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O Viadinho No Interior Aprendendo A Sentar

5619 palavras | 16 |4.79
Por

Eu acordei com o Alfonso me colocando na minha cama, minutos depois. Mas nem ouvi o que ele falou, voltei a dormir imediatamente. Meus pais e o Alfonso foram trabalhar, a empregada chegou, e até o Allan, que voltou pra casa atrasado para se arrumar para ir para a escola, foi no meu quarto me chamar. Eu abri o olho e cai no sono novamente. Só acordei, num susto, pouco mais das nove, sentindo uma pontada no cu, como se alguém estivesse com o pau dentro de mim ainda. Passei a mão e percebi o quanto estava aberto. Minhas pernas ainda estavam fracas, eu me sentia todo moído, mas tive que me forçar a levantar quando vi as horas no meu celular. Joguei uma água rápida no corpo, e fui pra escola sem tomar o café.
Apesar das dores, eu estava feliz. Tinha conseguido ser a putinha do macho por quem eu estava tendo um crush, ele parecia ter gostado também. Naquele dia eu preferi ficar mais na minha. Não conversei muito e até dormi na minha mesa. Meus colegas me acordaram algumas vezes mas mesmo sentado eu cochilava. Quando cheguei em casa, eu almocei e dormi também a tarde toda. Allan foi ao meu quarto me chamar para jogar algum jogo que ele tinha baixado, mas eu disse pra ele que queria descansar. Ele se deita em cima de mim, me encoxando, e diz no meu ouvido:
— Se você levantar agora eu como seu cuzinho. Bora?
Mas eu não queria receber uma rola na bunda tão cedo. Além de dor, estava literalmente arrombado. Claro que ele ia perceber.
— Não Allan. Eu tô muito cansado… acho que tô ficando doente… – menti para ele me deixar em paz. Mas já sentia seu pau ficando duro contra minha bunda.
— Então me chupa porque fiquei de pau duro. Aí te deixo dormir. – ele disse se levantando. Nem esperou eu responder, já tirou o pau pra fora e colocou na minha cara.
Eu chupei, porque achei que seria melhor fazer logo isso do que ele inventar de me comer. Apesar da empregada ainda estar em casa.
De noite eu saí do quarto para comer e tomar banho. Já estavam todos em casa. O Alfonso me tratou normal quando nos falamos, mas parecia estar arrependido. Meus pais me perguntaram o que eu tinha, eu só disse que tava cansado.
Eu já tinha me preparado pra dormir, estava deitado e até com a luz apagada, quando ouvi a porta abrir devagar. Era o Alfonso.
— E aí maninho… Como é que você tá? – me perguntou falando baixo, parando junto a cama.
— Eu tô bem. Só tô cansado mesmo.
— Tem certeza?
— Unhummm…
Aí ele foi até a porta, fechou ela, acendeu a luz e sentou na cama.
— Você me desculpa? Eu não sei onde que eu tava com a cabeça pra ter feito isso. Você é só uma criança… Eu não devia ter feito nada disso.
— Eu não sou criança… – eu não queria que ele se desculpasse, pois achava que isso significava que ele estava realmente arrependido e não teria mais nada comigo.
Ele me olhou um pouco sério, depois deu um sorriso e bagunçou meu cabelo.
— Não conta pra ninguem, tá? Se não eu tô frito.
— Não vou.
— Ainda dói muito?
— Sim.
— Passou a pomada que eu te dei?
— Não… Eu fiquei com medo. – me ergui na cama e me encostei na cabeceira. Meu cu doeu um pouquinho mais com a posição.
— Mas tem que passar pra melhorar mais rápido.
— Passa pra mim? – eu pedi sem maldade. Eu estava mesmo com medo de tocar, ou de arder enquanto eu passava, ou até ferir. Por isso preferia que fosse ele quem passasse.
— Tudo bem. Cadê?
— Tá na gaveta. – apontei para a qual.
Ele se levantou pegou ela, enquanto isso eu já me coloquei deitado de lado, com a bunda virada pra ele e abaixei meu short. Até o vento fresco causava certo incomodo. Ele sentou novamente na cama e com bastante delicadeza começou a passar a pomada, como da primeira vez, por fora e por dentro, só que usou apenas um dedo.
— Pronto. Tá um pouco machucado mesmo. Mas vai melhorar logo. – falou colocando a mão no meu quadril pra chamar a minha atenção. — Amanhã eu dou um jeito de passar de novo durante o dia, tá bom?
— Tá bom.
— Boa noite. – me deu um tapinha de leve no quadril e se levantou.
Mesmo tentando esconder, virando rápido, eu vi sua barraca armada. Pelo volume, o pau tava preso numa cueca. Eu sorri comigo mesmo e fui dormir de pau duro sabendo que ele ainda sentiu tesão no meu cuzinho.
Os dias seguintes foram normais. Não houve espaço para sacanagens. Nem mesmo com Allan. Ele quase sempre saia com os amigo, e parece que tava ficando mais sério com uma menina que conheceu. Não namoravam, mas talvez eles até já tivessem transado. A empregada também não faltou naqueles dias, nem saiu cedo. Alfonso não teve folga, fora no fim de semana, mas aí era que tidos estavam em casa mesmo. Foi bom pra mim, que pude me recuperar direito, mesmo recebendo as dedadas cheias de pomada do Alfonso, que na maior parte das vezes acabava de pau duro fazendo aquilo, que sempre tentava disfarçar e saia bem rápido ao terminar. Eu também ficava, claro, e me aliviava na punheta, sempre pensando nele.
Na escola estava uma correia por causa da gincana. Todos estavam concentrados nela, e bastante competitivos também. Logo, rolavam ainda as brincadeiras de sempre, mas nada de novo.
Quando meu cu estava recuperado, eu até já estava com saudade de brincar com uma pica. Não exatamente para ser penetrado, eu ainda me lembrava bem da dor que senti, mas se conseguisse chupar uma, já estaria satisfeito. Só que tava dificil ter oportunidade em casa. E ela só veio quase três semanas depois.
Houve um evento no trabalho de nossos pais. Logo eles passariam a noite fora. Só estava eu, o Allan e o Alfonso em casa. Allan em seu quarto. O Alfonso tava na sala vendo TV e eu também. Ele estava de camiseta regata, com um short tipo de futebol, que era um dos meus favoritos de ver ele usando. Dava pra ver bem o volume de sua pica. Ele estava no sofá grande, deitado, com uma perna dobrada encostada no encosto, a cabeça encima de uma mão, que estava encima de uma almofada. De vez em quando dava uma pegada na mala, apertava e soltava.
Eu pensei em tentar algo, pelo menos puxar assunto, mas como ele parecia meio afastado nos últimos dias, tive receio. Então fiquei só observando ele da minha poltrona.
Depois de um tempo fui pra cozinha jantar. Estava comendo, sentado na cadeira, quando ouvi a voz do Alfonso:
— Vai sair é?
— Vou. – Respondeu Allan abrindo a porta.
— Dez horas é pra estar em casa, ouviu?
Mas Allan nem respondeu. Fechou a porta atrás de si e se mandou. Ouvi quando Alfonso levantou e foi até a cozinha.
— Tá comendo o quê?
— Macarrão. – respondi. A cabeça começou a viajar com nós dois ali no mesmo cômodo, sozinhos em casa.
Ele pega um prato, enche de comida, pega uma cerveja também e senta na cadeira do outro lado da mesa.
— Eu queria ter ido pro evento também. – comentou.
— Por quê não foi?
— Eu discuti com a patroa. Ouviu não?
— Ouvi.
Tinha sido um dia antes. Ele e a mãe dele discutiram por alguma coisa relacionada a casa. Quase gritavam um com o outro, não tinha como não ter ouvido.
— Já tô estressado. Achei melhor ficar em casa, tomando minha cervejinha de boa.
— Posso tomar também? – pedi
— Tá louco muleque? Seus pais me matam se eu te der álcool! – ele riu.
— Só um pouquinho. – insisti, fazendo biquinho e tentando imitar a cara do Gato de Botas, do Shrek.
— Não. – falou dando um gole na cerveja pra me provocar — Aaah, tá geladinha, uma delícia.
Terminei primeiro e voltei para a sala. Ele terminou logo em seguida sentou no sofá, encostado, com um braço sobre o encosto e com as pernas abertas. Ficamos um tempo assistindo em silêncio. Até que começou um jogo de futebol. Nos dez primeiro minutos ele me pede pra pegar água pra ele. Eu vou, pego e entrego. Fico esperando ele beber pra poder levar o copo de volta. E quando isso aproveito pra observar seu short mais de perto. Aquela protuberância sob o tecido me hipnotizou, demorei um pouco pra perceber que ele estava me entregando o copo.
— Acorda Luquinhas. – falou me dando um tapinha na bunda quando eu fui levar o copo na pia.
Acho que ele percebeu minha secada, porque nos próximos minutos ele toda hora dava uma pegada no pau, e o volume parecia ligeiramente maior. Porém, ainda sentia a barreira dele tentando me evitar.
Bom, eu nunca fui muito fã de futebol, só gostava quando aparecia um cara com mala marcando no short, ou até aquele que tinhas imensas pernas pernas e bunda, apertadas num short curto. Fora isso, até me irritava que os outros homens da casa tomassem a TV só para assistir um jogo, quando podia estar passando algo mais interessante.
— Coloca na MTV. Deve estar passando Comédia.
— Depois do jogo tu muda. Ainda é cedo. – falou sem tirar os olhos da TV.
— Muda, só pra ver.
— Ó pra ali, ó pra ali!! – ele se inclinou pra frente quando um dos jogadores ia fazer um gol mas perdeu. — Porra!
— Hein Alfonso, muda aí vai?
— Peraí, peraí.
Esse “peraí” se prolongou e nada dele mudar.
— Pega uma cerveja pra mim vai?
— Só se você deixar eu beber também.
— Vai lá que eu deixo.
Me levantei todo feliz, me achando o hominho que ia tomar cerveja pela primeira vez. Peguei até dois copos. Porém, quando cheguei na sala e parei de frente pra ele, lhe entregando a cerveja e o abridor, ele olhou pro segundo copo e perguntou:
— Pra quê esse copo?
— Pra beber ué…
— Eu disse que ia deixar, mas quando você fizesse dezoito. – falou e riu da minha cara.
— Você não falou nada disse!
— Eu já disse que não vou dar cerveja pra você.
Ele abriu a garrafa e encheu seu copo e coloca a garrafa no chão. Eu sentei do lado dele, com meu copo na mão. Ele se recostou no sofá e deu um gole bem grande. Continuou assistindo me ignorando ali. Depois de um tempo, ele pega a garrafa para encher seu copo novamente e vira pra mim enquanto despejava o líquido.
— Que é que você ainda tá esperando com esse copo na mão?
Eu só ergui meu copo.
— Porra, tu quando quer uma coisa não desiste, né? Vou te dar um gole só, tá bom?
Eu me animei. Me ajeitei no sofá e estendi ainda mais o copo.
— Não vou te dar no copo. É só um gole mesmo. Abre a boca.
Ele então, segura minha nuca, enquanto eu abro a boca e ele aproxima seu colo do meu rosto. Consigo tocar o copo com os lábios, mas ele tira antes que eu pudesse tomar o gole.
— Pronto.
— Não! Eu nem bebi! – protestei.
Ele então faz o mesmo movimento e dessa vez demora mais com o copo na minha boca me deixando dar um gole, não muito grande, mas o suficiente pra encher a boca.
— Satisfeito? – perguntou me olhando. Sua mão grande, quente e pesada, ainda estava na minha nuca.
Eu engoli, sentindo um gosto meio amargo. Não era muito agradável, mas por ser bem gelada eu até que apreciei um pouco, e também não era tão estranho quanto o gosto de porra.
— Agora tô. – finalmente respondi com a boca vazia.
Ele bagunçou meu cabelo. Eu eu ficava todo bobo quando ele fazia isso.
— Agora volta pra sua poltrona. Tá fazendo calor. – falou e colocou a mão na minha cintura, fazendo pressão para eu me levantar. Eu não queria sair dali, então fiz força pra resistir.
— Vai Luquinhas… – me forçou de novo.
— Muda que eu vou. – tentei barganhar.
— Deixa de ser chantagista muleque! Peraí que você vai sair. – e começou a me fazer cócegas com a mão que tava na minha cintura.
Eu comecei a rir e a me contorcer, mas não sai do lugar. Na brincadeira, eu tentava afastar sua mão, apesar de sua força, eu conseguia um pouco, mas aí ele passou o braço por trás de mim e começou a fazer cócegas do outro lado. Com isso, acabamos ficando mais colados um no outro. Eu tava quase em cima do seu colo, e me sacudia muito, tentando me livrar das cócegas. Nós dois riamos.
Então, ele colocou seu copo no chão, se levantou do sofá e me pegou nos seus braços. Por ser muito menor que ele, para mim era uma altura bem considerável.
— Agora tu vai!
Ele me carregou até a poltrona e tentou me jogar nela. Mas eu me segurei em volta de seu pescoço e ainda passei as pernas ao redor de seu abdômen.
— Não! – falei.
Ele me dá mais cócegas para que eu me soltasse, mas isso só fez que eu o apertasse mais. Então ele coloca um joelho na poltrona e se inclina, me fazendo encostar nela.
— Para Lucas, você vai se machucar. – ele falou mais sério, e ao inves das cócegas, segurou minha cintura e começou a me empurrar com delicadeza para baixo. — Agora é sério. Solta.
Eu soltei e me ajeitei para não escorregar pro chão. Quando ele levantou, a primeira coisa que vi foi o volume do seu pau duro no short, virado para o lado esquerdo, preso pela cueca. Ele olhou pra baixo e foi para o sofá, ajeitando a vara que devia estar sofrendo ali dentro.
Naquela hora meu fogo ficou incontrolável, e eu, ainda com ar de brincadeira, corri de volta pro sofá e joguei nele. Ele só me olhou e sorriu, com a mão ainda em cima do pau.
— Volte pra lá, vá, seu safado. – disse me dando um tapinha na perna e se sentou.
— Eu quero ficar aqui.
— Tá, mas fica quieto.
Ele pega seu copo, bebi mais e volta a prestar atenção no jogo, mas tenta esconder o volume colocando a camisa por cima e o braço.
Eu tava inquieto, já de pau duro também, morrendo de vontade de pegar no seu pau de uma vez. Mas sem saber exatamente como. Decidi deitar e colocar minhas pernas em seu colo pra ficar roçando nele. Ainda avisei:
— Vou deitar. – e já fui esticando minhas perninhas sem dar tempo dele deixar ou não.
— Peraí Luquinhas, tá calor… – ele fez um protesto bem fraco então nem tirei. Com o tempo, fui me ajeitando até que finalmente sentir sua pica, que pulsou ao primeiro contato.
Ele continuou prestando atenção ao jogo, mas estava calado. De vez em quando eu mexia as pernas, fazendo pressão em seu pau, que me respondia dando uma bela pulsada.
— Fica quietinho Luquinhas. – ele me pedia.
Eu queria sentir aquele pênis enorme mais uma vez, queria pegar, apertar, beijar, lamber, chupar. Brincar com suas bolas. Fiquei provocando ele até que ele sentou como antes, com as pernas abertas e relaxou no sofá. Olhou pra mim e disse com um sorriso de lado:
— Você é um safado, né…
Eu sorri de volta e coloquei minha perna bem em cima do seu pau, sentindo agora toda a sua extensão..
— Você tá de pau duro.
— Mas não é pra você ficar pegando… – ele colocou a mão sobre minha perna e fez força contra seu membro.
— Deixa?
— Já disse que a gente não pode fazer essas coisas…
— Só um pouquinho e eu paro… – eu tava já enlouquecendo, meu pulsava e meu cuzinho piscava só de ficar em contato com ele. Não era justo eu sentir tanto tesão por ele, ele já ter me comido, me arrombado e a gente não poder fazer nada de novo. Tirei minhas pernas de seu colo e me sentei virado pra ele, já esticando minha mão para apertar seu pau. Ele suspirou quando sentiu o toque e não se mexeu para me impedir.
— Por favor, Luquinhas, não faz isso não…
Eu nem liguei pro seu pedido. Estava cego, com o cu piscando. Com a outra mão eu abaixei seu short, seu pau pulou pra fora, com a veia saltada. Tava bem inchado, a pele brilhava esticada. Minha boca tava cheia d’água. Meu nariz saturado com o cheiro que subiu de sua pica.
Enquanti ele me observava sem dizer nada, apertei, fiquei subindo e descendo a mão bem devagar, só pra sentir todo seu pau e ver ver ele direito. Quendo a primeira gota de pré gozo saiu e automaticamente me abaixei e coloquei a boca para chupar ela da cabeça do seu pau. Na mesma hora sinto um tapa na minha bunda. Um tapa firme. Que se eu tivesse sem short poderia ter deixado marca. Olho pra ele com a boca ainda no seu pênis.
— Você é teimoso viu, seu putinho… – sua mão apertou com vontade minha nádega. — Se tá querendo mesmo eu vou te mostrar como eu gosto…
Sua mão subiu até minha nuca e forçou para baixo. Percebendo que ele ia finalmente entrar na brincadeira, respirei fundo e abri bem a boca, deixa a pica entrar. Ele não forçou de vez, nem muito rápido, mas me fez descer constantemente até seu pau não poder entrar mais. Engasguei e tossi com a cabeça de sua vara tapando minha garganta, mas fiquei firme. Quando eu não tava mas aguentando, segurei seu pulso para ele me soltar. Ele afrouxou, o suficiente para que eu pudesse subir um pouco e respirar, mas sem tirar a boca de seu membro.
— Hoje eu quero ver você engolir mais da metade. – falou enquanto voltou a me forçar contra seu pau.
Ouvindo aquilo, me empenhei mais ainda, eu mesmo fazia força para conseguir engolir mais um pouco. Só que era muito grande. E muito grosso. Aos treze, eu ainda não tinha uma garganta desenvolvida para aguentar aquilo. Mas forcei. Eu sentia que meu pescoço se alargando sempre que ele entrava. Um pouco mais da metade era o máximo que eu conseguia, por alguns segundos.
Eu tava salivando bastante. Até seus pêlos estavam molhados, e o elástico do short também
Depois de uns vinte minutos chupando ele, Alfonso segurou minha cabeça com uma mão, segurou a base de seu pau com a outra e bateu com ele na minha cara, mais forte que na primeira vez.
— É disso que tu gosta né?
— Unhummm…
— Beleza… Eu vou te dar o que tu quer. Mas se lembre que ninguém pode saber, me ouviu? – sua cara estava contraída de tanto tesão. Parecia que finalmente ele tinha deixado de se sentir culpado e percebido que eu queria muito que ele me possuísse como meu macho.
— Ouvi… – respondi, me sentindo mais submisso do que nunca.
— Bom garoto…
Novamente, ele usou sua mãozona para segurar firme minha cabeça, só que dessa vez me deixou parado, e ainda segurando seu pai, ergueu o quadril e meteu na minha boca. Não forçou muito pra dentro. Ele tirou e meteu de novo. Eu respirava fundo e esperava ele vir com tudo na minha garganta. Apesar de ter dado a entender que iria me mostrar que gostava de um sexo com mais força, era sua forma de ser carinhoso. A cada tirada e a cada metida ele colocava um pouco mais, dando tempo de eu me preparar até que chegou onde eu já não podia mais engolir e parou. Eu tossia, engasgava e o molhava mais ainda com saliva. Meu rosto tava todo molhado de lágrima. Meu nariz escorria. Eu queria sair e me limpar, mas ele não deixou.
— Shhhh… aguenta mais um pouco. – falou enquanto fincava o pau o mais fundo que podia na minha boca. — Caralho… isso é muito gostoso…
Tentei colocar a mão para limpar o nariz, mas ele soltou seu pau e segurou ela. Sem a mão pra controlar a metida, ele começou a forçar mais do que eu aguentava. E a ânsia de vômito veio forte. Percebendo, ele tirou seu pau e deixou eu me recuperar, enquanto alisava meu cabelo. Quando olhei para ele, ele tava com um sorriso muito sacana no rosto, me comendo com os olhos. Alfonso tava curtindo demais me ver se esforçar e me engasgar tentando engolir ele inteiro.
— Passou?
— Sim… eu não consigo… é muito grande… – falei quase me desculpando. Peguei em seu pau novamente e fiquei punhetando ele. Minha mão deslizava fácil por causa de tanta saliva.
— Relaxa. Eu vou alargar sua garganta aos poucos… – disse isso passando a mão no meu pescoço, com os quatro dedos na nuca e o pelar perto do meu gogó, fazendo movimentos circulares.
— Eu vou conseguir engolir tudo isso?
— Vai sim. É só se esforçar.
Alfonso então me abraça e me coloca sentado no seu colo, de frente pra ele, ajeitando seu pau para ficar erguido para cima, encostado em mim por trás, na minha bunda.
Suas mãos invadiram meu short e minha cueca e seguraram minha bundinha com força, apertando ela com seus dedos. Ao mesmo também também senti o contado da cabeça quente que seu pau no meu reguinho, um pouco acima. Voltei e ficar com medo da dor naquela hora. Ele percebeu pelo meu olhar.
— É só relaxar tá? Eu vou colocar devagar. – suas mãos me forçaram a empinar a bunda.
Eu caí sobre seu corpo, ficando com o rosto próximo ao seu pescoço. Com uma mão ele me abraçou forte pela cintura, e a outra, seus dedos começaram a acariciar meu cuzinho. Eu me derreti todo em cima dele. Falei com a voz de dengo:
— Você promete que não vai enfiar de vez?
Ele sorriu.
— Prometo. Mas vai ter que aguentar toda. – ele falou, com um tom que deixava claro que eu não tinha opção. — Você pediu, agora vai ter.
Acabou de falar e soltou minha cintura, levou a mão à sua boca, cuspiu e levou ao meu cu, começando uma massagem mais rigorosa, até a ponta de seus dedos começarem a entrar.
Aos poucos, ele estava com dois dedos amaciando meu ânus, enquanto segurava uma de minhas nádegas e puxava ela pro lado para me deixar bem aberto.
— Eu não queira não, mas não parei de pensar nessa bundinha depois que eu fodi ela. Cê não sabe quanta punheta eu bati lembrando de tu chorando na minha pica.
Quando falou isso ele usou um pouco mais de força, chegando a doer e me fazer soltar um gemido. Minha rola, no entanto, pulsava freneticamente junto com meu cu. Ele aproximou a boca do meu ouvido.
— Eu não queria fazer isso com você de novo… Mas é você que tá pedindo, seu putinho… – disse e chupou minha orelha, me fazendo cócegas e me arrepiando ainda mais.
Eu me encolhi, pego desprevenido, e recebi outro tapa na bunda. Não eram tapas que machucavam, mas eram fortes, e aquele chegou a ecoar na sala.
— Ainda bem que mamãe não vê mais essa bundinha… posso deixar marcado. – deu outro tapa e segurou.
Meu pau tava muito duro por eu estar sendo manipulado daquele jeito pelo Alfonso. Eu ainda tava com o short, só com a bunda de fora, e a cueca tava me apertando. Isso foi aliviado logo seguida, porque ele me ergueu e puxou meu short até sair por completo. Eu sentei no seu colo de novo sentindo seu pau abaixo de mim. Ele abaixa seu short até os seus pés.
Suas pernas estavam bem abertas. Ele me segurou pela cintura, me ergueu mais uma vez, com uma mão posicionou a cabeça de sua pica no meu cu e me forçou a descer de novo. Mesmo repleto de saliva, não entrou tão fácil. E quando começou a entrar, ardeu. Eu travei na hora. Suas mãos não me deixaram subir nem um pouco.
— Relaxa o cuzinho vai?
— Espera um pouco… tá ardendo… – falei segurando em suas mãos.
— Se você apertar assim, vai doer mais. – suas mãos voltaram a me puxar pra baixo.
Eu não tinha muita escolha. Não tinha força nenhuma para fugir dele. Mas como ele prometeu, ele foi devagar. Só parou quando a cabeça entrou. Eu soltei um gritinho. Meus olhos encheram de água de novo.
— Shhh… se acalma. – deixou uma mão me segurando e a outra começou a passar pelo meu corpo. Subiu pelo meu peito, desceu pela minha coxa, dando uma apertada nela, subiu e parou no meu pai, que ainda tava duro mesmo com a dor. Ele apertou, fez movimento de vai e vem umas três vezes, parou e ficou só segurando. Fiquei feliz que ele não fez mais do que isso, porque eu quase gozei.
— Seu safadinho… – voltou a me puxar pra baixo.
Dei outro gritinho quando chegou na metade do pau e minhas pernas se enrijeceram.
— Pera um pouco, Alfonso… Tá doendo muito agora… Você prometeu… – eu apoiei minhas mãos no seu abdômen. Não se comparava a dor que senti quando ele me comeu a primeira vez, mas também incomodava.
— Relaxa bebê… se eu não forçar, não vai entrar nunca… – falou e continuou me puxando. Não pra entrar de vez, só pra continuar entrando, devagar, mas sem parar.
Tentei aguentar, mas era impossível sem gemer de dor ou sem lacrimejar. Eu olhava pra cara dele e ele olhava vidrado para seu pau entrando em mim. Mordia o próprio lábio. Olhava pra mim e parecia que seu tesão multiplicava em me ver sofrendo com seu pau enorme me arrombando.
Teve uma hora que eu não aguentei mais descer e fiz até força pra sair. Ele me impediu.
— Aí… para um pouco, por favor… – quase supliquei.
— Shhh… eu te disse o quê? Ia ter que aguentar toda. Tá quase. Só aguenta mais um pouco. – voltou a me forçar a sentar. Seus braços estavam firmes me segurando. Suas veias estavam saltadas. Uma mão estava na minha cintura e a outra na minha coxa, junto a curva indo para a barriga.
— Aí… Alfonso… por favor… – as lágrimas tinham voltado a escorrer. Eu queria me deitar sobre ele e descansar, mas ele não deixou.
— Ó Luquinhas… quanto mais demorar mais vai ser pior. Meu pau vai secar e aí que vai doer mesmo. – ele falava com uma voz espremida. Seu pau pulsava no meu cu, como se fosse mover meu ânus de lugar. Ele me olhou bem fundo nos olhos, deu uma mordida na boca e disse — Engole o choro, vai? Engole o choro e senta, que é isso que tu quer…
Ele forçou, lentamente, até o talo de sua pica. Eu gemi alto. Sentia a dor aguda no pé da minha barriga.
— Pronto… Tá todinha no seu cu… aaah caralho… isso é gostoso demais. – nisso ele me puxa para deitar em seu peito e me abraça, afagando meu cabelo. — Shhh, já já passa…
Eu fiquei ali tentando por mim mesmo me acalmar, sentindo o calor de seu corpo, ouvindo suas batidas no peito, e sentindo seu pau quente dar pulsadas ora ou outra. Eu sabia que ia passar. Já tinha experimentado aquela rola. Sabia que ia passar, por isso eu confiei em dar para o Alfonso de novo. Seus abraços às vezes me apertavam mais contra si, nesse momento era certeza seu pau pular no meu cu. Ele me acariciava, alisava meu corpo, desde minha nuca até minha bunda. Depois de um tempo, começou a mexer seu quadril devagar. A dor já tinha diminuído um pouco. Eu tava quase começando a voltar a curtir a situação.
— Tá vivo ainda, Luquinhas? – ele brincou comigo e me puxou o rosto pra olhar pra ele. Eu só fiz sorrir, ainda conseguindo aproveitar a sensação de estar com um macho como ele, com seu pau cravado em mim, enquanto ele me fazia carinho e brincava comigo.
— Tá preparado pra sentar assim mais vezes?
— Tô sim… – tentando colocar força na voz.
Alfonso ri e passa a mão no meu rosto pra enxugar ele.
— Não parece não viu.
— É porque dói muito…
— Eu sei. Mas você que pediu, tem que aguentar. – nisso ele me deu um abraço apertado, puxou o pau um pouco pra fora da minha bunda e enfiou de novo.
Eu soltei um gemido de boca aberta. Ele fez mais uma vez. E continuou fazendo. Não estava mais sorrindo. Estava com aquela cara de quem o tesão tinha dominado. Cada socada ele tirava mais e enfiava tudo, num ritmo constante, que foi aumento. Eu tava tão colado nele, estava tão quente, que tava começando a suar. Alfonso me olhava nos olhos, atento a todas as expressões de dor que eu fazia, começando a se misturar com as de prazer, cada vez que ele metia. Eu baixei o rosto um momento e uma de suas mãos subiu até meu cabelo, agarrou ele e me fez olhar para si.
— Ainda quer ser minha putinha, quer?
— Quero…
Ele estapeou minha bunda mais uma vez. As estocadas só aumentavam de intensidade. Ainda doía, aquela dor fina lá no fundo. Mas meu pau tava duro, tava muito duro e esfregava na barriga dele sempre que ele empurrava seu pau para dentro do meu cu com força e eu era empurrado junto.
— Ah Luquinhas… cê tá pedindo pra ser fudido de jeito, muleque…
Não demorou muito depois que ele disse isso. Umas cinco socadas mais tarde, não consegui aguentar e gozei na barriga dele. Eu gemi como uma putinha mesmo.
Sentindo meu gozo indo na sua barriga, e meu cu mordiscando seu pau com o orgasmo que eu tive, ele me aperta com força contra seu quadril, como se quisesse fazer até suas bolas entrar.
— Aah caralhooO!!
Transformado, Alfonso me segura pelo queixo, me levanta, me fazendo ficar sentado de novo. Aí ele tira seu pau de mim, passa a mão na minha porra e passa ela no seu próprio pau. Me deita de lado no sofá, com as pernas dobradas e soca o pau de uma vez. Solto um gemido de dor, mas ainda estava tendo o meu orgasmo, e a nova lubrificação fazia seu pau escorregar melhor. Naquela posição ele passou a me comer como um animal no cio. Jogava seu peso quase todo contra mim e me segurava para que eu não fosse empurrado por ele para longe da minha posição. O som dele se chocando contra minha bunda se misturava com os seus gemidos e o barulho da TV ainda ligada.
— Puta que pariu!! Toma… minha pica… Aaaah!!!
Ele começou a urrar e a gozar dentro do meu cuzinho. Eu sentia seu pau pulsando, duro como um pedaço de ferro, soltando as golfadas de porra bem lá no fundo.
Quando se acalmou, Alfonso tirou seu pau da minha bunda devagar e sentou no sofá, colando sua mão sobre meu quadril. Me olhou e disse:
— Ei sacaninha. Sobe logo pra tomar banho antes da galera chegar.
Eu continuei parado, olhando para ele. Estava exausto, as pernas fracas e trêmulas.
— Não consegue andar? – ele me perguntou e gargalhou em seguida.
Catou nossas roupas, me pegou nos seus braços e me levou ao banheiro.
— Vou te deixar assim todas as vezes, seu putinho. – ele falou enquanto subia as escadas.
Tomamos banho juntos. Ele me ensaboou e ainda ficou de pau duro enquanto fazia isso. Mas não tínhamos mais tempo pra um segundo round.
Eu só tive mais uma chance de pegar na sua pica enquanto ele estava de olhos fechados, lavando o cabelo.
— É sua agora. – disse ele sorrindo, quando abriu os olhos de novo.
— Ebaa!
Dei um beijinho na cabeça da sua pica e terminamos o banho. Ainda fui carregado até a cama pelo Alfonso, fui o caminho todo com os braços em volta de seu pescoço sentindo o cheiro dele. Queria que ele tivesse dormido comigo, mas sabia que não podia.

… Obrigado por apreciarem os contos…
Eu tô pensando em encerrar eles desse jeito mesmo..
Eu acabei me afeiçoando aos dois do jeito que estão e acho que as aventuras com outras pessoas que eu ainda iria escrever não iriam se comparar a este momento da história….

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16 Comentários

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  • Responder Marcus19 ID:gqbv6z209

    Mais um.conto perfeito. A história dos 2 é bacana, mas ele podia continuar dando para outros caras tbm r sendo “fixo” de 1. Por favor.

  • Responder Ruy ID:8cipya6yzk

    Conta como ficou seu cuzinho,aposto que ele passou a te comer todo dia.

  • Responder putinho ID:3ynzgfs4m99

    delícia muito bom, faz o Afonso comer o Allan na marra

    • Gg ID:h5hwba7zj

      Volta com algumas fodas com o Allan, por favorr

  • Responder Henry ID:g3jjxse8l

    Né veado sem-vergónha,e comigo ,John Deere,Matador de Veados vai aprender a ser homem de novo!

  • Responder lucas ID:830znlftm4

    continua. mesmo com outras pessoas. vc escreve bem

  • Responder Preto ID:5h7066ij

    Parabéns!
    Se não quiser mexer neles , crie outro contos mais não pare de escrever .

  • Responder Sla ID:1daicwpzrc

    Amei os contos, não quero que acabe🙂

  • Responder XD ID:8eez702bhm

    Cara, então, se for o fim, você fechou com chave de ouro! O Alfonso é simplesmente perfeito!
    Mas se for continuar, aguardo ansiosamente por mais!
    Seja qual for a sua decisão, está de parabéns por todos os capítulos da sua história até aqui!
    😉

    • luiz ID:dlns5khrd

      Nem pensar em parar, esse conto ainda nao esta na hora de parar eles teem que viveremuma aventura mais duradoura, com o moleque aguentando a rola de Afonso de forma bem gostosa, algum amigo podera flagar a situação tem mil coisas aind a, ta muito gostoso

    • Lu ID:830zvr2i44

      Amo demais. Deixa o Luquinhas só com o Alfonso

  • Responder Nelson ID:3c793cycoii

    Sensacional. Tesão total. Uma delícia. Acabei gozando junto com Alfonso. Obrigado.

  • Responder OHomem ID:on95r0pb0a

    Que maravilha, tesão e emoção de ler teus contos, como sempre impecável!
    Não termina essa saga não.
    Queremos mais sobre tuas aventuras!

  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Agora vc é a putinha oficial de Afonso e tem que se acostumar com a rola dele para que ele e vc tenha prazer em fazerem sexo sempre

  • Responder Gui ID:bf9dcepxia

    Os contos são incríveis, você escreve muito bem. Acredito que ainda não seja a hora de encerrar a história, ela é muito boa para ser encerrada agora. Nunca vi uma história tão boa como essa, seria uma pena se ela fosse finalizada agora.

    • OHomem ID:on95r0pb0a

      Concordo. A história é impecável. Seria uma pena encerrar ela.