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Os meninos do rio, pt. 1

5602 palavras | 8 |4.67
Por

Pedro:
Estou sentado na cabine do caminhão observando o rio passando, eu e Rodrigo, meu companheiro de estradas, embarcamos ontem no começo da noite nessa balsa que vai em direção a Manaus. São 11 da manhã e não tem mais ninguém a vista nessa área, a maioria já foi atrás de almoço ou só conversar, mas eu tô aqui ainda, caçando.

Não é a primeira viajem que Rodrigo e eu fazemos pra Manaus, já passamos tantas vezes por aqui ao longo de cinco anos, sabemos o que o rio esconde. Mas ainda não chegamos nas áreas boas, já estamos numa área meio isolada, mas as crianças que navegam pelo rio ainda não são tão desesperadas aqui, fora a polícia hidroviária que faz patrulhas nessa região, então elas ainda não sobem na balsa, só ficam nos seus barquinhos esperando que joguemos algo para elas. Já que, pelo visto, crianças pobres navegando num rio em meio ao sol toca os corações dos caras, pra mim só levanta meu pau.

Mas como ainda nenhuma subia na balsa, não apareceu oportunidade, então, ao invés de ir atrás comer eu continuo aqui, esperando.

Nessa vida de comer carne fresca na viagem tudo depende um pouco da sorte. Sorte pra subirem no barco, sorte de conseguir conversar com descrição, sorte de conseguir uma cabine mais escondida dos olhos julgadores na balsa. As cabines aqui são só quartos pequenos com uma cama de solteiro meio merda, mas são ótimas pra privacidade, você compra com dinheiro vivo e nem precisa de documentos, dinheiro numa mão, um nome falso na boca e então uma chave pra um quartinho fodido. É 40 reais por dia e são 5 dias até Manaus, muitos caminhoneiros preferem ficar nos próprios caminhões se ajeitando do jeito que dá, muitos desses também se aproveitam das prostitutas e prostitutos mirins que aparecem por aqui haha, é difícil sermos pegos por aqui, claro, mas não gosto de bobear mesmo assim. Enfim, eu gastei para ter um abatedouro, agora só falta a presa.

Ou faltava. Numa curva do rio vem dois garotos, eles parecem estar manobrando em direção à balsa. A animação bate na hora. O caminhão foi um dos primeiros a entrar na balsa, então estamos bem a frente. Desço do caminhão e vou fico observando os meninos se aproximando. Os detalhes se tornam mais claros cada vez mais, o barquinho é navegado por dois meninos moreninhos e magrinhos, um está sem camisa, parece ter uns 13 ou 14, ele estava dirigindo o barco, mas agora troca de lugar com seu companheiro menor, que aparenta ter uns 7, talvez.

Reconheço a movimentação dele, a corda na mão com um ganho, ele pretende subir. E eu com um coração gentil e um pau que tá ficando duro, vou ajudar como poder, claro.

O barco se aproxima e o menino maior começa as tentativas de segurar o gancho na balsa.

Uma, a balsa segue, não é tão veloz, mas o motorzinho do barco dos meninos é pequeno e não consegue acompanhar e vai ficando pra trás. Sigo os meninos em sua trajetória ao lado da balsa. Duas, o barco balança com as ondas que a balsa gera, mas o perigo não é maior que a fome, e eles tentam de novo. Três, o gancho se prende no guarda-corpo da balsa e o menor desliga o motorzinho. Uma cesta de madeira do tipo que ver em feira e um saco sobem juntos com os meninos, a balsa não fica a mais de um metro do nível do rio, então não é tão trabalhoso. A experiência e a altura da balsa não são obstáculos pra eles, mas tento ajudar mesmo nos menores detalhes que posso, segurando a cesta ou puxando os meninos.

– Puta que pariu, vocês tão bem moleques?

– Tamo, moço, brigado. – Diz o maior, a voz revela algo que deixa Pedro ainda mais animado, é fina demais, o moleque é um viadinho.

– Nada, vocês ainda vão se matar nessas porra de canoa e subindo nos barcos que passam.

– Nada, nós é treinado. – Diz o maior com um sorrisinho orgulhoso.

– E o que vocês tão vendendo?

– Camarão, cupuaçu e palmito. – Responde o maior.

– Qual teu nome, menino?

– Vanilson – Responde o maior, então aponta pro menor: – E Jackson.

– Teu irmão? Quantos anos cês tem?

– Eu tenho 13, ele tem 7.

– E já sabe pilotar barco, será que vai virar marinheiro quando crescer?

O pequeno Jackson sorrir, parece um tímido quietinho, vai ser maravilhoso fazê-lo chorar na minha rola.

– Mas aí tem quanto camarão aí ainda? E quanto tá?

– Ainda tenho 3kg, moço, a gente cobra 15.

– E esses cupuaçu?

– Tão de 10 – Responde Vanilson.

– Tá barato, se eu comprar os dois tudo, tem desconto? – Pergunto sorrindo.

– Tem como não, moço.

– Hah, eu levo até o palmito.

– Tem como não.

– Então, nós fecha o preço cheio, e eu dou mais 50 por uma chupada.

Os olhos do Vanilson se arregalam e olha pro irmão e então pra mim rapidamente, tá envergonhado o coitado, mas não há porquê ter muito mais arrodeios por aqui, só estamos eu e eles por perto. Para quem ele ia denunciar? Quem iria salvá-lo de um homem grande e forte? São 1.87 de macho querendo foder um cuzinho apertado. Não sou lá muito malhado, mas tenho um corpo forte pelo trabalho e esforço. Tenho um rosto de macho alfa, forte e barbudinho, uma combinação de rosto e corpo que atraem muitas mulheres gostosas e bonitas, mas não são elas que me atraem.

Não é elas que meu pau pedófilo quer foder, ele quer os menininhos aqui. 13 e 7 anos. Como devem ser apertadinhos… como meu pau quer rasgar as pregas deles e fazê-los gritar…

Mas Vanilson hesita.

– Vamo lá, Vanilson, as coisas e mais 75. – Aliso meu pau duro por cima da bermuda folgada, o volume é proeminente nela, mas não o suficiente pra mostrar bem o contorno da rolona guardada, afinal não quero assustar os futuros arrombados por ele. Vanilson segue o movimento da mão, parece interessado, mas ainda hesita.

– 100, te dou 100 pela chupadinha. – Tiro um pequeno maço de dinheiro do bolso, tem 500 reais nele em notas de 100 e 50, separo uma de 50 e estendo pra ele – Aqui, 50 adiantados. Vai querer os outros 50?

Vanilson alterna o olhar entre seu irmão, minha cara e meu volume, sei que o viadinho quer, mas tá com medo… hahah, ainda nem sabe.

– E aí vai querer ou não? – Dou mais um tempo pra ele, e então começo a recolher a mão pra guarda a nota quando ele decide.

– Tá. Vamo. – Ele pega a nota e guarda no bolso da bermudinha.

– Então bora. – Começo a seguir o caminho pra cabine quando ele me interrompe:

– Ei, prʼonde cê vai? Ru pensei que ia ser aqui.

– Pra cabine ali, aqui tem sempre uns caras nos caminhões, ou cê quer que outros vejam?

– Ele hesita, mas nega com a cabeça.

– Jackson fica aqui olhando o barco, eu já volto, me espera e não sai daqui.

– Não quer trazer ele também? – Pergunto casualmente.

– Não! Ele é muito pequeno pra sás coisa. – A resposta é enfática… tantas interpretações são possíveis nela, mas eu já tô na fantasia então prefiro acreditar que é só egoísmo pra não dividir o leite.

Seguimos para a cabine em silêncio. Ele vem ao meu lado sempre dando uma olhada mal disfarçada para o volume na minha bermuda. Meu pau chega tá pulsando.

– Ó, vamo fazer assim, cê vai primeiro e depois eu vou, é a última porta ali, cê vai lá e me espera, a porta tá aberta, só entra e me espera, tá?

O menino balança a cabeça e vai. Ele não é lá essas coisas, claro, é só uma criança ribeirinha que passa fome, magro e baixo pra idade, mas tem uma bundinha aparecendo que é o suficiente pra me satisfazer, já imagino como vai ser… uma bundinha negra e pequena com um buraquinho apertado que eu vou arrombar e depois, de sobremesa, uma bundinha ainda menor. Será que Jackson vai me aguentar todo sem desviver? Veremos haha.

Vanilson me dá uma última olhada em frente a porta, confirmo com a cabeça e começo a andar. Não em direção a porta, mas também ainda não em direção a Jackson. É hora de ir atrás de Rodrigo. São cinco anos que rodamos as estradas juntos. Cinco anos que dividimos bucetinhas e cuzinhos jovens. Ele é meu abre alas, um pau menor que prepara a minha entrada e também meu melhor amigo, não vou deixar ele passar fome de carne fresca.

Vou atrás dele na área comum da balsa, uns bancos, umas mesas, vários homens conversando ou jogando cartas. Entre eles meu melhor amigo, Rodrigo, assim como eu, é um homem que não é malhado, mas sim forte pelo trabalho e esforço. Um moreninho de cabelos negros e barba rala que parece mais jovem do que os seus 41. É um cara boa pinta pra quem já até dei meu cu nesses anos, mas o principal é que ele é meu parceiro pedo.

Ele tá observando um jogo de cartas e rindo com uns outros homens numa mesa.

– E aí, Rodrigão, perdeu e agora tá só olhando?

– Teu cu, eu fiz foi ganhar e agora eles tão disputando pra ver quem é o ganhador dos perdedores. – Risos e alguns xingamentos se seguem a fala dele, mas não tô aqui pra isso.

– Já que não tá fazendo nada me ajuda ali com o pneu do caminhão que furou. – Rodrigo olha pra mim, a boca não sorri mais, mas os olhos brilham de malícia, nosso código o deixa alerta.

– Ah, bora lá resolver essa parada.

***

Narrador:
O pequeno quarto está escuro e silencioso, Vanilson não quis acender a lâmpada. Ele se sente incomodado com a própria aparência, mesmo assim ele foi escolhido por aquele homem lindo! Excitação, paixão, incredulidade e medo tumultuam a cabecinha de Vanilson. Faz anos que ele navega pelo rio e não é a primeira vez que alguém o paga pra alguma coisa sexual, mas ele sempre estava acompanhando pelo primo mais velho, Isaque, que agora tem 17 e tá trabalhando com seu pai no açaizal. Foi Isaque quem tirou a virgindade do Vanilson e o ensinou a chupar, foi Isaque quem o levou pra um cara e conseguiu com que Vanilson fosse pago por um boquete. Claro, Isaque já fazia isso há tempos, era natural que ensinasse pro primo. Mas o tio de Vanilson parou de deixar Isaque vir para os barcos, afinal meninos grandes não comovem as pessoas pra vender coisas e também o lucro de prostituição de Isaque havia caído consideravelmente agora que ele já estava velho, assim, Vanilson nunca foi comido por nenhum cara dos barcos, ele não sabia como Isaque sabia o que eles queriam, Vanilson só sabia imaginar que eles talvez quisessem algo, mas nunca rolou com ele sozinho.

Bem, pelo menos não até que chegou Pedro e foi direto ao ponto. Vanilson estava ansioso, o cara pagou por uma chupadinha, mas o cuzinho dele ansiava por rola. Mas ele estava com medo, não sabia como chegar lá, não podia demorar muito por causa do irmão, e era um cara desconhecido. Dar pros primos é algo uma coisa, mas com um homem de verdade deve ser diferente.

Tem uma lâmpada, mas ele preferiu não acender. Seu pau tá duro no shortinho sem cueca, mas o homem bonito tá demorando a chegar. Vanilson acha que é difícil demais encontrar esses caras que são bibas. E ainda mais um bonito que nem esse, ainda nem conseguia acreditar no que estava acontecendo.

A linha de pensamentos dele se quebrou quando outro homem abriu a porta e entrou.

***
Pedro:
– Esse aqui é novinho, hein, quantos anos ele tem? – Perguntou Rodrigo.
– 13, né Vanilson? – Respondo enquanto entro e tranco a porta do quartinho.
– É… é sim – Gagueja o menino – Quem é ele?
– Só um amigo que nós vamos ajudar.

O quartinho está escuro, mas tem luz o suficiente pra ver Rodrigo abrindo o zíper da bermuda, o menino pode ter cedido fácil, mas ele precisa perder a timidez aos poucos e, principalmente, confiar em mim. Então, sou eu que faço as honras de me ajoelhar pra Rodrigo primeiro.

Término de pôr a mostra o pau do meu amigo baixando a cueca. É um belo pau, uns 16cm, levemente torto pra esquerda, não é tão grosso e nem tão grande quanto o meu, por isso é perfeito pra atrair e começar os trabalhos de arrombar o viadinho aqui.

– Olha como é babão o amigão dele. – Coloco a cabeça do pau de Rodrigo na boca, chupando toda a baba dela. – Você vai adorar o gostinho, vem provar.

O menino se aproxima, mas fica só olhando o show que tô fazendo pra ele ir perdendo a timidez: vou lambendo a cabeça devagar, então desço e coloco as bolas na boca enquanto bato de leve pra ele, volto pro pau e o coloco na boca, faço um vai e vem enquanto Vanilson olha e Rodrigo geme.

O menino tá perto, então pego no pauzinho dele enquanto mamo Rodrigo, é pequeno, infantil, parece que Vanilson ainda não passou pela puberdade, isso faz com que ele se aproxime mais e se ajoelhe. Tiro o pau de Rodrigo da boca e então ofereço pro menino:

– Prova aqui pra ver como é bom.

Rodrigo movimenta o corpo deixando o pau bem na direção da boca de Vanilson, o menino hesita um momento, mas então começa, primeiro só a cabecinha na boca, então a tira e começa a lamber a pontinha, exatamente como eu fiz. Rodrigo geme suavemente agora, ele põe a mão na cabeça do menino e faz um carinho devagar, ele tá acostumado já, sabe como ir quebrando as amarras de suas “vítimas” devagar.

O carinho incentiva o menino que recoloca o pau da boca e vai tentando engolir, ele ainda não põe tudo, mas chega pela metade. Vanilson para por um momento com o pau na boca, um comportamento típico de crianças que brincam com seus priminhos, os pauzinhos pequenos não oferecem espaço pro vai e vem, é bonito e me dá ainda mais tesão. Mas é Rodrigo que toma iniciativa, segurando a cabeça do menino ele começa um vai e vem lento.

A primeira amarra infantil se foi, hora da próxima. Coloco a mão dentro do short do menino em busca do pauzinho enquanto o acaricio com a outra, uns carinhos nas costas, no peito, a bunda virá depois e não quero assustá-lo, minha mão dentro no short começa a rolinha dele, uma punhetinha com os dedos, pra lá e pra cá.

– Deixa eu te mostrar uma coisa, ó. – O menino para o boquete e dá licença pra que eu retorne, com o pau de Rodrigo na minha cara, coloca as bolas dele na boca, os pelos dela estão baixinhos, perfeitos pra chupá-las bem gostoso. Rodrigo geme um pouco mais alto. – Viu só como ele gosta? Tua vez.

O menino assume de novo o meu lugar pra tentar engolir as bolas de Rodrigo, certamente vai ficar inebriado pelo cheirinho de pau suadinho nesse calor amazônico.

***

Narrador:
Vanilson sente e realmente gosta do cheiro, o outro homem não é tão bonito quanto o primeiro, mas o pau é realmente gostoso. A adrenalina do momento e o tesão que o menino sente turvam sua mente, ele gostou das bolas e agora brinca com elas na boca enquanto o primeiro homem brinca com seu pau.

Vanilson mal percebe quando Pedro baixou suas calças, revelando seu pauzinho, e nem sentiu quando ele começou a beijar o menino pelo pescoço. Tudo que existia naquele momento era o pau adulto a sua frente, que era tão bonito e tão grande. O pau de Isaque com seus 12cm nem se comparava, então era melhor aproveitar.

Vanilson voltou a chupar o pau, o outro homem guiava sua boca no pau dele, tentava colocar tudo na boca de Vanilson, entre uma tosse e outra, o outro homem tirava e voltava ao vai e vem.

Foi em meio a uma das tentativas de colocar todo o pau na boca do menino que Pedro pediu para que fossem pra cama.

***

Pedro:
– Bora aqui pra cama. – Disse, interrompendo a mamada de Vanilson. – Deita aqui Vanilson.

Provavelmente só agora ele se deu conta da bermuda abaixada, ainda tentou levantar, mas peguei de novo no pauzinho:

– Deixa assim. Vem cá, ó, deita assim. – Ajeito e menino na cama e já caiu de boca no piruzinho dele, que parece surpreso, mas não por muito tempo, Rodrigo já tá subindo na cama e botando o pau pro moleque continuar mamando.

E assim ficamos por um tempo: Rodrigo com os coelhos em volta do garoto dando de mamar e fazendo ele engasgar de vez em quando e eu chupando a rolinha dele. Dessa vez sou eu que perco em pensamentos, tantas vezes que comemos putas e crianças juntos nesses cinco anos, até já transamos, mas ele sempre foi o ativo, nunca liberou o cuzinho. O vai e vem dele mostra a bundinha avantajada do meu melhor amigo, é mais branca que o resto do corpo e é peludinha, mal dá ora ver o buraquinho dele que deve ser tão apertado…, mas não é hora de fantasiar com o cu do Rodrigo.

Termino de tirar a bermuda de Vanilson e vou atrás do meu verdadeiro alvo: o cuzinho apertado de moleque. Ele não resiste enquanto levanto e abro as perninhas, dá um pulinho de surpresa quando começo a chupar o cuzinho, mas nada mais. O moleque parece tá bem relaxado enquanto vou enfiando a língua, ou pelo menos distraído demais. Deixo o rabinho bem molhado pra então começar a primeira penetração: meu dedo mindinho, vou devagar, com carinho e até volto chupar o pau do menino, é quando tenho certeza de que o viado é um putinho, o buraco é apertado, claro, mas não tanto quando um virgem seria. Esse já deve dar pra todos os priminhos.

– Hora de trocar de lugar, Rô. – Rodrigo começa a sair de cima do moleque. – Esse aqui já é amaciado.

– Ah, é? – Rodrigo ri. – Bora ver então.

Me ajoelho do lado da cama, me curvo e beijo Vanilson enquanto abro o cinto e tiro a bermuda. O menino parece surpreso, mas logo se recompõe, ele tenta retribuir o beijo, mas é perceptível como é inexperiente, mas nem precisava, a boca do menino tem o gosto e cheiro do pau de Rodrigo que já é delicioso sem nem precisar se movimentar… Quando termino de tirar a bermuda e começo a me posicionar pra ganhar o boquete de Vanilson vejo Rodrigo mantendo as perninhas levantadas enquanto coloca um segundo dedo do cu do moleque, haha, esse realmente já foi usado.

Os olhos de Vanilson se arregalam quando veem meu pau:

– Caramba, moço, é muito grande! – Ele pega no meu pau com mãos e depois com a outra, só as duas juntas conseguem contornar o pau, são 23cm de pau muito grosso, o moleque deve tá admirado e com medo agora, mas ele não perde por esperar quando ele tiver com ele todo dentro do cu.

– É, né? E é ainda mais gostoso que o do tio ali, coloca na boca pra sentir.

A boca do menino se abre o máximo que pode, mas mal consegue colocar a cabeça… pelo menos por enquanto, enquanto Rodrigo estiver por perto, vou ser bonzinho.

***

Rodrigo:
Pedro já tinha deixado o cu do viadinho bem molhado, quando cheguei só cuspi no dedo e fui enfiando só pra ter a certeza: a bichinha já andava dando o cu rabo por aí, chega já era macia a entrada. Dois dedos entraram quase sem dificuldade, o pirralho até deu uma apertada quando ia entrando, mas logo cedeu.

Sorrio comigo mesmo, porra do Pedro falava de mim que só arranjava uns arrombados, mas olha só ele achando um que também já foi usado.

Encho a boca de saliva e tiro o dedo do cu do moleque, solto uma cusparada no buraquinho antes de fechar, ajeito as pernas do moleque, dou outra cusparada na porta do cu dele e espalho com o pau, massageando o cu do moleque, com o cu meladinho dou cuspo de novo no pau, espalho com a mão e começo a bater na porta de trás do moleque. Devagar o cuzinho começa a virar cuzão e vai se abrindo, o moleque dá uma travada e recuo um pouco. Quando ele relaxa solto outro cuspe e tento de novo, dessa vez a cabeça passa sem que ele contraia o cu, devagar vou entrando, centímetro por centímetro desaparecendo no buraquinho do viadinho.

O cu é macio e muito ainda é apertado ainda, mas entra tudo. Paro um pouco pra ele se acostumar, os músculos do rabo dele vão se adaptando ao formato do meu formato enquanto me acolhem no seu calor úmido.

– Eita porra, já tá é com tudo dentro do moleque. – Sorri Pedro me olhando enquanto o menino mama ele.
– Já, cuzão macio e gostoso da porra, olha como ele aguenta gostoso.

Começo a me movimentar dentro do moleque, devagar enquanto Pedro me imita se movimentado na boca dele. Vou aumentando o ritmo enquanto me lembro da minha primeira vez: eu tinha 17 e comi meu primo de 11. Ele foi a primeira criança que eu comi, mas então eu cresci, nunca mais comi um menor, casei tive filhos, e os desejos sumiram… até aquela vez, eu tava na seca há mais de um mês, longe da minha mulher e só na punheta, aquela menina na beira da estrada, novinha, gostosa, oferecendo um programa barato. Levei ela pro banheiro e comecei a comer ela, mas o Pedro nos flagrou… mal fazia 6 meses que trabalhávamos juntos, mal conhecia ele e ele me vê comendo uma menor, eu morri de medo, implorei pra ele não contar, ofereci dinheiro, mas ele só riu e colocou o pau pra fora. Faz tanto tempo… mas agora estamos aqui, eu no cu e ele na boca.

As memórias me distraíram e me fizeram voar no mundo da lua, mas quando volto a mim percebo que não tô mais indo devagar no cu dele. Tô bombando como se fosse uma puta de rua. Os três estão gemendo, mas percebo que tô gemendo alto demais, não queremos atrair atenção pra cá, tiro o pau do menino:

– Vamo mudar de posição, Pedrão, coloca ele de quatro.

Pedro se senta na cama e coloca o menino de novo pra mamar enquanto ajeito as pernas dele. Me preparo pra meter enquanto Pedro segura as duas beiradas da bunda e abre pra mim. Posiciono o pau e meto, entra tudo de uma vez no moleque.

– Eita, cuzin macio! – Gemo enquanto bombo no cu do moleque.

– Assim, mete fodo nesse putinho, deixa ele abertinho e preparado pra mim.

– Pode deixar.

Acelero ainda mais a bombada. Entrando e saindo rápido. Fico em pé na cama, apoio as mãos na costa do moleque e atolo o pau no cu dele. O prazer tá no mil, meu pau entra e meu cu balança, exposto, piscando, pronto pra receber o pau do… não é grande demais.

Só continuo no movimento tentando afastar o pensamento. Tiro tudo pra fora, pincelo o cu e depois soco de uma vez. O moleque geme,

O tesão é demais, olho pra Pedro sorrindo enquanto acompanha minha rola desaparecendo no cu dele e não aguento.

Seguro Pedro pelos cabelos, olho bem nos olhos dele e grito, o mais baixo que posso:

– Eu vou gozar, caralho, Pedro eu vou gozar.

Puxo a cabeça dele mais pra perto e lasco um beijo em Pedro, não sei o que estou fazendo, mas estou, beijo Pedro, sentido o gosto do meu pau, do cu do menino e da própria boca de Pedro eu gozo no cu do menino. Com a língua atolada na boca de Pedro e meu pau atolado no cu do menino eu termino de dar as últimas jatadas.

É estranho que minhas melhores gozadas sempre são nesses momentos enquanto divido uma criança com meu melhor amigo?

***

Pedro:
O beijo foi inesperado, e passageiro, ao que parece. Mas eles já estavam trocando no esquema de sempre: assim que Rodrigo sai da porta de trás ele volta pra porta da frente, assim, a criança não tem nem tempo de reclamar ou dizer que não aguenta o meu pau.

Eu senti o cheiro familiar e vi o sujinho no pau do Rodrigo enquanto trocávamos de lugar, hahah, Rodrigo já quer iniciar o moleque nas coisas que eu deixo pra depois. Mas tanto faz, o moleque não vai durar mais muito tempo na minha mão pra fazer os rituais certos, então, enquanto Rodrigo tapa a boca do Vanilson, eu me espalho saliva no meu pau e preparo o encaixe.

Encaixado. Um, dois e… pulo hahah, o moleque se encolhe e tenta fugir quando sente o cu se alargando ainda mais, mas Rodrigo como sempre respeita o trato, segura a cabeça do moleque chupando sua pica enquanto vou enfiando. O gemido de prazer se transforma em gemido de dor enquanto vou entrando e arrombando, a preparação certamente diminui o impacto, mas não totalmente. Rodrigo está aqui, então contínuo devagar, mas com determinação, até que entra tudo.

Rodrigo observa atentamente enquanto entro em Vanilson, depois do beijo eu acho que consigo distinguir outra coisa além do espanto e admiração pelo meu tamanho, seria desejo?

Mas isso é pra outra hora. Seguro o menino que se remexe enquanto dou um tempo pra ele se acostumar. Em algum momento ele se acostuma ou desiste de tentar resistir e eu começo. Estou em pé e com o pau atolado, apoiando as mãos na costa do menino assim como Rodrigo estava fazendo, a diferença de tamanho e enorme e excitante. Mesmo Rodrigo já era grande comparado a nossa puta da vez, mas eu sou simplesmente desproporcional demais.

Meu tamanho em cima e o tamanho da minha rola dentro daquele garoto me excitam e me dão medo de perfurar os intestinos do menino, não por pena dele claro, mas porque Rodrigo tá me vendo. Então, apesar do tesão e de estar indo com força, não estou no meu máximo.

Bombo por mais um tempo no cu dele, o gemido já tá mudando de novo, prazer. é quando sei que podemos mudar de posição.

– Péra aí, mano, deixa eu posicionar ele.

Rodrigo levanta e eu me deito na cama com Vanilson por cima, puxo ele pro meu peito enquanto guio o movimento ele na minha pica. É uma exposição e uma oferta, se fosse uma menina Rodrigo aceitaria na hora, um em cada buraco, mas é um menino e temo que ele vá recusar, afinal só eu já sou demais pra um buraco tão jovem.

– Quer vir junto comigo não? – Sorriu pra ele e então desvio o olhar pra rola dele, ainda dura. – A gente arranja um espaço aqui dentro dele.

– Tu é doido, é? Vai estourar o moleque.

– Deixa de besteira, moleque mais rodado que muita puta por aí, olha só. – Tiro minha pica do cu dele, que faz o só de peido quando o ar entra no poço do moleque, abro bem as bandas da bunda e viro ela em direção a Rodrigo. – Onde cabe um, cabe dois.

O moleque volta a gemer quando enfio a rola nele de novo, os gemidos já estão mais baixos, deve tá cansado de tanto levar rola. Rodrigo vem ora trás do garoto, eu me animo um pouco, mas ele só fica lá olhando. Diminuo o ritmo por um tempo pra ele ver bem o entra e sai. Às vezes tiro tudo e abro bem pra ele ver, e vou alternando. Meter e mostrar devagar, sem pressa. Mas ele não mete, então eu resolvo dá o empurrão final.

Puxo o menino mais pra cima, deixando só a cabecinha na portinha traseira dele, com uma mão tapo a boca do moleque com a outra pego no saco do Rodrigo e o puxo pra perto.

– Vem cá, ó filho da puta, me ajuda a comer ele ou eu vou amassar tuas bolas.

– Porra, Pedro, não, moleque não aguenta, vai estourar ele.

– Para de frescura, macho, viado desse já te aguentou e agora tá me aguentando, pode muito bem aguentar nós dois juntos. – Solto as bolas do Rodrigo e abro com a mão livre a bunda do menino – Olha um cuzão desse, novo, elástico, isso aqui estica agora, mas amanhã já tá fechadinho de novo. Vem logo e para de ser besta.

Deito de novo, posiciono o pau no lugar, Rodrigo hesita mas se junta a mim, ele segura nossos paus juntos e começa a forçar enquanto eu tapo a boca com a mão. Enquanto as rolas entram o menino se agita de novo e novamente tenta gritar, mas eu seguro ele com força contra meu peito de mantenho a boca bem tapada.

Com um pouco de força, as duas picas estão dentro dele, e agora limite de Rodrigo foi quebrado, ele não espera nem um segundo pra começar a bombar no cu de Vanilson.

Dois homões no cu de um menino, bombando e arrombando, meu movimento tá prejudicado, mas vou fazendo o vai e vem na velocidade que consigo, o menino geme de dor ou prazer, e não importa mesmo, enquanto Rodrigo mete com força. O pau dele contra o meu naquele buraco úmido e quente deixa tudo ainda mais gostoso. Continuamos assim por um tempo, agora tô segurando a vontade de gozar, quero preencher esse cu ao mesmo tempo que Rodrigo. É quando ele anuncia que tá quase lá que eu tenho uma ideia:

– Vamo colocar ele de quadradinho de 8, macho, amordaça ele aqui.

Rodrigo para o movimento e tira a camisa, ela tá pingando de suor, mas vai direto pra boca de Vanilson. Ele amarra a camisa na cabeça do menino e nós mudamos de posição, o moleque se mexe, mas é só um pequeno contra dois homens, inútil resistir. Deitamos ele na cama e levantamos as pernas.

– Se segura, fica assim se não vai apanhar.

O menino já deve tá ciente da coragem que temos, então obedece. Nós nos posicionamos e metemos juntos no cu do menino.

Pau roçando em pau, bunda roçando em bunda, bola batendo em bola. Com força, constante, percebo o menino chorando, mas ignoro, assim como meu amigo, continuamos metendo.

Com força, rápido, um seguindo o ritmo do outro, uma competição de que fode mais e melhor. E então fim, dois machos urrando de prazer contra o som dos motores da balsa. Duas gozadas ao mesmo tempo dentro do cu de uma criança. Dois paus amolecendo juntos e saindo de dentro do poço que escavamos juntos.

***

Narrador:
Depois de gozarem, Pedro, Rodrigo e Vanilson descansaram por um tempo.

Pedro estava em êxtase, prazer, satisfação e orgulho do amigo

Rodrigo estava incrédulo, com o que fez, pelo prazer que sentiu a cada momento e com Pedro…

Vanilson estava arrombado, dolorido e exausto, um misto de prazer, satisfação, medo e arrependimento enchiam o menino, o cu iria ficar dias doendo, e talvez nem conseguisse ficar em pé, tinha medo de levantar dali.

Mas os dois adultos se recompuseram e se vestiram, Pedro questionou se Vanilson estava com fome, ao que o menino respondeu que sim, Pedro pediu para que Rodrigo trouxesse mais um prato quando este foi atrás do almoço que tinha encomendado pros dois.

Quando Rodrigo se foi, Pedro pagou os 100 e ainda deu mais 100 pro menino, afinal a ilusão devia continuar, por fim, deu uma ordem para Vanilson:

– Vai chamar teu irmão pra comer também.

O relógio batia quase 1h, Pedro estava satisfeito, a manhã tinha sido proveitosa, sim, mas o que a tarde traria?

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“Os meninos do rio, parte 1”, por Pervedro, licenciado sob CC-BY-SA 4.0.
Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do meu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que me atribuam o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos.

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8 Comentários

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  • Responder malhado29a ID:8d5kxrrk0j

    tesao da porra, t3l3 marcelodot28

    • Luca ID:ona2dj4k09

      Curte mlk novinho?

  • Responder Doentao ID:1e4a5qqjs3h2

    Tesão insano, bom demais ser doentao

  • Responder Primão Gabriel ID:469ctdipd9j

    Caralho que conto bom da porra mano! Mal posso esperar para ver o que vai acontecer com o mlkzinho mais novo!

  • Responder Prv18 ID:1cr28ya7mgs9

    Top demais o conto ansioso pra pt 2

  • Responder VIAJANTE_RO ID:1dai5vlqrj

    Só quem viaja para esses lado sabe oque rola… sei perfeitamente como é, eu só viajo a toa só pra comer os pivetinhos e algumas novinhas q as vezes aparece com seus irmãos nos barquinhos, até rola o próprio irmão comer a irmã dele comigo, já meti tbm com o próprio pai de um de pivete no seu filho, até na barranca esperando a balsa já rolou umas fodas com uns novinhos. Só quem sabe da putaria pra lá tem os macetes.

    • Predo ID:72yt3e98ri

      viajante, queria falar contigo e saber mais dessas suas experiências

    • Predo ID:72yt3e98ri

      por onde cê pode falar?