#Corno

a viagem - parte 2 final

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cobra

PARTE DOIS .

Eu apaguei ouvindo ele falando , quando acordei ele não estava no caminhão , estava la fora , assobiando uma musica e mexendo pra la e pra ca , eu desci e ele me chamou , fui até ele , minha vontade era dar uma porrada mas ouvi – olha ali naquela br passa varios caminhões para são paulo , se quizer trocar é só ir la e tentar a sorte , vou dormir um pouco , toquei quase 12 horas , agora é hora de descanso , vai la vai tentar a sorte e quem sabe encontra um que coma você e ela junto .
Acordou perto do meio dia , eu tinha tomado banho no posto agua quente e ana também , se queixava estar dolorida , ele acordou , foi tomar banho e chamou para o restaurante , almoçamos e voltamos para caminhão , ana de saia pinçada e blusa de gola branca , coloquei ela para dentro e entrei , quando ele entrou e olhou bem para mim perguntando – éehhh vai ser com expectador ou vai descer ? ana começou soluçar , peguei maço de cigarro e desci , ainda ouvi ela chamar ele de porco , sem problema , vem da uma mamada aqui que agora vai esse cuzinho seu –
Ana – você so deve star brimcando né , nem morta vou fazer isso .
Motora – esta bem , sem recentimentos , seu marido esta ali , vai la e pede para arrumar outra carona ja falei .
Ana – nunca fiz isso nem com meu marido .
Motora – vamos , eu vou com carinho e você nunca tinha dado para outro mas até gozou feito doida , vamos la , vamos vire que vou passar um gel ai , ja que é virgem , a bucetinha gostou arranquei o resto do cabaço que frouxo não fez , eu la fora ouvindo e chorando ,
Ana – não , não assim não , não venha me morder o pescoço não . derrepente começou chover , aquelas chuvas rapidas de verão , entrei no caminhão e me sentei no banco do carona e fiquei olhando para fora .
Motora – que bundinha linda – seu porco – arrisquei olhar , ele passava a lingua no anelzinho da ana , varias vezes tentei meter ali e ela nunca deixou .
Motora – olha você esta toda arrepiada só com minha lingua , as tetinhas injiada durinha , vai empina mais a bundinha vai , vi ele encostando o cabeção no anelzinho , vi ele segurando sua cintura com uma mão e a outra na cabeça da pica para forçar a entrada e a ana soluçar chorando aaaaahhhhhhh meu deus ta me rasgando , aaiihhh chega mão vou dar não e nem nada , calma é assim mesmo , vi ele passando mais gel dentro dela com a ponta do dedo e ele se encolhendo e relaxando , a chuva tinha parado , quando vi ele novamente segurando ela pela cintura e ela tinha empinado mais ainda e ia sai quando ouvi aaaaiiiiihhhhh entrou passou a cabeça e ela paradinha encostada de frente para tras e de bunda para frente do caminhão e o motora atras dela passava a mão em suas costas , ficou um tempo assim engatado , até que ele segurou com as duas mãos em sua cintura puxava ela bem devagar para se espetar na pica – isso assim calma , com calma a gente chega la e a ana quietinha ali as vezes tive a impressão que estaria gostando , só seu choro e seu soluço que dizia que eu estava errado , vi ele ir enterrando lentamente em seu rabo e depois voltava , parava e passava mais gel em torno da pica , seu cuzinho super esticado estava suportando aquela pica indo e vindo , desci do caminhão , e fui fumar la atras e quando achei que tinha terminado me aproximei a ponto de ouvir um gemido pensei ser dela mas devia ser o motora que tinha acabado de gozar ainda ouvi o ploc da pica saindo fora – esta vendo não foi tão ruim assim , falou baixinho em seu ouvido mas ouvi – você quase gozou pelo cu – ela soluçou chorando e respondeu seu porco filha da puta , juro matar você , ele riu . seu cu todo arrombado daquela pica , fez o serviço que sempre recusou que eu fize-se , percebi sua buceta toda babada , tinha pingado no lençol , achava que era gel mas as palavras dele tirou minha duvida .
Sentou no volante e tocou , durante quase uma hora dirigindo em silencio , só o assobio da musica quebrava o silencio , ana pediu , pode parar em posto quero me limpar direito , percebi sua fala sem rancor , uns minutos depois entrava em um posto e ana foi correndo para o banheiro e ele foi bater pneu , ele perguntou – não quer nada ne, um café ? eu ia indo para o banheiro também quando voltei eles estavam encostado no caminhão quando cheguei ele perguntou – café ? só balancei a cabeça e fomos la para o restaurante , percebi que ana mancava ou puxava de uma perna , agora estamos mais perto de casa , mais uma noite e um dia , deixo vocês são e salvo .
Ana – depois de me estuprar .
Ele deu a risadinha cinica dele e falou – para de reclamar , poderia ser pior .
Tocou o caminhão até meia noite , encostou o caminhão em um posto abandonado e deitou na cama junto com a ana , eu dormia no banco do passageiro e não vi nada , quando fui acordando ouvia ana gemendo longe , ai fui acordando devagar ouvindo aquele gemido ficando mais perto virei não vi ele , virei para tras ele comia ana na cama deitada de lado com uma perna levantada e ele por tras – ouvi a ana reclamando – você não cansa não ? , ela levantou colocando um papel dentro da calcinha e foi la atras no escuro se limpar e fazer xixi , voltou falando que esta começando esfriar o tempo , foi pegar uma blusa para ela e outra para mim , deitou la na cama e deitei junto , tava morrendo tesão com a pica dura deitado ao seu lado quando ela se virou de costa e tirou minha pica do short , foi a pior foda até hoje , toda melada , toda larga , acho que percebeu algo retirou a pica da buceta e encostou no anel empurrei ja melado da buceta ela só tremeu e meti ali no cuzinho arrombado , mas consegui aliviar o tesão al menos um pouco .
O caminhão rodando sem parar , quanto mais perto de são paulo chegava mais frio ficava o tempo , quando amanheceu o dia ele falou , ja estamos chegando , mais umas horas e pronto , ninguém respondeu nada , parou em um posto , abasteceu e voltou rodar agora de calça e jaqueta , eu e ana deitados na cama , amanheceu o dia e o sol ja estava quente quando parou em posto grande outra vez , foi la no fundo bem retirado do restaurante , como ninguém estava falando com ele , pegou uma toalha e saiu , ai saimos junto , olhou para tras e ei vamos , ana falou estou indo , ele entrou no banho cantando e eu no outro box calado , e ai oque vai fazer com carro ? não sei , não pensei nisso ainda , por hora só quero chegar .
Motora – tem sorte , tem casa , tem esposa .
É verdade mas você não tem ?
Não – não tenho , nem casa , nem esposa , e nem amigos , vivo só .
Sai do banho ele saiu foi em direção a lanchonete , pediu café para nós , ana quis comer um bolinho – tenho fome falou meio que sorrindo e ele sorriu , come pode comer , precisa ficar forte e sorriu , voltamos para o caminhão , ele subiu a ana dando um tapa em sua bunda e o gritinho dela de ai quase me espanto , subi e ana ja estava deitada , ele olhou para mim – deita pros pés que aqui deito eu e se encostou na bunda da ana e se cobriu , eu tremia de raiva , vi ele subindo a mão e agarrando os peitos dela , depois os movimento por baixo da manta indicava tirando o pau para fora , depois levantando a perna da ana , o gemido dela sentindo a pica invadindo sua buceta , eu ali chorando calado e o pau duro , ele metendo nela por tras e ela mesmo sem querer gemia , gemia gostoso , até ouvir seus gemidos cortado sua tremida , sua fungada , a falta de ar as falas cortadas e o grito indicando que estava gozando e como ele não parou de meter não teve piedade e ai metia mais fundo e com mais força e ela gritava mais e mais até que ele gritou também – aaahhhh caralho tou gozando tou gozando tooouuuugozzzaaandoooo porra e ficou parado tendo os espasmos da gozada , quaze triunfal , continuou ali enterrado nela até dormir , acho que ela também dormiu , respirava serenamente , ele dormiu ali durante uns 40 minuto , chegamos em casa era pouco mais de 14 horas ele parou o caminhão em frente minha casa , desceu , desceu a mala , ficou olhando tanto para rua quanto para nós , eu peguei a mala e entrei , ana chamou ele , venha entre , vem conhecer meu doce lar , ele sorriu , la fora estava um gelo – espere ai que vou preparar algo para almoçarmos , é rapido .
Almoçamos junto ali na mesa quando ele falou em despedida – bom ja vou andando , tenho que descarregar , ana respondeu deixa para amanha fique aqui , tem quarto de hospede e voce quase não dormiu , ele se encaminhou para o quarto , eu chamei atenção dela – que história é essa , fique , tem quarto de hospede ?
Ta com ciume é ? seu bobo , sabe que apesar de tudo poderia ser pior ?
Eu – como assim ?
Ana poderia achar um motorista que alem de comer a mim poderia querer comer você também .

Fim

hdalindamãoestranguladopreparação

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cobra #Corno

Comentários (1)

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  • Carlos T. Anonico: Delicia de conto. Viagem perfeita para casal novo

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