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A nova realidade que mudou o mundo parte 158 - Servindo aos pobres

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AnãoJediManco

Após a morte de Caroline, Julie foi separada do restante da família, no caso, as gêmeas, sem qualquer cerimônia.
Ela foi levada para o Buraco Negro, um bordel de baixo escalão nos arredores mais pobres da cidade. O lugar servia como válvula de escape para mendigos, trabalhadores braçais sem posses e homens que não tinham condições de manter suas próprias escravas. Ali, o sexo era gratuito, sem horários restritos e sem regras.
Julie foi posicionada em um cavalete de madeira no centro da sala principal. Seus pulsos foram amarrados para frente, os tornozelos bem abertos e fixados nas pernas traseiras do aparelho, forçando seu corpo a ficar permanentemente de quatro, com a bunda empinada e exposta. Uma grossa coleira de metal foi presa ao cavalete, mantendo sua cabeça baixa e imóvel. Seus longos cabelos loiros foram amarrados em um rabo de cavalo alto e presos a uma corda ligada ao teto, impedindo que ela baixasse ainda mais a cabeça. Um plug anal largo e pesado foi enfiado e trancado em seu cu, mantendo-o permanentemente dilatado.
Ela não saía dali para nada. Não havia banheiro, cama ou descanso. Ela comia, bebia, urinava e defecava no próprio lugar, enquanto era usada. Seu corpo ficou coberto por uma camada constante de porra seca, suor e sujeira. O chão ao redor do cavalete era uma poça permanente de fluidos.
Os homens entravam a qualquer hora do dia ou da noite. Mendigos sujos, velhos fedendo a cachaça, jovens trabalhadores braçais, todos tinham direito de usar os três buracos de Julie sem pagar nada. Muitos a fodiam com brutalidade, batendo forte em sua bunda enquanto metiam. Outros preferiam usar sua boca, segurando sua cabeça pelo rabo de cavalo e fodendo sua garganta até ela se engasgar e babar. Alguns simplesmente ficavam horas sentados, com o pau dentro dela, descansando enquanto conversavam com outros. Seu corpo se tornou um objeto público.
A buceta e o cu estavam quase sempre abertos, vermelhos, inchados e escorrendo porra. Seus seios balançavam a cada estocada. Seu rosto, muitas vezes coberto de sêmen fresco ou seco, mantinha uma expressão vazia, distante. Ela mal reagia mais. Apenas suportava.
O primeiro mendigo não perdeu tempo. Cuspiu na mão suja e enfiou o pau grosso e imundo direto no cu de Julie. A penetração foi brutal, rasgando o esfíncter seco e apertado. Ela soltou um grito abafado quando ele forçou cada centímetro, sentindo a pele arder e rasgar. Ele meteu com força, batendo os quadris sujos contra suas nádegas, o pau suado e com restos de esmegma esfregando dentro dela. Cada estocada provocava uma dor lancinante que subia pela espinha, como se estivessem rasgando suas entranhas. Ele gozou rápido, jorrando esperma quente e rançoso bem fundo no reto, misturando-se ao sangue fino que escorria. Saiu satisfeito, limpando o pau na coxa dela.
Imediatamente outro tomou o lugar. Este escolheu a boca. Agarrou o cabelo de Julie e enfiou o membro semiduro e fedorento entre seus lábios. O gosto era repugnante, suor, mijo velho e sujeira acumulada. Ele fodeu sua garganta com violência, segurando a cabeça dela presa enquanto o pau batia no fundo, fazendo-a engasgar e vomitar bile que escorria pelo queixo. Ao mesmo tempo, um terceiro mendigo enfiou o pau no cu ainda aberto e escorrendo esperma do anterior, esticando o buraco já machucado. A dor era insuportável: uma queimação profunda, uma sensação de ser rasgada ao meio. Outro mendigo posicionou-se embaixo e penetrou sua vagina seca e dolorida, forçando as paredes sensíveis que ainda não haviam se recuperado dos castigos anteriores.
Julie sofria em silêncio agonizante. Cada buraco era usado sem piedade. O cu ardia como fogo, o ânus inchado e lacerado. A vagina era fodida com estocadas brutais que batiam contra o colo do útero ainda sensível, causando câimbras de dor que irradiavam pela barriga. A garganta queimava, o maxilar doía, o nariz escorria enquanto ela mal conseguia respirar entre as investidas. Lágrimas, baba, suor e muco cobriam seu rosto. Ela sentia cada veia, cada irregularidade daqueles paus sujos esfregando dentro dela, o atrito seco virando pura abrasão.
Não havia prazer, apenas dor lancinante, humilhação e nojo. Seu corpo tremia em espasmos de agonia, os músculos contraídos inutilmente contra as amarras. Por mais que os mendigos gemessem e acelerassem, Julie não conseguia gozar, a dor era tão intensa, tão esmagadora, que bloqueava qualquer sensação de prazer. Era só sofrimento puro, uma violação completa que transformava seu corpo em um objeto descartável.
Eles gozavam um após o outro, abundantemente. Jatos grossos e quentes enchiam sua vagina, escorrendo misturados com sangue, o cu recebia carga após carga de porra rançosa que vazava em fios viscosos pelas coxas; a boca era usada como um buraco de descarga, obrigando-a a engolir ou sufocar no esperma azedo. Alguns gozavam no rosto dela, no cabelo, nos seios ainda doloridos.
Quando terminavam, saíam rindo, satisfeitos, batendo nas costas uns dos outros. Que putinha boa... apertadinha e quentinha. Valeu cada bombada, falavam rindo. Deixavam Julie ali, presa ao cavalete, buracos latejando, inchados, rasgados e escorrendo uma mistura repulsiva de sêmen, sangue, baba e fezes. O corpo dela tremia de exaustão e dor, a mente quebrada revivendo o tormento da mãe enquanto esperava o próximo grupo de mendigos entrar para usar novamente cada buraco disponível. O bordel nunca parava, e nem o sofrimento dela.
Quando não havia homens, ela ficava ali, imóvel, sentindo a porra escorrer lentamente de dentro dela, pingando no chão sujo. O cheiro de sexo velho, mijo e suor impregnava sua pele. Não havia dignidade, não havia descanso, não havia esperança. Julie havia se tornado exatamente o que o novo mundo queria que ela fosse. Um buraco coletivo, uma puta pública. Uma coisa viva apenas para servir aos desejos mais baixos dos homens mais pobres. E ali, presa ao cavalete, dia após dia, noite após noite, ela esperava, sem fim.
Sem salvação, apenas o próximo pau.
Uma vez ao dia, sempre no final da tarde, quando o bordel cheirava mais forte a suor, sêmen azedo e podridão, os homens cruéis vinham fazer a limpeza de Julie. Ela permanecia exatamente como estava, presa ao cavalete de madeira áspera, corpo dobrado, pernas abertas ao máximo, buracos expostos e ainda latejando das useiras anteriores.
Dois ou três homens entravam rindo baixo, carregando baldes de água fria e suja, escovas de cerdas duras e trapos imundos. Nunca a soltavam, apenas jogavam o primeiro balde de água gelada diretamente sobre seu corpo nu, fazendo-a estremecer violentamente com o choque térmico. A água suja escorria pelos seios machucados, pela barriga, pelas coxas e se acumulava na poça nojenta entre suas pernas.
Então começava a humilhação dos buracos. O primeiro homem pegava a escova de cerdas grossas e duras, ainda com restos de sujeira de limpezas anteriores, e enfiava sem aviso no ânus de Julie. Ele girava e esfregava com força, raspando as paredes internas laceradas, arrancando coágulos de sangue seco, esperma rançoso e fezes que haviam ficado ali o dia inteiro. A dor era abrasiva, queimante, como se estivessem lixando sua carne por dentro. Julie tremia e gemia abafado, lágrimas escorrendo, enquanto ele enfiava a escova mais fundo, torcendo, puxando e empurrando, fazendo o esfíncter inchado sangrar novamente. Tem que ficar limpinha para a próxima leva, ele zombava enquanto trabalhava.
Em seguida, outro homem repetia o processo na vagina. Usava uma escova ainda mais suja, encharcada de água fria, e esfregava com violência as paredes internas sensíveis e inflamadas. O atrito era cruel, cerdas arranhando o colo do útero, raspando esperma seco de vários homens, muco e sangue. Ele abria os lábios dela com os dedos sujos e enfiava a escova até o fundo, girando como se estivesse limpando um cano entupido. Cada movimento provocava câimbras de dor profunda na barriga dela, fazendo seu útero se contrair inutilmente.
A boca não era poupada. Seguravam sua cabeça pelo cabelo e enfiavam um pano molhado e fedorento garganta adentro, esfregando a língua, os dentes e o fundo da garganta com força bruta. Ela se engasgava, vomitava bile misturada com água suja que escorria pelo nariz e queixo, enquanto eles riam e continuavam limpando.
Durante toda a higiene, os homens abusavam dela. Dedos grossos e sujos entravam junto com as escovas, esticando os buracos já machucados. Um deles às vezes enfiava o pau meio duro no cu ou na vagina logo após esfregar, só para testar se ficou limpo, metendo algumas estocadas rápidas e gozando dentro dela novamente, contaminando o que acabara de limpar. Outros cuspiam, mijavam ou esfregavam seus paus sujos sobre o rosto e os seios dela enquanto trabalhavam.
Quando terminavam, jogavam mais um balde de água fria para enxaguar, deixando Julie pingando, tremendo de frio e dor, com os buracos vermelhos, inchados, ardendo e escorrendo uma mistura de água suja, sangue fresco e novo sêmen. Os homens saíam satisfeitos, comentando como a putinha estava pronta para mais.
Julie ficava ali, presa, sentindo a ardência latejante em cada orifício, a humilhação profunda queimando mais que a dor física. A limpeza diária não servia para higiene, servia para lembrar que seus buracos não lhe pertenciam, que seu corpo era apenas um objeto público a ser usado, esfregado, violado e descartado. Cada dia essa rotina reforçava a tristeza vazia em seu peito: a sensação de que nunca mais seria limpa de verdade, que nunca mais seria humana. Apenas um buraco vivo esperando a próxima leva de mendigos.
E assim o ciclo continuava, dia após dia, sem piedade.
Enquanto isso, onde será que foram parar as gêmeas?

Comentários (1)

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  • Vanilla: Conto muito bem escrito, tenho coisas pesados T Vanillarsk

    Responder↴ • uid:7btejnns8j