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a historia do eu VII

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mais uma história do menino com ADN diferente (gostaria de saber da como os contos estão a ser recebidos)

Chegamos ela me ofereceu um sumo e me perguntou como foi aquilo do meu namoro com a filha dela, eu disse que na realidade gostava muito dela, e no devido tempo queria ela para minha esposa e D.Clara me disse que só poderia comer a Marisa depois de casado, e mesmo assim com muito cuidado, concordei e a abracei e disse, D.Clara, vc não necessita de dar para mim para eu respeitar sua filha, eu vou respeitar de qualquer jeito, mas quero que saiba que adorei comer a senhora, e gostaria que não acabasse com o nosso acordo, porque eu adoro a senhora e sonho em comer esse lindo rabinho.
D.Clara olhou para mim e disse, eu também adorei dar para vc, e não quero terminar, mesmo faltando muito tempo quero dar para vc mesmo depois de casado, mas é claro que a Marisa não pode nem sonhar, aceita? Meus olhos brilharam, abracei ela e beijei aqueles lábios carnudos, apertei seu corpo contra o meu, senti seus seios justo á minha cara, beijei e apertei eles, fomos direito ao seu quarto, chegando lá tirei seu vestido ficando só de calcinha e sutiã, eu me apressei a despir, ficando pelado e mostrando toda a pujança de meu pau, ela segurou ele, beijou ele e nos deitamos.
Na cara eu a abracei, tirei seu sutiã e a abracei, e como seria inevitável meu pau se alojou entre suas coxas, pressionando a xoxotinha através da calcinha que escorria como uma torneira, ao abraça la minha mão escorregou pela calcinha apertando sua bunda, ela gemeu e empurrou seu quadril na minha direção, senti a sua bocetinha pressionando meu pau, a beijei e desci suas calcinhas para junto dos pés, deixando ela se desenvencilhar delas, nos deitamos e beijei ela, e comecei a chupar seus seios, minha boca sentia aqueles peitos lindos e riginhos na minha boca, chupei seus mamilos durinhos, minha língua passeava em suas aurélias, ela por sua vez se afastou um pouco e abocanhou meu pau metendo mais de metade em sua boca, pois não cabia todo, ela chupava com muita tesão, chupei lambi mordi a sua xana e seu clitóris e fizemos um divinal 69 e ela gozou umas duas a três vezes, paramos para descansar e eu falando no ouvidinho dela perguntei, está disposta a dar esse rabinho lindo a mim querida? Ela falando com uma voz manhosa disse, querido quando fiz amor com meu marido, acho que ele estranhou algo, eu fiquei com medo que ele notasse eu estar mais larga, claro que ele nunca irá desconfiar de vc mas ele não usa meu rabinho, mas vc terá de ter muito cuidado, está certo seu moleque? Disse que sim claro e falei que iria adorar comer aquele rabinho lindo, mas só iria metendo com aprovação dela, ela pareceu ficar mais aliviada, nos deitamos peladinhos, eu a abracei a apertei em meus braços sentindo seus seios se esmagarem no meu peito, beijei-a de novo e pedi para ela se posicionar de quatro e ela assim fez, fui por detrás dela e passei um pouco de vaselina na sua entradinha, e besuntei bastante meu pau, com meu dedo lubrifiquei aquele lindo rabinho por fora e por dentro, depois meti dois dedos preparando o rabinho para a entrado do meu pau, ela gemia entre desejo e medo, encostei a cabeça do meu pau naquele buraquinho de sonho, tentei empurrar mas não entrou e ela gemeu um pouco, parei e lambi aquele cuzinho e cuspi nele, e tentei de novo, empurrei e senti algumas pregas cederem, mas de novo não entrou, então me lembrei do que vira meu pai fazer tanto em minha mãe como na D.Zelia a amiga de minha mãe, e com minha mão direita comecei a acariciar o seu clitóris a apertar ele com meus dedos e empurrei ao mesmo tempo, D.Clara gemeu alto e a cabecinha do meu pau entrou, mas não me pareceu só de dor e até acho que foi mais prazer, mas parei, ela teria de se habituar com o corpo estranho no seu cuzinho, ela respirava ofegantemente, e passados uns quatro minutos já parecia habituada, e assim fiz mais um empurrão, ela gemeu mais um pouco, colocou uma mão segurando meu corpo para não entrar mais, de novo parei, esperando ela se acostumar, mais uns minutos e ela começou a rebolar, dando sinais de já não sentir incomodo mas sim muita tesão, eu aproveitei e enterrei o resto ouvindo um gemido de queixume dos seus lábios mas sem querer parar um segundo que seja e foi com ela gemendo alto de tesão que enfiei tudo sentindo minhas bolas batendo repetidamente em sua xaninha, e eu bombava sem piedade aquele rabinho Ex virgem e apertadinho, ela rebolava freneticamente e eu não largava seu clitóris, até que sem trocarmos uma palavra começamos ambos a gritar e gozamos os dois simultaneamente, ela ficou deitada na cama sem forças, mas eu apesar de ter gozado rios dentro daquele cuzinho, continuei a bombar apesar de ela só gemer baixinho, mas eu de pau duro como nada se tivesse passado, enterrava meu pau até ao fim naquele rabinho de sonho, e como era inevitável mais uma vez inundei de gozo aquele rabinho deflorado fazendo o gozo que foi expelido por aquele cuzinho lindo, escorrer para cima dos lençóis criando uma poça bem visível.
Ficamos os dois deitados a descansar e a ganhar forças, e passados quinze minutos ela falou assim para mim, vc está agora já entendendo porque eu quero evitar a todo o custo que vc transe com a Marisa? Ela ainda é uma menina de 14 anos, e embora vc só tenha 15 anos, mas seu pau e sua tesão não é própria dessa idade, como vc pode verificar, vc acabou comigo e só se serviu do cuzinho, coisa que ela nunca na vida suportaria agora, entende Lauro? Pensei e respondi que já tinha entendido isso, mas desde o início que ter relações com Marisa antes de casar seria taboo da minha parte, D.Clara sorrio para mim e me beijou e nos abraçamos.
O meu namoro com Marisa ia de vento em poupa e eu não passava de uns selinhos e uns apertões discretos nela, e meu romance com a mãe dela também seguia em velocidade de cruzeiro, tudo corria bem, até que meu pai me chamou no quarto que queria falar comigo, eu nem sonhava a razão, no quarto meu pai disse, Lauro vc está namorando a Marisa? Eu disse que sim, e ele olhou para mim zangado e falou, o que te disse sobre meninas solteiras e virgens? vc é louco? Eu falei que nada rolaria com Marisa, o máximo uns selinhos e um apertão ou outro, meu pai olhou nos meus olhos por um tempo e falou, Lauro meu filho, vc está comendo a D.Clara não está? Eu fiquei mudo e quieto, ele falou, pode dizer para mim meu filho, o que sucede é que eu também quero comer ela e sua mãe queria que ela lambesse sua buceta enquanto eu enrabava ela menino, e se vc estiver a comer ela vai facilitar em muito nossos planos, eu pensei um pouco e nada vi de mal em meu pai e minha mãe comerem a D.Clara, e assim disse, é verdade sim meu pai, faz cerca de quinze dias que como a D.Clara, ainda ontem estriei seu rabinho, boa meu filho, eu e sua mãe já traçamos um plano para ela cair na nossa cama, é muito simples, vc arranja de modo a comer ela cá em casa, nós vamos estar ausentes, e quando vc tiver metendo nela nós aparecemos de surpresa, ela pensa ser azar, mas não, só que depois ela vai ter que dar para mim, o que vc pensa? Eu acho um bom plano pai, mas devemos colocar camaras de vídeo em todos os quartos, e assim vc garante que só aparece na altura certa, e alem disso fica com prova documental do acontecimento, que acha pai? Isso é uma belíssima ideia Lauro, vamos fazer isso, eu disse que seria capaz de fazer esse serviço, não só sairia mais barato como o sigilo seria total, mas não mencionei a ele que já tinha algumas camaras, nomeadamente no quarto dele, assim recuperaria o preço gasto. Rsrsrsrsr.
Em oito dias tinha toda a casa coberta de camaras, nada se passava naquela casa que não fosse filmado, o que meus pais não sabiam é que alem de ser filmado e gravado para netbook do meu pai, seria também passado para o meu Notebook, o sistema foi testado por nós, e comprovou a sua funcionalidade, verificamos que qualquer movimento em qualquer divisão seria gravado, e assim avançamos com o resto do programa.
Na quarta feira e tendo previamente falado com meu pai, telefonei a D.Clara e disse que estava morrendo de saudades dela, e que meus pais no sábado iriam sair logo de manhãzinha para casa da minha avó, e gostaria imenso que ela viesse a minha casa, e ela falou que seria possível sim, para mim foi um suplicio esperar por sábado, e ultimar todos os preparativos com meus pais, e finalmente o sábado chegou, escondi meus pais na dispensa, juntamente com comida e um balde para necessidades e esperei por D.Clara.
Pelas 09h30 a D.Clara chega e toca na campainha, vou abrir a porta e vejo que ela vinha deliciosa, de vestidinho azul chegando um pouquinho acima do joelho, um decote mostrando seus seios grandinhos, e uns lábios pintados de um vermelho vivo, pedi para ela entrar e depois d fechar a porta, a abracei, e beijei, a apertei contra meu corpo e senti suas curvas se colarem a mim, vamos para o quarto de meus pais disse, tem uma cama enorme, quer? Claro disse ela sorrindo, a beijei de novo e comecei a tirar a sua roupa, e ela a minha, e ficamos peladinhos ali na sala, a abracei de novo sentindo meu pau se alojar entre suas coxas, ela apertou suas pernas intensificando assim o contato, dei a mão a ela e a puxei para o quarto dos meus pais, entramos e ela ficou maravilhada com o tamanho da cama, e logo se atirou para cima dela, e abrindo seus braços e pernas se expos por completo para mim, me joguei em cima dela, apertei seus seios, e passei a beijar sua boca, pescoço, colo, seios, chupei demoradamente seus biquinhos, e ela gemeu alto com seus mamilos presos na minha boca, e meu dedo entrou naquela xana molhadinha fazendo D.Clara gemer como uma puta, rodei meu dedo no interior dela, e senti meu dedo ser apertado pelos seus lábios vaginais e deitar aquele molhinho de prazer molhando todo o meu dedo, a beijei e coloquei meu pau ao alcance de sua boca que logo o chupou sem mais frescuras, caímos num 69 com muita tesão, senti de novo D.Clara gozando na minha boca, e eu também enchi a sua boquinha de leite quentinho que ela bebeu até á ultima gota, ela de deitou de costas arfando e eu sem a deixar descansar, subi em cima dela sentindo seus seios se esmagarem em meu peito, e meu pau procurando com muita tesão a entradinha para aquele corpinho lindo que se rebolava debaixo de mim.
Logo senti a cabeça do meu pau encontrar a entrada para aquele paraíso, era quente e húmido e eu logo forcei a entrada do meu pau, D.Clara gemeu alto de tesão, e eu enterrei todo o meu pau de uma vez, ela uivou e me abraçou com pernas e braços, e eu comecei a bombar forte fazendo a sua xana escorrer rios de mel, como resultado e apesar de eu segurar o mais possível, em cerca de 10 minutos verifiquei que seria impossível segurar mais, e esporrei aquela xana, fazendo transbordar para os lençóis tudo o que não cabia dentro daquela Xaninha linda, a beijei sentindo nossos gozos correrem pelas nossas pernas, ela ficou deitada arfando como se tivesse corrido uma maratona.
Descansamos por uns 5 minutos, e com a respiração já quase normal falei assim, querida se coloca de quatro, quero furar esse teu lindo rabinho, ela me disse, sim meu lindo, mas com cuidado lembra? vc tem um pau grande e grosso, e meu marido nem chega perto, tem cuidado.
Ela besuntou meu pau de vaselina sem deixar um milímetro de fora e em seguida levou seu dedo cheio de vaselina ao seu rabinho, e lubrificou não só a entrada como o interior de seu anelzinho.
Eu encostei a cabeça do meu pau na entradinha do tão desejado rabinho e empurrei um pouco e a cabeça logo entrou, arrancando um gemido longo e alto dela, eu segurei em suas nádegas e falei, rebola amor, só a cabeça entrou, e ela rebolou um pouco devagarinho e mais uns centímetros entraram, ela gemeu mais alto mas não fez menção de sair, eu parei para que ela se acostumasse e foi quando meus pais irromperam no quarto e ao verem aquele espetáculo, meu pai gritou, mas que porra é esta, a fuderem na minha cama? Me deu um tabefe e me mandou para fora do quarto, eu logo corri para o meu quarto e fui ver a cena no meu Notebook, e vi D.Clara sentada na cama chorando, meu pai em sua frente e minha mãe dizendo que nunca tinha esperado uma coisa daquelas da amiga, meu pai disse o que será depois de toda a gente saber que ela estava fudendo com uma criança de 15 anos, e com essa criança comendo aquele rabo lindo, o que o marido e filha dirão, de certo é que o marido se separaria dela e ela teria de mudar para outra cidade distante, D.Clara chorava e pedia para que meu pai e minha mãe nada dissessem, e foi ai que minha mãe falou, se vc gosta assim de putaria, chupa o pau do meu marido já, ela não hesitou desceu o ziper da calça de meu pai e sem hesitação meteu todo o pau de meu pai na boca, minha mãe começou a apertar os seios dela, e ela gemia com dor, depois de umas mamadas com força meu pai gozou na boca de D.Clara, fazendo ela engolir tudo, meu pai agora se preparava para comer a senhora, bateu uma leve punheta, e como ela continuava sentada na beira da cama, empurrou ela para trás ficando com as pernas pendentes da cama que se apressou a abrir, então minha mãe logo colocou a sua buceta na boca da amiga, que logo começou a chupar com deleite, meu pai apontou seu pau na bocetinha de D.Clara, e meteu sem dó de uma vez, entrou tudo na estocada, e D.Clara começou a rebolar para entrar mais, neste instante toca a campainha da porta, eles nem deram conta, eu fui ver quem era e era Daniel, um mulato que eu já vira nas diversões no quarto de meus pais, deixei ele entrar e ele perguntou pelos meus pais, e eu falei que estavam no quarto, se ele quisesse poderia lá ir, e sem suspeitar do que sucedia, ele foi e entrou sem bater, foi quando se deu conta da festa que estava a suceder e logo foi tirando a sua roupa, apesar de ele ter já 28 anos o seu pau era 3 cm mais pequeno que o meu, mas na grossura seriam os dois do mesmo calibre, e ele logo montou em D.Clara metendo o pau em sua buceta, ela suportou o ataque, e gozou junto com ele e meu pai, então minha mãe quis ser chupada por D.Clara até gozar e cair para o lado morta de cansaço, acabaram por adormecer.

(continua)

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