pensa que é assim bagunçado!
Então Lucas me disse que o nome do moleque era um tal de Italo, me mostrou a foto dele na rede social.
Meu marido chegava no fim da tarde, não quis esperar até ele chegar, queria pegar o moleque que fez isso o quanto antes e falar umas verdades na cara dele e dar uns tapas, quem pensa que ele é.
Peguei meu carro e fui andando nas ruas proxima ao colegio atras do tal Italo, e ia e vinha pelas ruas para ver se encontrava e o achei no limite do bairro, quase chegando no bairro vizinho.
Eu: Ei moleque! Vem aqui! Quem voce pensa que é para bater no meu filho?! Entra aqui no carro, vamos ter uma conversa.
O Moleque era um negrinho parrudinho, jeito malandriado e roupas humildes, entrou no carro com cara debochada.
Eu: Quem voce pensa que é moleque para tá batendo no filho dos outros, falando da mãe dos outros, voce é louco?
Italo: Eu só falei a verdade! Falei e falo de novo, e outra, quem veio pra me bater foi ele, eu só devolvi.
Eu: Eu que vou quebrar sua cara, quem ja se viu falar da mãe dos outros, me chamando de puta, quer apanhar e ainda por cima tomar processo rapaz?!
Italo: Mas voce é! Todo mundo sabe! Menos o otario do Lucas pelo visto...
Eu levantei a mão para dar uns tapas, ainda bati mas ele se defendeu com os braços.
Italo: Não adianta, todo mundo sabe...
Eu: Sabe o que seu louco?
Italo: Sobre o que voce fazia...
Eu então parei de bater quando lembrei do meu passado.
Eu: Fazia o que? Me diz!
Italo: Disso! - e mostrou então umas fotos no celular dele.
Eram fotos minhas dos meus 23 anos, da época do auge, não sei quem tirou, ou com quem eu estava naquelas fotos, mas era eu com certeza, mostrava meu rosto e tudo mais, pegava varios angulos.
Eu: Que isso menino?! Não sou eu! - tentei justificar.
Italo: Claro que é, não tenta mentir! Aqui ta pouco mais magra mas é voce com certeza, olha o rosto. Mas sinceramente acho voce mais gostosa agora.
Eu: Me respeita! Onde arrumou isso? Apaga!
Italo: Nunca! Mas... podemos fazer um acordo... se quiser é claro.
Eu: Acordo? Claro que não! Vou procurar a justiça... voce ta ferrado!
Italo: Procura então madame, mas aposto que ai sim todo mundo vai saber sobre voce, sobre suas putaria. Se seu filhinho não sabe, imagino que seu marido tambem não sabe.
Aquilo foi um xeque-mate, não sabia como agir de momento, so me sobrou ouvir o moleque.
Eu: Então... diga o acordo.
Italo: Não tenho namorada, queria conhecer mais sobre mulher... voce sabe, poderia me ensinar algumas coisas. E por essas fotos voce sabe muita coisa.
Eu: Nunca, voce é um moleque! Deve ter uns 16 anos... nunca!
Italo: Tenho 17, reprovei um ano. Mas quero conversar sobre essas coisas com voce, não precisa fazer as coisas dessa foto. Quero ser... mais intimo sabe.
Eu: Não, não sei.
Italo: Quero falar putaria com voce, e quem sabe, voce me mostrar algumas coisas... Seus peitos são enormes, porque não...
Eu: Não mesmo! Quem mais sabe dessas fotos?
Italo: Olha, eu juro que ninguem vai saber. Eu não vou espalhar pra molecada da escola, nem do bairro, mas a madame tem que me ajudar tambem.
Droga eu estava contra a parede, por um moleque.
Italo: Olha, como um sinal não vou pegar mais no pé do seu filhinho idiota e ninguem vai saber de foto, nem video, nem nada, só nós. Mas quero um sinal de boa fé da madame tambem.
Eu: Video? Que Video?
Italo: Não sei madame, só me ajuda, que eu te ajudo, eu prometo.
Eu: Tá... o que quer conversar?
Italo: Aqui não... sei um lugar mais tranquilo, pra ninguem nos ver ne madame.
Então ele me guiou até o outro bairro em um lugar mais remoto e calmo de pouco movimento.
Eu: Pronto, o que quer conversar, rapido para eu ir embora.
Italo: Quero ter encontros com voce para conversamos sobre sexo... e ver um pouco de voce.
Eu: Não vai me ver!
Italo: Quer saber madame, cansei! Vou embora e espere as noticias depois!
Eu: Tá... calma, vamos conversar.
Italo: A madame... faz muito sexo?
Eu: Ultimamente não muito, mas faço.
Italo: Seu marido, o que ele mais gosta de fazer com voce?
Eu: De me pegar de quatro. Pronto?
Italo: Fez sexo com vários homens?
Eu: Claro que não.
Italo: Claro que fez safada... nossa, falar com voce é muito bom, já to ficando com pau duro madame.
O moleque ja foi sacando o pau para fora, totalmente duro.
Eu: Que isso moleque?
Italo: Calma madame, voce ja viu muito isso por ai.
Era um pau enorme, não sabia que um rapaz podia ter daquele tamanho.
Italo: Me mostra seus peitos madame, mostra eles pra mim.
Eu estava com uma blusa apertadinha e calça jeans, era dificil de mostrar sem ter que tirar a blusinha.
Eu: Podemos ir embora? Outro dia conversamos.
Italo: Nos vamos conversar com certeza, mas quero ver eles, juro que eu gozando eu vou embora.
Eu pensei que um virjão daquele gozaria rapido se eu mostrasse, e eu sairia dali o quanto antes. Levantei a blusinha e abaixei o sutiã.
Italo: Nossa madame! Eles são enormes! - Disse ele enquanto tocava punheta.
Italo: Aquele seu filhinho é um otario de sorte por ter mamado neles hein!
Aquele clima pervertido, e de proibido estava me dando tesão e estava me fazendo lembrar das minhas putarias antigas, de como eu era.
Italo: Eu acho que se eu pegar neles eu vou gozar mais rapido.
Antes que eu dissesse algo, ele ja meteu a mão em um dos meus seios e apertava enquanto punhetava seu pau enorme.
Eu não aguentei e revirei meu olhos, meus seios são bem sensiveis.
Italo: Gostoso madame, peitão maravilhoso... vou GOZAR!
O desgraçado do moleque gozou horrores, jatou porra na porta luvas, e caiu tudo no chao do carro. Eu rapidamente coloquei os seios dentro do sutiã novamente e baixei a blusinha.
Italo: Caralho madame, que delicia! Voce é muito tesuda. Pode deixar que esse segredo ta guardado comigo, vou até pedir desculpar pro seu filhinho otario como ato de boa fé com a senhora. Vamos nos ver em breve!
Com isso o moleque apenas levantou a bermuda, abriu a porta do carro e foi embora.
Fui embora correndo para casa, desfarçadamente, peguei um pano velho e joguei agua no chão do carro, quando eu estava terminando de lavar, meu filho saiu de la de dentro de casa perguntando sobre o que eu tava fazendo.
Eu: Eu tive uma conversinha com aquele moleque filho da mãe, ele acabou sujando o meu carro, mas eu bati nele. Pode ficar tranquilo que ele não vai mais te incomodar.
Passou algumas horas, meu marido chegou, conversamos entre nos sobre o ocorrido, e que estava tudo resolvido.
A noite, ao me banhar, lembrei da cena, do moleque, do pau, da gozada, e quando me dei por mim meus dedos ja estavam se mexendo na minha bucetinha, o calor ja estava em todo meu corpo. Eu era... ou ainda sou um pervertida? Uma puta aposentada?
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