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Raquel

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Conto aqui como é a minha história de amor com a minha esposa, Raquel.

Raquel é a minha esposa. Alta, gordinha, cabelos longos negros, olhos verdes-esmeralda, lábios grossos, nariz pequeno e arrebitado, seios grandes, pernas grossas, tem um corpo tipo violão. Sou o Manel, ou Manuel. Sou alto, magro, cabelo rapado, moreno, uso bigode, e sou dotado. Temos ambos 53 anos, somos pais de 8 filhos, 2 rapazes e 6 raparigas, e atualmente somente a mais nova a teresinha com 17 anos mora na nossa casa. O resto está tudo casado ou namorando, uns moram no estrangeiro, outros em outras cidades de Portugal. Eu moro em Setúbal. O que é certo e que eu e a minha esposa aproveitamos bastante para viajarmos para os ir visitar. Já somos avós, temos 5 netos, e se os meus filhos e os seus cônjuges resolverem ter muitos filhos, o que não vão faltar são netos e netas, LOL.
Desde criança que conheço a Raquel, nascemos ambos em Setúbal, estudamos desde a escola primária juntos, fizemos o ciclo preparatório, o liceu, e apenas nos separamos quando fomos estudar em faculdades diferentes, ela estudou Direito Civil, em Coimbra e eu Engª. Florestal em Beja. Quando fomos estudar afastados um do outro já namorávamos.
Como a conhecia desde sempre, antes de namorarmos, ficamos bons amigos. Confessávamos as nossas frustrações um ao outro, as nossas alegrias, os nossos sonhos… ás vezes ficávamos horas e horas apenas sentados a falar, ou em silencio, apenas a disfrutar da companhia de um e do outro. No entanto nem eu nem ela mostrávamos um interesse um no outro que não fosse amizade. Todos diziam que eramos namorados, mas não eramos. Até os nossos pais, brincavam com a situação.
Começámos a namorar outras pessoas, típicos namoricos de adolescentes, que tão depressa começam como acabam. Mas a Raquel conheceu um rapaz, aos 15 anos, e com ele namorou a sério. Mas continuávamos a ter as nossas conversas, e eu comecei a perceber que ela amava mesmo aquele rapaz. E com o passar do tempo, comecei a ter ciúmes dela. Eu não queria, mas era mais forte do que eu. Comecei a procurar evitar passar tanto tempo com ela, arranjava namoros atrás de namoros. Tinha sexo com as raparigas, e quando elas se entregavam a mim, eu só pensava que a Raquel poderia estar a fazer o mesmo como namorado, e aí eu bloqueava, não conseguia ter ereções. Só quando imaginava que era ela que estava ali comigo, eu tinha ereções. A Clara era a rapariga mais popular da escola, loira, olhos azuis, seios médios, pernas lindas, e numa festa de anos de um colega, começamos a dançar, depois a conversar, até que comecei a namorar ela. Com ela não tinha aqueles pensamentos sobre a Raquel. Andava feliz, pois pensava ter superado aqueles ciúmes parvos. Numa das vezes que estava a foder com a Clara, estava a comer a cona dela, e ela desata aos berros a gritar:

– Manel…mais…mais… eu amo-teeeeee
– Eu também te amo, Raquelllll

Eu, disse a uma rapariga, que amava outra quando estava a esporrar-me na cona dela. Logicamente ela empurrou-me de cima dela, chamou-me os nomes mais feios que vocês se podem lembrar, foi-se embora da minha casa furiosa. Eu nem me chateei, nem tentei me desculpar, estava em choque. Estava sentado na cama, olhando-me no espelho, sem dizer uma palavra. Apenas ouvia na minha cabeça, aquela frase…. Eu também te amo, Raquel.
No outro dia na escola, a Clara quando lhe fui falar só me disse:

– Resolva a sua vida, e deixa-me em paz.

Em toda a minha vida até hoje, foi um dos melhores concelhos que me deram.
Mais tarde, na sala de aulas, eu não conseguia tirar os olhos de cima da Raquel. Não ouvia nada, nem via mais nada, só via ela atenta as aulas, a sorrir… e que sorriso lindo ela tem. Agora reparava a sério nela. Toda a minha vida a via como simplesmente a Raquel. Uma excelente amiga, nunca reparei nela como mulher. Reparei nas suas curvas, de como deve ser maravilhoso ver ela toda nua, como deveria ser maravilhoso beijá-la toda… foder a cona dela…foder o cu dela… ouço chamar o meu nome muito lá ao longe… Manuel… Manuel… era o professor a chamar a minha atenção. Eu nem fazia ideia do que ele estava a falar. Claro que fiz figura de parvo quando ele me perguntou já não sei o que, e não soube responder.
Quando a aula acabou, a Raquel, veio ter comigo. E perguntou-me:

– Manel… que se passa contigo, andas estranho…
– Nada Raquel, estou como sempre estive.
– Não, estás a mentir-me, Manel. Passa-se alguma coisa contigo… é por causa da Clara… não andam bem?
– Não andamos, Raquel, acabamos tudo.
– Acabaram???
– Sim, acabamos ontem.
– Lamento, Manel…vocês pareciam tão felizes um com o outro…
– Pois, mas acabamos, e a culpa é minha.

Nisto a Clara viu a gente a conversar, e como estava ferida por eu chamar o nome de outra, quando a estava a foder foi ter a gente. Quando a vi vir, pensei logo que ia haver merda, ainda tentei ir ter com ela antes de ela chegar perto de mim e da Raquel, mas não fui a tempo.

– Raquel, sua sonsinha… namorando com um, e agora andas a namorar com outro… disse a Clara á Raquel. Claro que a Raquel não percebia nada.
– Mas que estás a dizer, Clara? Sim eu tenho namorado, mas do Manel, sou apenas amiga, uma boa amiga, como ele é meu amigo.
– Ai sim??? Pergunta ao teu…amiguinho, que nome ele me chamou ontem quando estava a montar-me.
– Clara, aqui não é sítio para andares a contar essas coisas, disse-lhe eu.
– Ai não??? E na cama é sítio para dizeres que amas outra, enquanto fodes a tua namorada?
– Clara…por favor…vai-te embora que falaremos quando estiveres mais calma, disse eu.
– Diz a tua amiguinha que nome falaste ontem…diz, seu merdas.
– Clara… vai-te embora, por favor.
– Ontem o teu amiguinho, disse-me que te amava quando me estava a foder, Raquelzinha. O teu amiguinho, Manel, disse-me que te amava quando me fodia a cona. Que sejam felizes os dois. disse ela , e foi-se embora.

Eu fiquei furioso, mas incapaz de reagir. A Raquel olhava para mim, com cara de quem não acreditava no que ouvia. eu só queria era fugir dali para fora, mas as pernas estavam a tremer tanto, que não me conseguia mexer. A Raquel só de olhar para mim, sabia que era verdade o que a Clara disse. Conhecia-me demasiado bem. Mas ela precisava de ouvir da minha boca, se era verdade ou mentira.

– Manel… é verdade…o que a Clara contou???

Não respondia, nem olhar na cara dela eu conseguia. Estava de cabeça baixa a olhar para o chão.

A Raquel, agarrou-me no queixo com uma das mãos…como me soube bem o toque dela, levantou-me a cabeça, ela é tão alta como eu sou, e disse-me:

– Olha nos meus olhos, e diz que a Clara mentiu… ou falou a verdade. Fala, diz alguma coisa.

Não respondi, olhei ela nos olhos, e beijei-a na boca. Fui um grande imbecil, mas eu naquela altura não raciocinava, só tinha impulsos. E beijei ela na boca. Meu deus, foi como se um interruptor se ligasse no meu cérebro, e me disse-se:

– Seu parvalhão, como te apaixonaste por ela, crias-te dentro de ti esse sentimento, e o escondeste…ou nunca o quiseste admitir???

Depois de a beijar, ela deu-me uma valente bofetada na cara, e correu dali para fora. Eu em menos de 24h fiquei sem namorada, e sem amiga. Só fiz foi merda naquele dia. Apanhei a primeira grande bebedeira da minha vida nessa tarde, e noite. Fui levado para casa, quase inconsciente, por dois amigos meus, que me viram a chorar e a beber sentado no meio da rua. No dia seguinte, levei uma valente bronca da minha mãe e do meu pai. Mais tarde, a minha mãe, mais calma veio ter comigo para conversarmos.

– Manel…porque te embebedaste daquela maneira ontem?? Tu nunca bebeste assim.
– Mãe… ontem só fiz asneiras. Acabei com a Clara, bem ela é que acabou comigo, e com razão. E depois acabei com a amizade com a Raquel…
– Filho…conta lá isso devagar para ver seu entendo.
– Bem…olha, eu estava com a Raquel aqui…estávamos a namorar, e ela disse-me que me amava…eu eu respondi que amava a Raquel…. Saiu-me assim do nada. Claro que ela não gostou. E ontem na escola, a Clara disse a Raquel que eu disse que amava enquanto eu namorava com ela, e a Raquel quis saber se era verdade, e eu feito animal, beijei-a na boca, e ela deu-me uma estalada e foi-se embora…fiquei desesperado… e apanhei esta bebedeira… ai que dor de cabeça…
– E amas a Raquel?
– Mãe…eu amo, só penso nela…como não descobri isso antes??? E agora estraguei tudo, mãe, só fiz foi merda.
– Menino, olha a linguagem… sou tua mãe.
– Desculpa mãe, mas ando mesmo perdido…confuso… não sei lidar com isto tudo.
– Meu filho. Aceitas um concelho da tua mãe?
– Claro mãe.
– Não faças a asneira de ir falar com a Raquel assim como estás. Ela namora, não é?
– Sabes bem que sim, mãe.
– Tu a deixaste magoada, filho. Ela sente-se traída por ti.
– Sim eu percebi isso. Sente-se traída porque eu nunca lhe revelei que a amava…, mas mãe…nem eu sabia… ou admitia. Aí e tão confuso… quer dizer que nunca mais deverei falara com ela?
– Não sejas melodramático, Manel. Claro que deves falar com ela, e se a amas deves lutar por ela. Mas não já. Deixa ela ordenar as ideias na cabeça dela.
– E se ela não quiser nada comigo??
– Vais continuar com a tua vida. No entanto algo me diz, que pode não ser como receias.
– Achas???
– Meu filho, se lhe fosses indiferente, ela nunca te daria um estalo na cara. Pensa nesse estalo como um ato de amor. Agora descansa. E meu filho, és muito melhor doi que apanhar uma bebedeira sempre que estás metido em problemas. Promete que foi a última vez.
– Sim prometo, mãe. Desculpa-me.

Deu-me um beijo na testa e foi-se embora.
Andei quase 3 semanas a tomar coragem para ir falar com a Raquel. Falar, no sentido de termos uma conversa a sério, porque o bom dia e o boa tarde e como vais indo, isso sempre falamos. Mas eu não queria apenas esses cumprimentos ocasionais. Eu precisava lhe dizer tudo o que sentia por ela. Um dia no refeitório, ouvi uma conversa de que a Raquel e o namorado tinham terminado. Não pude deixar de ficar satisfeito, a ser verdade.
Passada uma semana, vi que ela ia para casa dela sozinha, eu corri para ir ter com ela.

– Raquel…espera…
– Manel, vens a correr porquê???
– Para te acompanhar a casa, se me deixares ir contigo.
– Sempre pudeste vir.
– Sempre, Raquel??? Se calhar sempre não…
– Sim desculpa. Quando namorava vinha com ele.
– Sim eu soube que já não namoras.
– Acabamos era melhor. Não fazia sentido continuarmos.
– Porquê?
– Manel…acabamos, não tens nada com isso.

Então eu parei de andar, e ela parou mais a frente uns passos, e eu fui ter com ela, e disse-lhe:

– Raquel… não é justo. Sabes bem porque acabei com a Clara. Foi por ti.
– Quer dizer que eu e que tenho a culpa???
– Calma, Raquel. Não tiveste culpa nenhuma. Foi porque eu admiti que te amava.
– Enquanto lhe ias a cona, não é?
– Sim foi. Que queres que te diga, que é mentira?? Foi verdade.
– Mas porque me escondeste isso, Manel??? Que me amavas…
– Não sei Raquel… não sei mesmo. Nunca tinha pensado em ti como a mulher linda que te tornaste. Eras a Raquel, a minha melhor amiga, a minha confidente. Claro que te achava linda, mas não sabia que te amava. Até que te vi nos braços do teu namorado, e senti ciúmes. Nunca senti ciúmes de ti antes, eu só queria estar no lugar dele. Tive medo de que percebesses. Parecias tão feliz com ele. Namorei com outras raparigas, como sabes. Mas pensava em ti, e na hora de…bem na hora de…porra isto é tão difícil de falar… na hora de fazer sexo o meu caralho não levantava.
– A sério??, disse ela a sorrir.
– Raquel…não gozes comigo. Achas que me é fácil dizer isto??? Sei que te conto tudo, mas sou homem e para mim contar que…que…
– Deixa lá isso, mas continua…isto está interessante.
– Bem com a Clara, talvez porque ela me dizia alguma coisa, eu conseguia. Mas no dia em que ela me diz aos gritos que em amava, quando estávamos a foder, como ela te disse, eu disse-lhe amo-te Raquel.
– E…
– Raquel, não me tortures mais. Estou a aqui a deixar a minha confissão. E tu porque acabaste o namoro?
– Por causa do beijo que em deste naquele dia.
– Hammm??
– Sim aquele beijo roubado, foi o melhor beijo da minha vida, esperei por ele anos, sem o saber também.
– Toda a tua vida?
– Sim seu tolo. Quando me beijaste, eu compreendi que te amava. E depois de a Clara ter dito aquilo, eu fiquei confusa, mas contente, no fundo fiquei contente. e depois desteme aquele beijo. E não parei de pensar em ti depois. Então acabei com o namoro. Não fazia sentido namorar com um pensando em outro. Em ti. Sim eu estou apaixonada por ti.
– Raquel, isso não se faz.…eu vinha confessar-te isso primeiro. Estou apaixonado por ti, amo-te.

Ela então colocou os braços dela a volta do meu pescoço, e eu pus os meus a volta das costas dela, e beijámo-nos na boca. E voltamos a beijarmo-nos. E ela disse-me:

– Vem vamos para minha casa, estaremos sós. Os meus pais foram em negócios ao Porto e só voltam amanhã.

Fomos para casa dela. Apenas tínhamos entrado em casa, voltamos a beijarmo-nos. Despimos as roupas um do outro ali mesmo no corredor. Ela toda nua estava incrível, nunca a tinha visto tão bonita, a pele morena dela, as mamas grandes com aquelas aureolas castanho-escuras e os bicos tesos, a cona peluda, aquele cu grande, mas redondinho e firme… o meu caralho estava mais duro que aço. Fomos para o quarto dela, deitei ela na cama, abri-lhe as pernas, comecei por lamber os pés dela, e fui indo… cheguei as coxas, onde lambia com a língua o interior das coxas dela. Ela sorria…gemia, depois de prepósito deixei a cona dela, e fui-lhe dar um beijo na boca…depois mordisquei-lhe as orelhas, beijava-lhe o pescoço, lambia as orelhas dela por dentro, ao mesmo tempo agarrava nas mamas dela, e puxava-lhe os bicos, punha eles no meio dos meus dedos e mexia os dedos e depois puxava os bicos. Em seguida comecei a mamar nas mamas enormes dela, a chupar, a sugar, e a mamar como se fosse um bebé. Fui descendo, lambi o umbigo dela, brinquei com ele uns instantes, mas estava ansioso por provar aquele líquido que saia da cona dela e que lhe molhava os pintelhos. Então, abri a cona dela com as mãos, afastando os lábios vaginais, e comecei a lamber, e a meter a minha língua dentro da cona dela, e ela a segurar-me pelos cabelos (na altura usava cabelos compridos), e a gemer e contorcer-se toda. Fiz ela ter orgasmos só a lamber-lhe a cona, e que intensos foram eles. Ela gritava…gemia e saia líquidos da cona dela a jorros. Ela quando parou de tremer toda, chamou-me de safado, e deitou-se por cima de mim. Os bicos tesos das mamas dela a roçarem-me pelo corpo, ela a mordiscar nos meus mamilos, depois disse-me:

– Vou ao que interessa…sei que vocês os homens só querem que lhes façam uma coisa…que lhe mamem o caralho…

Porra, ela surpreendeu-me, pela positiva. Ela era bem marotinha na foda, aminha Raquel. Desinibida.
Abocanhou-me o caralho, de uma maneira que quase me esporrei. Começou a mamar, e eu a ver o caralho a desaparecer dentro da boca dela, e a voltar a aparecer, e ela a sorrir…parou uns instantes e disse-me…

– Manel… és mesmo dotado…sinto ele quase na boca do estomago, quando eu o engulo…
– Raquel…continua…continua…

E ela voltou a mamar ele. Pediu-me para me por de pé. E sentou-se a beira da cama a mamar no meu caralho, a lamber e a sugar os meus colhões, até que me mete um dedo no cu… e eu até dei um pulinho para a frente, mas adorei. A Raquel saiu-me melhor do que a encomenda, rsrsrsr.
Depois deitei ela na cama, e voltei a lamber a cona dela, meti-me em cima dela, e ela guiou o meu caralho até a cona dela, e penetrei ela. Não me contive, e meti-lhe o caralho todo na cona dela. <ela soltou um berro enorme, e pediu-me para eu tirar o caralho. Mas eu não liguei, e desato a meter com força, tinha que domar a Raquel de qualquer maneira, ela desiste de pedir para eu parar, abre mais as pernas, mordisca-me a orelha e diz…

– Mete…mete mais fiundo… fode-me Maneeellll… aaainnnnn… ffodee—mmeee aa ccconnnaaaa….
– Ttommmaaaa…tttooommmaaaaa… ssua a puttiinhaaaaaa
– Aiiii mmeu garraanh~~ãaooo….meetteeeeeeeee

Beijamo-nos na boca enquanto a fodo, e começo a perceber que estou quase a vir-me, e ela enrrola as pernas a minha cintura, eu levanto-me fazendo força nos braços enquanto a fodo, as mamas dela balançam por todos os lados, ela arranha-me as costas, e ambos temos orgasmos simultaneamente, e esporro-me dentro da cona dela. Estou cansado, suado. Ela também, mas voltamo-nos a beijar, e ela diz-me:

– Esse caralho é capaz de me foder outra vez?
– Muitas mais vezes… ele adorou estar enterrado na tua cona, minha diabinha.
– Acho que ele não consegue…

Nem a deixei acabar, pois o meu caralho não deixou de estar teso, e desta vez levantei-me da cama, arrastei-a para a beira da cama, e desato-lhe a foder a cona. Ela torcia-se toda, as mamas dela batiam uma na outra com estrondo. Ela gemia e pedia por mais. Paro de a foder, ponho-a de 4 a beira da cama, e fodo-a na cona assim. Ela tinha um espelho no quarto de lado da cama e outro pendurado na cabeceira da cama, e eu via as mamas dela a balançarem, via a cara dela a sofrer, mas a sorrir também. Agarro-lhe pelos cabelos, puxo-a para trás de modo a ver bem a cara dela e fazer assim as mamas balançarem para a frente e para trás. Enquanto fodo a cona dela, aquele cu dela grande estava-me a tentar… molho um dedo e enfio-o no cu dela… ela rebolou o cu, e olhou para trás. Continuei a foder-lhe a cona, mas a meter e a tirar o dedo do cu dela. Cuspo para o rego do cu dela, e aproveitando, meti dois dedos, e ela deu um gemido intenso. Cuspi mais um pouco, e mexi na cona dela com os dedos enquanto a fodia na cona, e meti os dedos no cu dela de uma vez só. Ela voltou a gemer e a empinar mais o cu. Nem pensei duas vezes, tiro-lhe o caralho da cona, e começo forçar ele a entrar no cu dela. Ela desata a gritar:

– Não Manel…não…no cu não… no ccccccccccccccccuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu….

Tinha forçado e entrou a cabeça do caralho e mais um pouco no cu dela.

– SEU FILHO DA PUUUTTAAAAAA…. MMMMAAANEEELLLLLLLLL

E meti o resto até aos colhões. Ela cai para a frente, mas eu acompanhei a queda dela e não deixei sair o caralho do cu dela. Ela chorava, implorava para eu tirar, mas eu firme aguentei ele dentro do cu dela. E aos poucos comecei a foder o cu dela… ela me chamava de todos os nomes, mas foi-se entregando, entregando…até que eu a pus de 4 novamente, e começo a foder o cu dela com força.
Fodi até me esporrar todo dentro do cu dela. Quando tirei o caralho, saia esporra por todo o lado. Esperava que ela ficasse brava comigo, mas beijou-me na boca, e disse-me:

– Amo-te.
– Amo-te. foi a resposta que lhe disse.

Bem desde esse dia que começamos a namorar a sério, e namoramos já a quase 40 anos, mais propiamente 38. Casamo-nos, temos carreiras no trabalho realizadas, 8 filhos, como já disse. Uma vez enquanto ainda eramos namorados, a minha mãe apanhou a gente a foder no meu quarto, e eu estava a ir ao cu da Raquel, foi passado poucos dias depois de termos fodido pela primeira vez. A Raquel e eu ficamos muitíssimo atrapalhados. Assim a minha mãe descobriu que namorávamos, LOL. Ficou sendo o segredinho dos três, que eu agora revelo ao fim destes anos todos. claro que levamos os sermões dos preservativos, etc. etc…
Considero que sou um sortudo na vida, estou com a mulher que amo, é minha melhor amiga, confidente e uma amante extraordinária. Como mãe, nem vou falar, pois é mais do que mãe para os nossos filhos. É uma mãe, amiga, irmã mais velha. As vezes quando eles eram pequenos e não só, ficava a ouvir eles a falarem, durante horas. Eu adoro aquilo. Ah e na cama, cada vez está melhor, mais ousada ainda, pelo que o sexo é cada vez melhor.

Este conto é para ti Raquel. Vais superar esse maldito câncer. Não me podes deixar agora.

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3 Comentários

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  • Responder Ana Moreira ID:grlebg49j

    Muitos parabéns! história de amor, de paixão e desejo, muito excitante!
    E lutem muito, vão conseguir vencer e continuar a ser muito felizes!
    Não deixes de escrever outras lembranças maravilhosas vossas!

  • Responder Manuel ID:5vaq00tfi9

    Muito obrigado pelo comentário tão agradável. Não mereço tantos elogios.

  • Responder Anônima ID:3kseijz

    Uma Bela história de Amor, e de sexo também é claro! Um conto erótico excelente, cativante e excitante.
    Enfim… Ficou Maravilhoso!
    Parabéns pela sua história, pelo seu conto!!! Ficou perfeito, eu adorei.