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viadinho do meu pai e meu irmão -meu irmão mostrando quem é que manda -parte 2

1797 palavras | 2 |4.74
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neste conto o Rafael vai saber que quem manda é seu irmão, ele vai aprender a chupar seu pau e se viciar na sua porra.

Acordei no outro dia cedo com meu irmão me chamando para ir para a escola, meu pai como sempre, saia para o seu trabalho antes de eu acordar, mas ele deixava o cafezinho preto e puro sempre pronto.
Renato= acorda Rafael.
Eu=não fala comigo, estou com raiva de você.
Renato=mas você, precisa levantar para ir pra escola.

Então eu me levantei, me arrumei tomei meu café e fui para a escola, quando voltei meu irmão me aguardava com o meu prato de comida em cima da mesa, e novamente tinha aquele molho branco de leite por cima da comida que eu tinha gostado tanto, eu comi gostoso.
Quando eu fui arrumar a casa, lavar louças varrer passar pano, essas tarefas comuns e fáceis de fazer, meu irmão disse:

Renato= pode deixar que eu faço maninho.
Eu=mas essa é minha obrigação.
Renato=não hoje, ontem você foi muito bom para mim.
Eu= bom o caralho, você me forçou a fazer aquilo.
Renato=mas foi muito gostoso, sua boquinha é deliciosa, hoje você vai me fazer de-novo.
Eu=pode esquecer, não vou colocar minha boca nesta coisa.
Renato=há, mas você vai sim, por bem ou por mal.

Então eu fui para o meu quarto, mas antes de eu sair ele disse:

Renato= e não adianta trancar a porta viu, eu tenho as copias de todas as chaves.
Eu=como que você tem as copias das chaves?
Renato=porque o nosso pai me deu.
Eu estranhei isso, porque meu irmão muito menos eu nunca tínhamos ficado com as copias das chaves.

Eu=por que você está fazendo isto comigo irmão?
Renato=por que eu gosto muito de você.
Eu=se gostasse, não faria essas coisas comigo.
Renato=pelo contrario, eu faço por que eu gosto de você, agora vai lá para seu quarto, hoje a limpeza é por minha conta, quando eu acabar, eu vou lá e você vai me fazer uma chupeta bem gostosa.
Eu=vai sonhando.
Renato=se você não deixar, eu te pego a força e gozo na sua cara.

Eu estava perplexo com a mudança de comportamento do meu irmão, de uma hora pra outra ele mudou de irmão doce amigo e protetor pra um irmão pervertido autoritário e malvado, sem escolhas eu fui ao meu quarto, me deitei na cama sem ter nada para fazer e acabei cochilando, acordei com meu irmão pelado tirando minha camiseta.

Eu= hei, o que você esta fazendo?
Renato= estou tirando suas roupas.
Eu=para com isso, não vou ficar pelado.
Renato=vai sim, agora cala boca e me deixa tirar o resto.
Eu=NÃÃÃOOOOO, PARA.

Ele nem me deu ouvidos, eu me esperneava, mas ele era muito mais forte, ele terminou de arrancar minha camiseta, puxou minha calça para baixo passando ela por meus pés, em seguida ele foi agarrando nas laterais da minha cueca descendo ela e também a passando por meus pés, meu pintinho ficou livre balançando pra e pra cá, ele o pegou fazendo uma leve massagem nele, ele começou a ficar durinho em suas mãos, ele desceu massageando meu saco e seu dedo tocou meu cu, ele fez um pouquinho de pressão e seu dedo entrou, foi ai que eu senti uma sensação que eu não queria sentir, eu gostei.

Eu=para, tira o dedo dai já.

Eu me debatia, mas quando eu fazia isto, seu dedo entrava e saia do meu cu, e o pior que estava gostoso.

Renato= parar porque? você esta gostando, olha só como está durinho o seu pintinho.
Eu=para, eu não sou viado.
Renato=mas vai aprender a ser, vai ser o meu viadinho.
Eu=sai, eu não quero ser viado.
Reanto= você não tem que querer, você nasceu para isso, agora vai chupar meu pinto até eu gozar na sua boquinha.
Eu=não vou chupar nada.
Reanto=então vou te amarrar na cama e te deixar ai amarrado, vou gozar varias vezes na sua cara para aprender a me obedecer.

Ele saiu um pouco e voltou com alguns pedaços velhos de pano improvisados. ele foi amarrando meus pulsos na cabeceira da cama e depois meus pés, eu estava completamente imóvel.

Eu=por favor, não faz isso meu irmão.
Renato= só vou te soltar quando você ser um bom viadinho bem obediente.

Então ele foi subindo em cima de mim se ajoelhando entre meus ombros deixando seu pau duro acima do meu rosto, mobilizando minha cabeça com suas pernas dobradas me impedindo de virar a cabeça.
Ele começou a se punhetar, sua mãos subia e descia, as vezes ele dava umas cuspidas para lubrificar e respingava no meu rosto, ele batia rápido aquela punheta.
Renato= ai que gostoso maninho, está vindo, vou gozar na sua carinha.
Eu=sai daqui, me solta caralho.
Renato= vou gozzzaaaarrrrr, toma porra na cara seu viadinho.

Seu pinto começou a cuspir aquele liquido quente, viscoso e pegajoso no meu rosto todo, acertou um boa quantidade no meu nariz e na minha boca, a medida que eu tentava respirar aquela porra ia entrando em minha boca.
Renato=pronto irmãozinho, assim que eu me recuperar eu volto pra mais uma gozada.
Eu= me solta caralho, deixa eu sair daqui pra lavar meu rosto.
Renato=vai chupar meu pau.
Eu= não vou chupar isso.
Renato=então vai ficar ai amarrado, já já eu volto para mais uma punheta e gozar na sua cara.

Então ele se foi me deixando lá coberto de porra, após uma meia hora mais menos ele voltou, e de-novo ele bateu sua punheta e gozou na minha cara e assim ele ia fazendo, até na minha barriga e no meu pinto ele gozou, até que estava perto do nosso pai chegar, ele me soltou e eu fui ao banheiro e tomei um banho para limpar toda aquela porra grudenta do meu corpo, foram varios dias assim, até que eu decidi ceder as suas vontades.
Eu estava no meu quarto quando ele chegou com aqueles pedaços de pano e disse:

Renato= pronto para ser amarrado e levar porra na cara maninho?
Eu= não precisa, vou fazer o que você quer.
Renato=então você vai chupar meu pau bem gostoso?
Eu= não tem jeito mesmo, eu chupo.

Então o Renato foi se deitando na minha cama se esparramando todo com seu pau duro babando de vontade de ser mamado por mim.
Eu fui me ajeitando nos meio de suas pernas e agarrando aquele pinto quente e pulsando em minhas mãos, ele levou até um choque quando fiz isso, eu fui aproximando minha boca daquela vara dura, meus lábios o tocaram, eu fui engolindo quase a metade, com minhas mãos eu acariciava o seu saco, só queria que acabasse logo, o Renato colocou suas mãos na minha cabeça empurrando mais um pouco de seu pinto dentro da minha boca, quando eu engasgava ele soltava minha cabeça, pra mim conseguir respirar.

Renato= ai maninho, que boquinha gostosa, você mama tão bem, vou querer toda hora.

E eu o mamava rápido para ele gozar logo e me dar um pouco de sossego, eu chupava e chupava caprichando bem, ele empurrou minha cabeça para baixo fazendo meus lábios encostar em seus pentelhos e gozou muito, foram varias esguichadas dentro da minha boca chegando a escorrer por meu queixo e labuzando seu saco, eu fui engolindo o que podia, quando acabei eu ia saindo quando ele falou:

Renato=onde você pensa que vai maninho?
Eu= eu já te chupei, não era isso que você tanto queria.
Renato=volta aqui e continua chupando-disse ele apontando pro seu pinto e seu saco melado de porra.
Eu=quer que eu chupe mais?
Renato=sim, quando eu decidir que já esta bom eu falo, e é pra lamber todo esse resto de porra que você não engoliu.

Sem escolhas eu tive que voltar e lamber toda aquela porra, eu lambi o seu saco seu pinto o deixando limpinho, e comecei a mamar de-novo, tinha vezes que ele forçava minha cabeça me fazendo engolir aquele pinto até o talo, chegava a escorrer lagrimas dos meus olhos, eu o mamava e mamava até que ele gozou de-novo.
Renato= espera um pouco Rafael.
Eu= já esta bom, acabou?

Quando achei que tinha acabado ele disse:

Renato=não, só preciso de uns 5 minutos para me recuperar, fica ai.

Passado esse tempinho tive que voltar a chupar de-novo, desta vez ele demorou mais a gozar, quando ele gozou novamente não saiu tanta porra.

Eu=já chega mano, eu não aguento mais chupar seu pau, minha boca já está doendo.
Renato=vai chupar até eu falar que chega, vou tirar o atraso.

Não tinha jeito, tive que continuar a chupa-lo, eu chupava e chupava e ele gozou, muito pouquinho, continuei a chupar, teve uma hora que ele nem conseguia mais gozar, mas seu pau continuava duro, e eu chupava e chupava e até que enfim ele disse que eu podia parar, quando eu ia indo ao banheiro lavar minha boca ele disse:

Renato= onde você vai?
Eu=vou no banheiro lavar minha boca.
Renato= não vai não.
Eu=mas vou ficar com esse gosto de porra na boca?
Renato=vai, e vai ficar até amanhã.

Sem escolhas eu tive que ficar, quando meu pai chegou nós já tínhamos tomado banho mas aquele gosto de porra ainda estava impregnado em minha boca, meu pai já veio me abraçando e me beijou no rosto, tive certeza que ele sentiu o cheiro mas nada falou, apenas olhou para o meu irmão sorrindo e fez sinal de positivo com os dedos.

Foram vários dias chupando o pinto do meu irmão, eu já estava até gostando, tanto que eu peguei a pratica e conseguia engolir inteiro o seu pinto, só tirava para respirar e voltava a engolir seu pau até o talo.
Tinha vezes que ele não precisava nem pedir, eu mesmo ia e agarrava seu pinto o chupando em qualquer lugar da casa, eu estava mesmo virando um viadinho.

Mas meu irmão é muito esperto, era uma sexta feira quando eu cheguei da escola, eu fui para chupar o seu pinto e ele não deixou, ele disse que não queria mais que eu chupasse o seu pinto, eu claro, fiquei puto porque agora quem queria chupar era eu…..continua

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2 Comentários

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  • Responder putinho ID:3ynzgfs4m99

    continua tá muito bom

  • Responder Teu pintinho em mim ID:mujlmj7d3

    Cara continua postando esses contos, não faz que nem uns que ficam meses sem posta tá muito bom os contos. Parabéns.