#Bissexual #Corno #Grupal #Sado

O Preço da volta - parte 1

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YoungCck

Para voltar com a safada da minha ex, exigi uma putaria gostosa entre eu ela e dois amigos.

O celular vibrou. A mensagem dele estava ali, direta como uma facada:

"Pensei bem. Talvez eu queira voltar, mas você vai ter que merecer. Hoje estarei em casa com o Jhon, sei que você quer foder ele. Vamos transar os três. E prepare seu cuzinho, porque vamos usar ele todinho."

O coração dela disparou. Sentiu a buceta contrair só de ler aquelas palavras. Não hesitou.

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Chegou em casa com a calcinha encharcada. A porta estava aberta. Entrou devagar, sentindo o cheiro de sexo já impregnado no ar. No quarto, a cena a esperava: ele e Jhon, pelados na cama, dois paus duros apontando para ela como armas carregadas.

Ela vestia uma lingerie transparente que mal escondia os mamilos duros e a buceta raspada. Ele se levantou, veio até ela com passos predatórios, e sem cerimônia agarrou o tecido e *rasgou*. A renda cedeu com um som seco, deixando-a completamente nua no meio do quarto.

— De joelhos, puta — ordenou.

Ela caiu de joelhos no carpete. Dois paus na sua frente: o dele, grosso e familiar, e o de Jhon, mais comprido, a cabeça roxa e brilhante de tesão. Ela abriu a boca e começou a chupar os dois alternadamente, babando, fazendo barulhos molhados e imundos. Tentou enfiar os dois na boca ao mesmo tempo, sentindo os paus se esfregando uma no outro dentro de sua boca, esticando seus lábios até doer.

— Engole direito, sua safada — ele grunhiu, pegando a cabeça dela e forçando mais fundo.

Ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas não parou. Sugou a cabeça do Jhon com força, lambendo a fenda úmida, sentindo o gosto de pré-gozo salgado na língua.

Ele a puxou pelo braço, jogando-a na cama. Ela se posicionou sobre ele, sentindo a cabeça do pau dele batendo na entrada da sua buceta. Desceu de uma vez, sentindo o pau inteiro entrar no fundo, enchendo-a completamente. Ela gritou, cravando as unhas no peito dele.

Mas não teve tempo de se ajustar.

Sentiu Jhon subir na cama atrás dela. Mãos grandes abriram suas nádegas, expondo seu cuzinho apertado. Sentiu a cabeça do pau dele pressionando contra a entrada, forçando, empurrando. A dor foi intensa, dilacerante, deliciosa.

— *Porra!* — ela gritou quando Jhon entrou de uma vez só, enterrando o pau enorme no fundo do seu cu.

Ela estava sendo preenchida pelos dois. Dois paus grossos ocupando seus dois buracos, esticando-a, rasgando-a por dentro. Começou a rebolar loucamente, sentindo um pau batendo no fundo da buceta e outro no fundo do cu simultaneamente.

— Sua puta de merda — ele falou no ouvido dela, enquanto metia com força. — Sua cachorra vagabunda. Gosta de ser fodida por dois, hein?

— *Sim! Sou sua puta!* — ela gritou, a voz falhando. — *Me fode! Me destrói!*

A porta do quarto se abriu. Um terceiro cara entrou — surpresa — já pelado, pau duro na mão, olhando para ela sendo arrombada pelos dois. Sem que pedissem, ela abriu a boca. O desconhecido enfiou o pau até a garganta, começando a meter com força imediata, batendo na cara dela com a barriga a cada estocada.

Ela estava cheia. Três paus a ocupando completamente — buceta, cu e boca. Era uma sensação avassaladora, de completa submissão. Ela não era mais uma pessoa, era apenas três buracos para serem usados.

O desconhecido não aguentou nem dois minutos. Sentiu o pau dele endurecer ainda mais, e então — jorros quentes de porra enchendo sua boca. Gozou direto na garganta, uma quantidade absurda, denso e salgado. Ela engoliu tudo, sentindo o líquido escorrendo pelo canto da boca.

Ele a puxou para um beijo. Foi brutal, violento. Ele lambeu a porra do amigo dos lábios dela, metendo a língua no meio da boca suja, bebendo o gozo do outro. A troca foi imunda, perfeita, possessiva.

Jhon começou a tremer atrás dela. Ela sentiu o pau dele pulsar no fundo do seu cu, e então — *porra quente inundando seu intestino*. Jhon gozou profundamente, enchendo seu cu de porra, gemendo alto enquanto apertava suas coxas com força brutal. Quando saiu, ela sentiu o líquido escorrendo, saindo de seu cu, pingando nas coxas.

Jhon e o outro cara saíram para o banheiro. Ficaram só os dois.

Ela estava destruída. Deitada na cama, pernas abertas, cu vermelho e escorrendo porra, buceta inchada e pulsando, boca ainda com o gosto de sêmen. Ele olhou para ela com olhos de predador faminto — *queria dar mais*.

— De costas, sua puta — ordenou.

Ela se virou, abrindo as pernas completamente. Ele desceu entre suas coxas, mas não para lamber a buceta. Foi direto para seu cu, ainda quente e transbordando a porra do Jhon. Ele enfiou a língua no buraco, lambendo o líquido branco que escorria, sugando, limpando a marca do outro para colocar a sua.

— *Ahhh, caralho!* — ela gritou, sentindo a língua dele entrando no cu arrombado.

Ele lambeu com vontade, bebeu a porra do amigo, depois subiu sobre ela. Enfiou o pau na buceta dela de uma vez, metendo com força selvagem, sem piedade. A cama rangia, os corpos batiam, o som de pele contra pele ecoava no quarto.

— Vou encher essa buceta de porra — ele grunhiu, pegando o pescoço dela. — Vou marcar você como minha de novo, sua vagabunda.

— *Enche!* — ela gritou, o clitóris pulsando descontroladamente. — *Goza dentro! Quero sentir sua porra misturada com a dele no meu cu!*

Ele acelerou, metendo como animal, profundo, violento. Sentiu o orgasmo chegando — uma onda quente subindo da base das bolas. Com um rugido, enterrou o pau até as bolas e soltou. Jorros de porra quente inundaram a buceta dela, enchendo-a completamente, escorrendo para fora e misturando-se com o que já estava no cu.

Ele não saiu. Continuou metendo devagar, empurrando a própria porra para dentro, marcando território. Quando finalmente parou, ela estava cheia dos dois lados, transbordando, usada, destruída.

E completamente dele novamente.

Comentários (1)

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  • nuss: Nossa que deliciaa

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