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Duas diabinhas! Muita sacanagem e sexo intenso – teenagers! Parte 3

2660 palavras | 1 |4.25
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Leiam as parte 1 e 2 para melhor compreensão.

Terminei aquela noite de sexo intenso totalmente exausto. Já não era mais um garotão e sabia que nas próximas vezes, quer envolvendo só Ana Clara ou com a participação de Mônica, deveria ir mais devagar. O fato é que Clara havia mexido comigo! Me balançado de uma forma tão forte que a poderia possuir todos os dias e fodê-la da mesma forma, tamanho era a delícia do seu corpinho, sua personalidade decidida e aquele sotaque carioca que encantaria qualquer homem. Embora não fosse mais virgem, a bucetinha era totalmente incipiente, apertada! Essas putas de sites de acompanhantes nem se comparavam! A sensação de experimentar uma xoxota juvenil é indescritível.

Estava tão exausto que peguei no sono no sofá da sala mesmo. Acordei com a campainha tocando. Era sexta-feira pela manhã e lembrei que havia contratado uma diarista para dar um trato na casa. Se ela fosse minimamente esperta, saberia que meu quarto foi palco de uma foda épica na noite anterior. A cama ainda estava com manchas dos esguichos da Ana Clara e borras do meu sêmen. Dane-se, ela é paga para limpar e não para questionar qualquer coisa envolvendo minha vida íntima.

Recepcionei a diarista – vou chamá-la de Neusa, pois ela possuía um nome mais comum dessas pessoas que nasceram antes de 1970. Ela me deixou com boa impressão logo de cara, foi pegando os produtos de limpeza e iniciando os trabalhos. Falava pouco. Para deixá-la realizar as tarefas (não sou desses patrões que fica fiscalizando o trabalho do empregado), preparei um café e fui relaxar no mezanino.

Dei uma olhada no telefone, havia uma mensagem no direct do Instagram, era da Ana Clara.

– Olha só como ficou minha buceta, seu safado! – seguida de uma foto de sua vulva. Estava avermelhada, como uma rosa. Enviei a ela vários emojis “risos”. – Se quiser mais, sabe onde me encontrar 😉 – finalizei.

No entanto, pensava eu, se nossa troca de fluídos havia sido pesada para mim, os efeitos nela também poderiam ter sido intensos, sabendo que bati repetidas vezes no fundo de sua gruta.

Para tentar relaxar, fui correr na praia e dar uns mergulhos. Aquela sexta-feira estava muito abafada e o tempo nublado. Prenúncio de temporal. Quando retornei, próximo das 11h, a diaristas já havia terminado o serviço. Apesar da propriedade ser grande, parte do piso é feito de concreto intertravado (o que a maioria das pessoas conhece como unistein), e a casa em si não é grande, além deu ser “muito chato” com minhas coisas, então sempre mantenho tudo em ordem, logo, o trabalho da diarista foi finalizado em pouco mais de duas horas. A paguei e acertei para a sexta-feira seguinte. A mulher havia feito um excelente trabalho. A casa cheirava bem, estava tudo impecável. Ela trocou todas as cobertas do quarto e as deixou lavando. Me aconselhou a deixá-las na máquina mesmo, caso chovesse, mas as colocasse no varal o quanto antes quando o sol desse as caras.

Após o almoço num restaurante perto da praia, retornei para casa e estacionei o carro na garagem. Foi no momento certo, pois começou a desabar o mundo. Um temporal muito forte. Para minha surpresa, vi Ana Clara correndo pela rua. Ela entrou direto pelo portão e me encontrou na garagem.

– Menina, você está toda molhada! – disse, enquanto lhe entregava uma toalha que estava estendida no pequeno varal da garagem. Engraçado é que desta vez ela vestia uma camiseta de um desses animes (me perdoem, mas aqui não é minha área) e uma legging até abaixo dos joelhos.

– Estava esperando você chegar em casa, então fiquei te cuidando da janela do andar de cima – explicou minha gatinha, enquanto se enxugava. Entre mortos e feridos, Ana Clara não molhou tanto a roupa, pois ela realmente corria muito rápido.

– Bem, você sabe, seus parentes não vão ficar de caso? – perguntei.
– Não não, fica tranquilo. Meu tio está trabalhando e a mãe da Mônica agora é a diretora da escola, então eles só vão voltar ao final da tarde. A Mônica precisou ir na casa de um dos irmãos dela acompanhar a cunhada numa consulta (ela estava grávida), eles me deixaram sozinha.

Fomos para a sala, perguntei a ela se já tinha almoçado. Ela respondeu que sim, havia comprado uma refeição nesses aplicativos de delivery. Como havia previsto, Ana Clara dormiu até próximo de umas 11h.

Com aquele temporal caindo, nos aconchegamos no sofá da sala, como um casal apaixonado. Beijinhos fofos, eu mordia as maçãs do seu rosto (eram realmente uma delícia), a mordiscava, ela me abraçava. Ficamos nesse “arreto” por uma meia hora, sem falar um com o outro.

– Então, tenho que te perguntar… você conversou com a Mônica?
– Sim, ficamos até a madrugada conversando.
– Contou tudo a ela?
– Sim, tudo!
– E aí?
– Bem, ela ficou um pouco ansiosa eu acho.
– Ansiosa como?
– Para participar ué…
Minha respiração ficou mais ofegante, agora era eu o ansioso.
– Tudo bem Aninha, nós não precisamos apressar as coisas.

Ela acenou com a cabeça, voltamos a nos beijar. Nossas línguas dançando juntas, quando dei por mim já estava com minhas mãos em seus seios, apertando por cima de sua camiseta. Desta vez ela usava sutiã. Acariciava seu rosto, dava beijos, mordiscava sua orelha. Nosso ritmo era mais tranquilo. Ela, por sua vez, parecia mais agarrada em mim, mas menos ansiosa.

– Espera um pouco, eu já retorno – disse a ela. Precisava fechar a garagem, pois o sentido da chuva havia mudado e a água estava entrando. Quando retornei, minha gatinha estava espalhada no sofá.

– E aí? – disse ela.
– O que você quer fazer?
– O que você acha?

Voltamos a nos beijar apaixonadamente. Suas mãos correndo pelas minhas costas. Em poucos segundos Ana Clara já estava arreganhada novamente. Fomos tirando nossas roupas. Nosso ritmo era mais lento. Tirei seu sutiã e comecei a massagear seus seios. Clara estava com os olhos fechados, curtindo a sensação de minhas mãos acariciando seus mamilos. Comecei a beliscá-los e puxá-los para cima e para baixo. Acariciava seu rosto, instintivamente ela começou a chupar meus dedos. Que boca quente, macia…

– Tá com tesão gatinha? – ela não respondeu com palavras, apenas acenou afirmativamente. Tirei meu calção, meu pau já estava duro como pedra novamente. Baixei sua legging e olhei para aquela bucetinha. Ainda estava inchada. Acariciava suas coxas.

– Ana, não sei se sua buceta aguenta novamente – falei.
– Ainda estou um pouco ardida, passei uma pomada antes de dormir e melhorou um pouco.
– Bem, podemos tentar outra coisa… – Quando terminei de falar, ela arregalou os olhos.
– Mas eu nunca dei o cu! – ela foi logo dizendo, arrancando uma gargalhada minha.
– Seu padrasto nunca tentou?
– Tentou algumas vezes, mas era muito dolorido.
– Quer tentar pelo menos?
– Ah certo, mas vai com calma.

Legal! Era minha oportunidade de usar os ensinamentos de Amanda mais uma vez. Ela sempre me orientou que anal exigia muita calma, muito carinho, estímulo e relaxamento. Nada de pressa, precisava ir devagar e fazer a parceira relaxar para, finalmente, ser penetrada.

Estávamos nus. Desta vez transaríamos na sala. Aconcheguei ela em meu colo, trocando beijos e carícias. Minhas mãos corriam pelos seus seios, costas, bunda, coxas. Ela tocava uma punheta leve, acariciando meu pênis. Sua mão envolvia meu eixo duro.

Sabia eu que meu pênis era longo – ao menos para um primeiro anal. Ana Clara estava mais tesuda de uma forma que não sei explicar, apesar da lentidão maior dos nossos amassos. Aos poucos ela ofegava e gemia baixinho. O calor do corpo dela na fricção com o meu corpo criava um novo ambiente de extremo desejo. Primeiro, seus seios entraram em contato com meu peito. Estávamos nus e sua xaninha começou a lubrificar novamente.

Coloquei minhas mãos sobre os seus seios e os espremia, segurando seus mamilos entre meus dedos. Sentia meu pau novamente latejando enquanto ela pressionava contra mim. A virei de costas e, finalmente, vi sua bunda amorenada, empinada, dura. Pedi a ela que deitasse de bruços no sofá e relaxasse os músculos da bunda. Abri suas nádegas e observei aquele reguinho escuro, apertadinho. Primeiro cuspi nele. Lambia, minha língua corria entre a extremidade de sua buceta e seu pequeno cu escuro. Ela gemia baixinho, relaxando. Depois de alguns minutos nessa brincadeira, inseri meu dedo indicador. Até então estava ok. Seu interior era quente e apertado. Movia meu dedo lentamente. – Aos poucos você vai se acostumar – lhe alertava. Não tinha lubrificante específico em casa, mas lembrei que havia um creme que usava para não ser torrado pelo sol catarinense que não arderia na pele ou se entrasse em contato com mucosas . Fui ao quarto e o peguei. Untei meus dedos de creme e a penetrei com dois dedos, movia lentamente dentro e fora. Ana gemia baixinho.

– Tá tranquilo?
– Sim… – ela respondeu.

Aos poucos eu quebrava as resistências de sua bundinha. Inseri um terceiro dedo (o que dava, então, mais ou menos a bitola do meu pau). Enquanto lhe penetrava com meus dedos da mão direita, massageava levemente sua buceta com os dedos da outra mão. Ana Clara ofegava mais alto.

– Relaxa os músculos, você está conseguindo. Vamos tentar agora, ok?
– Ai ai… vai, mete logo.

Passei o creme no meu pau e comecei a pressionar a cabeça naquele buraquinho preto. Foram várias tentativas, mas, depois de muitos empurrões e posicionamentos, penetrei a glande na sua fenda apertada. Ela soltou um gemido mais alto.

– Ai, puxa pra fora, tá doendo.
Eu tentava lhe acalmar.
– Relaxa, a parte mais difícil já foi!

Lentamente empurrava meu eixo cada vez mais fundo, ela tinha alguns gemidos dolorosos a cada centímetro. Logo, metade do meu já estava enterrado naquele buraquinho. Esperei e, aos poucos, empurrava para frente e para trás, entre beijos e carinhos, tomando todo cuidado para não machucar minha amante adolescente. Comecei a impor intensidade, transando com seu anus apertado. Meu pau estava sendo estrangulado pelo seu reto. Ela gemia.

Ana Clara estava começando a gostar. O buraco dela estava muito apertado. Eu nunca havia feito um anal tão bom assim. Amanda era gostoso, mas de um jeito brutal, Ana Clara era apertada, virgem atrás. Meu pau deflorava e abria espaço. Não havia como ela estar gostando tanto quanto eu. Foi tão bom. O buraco dela estava tão apertado. Eu continuei fodendo aquela bunda, cavando meu pau um pouco mais fundo, certificando-me de não percorrer todo o caminho, porque ela não aguentava muito. Ela gemeu e eu gemi silenciosamente.

– Vamos mudar de posição – falei.
Quando Ana Clara virou, para mim, vi seus olhos lacrimejando.
– Tudo bem? Podemos parar de você quiser.
– Não não Bruno, vamos continuar.

Sentei no sofá. Meu pau estava apontando para cima. Lhe instrui a sentar devagar, quem sabe ela controlando o ritmo, as estocadas ficariam mais fáceis. Novamente untei meu pau com o lubrificante improvisado. Aos poucos ela foi se ajeitando, adaptando ao tamanho. Meu pau novamente entrou até a metade, até que ela finalmente foi descendo, enterrando aquela bunda linda no meu mastro, soltando um gemido alto. Ana Clara deitou de costas sobre mim. Eu lhe beijava, acariciava seu corpo. Ficamos assim por alguns minutos, até ela acostumar com meu total comprimento. Não sei da onde tinha forças para segurar meu orgasmo. Meu pau latejava dentro do seu rabo. Aos poucos seu interior cedia espaço para encaixar meu eixo.

Comecei a foder, movendo meu pau. Ana Clara gritou. O ânus fechava em torno do meu pau, até que a base estreita se projetava para dentro e para fora. Fiquei com medo de o reto prolapsar. Suas nádegas batiam contra minha virilha, estalando nossas peles. O som poderia ser ouvido pela sala.

Ana, então, gruda novamente seu corpo no meu. Eu deslizei minha língua para um beijo molhado em seus lábios enquanto meu pau estava enterrado em sua bunda apertada, por sua vez, meus dedos dedilhavam sua buceta. Não havia mais como segurar! Comecei a jorrar meu sêmen quente em sua bunda. Novamente não sabia de onde tirava energia para gozar tanto. Meu esperma quente inundou seu pequeno anus, que agora estava totalmente deflorado pelo meu pau. Retirei meu pau lentamente. Ficamos em silêncio por alguns segundos. Comecei a ouvir os sons do orifício expelindo meu sêmen.

– Olha só o estrago – observou Ana. -Achei que não ia dar – completou enquanto nos beijamos novamente. Ela parou repentinamente de me beijar e olhou em direção ao rack da TV. Eu tenho uma Samsung de 75 polegadas na sala que ocupa quase toda a parede, tornado o local um pouco mais escuro.
– Então Mônica, gostou? – falou Ana Clara.

Eu ouvi aquilo e fiquei sem compreender. Ana Clara levantou e foi até seu celular, que estava posicionado em pé logo a frente da minha TV. Ela retornou a mim e me mostrou que em todo aquele tempo (ela aproveitou quando saí para fechar a garagem) estava em vídeo-chamada com Mônica. Quando olhei para a tela do celular, Mônica estava em uma sala, a sala da casa do irmão, sozinha.

– Você dois são muito safados! – ela disse, desligando a vídeo-chamada.
Estava surpreso. Ana Clara me olhava com aquelas bolitas lindas que ela tem no rosto, me olhando fixamente e rindo. Aquele sorriso me desarmava.
– Bem… – disse ela – a achei melhor que você não soubesse. Mas Mônica e eu combinados assim, ela queria ver primeiro.
– Sua menina sapeca… você é mesmo uma diabinha – eu falava, enquanto Clara ria da situação.

Fomos tomar um banho. Deixei Clara ir na frente. Ver aquele corpo moreno rebolando aqueles quadris lindos era uma visão maravilhosa. Fiquei pensativo com a situação toda. O que aconteceria agora? Durante o banho, ficamos sem forças para tentar qualquer outra coisa. Clara se desculpou, dizendo que deveria ter me falado sobre Mônica assistir. Disse a ela que tudo bem, era um jeito ao menos de sua prima saber como nós estávamos nos relacionando, e se ela queria mesmo participar, sem problemas. Acariciei seu rosto e nos beijamos.

Ana me contou que Mônica sempre teve tesão em mim, mas não sabia como expressar. Outro fato importante: ela já não era virgem, mas só havia tido uma experiência sexual e não foi tão bom, portanto, tinha medo de repetir a dose.

Mônica havia me cativado desde a primeira vez que a vi, cerca de dois meses antes parada ao lado do meu portão (leia a parte 1). Ela era tão bonita e sexy e, como eu aprendi, tinha um lado muito excêntrico em sua natureza. Sexualmente, no entanto, não era como Ana Clara, precisaria ainda ser empurrada e ensinada a como agir nas situações eróticas.

Ana Clara e eu passamos o resto da tarde juntos, como um casal. A tardinha ela retornou para a casa de Mônica, dizendo que conversaria com a prima para tomar os próximos passos em nosso relacionamento.

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1 comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
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  • Responder Jr ID:5s4obaad9d

    Cadê a pare 4? Quero saber como foi comer as 2.