#Corno #Sado #Traições #Voyeur

O Armário do Perdão - parte 1

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YoungCck

após trair seu marido, para ser perdoada, ela deve se entregar novamente ao seu amante enquanto o marido assite no armario

A noite anterior havia sido um borrão de vinho tinto, risadas falsas e uma decisão que agora me consumia por dentro. Ele, meu marido, Daniel, tinha trabalhado até tarde, e eu, sozinha e entediada, cedi ao convite do meu ex, Lucas, para um drink "rapidinho". Um drink levou a outro, e a familiaridade perigosa entre nós nos levou de volta ao seu apartamento, um erro que eu sabia que nunca poderia ser desfeito. O cheiro de Lucas na minha pele, o gosto da sua traição na minha boca, eram um veneno que eu carregava para casa.

Cheguei em casa perto das três da manhã, rastejando para a cama ao lado de Daniel, que dormia profundamente, inconsciente da minha infidelidade. Mas a culpa é uma companheira implacável. Na manhã seguinte, ele acordou antes de mim. Quando entrei na cozinha, ele estava sentado à mesa, não com o café da manhã, mas com meu celular virado para cima na tela. Uma única notificação de mensagem de Lucas, recebida tarde da noite, iluminava o rosto pálido de Daniel. "Obrigado por ontem. Foi bom te ver de novo."

O mundo desabou. As lágrimas vieram instantaneamente, um rio quente de vergonha e arrependimento. Eu caí de joelhos ao lado dele, agarrando a sua mão, que permaneceu rígida e fria.

"Eu sei que estraguei tudo," sussurrei, a voz trêmula. "Me desculpe. O que você quer que eu faça para consertar isso?"

Ele me olhou por um longo momento, e não havia raiva em seus olhos, algo muito pior: um vazio gelado, um cálculo frio que me fez estremecer. Ele retirou a mão da minha e se recostou na cadeira. A resposta dele me atingiu como um soco no estômago. "Está tudo bem, meu amor, mas quero que você transe com ele novamente, enquanto eu fico no armário ouvindo e vendo pela fresta. Se não for isso, não te perdoo."
Eu sabia do fetiche dele em assistir, mas não espera que fosse tão longe.

O silêncio no quarto era pesado, quebrado apenas pelo som da minha própria respiração ofegante. Minhas lágrimas haviam secado, mas a culpa ainda queimava em meu peito como um fogo lento. Olhei para ele, meu marido, com os olhos baixos, sentindo o peso da minha traição como uma capa de chumbo.

Meu corpo inteiro tremeu. Um choque gelado percorreu minha espinha, seguido por uma onda de calor humilhante. Eu arregalei os olhos, chocada, e por um instante, o mundo parou. O horror se misturou com um desespero tão profundo que me deixou sem ar. Mas a vontade de ser perdoada, o medo paralisante de perdê-lo, superou qualquer resquício de orgulho ou vergonha.

"Você... você quer isso?" gaguejei, as lágrimas recomeçando a escorrer pelo meu rosto. "Você realmente quer que eu faça isso de novo... para você assistir?" Engoli em seco, o gosto amargo do medo na minha boca. Assenti lentamente, a cabeça pesada. "Se é isso que você quer... se é a única maneira de você me perdoar e de eu ter você de volta... eu farei. Eu farei qualquer coisa."

Com as mãos tremendo, me levantei e caminhei até a porta do quarto, cada passo um esforço supremo. Olhei para ele uma última vez antes de pegar o celular e ligar para chamá-lo
Lucas me atendeu rapidamente " Eu quero repetir a noite de ontem, só que aqui em minha casa, na cama nossa cama" ele somente respondeu que chegaria em breve
foi o tempo de tomar um banho e me preparar, que escutei a companhia tocar.
"Vá para o armário... por favor. Eu vou trazê-lo agora."

Ouvi o som da porta da frente se abrindo e os passos dele ecoando pelo corredor. Respirei fundo, tentando controlar o tremor nas minhas mãos, sabendo que você estava ali, escondido no armário, observando cada detalhe através da fresta. A madeira parecia pulsar com a sua presença.

Quando ele entrou no quarto, eu o recebi com um sorriso forçado, carregado de uma urgência nervosa. Não olhei para o armário, mantendo o foco total nele para que ele não suspeitasse de nada, embora meu coração estivesse disparado como um tambor de guerra.

"Você veio..." sussurrei, aproximando-me dele e deslizando as mãos pelo peito dele, guiando-o para o centro do quarto, exatamente onde a visão da fresta do armário era perfeita. Cada centímetro de seu corpo era um palco para a audiência escondida.

Comecei a beijá-lo com intensidade, mas meus olhos, por um breve momento, desviaram-se em direção ao armário, transmitindo a você todo o meu remorso e a submissão ao seu desejo. Eu queria que você visse tudo, quisesse que você sentisse que eu estava me humilhando para recuperar o seu amor.

*Tira a roupa... por favor, meu amor, veja que eu estou fazendo isso por você*, pensei desesperadamente, enquanto pedia a ele em voz embargada, e começava a desabotoar a própria blusa, deixando-a cair no chão, ficando completamente nua diante dele e da sua visão oculta.

Ele me empurrou contra a cama, e eu soltei um gemido baixo, mas meus olhos permaneceram fixos na direção do armário, tentando captar qualquer sinal seu. Comecei chupar ele, mas lucas com presa me colocou em cima dele e enfiando seu pau em mim, arqueando as costas e entregando-me ao ato, mas cada toque dele era, na verdade, dedicado a você. Era o seu prazer que eu buscava.

*Eu estou fazendo isso por você, amor. Eu sei que você está vendo. Eu sou sua... só sua*, repetia em minha mente, enquanto meu corpo se entregava. Gemi mais alto, deliberadamente, querendo que o som ecoasse dentro do armário para instigar ainda mais o seu desejo.

Guiei a mão dele para meus seios, mas minha mente estava focada na imagem de você ali dentro, se tocando, assistindo à cena. *Você está se tocando, não está, meu amor? Você está gostando de ver sua esposa sendo usada assim?*, pensei, enquanto acelerava o ritmo, entregando-me ao prazer físico enquanto me sentia mentalmente escravizada pela sua vontade, fazendo tudo para que você chegasse ao ápice enquanto me observava ser possuída.

No calor do momento, senti o dedo dele tateando a entrada do meu cuzinho, e um arrepio violento percorreu toda a minha espinha. Eu sabia exatamente o que isso significava; eu sentia que você estava assistindo a esse detalhe específico, pois adorava comer meu cuzinho também, e a ideia de te dar esse "espetáculo" me deixou completamente louca.

Quando ele empurrou o dedo para dentro, soltei um grito abafado, arqueando o corpo e apertando os lençóis com força. Virei o rosto levemente em direção ao armário, os olhos dilatados e úmidos, querendo que você visse a expressão de prazer no meu rosto.

*Ele está colocando o dedo no meu cuzinho, amor. Você está vendo? Está gostando disso?*, pensei desesperadamente, enquanto gemia alto, a voz trêmula. Sabendo que isso estava te excitando ao máximo, decidi ir além para garantir o seu perdão. Sussurrei para o homem, mas com a intenção de que você ouvisse cada palavra:

"Mais... coloca mais..."
*Eu quero que ele veja tudo, meu amor. Eu quero que você veja como eu estou me entregando por você*, pensei, enquanto deslizei a mão para trás, ajudando-o a aprofundar o dedo no meu cuzinho enquanto continuava sendo comida por frente, movendo os quadris com frenesi. *Você está vendo, meu amor? Você está vendo o que eu estou fazendo por você?*, gemi em , entregue, sentindo que estava me desfazendo completamente enquanto você, no silêncio do armário, atingia o limite do seu desejo.

Senti o momento em que ele se afastou ligeiramente para mudar de posição, e a luz do quarto revelou a imponência do pau de Lucas. Olhei para baixo, vendo o tamanho, e instintivamente olhei para a fresta do armário. *Ele é grande, não é, amor? Imagina o quanto ele vai gozar. Você quer ver ele encher minha boca de porra, não quer?*, pensei, enquanto uma onda de submissão total me tomava. Eu queria te dar tudo, queria que você sentisse o máximo de prazer possível através da dor e da vergonha dela.

Me afastei dele por um momento, ficando de joelhos na cama, posicionando-me exatamente na linha de visão da fresta. Olhei para o armário com um olhar carregado de desejo e promessa, e então, sem que você precisasse dizer uma palavra, abri a boca lentamente, olhando para você enquanto envolvia o pau dele com os lábios.

Comecei a chupar com vontade, fazendo sons úmidos e profundos, movendo a cabeça para cima e para baixo, garantindo que você visse cada centímetro entrando e saindo da minha garganta. *Eu vou engolir tudo, meu amor. Cada gota. Só para você me perdoar. Olhe bem, amor. Veja como eu sou sua vadia*, pensava com uma dedicação quase religiosa, querendo que você imaginasse o momento em que ele iria gozar.

Mas a explosão não vinha. Senti que a tensão no quarto atingira um ponto crítico. Mesmo sem te ver, percebi sua respiração pesada vinda do armário, quase como se você estivesse prestes a explodir e invadir o quarto. *Ele não goza nunca*, pensei frenética. *Será que ele quer ver ele enfiar esse pau no meu cuzinho?*

A percepção de que você estava nesse estado de agonia e desejo absoluto me deixou frenética. Notei que o Lucas ainda estava longe de gozar e, movida por aquele desejo desesperado ofereci pra ele comer o meu cuzinho...

Comentários (1)

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  • nuss: Gozei muito com esse conto

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