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Luan Descobrindo Gostar De Rola

3154 palavras | 8 |4.61
Por

Depois que eu cheguei em casa no começo da noite, trazido pelo Wellington, eu fui direto para o banheiro. Fiquei segurando a porra dele no cu para não melar minha cueca e meu short no caminho. Sentei no vaso e deixei ela escorrer, ao mesmo tempo eu comecei a lembrar de tudo o que tinha acontecido e bati uma punheta bem gostosa.
No dia seguinte, fui para a escola com o cuzinho ainda ardendo, mas quando eu vi o carinha que tinha me tirado umas pregas, ele piscou forte, com vontade de ser fodido de novo.
Wellington me tratou normal, como todos os dias. Sua turminha também brincou comigo como sempre. Cheguei até na achar que ele tinha contado alguma coisa, mas pensei melhor. Ele não iria contar aquile tipo de coisa pra ninguém. Então fiquei mais tranquilo.
O Marcos, começou a me perturbar logo no início da manhã. Ele só usava calça ou bermuda saruel, dava pra ver o pau dele marcando para baixo. E naquele dia, quando ele me agarrou por trás e me sarrou, eu continuei irritado, mas fiquei arrepiado. Automaticamente eu tentei sentir sua mala se prensando na minha bunda. E apesar dos dois estarem de jeans, eu consegui sentir. Como eu ainda era jovem, não consegui evitar a ereção, mas consegui esconder ela dos meus colegas. Passei a primeira a primeira aula sem me levantar.
Eu estava muito sensível depois de ter dado a primeira vez. Todas as brincadeiras que antes eram comuns me lembravam o Wellington encima de mim, mandando ver no meu cu.
Quando bateu o sinal da segunda para a terceira aula, eu fui ao banheiro mijar. O banheiro tinha cinco boxes, quatro normais, e um maior que era adaptado para PcD.
Dois deles estavam ocupados. Entrei no último e mijei, só que acabei ficando de pau duro e comecei a bater uma ali mesmo.
Voltei mais aliviado da tensos que eu tava sentindo, só que atrasado para a aula. Era a apresentação os trabalhos das duplas. Quando entrei na sala, Wellington já tinha colocado minha carteira ao lado da sua.
— Tava onde Lulu? O professor chamou a gente primeiro, mas tu não tava aqui aí ele colocou a gente pra depois…
— Tava no banheiro.
Ele começa a escrever no seu celular e me mostra a tela. Estava escrito “Seu cu melhorou?”. Fico vermelho de vergonha na hora, mas balanço a cabeça confirmando. Ele apaga a pergunta e escreve outra: “Já quero gozar dentro dele de novo.” Eu fico quieto consentindo com ele. E novamente estava de pau duro pensando naquilo.
Bom, a maioria das duplas se apresentou, mas três ficaram para a próxima aula. E a minha estava entre elas. Wellington já disse que logo que iríamos aproveitar pra dar uma melhorada, só que eu já sabia que na verdade ele queria era me foder mais uma vez.
A última aula foi vaga. Os alunos desceram para o pátio e eu continuei na sala, terminando uma atividade. Alguém tinha esquecido um estojo na carteira, que eu ia pegar depois para devolver ao dono no dia seguinte. Mas ele apareceu antes. Era o Kleiton, do grupinho do Wellington. De todos ele era o mais bom aluno. Só era influenciado mesmo.nos conhecíamos antes da escola, pois morávamos perto, então na infância a gente costumava brincar de esconde ou oega-pega com a galera do bairro. Ele era da minha altura só que mais fortinho. Usava sempre uma calça jeans clara e uma cueca boxe. Eu sabia porque seu pau ficava marcado pro lado esquerdo, um pouco para baixo.
— Ué, tá fazendo o que aqui ainda, Lulu? – ele me perguntou quando apareceu na porta. Estava chupando um pirulito.
— Tô terminando essa atividade aqui.
— A de matemática? – ele perguntou se aproximando para olhar meu caderno.
Eu estava sentado na carteira, Kleiton ficou bem na minha frente. Eu “sem querer” reparei na marca do seu pau e desviei o olho rápido.
— Depois cê manda uma foto pra mim? Esse assunto eu não peguei não…
— Tá bom. Cinquenta centavos cada questão. – brinquei com ele.
— Qual foi Lulu? Tá muito caro.. – disse sorrindo. — Eu deixo você lamber meu pirulito.
Ele tirou o pirulito da boca e colocou próximo da minha. Na escola, uma das brincadeiras era o roubo de doces. Se alguém desse mole, perdia o pirulito, mesmo que já estivesse sendo chupado, ou as balas dos bolsos.
Eu coloquei a boca nele e puxei, mas ele segurou firme pelo palito.
— Epa! É só uma lambido.
Eu continuei com o pirulito na boca e chupei ele por uns segundos. Até que ele fez força para tirá-lo.
— Pronto, já chega.
Eu deixei. Mas aquilo me deixou ligeiramente excitado. Chupar um pirulito, segurando pelo meu colega, e que estava na boca dele antes.
— Tá bom, eu mando as respostas se você me der ele.
— Aí não! Mas eu te deixo chupar mais um pouco. – nisso ele já estava com brincadeira de duplo sentido. Segurou o pirulito perto de sua calça, na altura de seu pau, e balançou ele, como se estivesse oferecendo o próprio pinto para eu fazer um boquete.
Eu ri e aceitei, já com a boca cheia de água, não por causa do pirulito, mas porque imaginei chupando a pica ele. Me inclinei pra frente e comecei a chupar o doce. Fiquei outros segundos chupando, quando olhei para ele ele riu, mas tava com um brilho diferente nos olhos. Quando voltei a olhar para baixo, notei que o volume do seu pau parecia um pouco maior.
— Tá gostando do pirulito tá? – ele continuava rindo. Mas seu sua mala continuava a crescer. Ainda com um clima de brincadeira, ele começou a mover o pirulito na minha boca, simulando estar fodendo ela.
Se fosse dois dias atrás, eu não teria nem aceitado colocar a boca num pirulito perto da sua calça. No entanto, depois de ter sido desvirginado pelo Wellington, eu queria sentir uma pica na minha boca de novo. Eu estava descobrindo como era bom ser um viadinho.
Eu comecei a olhar fixamente para o volume de seu pau. Estava crescendo rápido, apontando para a esquerda. Ele com certeza percebeu meu olhar. Seu quadril começou a ir lentamente na minha direção. Com a outra mão ele segurou minha cabeça e começou a forçar ela contra o pirulito, e com isso eu chegava mais perto de seu pau.
Depois de um tempinho naquela brincadeira, ele puxa o doce da minha boca e leva ele para sua, mas continua com a mão na minha cabeça.
— Eu ainda queira mais… – falei olhando para ele.
— Queria chupar mais né? – ele forçou minha cabeça para encostar na sua calça.
Seu pau já estava duraço dentro dela. Eu senti a pulsada que ele deu quando minha cara encostou por cima do jeans.
— Unhummm… – Eu concordei ainda olhando para ele.
Ele deixa o pirulito em sua boca e solta o palito, levando a mão até o zíper da sua calça. Baixa ele e solta o botão. Em seguida ele abaixa a cueca e o pau escapa batendo no meu rosto.
— Chupa esse aqui. – ele mandou. Segura vá na base de seu pau da mesma forma como tinha feito com o pirulito. Encostou ele nos meus lábios.
Eu não pensei duas vezes, não consegui pensar. Abri a boca e ele me puxou para entrar mais. Seu pau era um somente um pouquinho maior que o de Wellington, e tinha uma cabeça bem grande comparada a dele. Eu dei uma chupada nela com força e ele soltou um suspiro longo.
Eu teria chupado até ele gozar na minha boca. Mas estávamos na sala da escola, com a porta aberta ainda. Tínhamos perdido a noção de que alguem poderia aparecer e nos pegar naquilo, e só recobramos ela quando ouvimos as risadas de um grupo de meninas se aproximando pelo corredor.
Rapidamente ele tentou guardar o pau mas não teve tempo de ajeitar ele, então sentou na cadeira mais próxima, do meu lado, e colocou a camisa da farda por cima.
— Ainda estão ai? – falou uma das meninas.
— Tava terminando logo isso aqui pra não precisar fazer em casa… – respondi meio nervoso por quase ter sido pego no flagra.
Kleiton também estava bem sem graça.
Elas ficaram até o final da aula, puxando assunto com a gente, então não pudemos fazer mais nada. Mas Kleiton morava numa rua detrás da minha casa, então era mais fácil a gente se encontrar.
A tarde, logo que terminei de almoçar, ele apareceu lá em casa.
— E aí. Vim pegar as respostas logo… – ele estava com um caderno na mão. Tava de bermuda jeans e uma regata.
— Eu ia mandar mais tarde. – eu sorri, já sabendo que não foi as respostas que ele tinha ido buscar.
— Mas você podia esquecer. E eu tô precisando mesmo.
— Entra aí que eu vou pegar meu caderno.
Ele sabia que meus pais trabalhavam durante o dia. Só não tinha o costume de ir na minha casa porque nunca houve uma precisão. Mas ele tava necessitado. E eu já fiquei morrendo de vontade de ajudar. Deixei ele no sofá da sala e fui no meu quarto pegar meu caderno. Voltei e ele estava sentando todo a vontade, encostado e com as pernas abertas. Seu caderno estava em uma das coxas. Já havia um volume bem avantajado na bermuda.
Sentei do seu lado e fiquei procurando a matéria, de vez em quando olhando pra sua pica, que instantes depois já parecia completamente dura.
Eu queria ter avançado, mas tinha vergonha. Apesar do desejo ainda era tudo muito novo pra mim. E acho que pra ele também era assim. Talvez ele fosse ainda um dos virgens da sala.
— Tá aqui.
— Tem muita coisa… quer copiar pra mim não? – ele perguntou com um sorriso safado no rosto.
— Tu é folgado hein… – eu ri mais aceitei. Só que deixei o caderno na perna dele mesmo e fui escrevendo com a caneta que ele me deu.
Enquanto eu copiaba as respostas, fazia questão de fazer pressão com meu braço em sua coxa, e chegava bem perto do sua mala. Eu as vezes então o tecido da bermuda se mexer, quando sua vara pulsava presa na cueca. Quando terminei eu percebi que tinha uma gotinha no jeans. Ele devia estar babando bastante.
— Pronto. – falei — Quer mais alguma coisa?
Ele me olhou sorrindo, dando uma apertada no pau.
— Cê podia chupar mais um pouco…
— Tá bom, mas só um pouquinho… – disse sorrindo, todo animado por ele ter pedido.
Ele então desabotoou a bermuda e libertou o pau. Tava até com um fio de baba escorrendo. Eu coloquei os cadernos de lado e me inclinei. Segurei seu pau e comecei a mamar ele. Diferente de Wellington, seu pau babava bem mais. Eu fiquei encantado com aquilo. Não via muito porno, então não fazia ideia de que um pênis podia babar bastante. Eu tomei cada gota que saia, e ainda chupei bem a cabeça para sair mais, enquanto espremia seu pau com minha mão. Ele só fazia gemer cada vez mais, o que me dava ainda mais tesão pra continuar mamando com vontade. Uns dez minutos depois ele gozou, enchendo minha boca. Eu senti os jatos de porra saindo com força e batendo no céu da minha boca. Não deixei sair nenhuma gota pra fora, já estava familiarizado com o sabor de leite me machinho. Engoli tudo antes de tirar a boca do pau dele. Na época eu não sabia, mas tinha sido a primeira mamada que ele tinha ganhado.
Ele agradeceu por eu ter dado as respostas para ele e saiu bem contente.
Só então eu percebi que tinha alguém chamando no whatsapp. Era o Wellington.
— Porra Lulu. Tá surdo é? Já liguei três vezes!
— Desculpa, eu tava ocupado… – ainda sentia o gosto da porra do Kleiton na boca.
— Vem pra cá pra gente dar aquela melhorada no trabalho.
— Tá bom. Daqui a pouco eu chego aí…
Só fiz colocar outra roupa e fui. Chegando lá, chamei e ele veio logo abrindo o portão, do mesmo jeito que no dia anterior, só que com um short diferente. Fomos direto pro quarto. Seu pai não estava em casa. Eu não sabia com o que ele trabalhava, mas acho que fazia alguns serviços avulsos de vez em quando.
Antes de chegarmos no quarto ele já deu uma apertada na minha bunda.
— Hoje eu vou comer esse cuzinho de jeito.
Sentei na cama e ele já foi tirando o pau para fora, já quase totalmente duro. Nem esperou eu respirar direito e já segurou minha cabeça e ficou esfregando seu membro na minha cara. O cheiro dele me deixou excitado, eu quase perdi os sentidos, só sentindo sua rola quente ficando completamente dura no meu rosto. Logo, ele mirou seu pau na minha boca e empurrou pra dentro. Eu fui engolindo e tentando relaxar enquanto ele fazia movimentos de vai e vem, cada vez indo um pouco mais fundo. Me fazia engasgar na sua vara e deixando ela bem babada.
— Isso, molha bastante ele… – ele falou enquanto empurrou no fundo da minha garganta. Quando achou que estava bom, ordenou — Agora fica de quatro.
Eu obedeci. Subi de joelhos na cama, e ele mesmo abaixou meu short. Deu um tapinha na minha bunda e disse:
— Ainda tá apertadinho… – cuspiu no meu cu e enfiou um dedo de uma vez.
Eu ainda estava com o cu sensível, então senti um incomodo, mas nada que eu não pudesse aguentar.
Ficou brincando com seu dedo lá dentro, enquanto abria minhas nádegas com a outra mão. Eu sentia aquele dedo massagear minha próstata e ia no céu toda vez que Wellington rodava o dedo e fazia pressão na região dela. Comecei a gemer.
— Tá curtindo ser dedado, né, safado? – ele perguntou, cuspindo mais uma vez e enfiando outro dedo.
Eu fui à loucura. A ardência tinha passado, era somente prazer. Eu tava me sentindo uma putinha, com um pouco de vergonha de sentir isso, mas adorando ao mesmo tempo. Já estava louco pra ele começar a me foder.
Wellington tirou seus dedos e encostou a cabeça. Ele já foi enfiando todo de uma vez. Não rápido, mas colocou e só parou de meter quando seu saco encostou em mim. Por ser mais grosso e mais longo que seus dois dedos, eu comecei a sentir uma dorzinha lá no fundo do meu cu. Mas era aquela dor gostosa de estar sendo enrabado, de estar com uma pica enterrada no cu. Soltei um gemidinho agudo.
— Ai Wellington… – não foi um “ai” de “está doendo”, foi um “ai” de “caralho, que gostoso”.
Nessa hora eu empinei a bunda e ele tentou forçar mais ainda, só que não tinha mais nada para entrar. Wellington só queria se certificar de que estava o mais fundo possível. Senti seu pau pulsando dentro. Daí então, ele começou a foder meu cuzinho. Tirava até a metade e socava tudo novamente. Começou devagar, mas foi aumentando o ritmo. Até começar a fazer estalos conforme ele se chocava com força contra minha bunda. Recebi um tapa numa das nádegas.
— Empina mais seu viadinho… empina essa bunda pra mim vai…
Eu não tinha como empinar mais. Só pude dobrar os braços e encostar a cabeça no colchão, desse jeito ficando totalmente aberto para ele. Naquela posição eu podia facilmente virar o olhar para trás e ver ele me comendo. Suas mãos estavam na minha cintura, seu abdômen e suas coxas estavam tensionados com o esforço de mover o quadril pra frente e pra trás. Wellington mordia o próprio lábio. Ele olhou para mim e deu outro tapa na minha bunda.
— Tá gostando de ver eu fodendo seu cuzinho, tá?
Eu não respondi. Ele me deu outro tapa.
— Reponde. – ordenou.
— S-sim… – tentei falar entre os gemidos.
Cada metida que ele dava era um gemido que escapava de minha boca.
— Então aguenta que eu vou te arrombar agora… – ele falou e começou a meter com mais força. E bem rápido. Eu comecei a gemer mais e mais. E ele também.
Entre as estocadas fortes, ele começou a gozar.
— Aaaah! Toma meu leitinho, toma! – ele colou suas coxas nas minhas e eu senti seu pau pulsando firmemente no fundo do meu reto.
Quando ele tirou seu pau, eu nem tive força pra contrair o cu e sua porra jorrou de dentro.
— Eita porra… Hahaha – ele riu ao ver seu rio de gala escorrendo pela minha coxa.
Eu tive que levantar rápido e colocar a mao antes de chegar a melar minha cueca.
— Vai pro banheiro. – sugeriu ele.
Fui e lá deixei escorrer. Ainda tava com o pinto duro, então claro que bati uma. Não demorou nem dois minutos e eu gozei pra caramba no vaso mesmo.
Quando sai ele já estava sentado na cama. O volume no seu short mostrava que ele ainda estava meia bomba. Eu tinha certeza que ele iria querer dar mais uma gozada dentro de mim, mas seu pai tinha chegado. O pai dele sempre foi sério, mas devia ter acontecido algo no serviço que o fez parecer irritado. Nem falou comigo nem olhou direito pra mim.
Eu e Wellington ficamos no quarto enrolando, vendo qualquer bobagem no notebook, esperando para ver se ele saia, mas ele não saiu. Tirou a camisa e ficou no sofá vendo um jogo de futebol.
— Acho que ele não vai sair mais não… – Falou baixo para não ser ouvido. — Droga… eu queria gozar de novo. Ele deu uma apertada no pau, mas não tinha jeito da gente fazer mais nada lá.
— Eu já vou pra não ficar tarde… – falei quando deu perto de cinco horas.
Ele me levou até o portão abriu ele e nos despedimos normal. Ainda ouvi o pai dele falando lá de dentro que precisava colocar um óleo no cadeado e nas dobradiças, o primeiro dava trabalho de abrir, os segundos faziam o portão ranger. Eu não sabia, mas isso ainda seria um problema para nós dois.

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8 Comentários

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  • Responder Pet ID:g61why20k

    Tbem acho….
    “NADA DE INCESTO com o PAI É MUTO BARRIL ÓÓÓÓO”
    Cadê o colega do Luan o Marcos????
    Qdo descobrir que ele é chegado a uma rôlaaa

  • Responder Julio ID:g61why20k

    Blz …Continua muito boa o Luan com Welll.. e outros garotos fica bem

    “Só o Lulu tem que dar pro pai do Wellington” =>NADA DE INCESTO É MUTO BARRIL ÓÓÓÓO

  • Responder César(SC) ID:xlpkbkv3

    Cara, tuas histórias são sensacionais! Não perco uma! Parabéns!

  • Responder Lipe qro leke ID:gsudra6ii

    Putinha safada

  • Responder Zulu.rs ID:xlpkbiv1

    Só o Lulu tem que dar pro pai do Wellington. O cara tem que meter com força nessa putinha.

  • Responder XD ID:477hli0uhrd

    Agora que descobriu como é gostoso o sabor de macho nunca mais vai ficar sem…
    Continua que tá bom pra caralho!😋

  • Responder Sla ID:1daicwpzrc

    Eita kkk o pai vai pegar vcs,aí vc vai ter que dar pra ele

    • Sla ID:1daicwpzrc

      Tomara que o Wellington não apanhe e não dê pro pai