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Conto de Amor Necrófilo

2378 palavras | 0 |2.93
Por

De Amano Jiyaku

Fácil Como Roubar Corpo De Criança

— A criança está com dificuldades para dormir. — o pai falou para mim, e era nítida a preocupação na voz dele.

— Ela tem pesadelos. Acha que a peste vai matar ela também. — a mãe saiu para me encontrar, mas preferiu não olhar o cadáver.

Na carruagem, o cadáver de uma menina de sete anos precisava ser levado para o necrotério. Essa era minha função, preparar o corpo para o enterro, ou avisar a igreja da necessidade de cremação.

— Posso falar com ela. Conheci muitas vítimas nesses anos ruins, e é parte do meu dever levar algum alento a quem fica. — sugeri.

Aquela era uma família tradicional da região.

A mãe teve nove filhos, desses, três morreram no parto, e duas de febre.

A última morta era o cadáver na carruagem.

Fui levado pela casa, e escutei o choro dos irmãos num quarto conjunto, muito pobre, com lençóis no chão imitando uma cama.

Escurecia, o tom do entardecer era carmesim entre os galhos das árvores negras a perder de vista.

As vilas no vale eram todas parecidas. Casas simples, de madeira de carvalho, e famílias enormes. Eram quase dezoito as vilas próximas. E no necrotério os cadáveres só aumentavam.

A menina estava entre os carvalhos, esses, alcançando quase trinta metros de altura. As raízes eram altas, e sentada numa dessas a pequena chorava de soluçar.

— A beleza na tristeza é a maior que conheço. Seus soluços me são música. E quantos anos você tem, pequena? — me ajoelhei na frente da nova filha mais nova da família.

Percebia o pai e a mãe distantes, como sombras espreitando, mesmo que não pudessem nos escutar.

— Tenho onze, bom senhor. Não tem como curar minha irmã? É que a amo muito… — a criança questionava esperançosa.

— Não, minha filha. Quando Deus decide assassinar um inocente não há juiz ou advogado que o pare. Não há argumentos, o que existe é o tesão, a euforia do verdadeiro Senhor, apreciando o sofrimento dos fiéis, e as dores naquele que vai para o inferno.

— Minha irmã não vai para o inferno!

— É claro que não, ou será que vai? — a loirinha me espiou de canto de olhos e vi o verde, e o rosado na pele branca em volta dos olhos chorosos.

Os cabelos dela eram loiros, bem longos, chegando aos seus pés. O corpo tinha voltas como de adolescente, com seios chamativos, do tipo que é possível ter na palma da mão em concha. As pernas eram finas. E ela, magra, era o reflexo de um povo que nasceu para Deus foder com a vida do primeiro ao último dia de lamúria.

— Ela foi para o inferno, mesmo sendo uma boa menina?

— Calma criança, que isso é assunto sério. E seus pais não podem saber, pois menti a eles, dizendo que sabia dos caminhos da alma de vossa irmã. Disse que a pequena repousava nos braços de Deus, porém, você é diferente, não é? Disse que a amava, ou mentiu?

— Não menti! Eu nunca minto! Mamãe me ensinou a não mentir, me diga, por favor, me conte, minha irmã descansa?

— Isso só saberei se me contar toda a verdade sobre ela. Tu está disposta a responder minhas questões? Está disposta a manter segredo do falado?

Questionei tocando os fios dourados da menina. Desci as mãos por seu vestido branco e curto, que deixava as coxas à mostra. Senti a pele dela quente, e vi a sinceridade dos desgraçados na luz dos olhos dela quando escutei:

— Eu juro, te conto tudo…

— Qual era o nome da defunta?

— Beth, meu senhor. E eu sou a Luna.

— Bem Luna, um homem já tocou o corpo de sua irmã?

— Nunca, meu senhor!

— Ótimo. E o seu corpo?

— Que tipo de toque questiona, meu senhor?

— Não sabes que Satanás em pessoa busca mulheres que beijam homens antes do casamento? Mesmo um toque é suficiente.

— Não! Não pode ser, meu senhor… mesmo um beijo basta?

— Mesmo um olhar é suficiente. Me conte em detalhes…

— Deus não pode me perdoar?

— Me conte tudo, anda. Não tente me enganar.

— Há só um menino, ele jurou, meu senhor, prometeu para mim na frente de Beth até, suas palavras evidenciavam nossos futuro casamento.

— Palavras? Isso não é nada demais. O homem fala sobre o céu, mas nunca o toca, esse é o valor do verbo, um desejo e nada mais, se é só isso…

— Espera, meu senhor… há algo que omito, algo que talvez não seja bom… um beijo, dele em meus lábios, antes e depois das juras, dois beijos ao todo e nada mais, eu juro!

— Entendo. O que direi a ti agora é segredo. Sei não apenas onde sua irmã está, mas, o motivo de lá ela estar. Agora, jura ao Deus que tudo escuta nosso segredo.

— Eu juro.

— Jura três vezes, pois ainda é criança.

— Juro, juro, juro!

— O que aconteceu é comum em casas onde existem muitas filhas. Satanás veio buscar você, pois tu beijou antes de se casar, e isso é pecado muito grave. E sua irmã, que nada tinha com isso, foi levada em seu lugar.

— Por Deus, não! — de joelhos, aos prantos. A criança se mostrava verdadeira.

— Mas não tema que para tudo há solução. Posso desfazer esse erro. E trazer sua irmã de volta, te mandando no lugar dela.

— E ela voltará a viver?

— Não só voltará, ela será feliz, te prometo. Te juro.

— E o que faço para encerrar esse erro?

— Isso é complexo, e lavará alguns dias. Primeiro, vamos falar com seus pais, e diremos que você me ajudará na sacristia, pois existem muitos mortos, e eu preciso de ajuda. O que não é mentira. Lá, quando ninguém puder testemunhar, lhe ensinarei as rezas e orações. E até Deus pode se comover contigo, claro, se você se entregar de corpo e alma.

— E fará tudo isso por mim, uma camponesa?

— E não sou eu a encarnação da justiça dos homens? Agora se alegra que teu futuro é rir e lembrar.

E assim foi. Conversei com o pai da menina, e assumi responsabilidade sobre Luna. Naquela noite parti com duas filhas daquela família, uma morta, e outra na espera de morrer.

O Frio Que Acalenta A Velha Alma

A sacristia do bispo Abel além de lugar de oração era também o teto do meu necrotério improvisado.

Devido à pandemia, fui mandado da capital para esse vale imundo.

O que pensei ser maldição se mostrou como benção, a maior das bençãos.

Aqui quase ninguém sai depois de anoitecer.

E tudo é tão afastado que a lei é mantida na base da confiança.

E que é o homem se não repugnância e mentiras?

Ainda nos primeiros dias peguei o bispo Abel e um menino de nome Luz aos beijos. Juraram ser isso o tal amor, e fingi acreditar, deixando claro ao bispo que não gostaria de interrupções ao cuidar dos cadáveres.

Por questões burocráticas, a cremação ou o enterro era decidido pelo bispo e por mim. No caso de empate, a última voz era do bispo. O que significava que era ele quem, no fim, escolhia o método de dar fim ao cadáver.

O velho bispo acreditava que corpos deveriam ser preservados para a volta de Deus. Logo, só cremávamos cadáveres em estados lastimáveis.

Ao chegar, descendo da carruagem, fui com Luna até o necrotério.

O perfume da morte se mostra forte o suficiente para trazer lágrimas aos olhos da criança de onze anos.

Minha pica endureceu olhando a pequena, descalça, sendo guiada naquele piso onde sangue, dejetos, porra, e até pedaços de corpos se revelavam espalhados.

— A primeira parte da oração tem que ser feita aqui pequena, Luna.

— Por que aqui? É tudo tão feio, e o chão é vermelho…

— Uma criança não questiona um adulto, não é? Ainda mais quando a pequena busca ajuda por ter errado e mandado a irmã menor ao inferno.

— Perdão! Só estou com medo…

— É normal sentir. Agora, você tem que me obedecer. Pode tirar toda a roupa.

Eu levei a criança para a sala mais profunda da igreja, onde corpos, enrolados em lençóis, construíam pilhas tão altas que escondiam as paredes do porão.

Próximo do centro da sala, correntes do tempo da escravidão jaziam em espera.

Luna tirou o vestido, coçando a pele, que por ser infantil ainda era sensível ao ambiente.

A olhei de perto, e peguei pela mão, improvisando a corrente num ferro que servia de algema. Se ela se esforçasse talvez conseguisse sair, mas a prisão dela seria mental.

— Pode se ajoelhar e começar a rezar.

— O que eu rezo, meu senhor?

— Pensa um pouco criança. Quem está torturando sua irmã? Quem está com as mãos na sua irmã? Quem está fodendo a boceta da sua irmã?

— O demônio…

— Exato. Então é para ele que deve rezar. Implorar. Mas levam dias para ele escutar, por estar até mesmo comendo a carne da sua irmã.

— Não, por favor não! — e a criança começou a chorar. O que novamente fez minha rola endurecer.

— Quanto mais cedo orar, mais cedo ela voltará.

E deixei a pequena sozinha.

Voltei à carruagem e peguei o cadáver de Beth, que era leve como um buquê de flores. Quão delicada é essa criança? É minha cura, certamente um presente dos céus.

Ao voltar para o porão, onde Luna ainda rezava, vi que ela percebeu ser a irmã em meus braços. Antes de escutar alguma infantilidade, adverti:

— Reze de olhos fechados, é como Deus escuta as preces feitas a Satanás.

A criança ajoelhada me obedeceu e escutei em sua voz:

— Meu bom diabo, me escuta, e traz minha irmã de volta, pois fui eu que errei e não minha irmãzinha… — ela continuou nessa linha, o que junto de lágrimas impedia minha ereção de cessar.

Na mesa, que era toda de pedra, no centro da sala, ainda com sangue do último morto pela peste, coloquei o cadáver da criança de sete anos.

Era como um presente.

Retirando o tecido ensopado em sangue, senti o aroma de Beth. Logo seus fios dourados, longos até os joelhos, se revelaram. Nem mesmo o ouro era tão belo.

A criança estava nua. Provavelmente as roupas seriam remendadas para algum dos irmãos.

Os seios eram pequenos, quase inexistentes. Fria, a pele recebia minhas mãos e depois minha língua. Não mordi de imediato. Lambi os mamilos lentamente, com o gosto do cadáver invadindo minha alma junto do suor ainda preservado da febre.

Dos seios não me contive. E quem resistiria?

A boceta da criança era algo único. Sem pelos. Pura. Desci os beijos e lambidas pela barriguinha, e rocei os dentes na pele mais rosada que já vi.

O gosto da morta era um misto de alegria, infância, e algo doce, quando sinto a tenra pele em minha boca, mordo, enfio a língua, separo as pernas mortas, e caio de boca na criança. Um nome me vem à mente, Jesus Cristo, sim, o gosto da boceta da criança é como beijar a boca de Jesus Cristo. Louvado seja nosso Senhor!

Pelas coxas deslizo a língua e volto à boceta, mamando na criança morta sem conseguir me afastar. Ela começa a defecar, mas eu não paro, provo da menina, e depois a limpo com as mãos nuas, limpando as mãos na pedra da mesa, que me é um altar.

Vou à boca da criança morta e sua língua é propriedade de minha língua.

O cadáver escorre, um misto de mijo e algo putrefato sai da boceta que recebe minha pica. Ela é pequena demais, não consigo meter e beijar ao mesmo tempo.

Ó Deus, que escolha é essa?

Como posso me ater apenas à boca e ignorar meu caralho buscando a virgem boceta? E após alargar a boceta da menina, como posso viver sem a boca?

Por instantes apenas beijo, louco, entorpecido, esfregando meu corpo, que não demora em ficar nu, no cadáver em cima da mesa. Eu quero ser um com ela. Eu agradeço. Entro em transe. Os olhos dela recebem minha língua. A boceta dela tem cada um dos meus dedos, e minha rola sente a rigidez dos mortos, não resta nada nela que possa ser considerado vida até minha porra encher a boceta infantil.

Merda, fluidos, e sangue se misturam a minha porra, encho a mão e como ali mesmo. Minha mesa de jantar, almoço, e amor. Minha criancinha enviada por Deus.

Era só o início, apesar de meu suor…

Peguei um dos bisturis, que descansava ao lado de muitos outros e uma ideia me tomou, rapidamente, como um raio.

Enfiei a lâmina no pescoço da criança que rezava. Ela gritou, e abriu os olhos me ofertando sua última luz.

Foi preciso muito tempo para retirar a cabeça de Luna do cadáver acorrentado.

O sangue do corpo decapitado banhou o porão.

E quando comecei a morder os lábios de Luna seu sangue se tornou o meu.

Sim, ela era Deus, finalmente o tinha encontrado.

Beth teve que dividir nossa cama como corpo da irmã. E enquanto minha pica dura entrava em Beth eu ainda sentia o calor do sangue de Luna. Retirei os rins, e o coração. E quando a pele se mostrou aberta o suficiente para ver das costelas à boceta, assisti minha rola por dentro da pele de Luna.

Do útero da irmã mais velha fiz um festim. E do útero da mais nova fiz um lar.

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