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Acabei descobrindo que a Guriazinha era um Guri

1898 palavras | 11 |4.58
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Com meus quase 16 anos, conheci a Gabriela, linda, cor de pele quase de índia, uma cor de ‘Cuia’ como dizemos aqui no Rio Grande.

Eu estudava em um colégio do Interior, desses que ficam na “Roça” mesmo, fora da cidade. Pois meus pais tem uma propriedade rural onde agente morava, perto dessa escola.

Literalmente “fui criado na campanha” como diz aquela música.

Na metade do 1º ano do ensino médio, a Gabriela chegou na escola, aluna nova, veio transferida de outra cidade. Os pais dela tinham comprado uma propriedade rural GRANDE ali na região, muito grande para os Padrões que tinham ali.

Descobri depois, com meu pai falando, que o Pai dela era um grande fazendeiro, dono de Cabanha que trabalha com genética pura. Tem fazendas por todo Brasil, Uruguai e Paraguai, até com Pista de avião dentro.

Isso mexeu muito com meu Pai, pois até aquele momento, ELE era o maior fazendeiro da Região, que todos falavam e admiravam.

Logo, “me agarrou por uma perna” e fez eu ir com ele até a propriedade dos novos vizinhos, para nos apresentar, oferecer serviço e ajuda quando precisar, levar um bolo de milho e uns salames que minha mãe havia preparado, e tomar uns mate. A típica recepção gaúcha.

Chegando lá descobrimos que ele era do Goiás, conhecemos a esposa dele, muito linda, simpática, e meio índia também, coisa linda mesmo.

Percebi que a Gabriela era igual a ela, bem magrinha, com vestido colado no corpo, mostrando os contornos da barriguinha, peitos pequenos e uma bunda grande redonda…
Mais pra frente percebi que a bunda era aquelas de “coração” invertido <3… Diferente da Gabriela que era bem redondinha e empinada… O famoso “bumbum na nuca”

Mas uma coisa me incomodava… NADA da Gabriela.

Até que meu pai, percebendo que eu parecia um cusco nos pés dele, falou:

“Pois vi que Vicente e a Gabriela são colegas de aula, que bom que tem mais colegas na volta para se ajudarem, estudarem juntos”.

Os 2 se olharam e forçaram um sorriso, nitidamente. No início até pensei que não queriam a filha de um fazendeiro rico, andando com um produtor rural comum.

Mas logo chamaram ela, que apareceu “bem moleca”, cabelo molhado, chinelo de dedo, vistidinho parecido com o da mãe dela, marcando os peitinhos pequenos, a barriguinha, acinturada e o bundão.

Eu com quase 16 anos, meus hormônios estavam me espancando!!

Os adultos forçaram nossa saída dali, pois queriam conversar a sós. Logo domos para fora da casa, para a sombra das árvores, mesmo sendo final de Agosto, estava MUITO calor aquele dia.

Mas não para tanto, a Gabriela estava DERRETENDO de calor, simplesmente pingando água.

Perguntei se ela estava bem, e ela disse que sim, só estava nervosa de conversar com um menino sozinha.

Eu ri e disse para ela ter calma. Nada de mais sermos amigos. E perguntei se poderíamos ser amigos, se o pai dela não se importaria, pois ele fez uma cara lá dentro, parecia que não queria que eu chegasse perto de ti.

Ela riu e disse que nada a vê, que ele era super protetor mesmo. E que seria legal sermos amigos, pois em Goiás ela não tinha ninguém por perto. As propriedades são muuuito grandes e muito distantes.

Tinha até um pequeno avião para se deslocar.

Conversamos por quase uma hora.

Daquele dia em diante ficamos amigos, passamos a almoçar juntos no colégio, a fazer dever juntos.

Passado uns 5 meses depois, já nas férias. Combinamos de nos encontrar sempre, não fica que nem os outros colegas que não se veem durante as férias.

Então consegui um “estágio” com o pai dela. Como fazia técnico agropecuária junto com o Ensino Médio, queria lidar com Gado, era o que eu amava e queria fazer. Diferente do meu pai que foi para agricultura, planta Soja e outras culturas.

Pai dela gostou da ideia, então eu pegava minha moto e 5:30h já estava lá na propriedade, trabalhava até por volta das 9h, tomava com café com eles, ao lado da Gabriela, trabalhava até 12h e almoçava com eles, ao lado da Gabriela… De tardezinha sempre ia comer alguma fruta no pomar e conversar com a Gabriela.

Um dia estava tão quente que fui para o açude, ela foi junto, conversa vai, conversa vem.

Acabamos nos beijando.

A partir dai tudo mudou, ela mudou…

Passou a me evitar, o Pai dela me demitiu do estágio com a desculpa que as aulas logo retornariam, fui ver ela de novo só 3 semanas depois, quando voltou as aulas.

Com muita insistência ela quis falar comigo e me contou o que eu não queria acreditar.

Na minha cabeça era só para se afastar de mim, uma mentira.

Ela na verdade era ELE, originalmente um menino.

Que nem dizem no sul: “Bá, me caiu os butiá do bolso”.

Sinceramente eu não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas era a Gabriela… Ou é Gabriel? Então quer dizer que ela tem um Pinto que nem eu? Tá mas e como ela tem seios?
Como pode ser tão linda? Como pode ter aquele rabo?

Fui na casa dela conversar com ela e ela me explicou tudo. Como mudou, o que mudou, porque mudou, a opinião dos pais dela, a aceitação do pai e as dificuldades.

E que NINGUÉM deveria ficar sabendo. Esse foi o motivo de terem ido embora do Goiás. As pessoas descobriram e começaram a desprezar, fazer piada, ataques verbais e ameaças, perseguição dos peões, etc.

Na hora me invoquei, ferveu o sangue, levantei, fui até onde o Pai dela estava e disse:
“Seu Renato, gosto muito da sua filha, e quero sua permissão para namorar com ela, com a melhor das intenções, de conhecer ela bem e dando tudo certo, ficar junto pra sempre!”

Ele olhou para a esposa com uma cara meio braba, e ela aliviou pra mim dizendo “aaii que lindinho, essa juventude cheia de energia… Calma meu jovem, juntos para sempre, calma.”

Eu olhei para o sr. Renato e disse: “Eu sei de tudo… Sei que originalmente ela era um menino, mas não me importo com isso, eu gosto muito dela, não precisam ter cuidado para falar as coisas perto de mim.”

Depois de mais de hora de conversa, ficou combinado que nem meus pais poderiam saber sobre ela, que sempre em todos os casos deveria tratar ela como menina. Pois qualquer sinal que alguém ficou sabendo eles iriam embora e nunca mais voltariam.

Meus pais adoraram saber, amaram a Gabriela, minha mãe elogiava e dizia que iria casar com ela e dar muito netos, e blábláblá…

Tudo certo, passados uns meses, em pleno inverno, um frio do cão.
Pela primeira vez nos “amontoamos” juntinhos, debaixo das cobertas em frente a lareira da sala.

Pela primeira vez também, senti o pau dela duro, encostando em mim. Ela tremia toda, um pouco de frio, um pouco de vergonha, um pouco por tesão.

Nos beijando, quase nos escuro, só com a luz do fogo, nos ajeitamos e “nos encaixamos”.
Ela ficou no meio das minhas pernas, colocando meus braços por cima dos ombros dela, onde logo agarrei os seios pequenos e durinhos. Ela gemeu um pouco forte, chegou um pouco para frente e colocou a mão para trás, agarrando meu pau.

Ela disse que queria fazer, mas nunca tinha feito, que no caso dela doeria em dobro, diferente das outras meninas, mas ela queria muito experimentar meu pau dentro dela.

Não pensei duas vezes, no chão mesmo, me escorei no sofá, baixei minhas calças e cuecas, tirei a calça de moletom dela, e descobri porque pela primeira vez estava sentindo o pau dela, estava sem calcinha, completamente nua…

Nisso ela veio chegando para trás, e sentou no meu colo, colocou aquela bunda maravilhosa em cima do meu pau e começou a mexer.

Ela colocou a cabeça para trás e perguntou se eu queria agarrar o pau dela, disse para eu agarrar da mesma forma que agarro o meu, como se fosse o meu.

Meu sem jeito, com uma mão no seio, a outra eu desci e agarrei aquele pau babado, ela gemeu ainda mais e rebolou ainda mais no meu pau.

Depois alguns minutos nesse esfrega, ela babou meu pau, e o cu dela e tentou encaixar.

Não consegui, duas, três tentativas, então ela ficou de Joelhos, acavalada em cima de mim, dessa vez de frente. Com o seio na minha cara.

Olhou para trás, agarrou meu pau, e foi esfregando na portinha do cu. Até que entrou a cabeça do pau.

Não sei o que aconteceu, mas de um “estalo” no meu pau, como algo tivesse rasgado, e senti uma dorzinha que me encolheu o pau.

Ela prontamente, saiu um pouco para trás e abocanhou meu pau, até a garganta, tudo que consegiu.

Na hora ele endureceu de novo, cabeçudo, vermelhão, durasso!!

Ela deixou bem babado, só disse “que delícia” e acavalou de novo!

Encaixou na portinha, pegou minha nuca e me puxou para lamber o seio dela.

Entrou de novo, a cabeça, ela tremia toda, entrou mais um pouco.

Ela foi dizendo “ai… ai… ai” e foi colocando… Suspirando ela disse que estava rasgando ela!

Nisso eu deu uma metida rápida, de tanto tesão que eu tava, e ela deu um grito que até da porteira deve ter dado para ouvir.

Agarrei ela e beijei de língua e pedi pra ela fazer aquilo de novo, sem saber explicar, pedi pra ela mexer como estava fazendo antes.

Beijando e com o corpo tão próximo, senti o pau dela cutucando minha barriga.

Me escorei para trás e agarrei o pau dela, comecei bater punheta.

Ela enlouqueceu, disse que estava sentindo uma “cocerinha” boa no cu, que estava sentindo um lugar “quente” dentro dela.

Fomos ficando ofegantes, eu estava loco para gozar, mas ela não queria ainda.

QUando ela avisou que faltava pouco para ela gozar, eu não aguentei e gozei.

Enchi o Cu dela com a minha porra quente, quando ela sentiu minha porra dentro dela, ela estremeceu e explodiu o gozo!!

Nunca vi tanta porra, eu nunca tinha gozado daquela forma me masturbando.

Encheu minha barriga, meu peito, meu pescoço de porra.

Quando ela parou de tremer, veio no meu pescoço e peito e lambeu toda porra dela e me disse:

“tanto tempo me masturbando, e lambendo minha porra, imaginando o dia que teria um homem dentro de mim…” Me beijou e disse: “Meu Homem”.

Daquele dia em diante ficamos juntos, até hoje, temos 25 anos.

Cuido de todos os negócios da família dela, herdamos tudo, pois ela era filha única.

Na verdade, seu Renato me tratava como filho.

Dava risada e dizia: “O filho que ele não teve” haha

Muito aconteceu de lá até aqui… quem sabe conto mais!

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11 Comentários

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  • Responder Tathy ID:8eez6fvm9i

    Parabéns. Isso sim eh um cidadão de bem!! Um Homem de família com H maiúsculo.
    Tem coragem como poucos.
    Vcs tem tudo para serem mto felizes ❤️❤️❤️

  • Responder Contos e ID:dloya6xib

    Tive que comentar continua que conto maravilhoso

  • Responder Kkkkkkk ID:gsus5q20i

    Você ja viu um traveco de verdade? Eles tem cara de caminhoneiro, não fode. Ninguém cai nessa

    • tesão gay ID:3ij0y0lim9a

      nada a ver, tem traveco que se parece e age mais como mulher que só vendo a madeira mesmo pra acreditar. kkkk

    • Huahuahuahua ID:8d5kxrrhrk

      Pelo comentário, esse deve fazer arminha com os dedos 🤡

    • Nicole ID:830zvr198l

      Procura por Sayuri mattar e me fala se é caminhoneiro

  • Responder Edi ID:funxlvud2

    Amei esse conto nossa me deu uma excitação,por favor continue

  • Responder Admirador ID:81rg0lh49c

    Que conto delicioso da porra nooooooo gozei demais…top demais…Parabéns vc foi Macho pra Caralho escolhendo e assumindo ela…continua

  • Responder ComedorDeMentiroso ID:bemnf5otm4

    Estou impressionado com a qualidade do conto. É o best seller deste site.

  • Responder @kjarttanFreyrsson ID:1v7f4kv4

    Gostei da História, pena que acabou vc eh um bom escritor

  • Responder Libras ID:w71hl9m0

    Um dos melhores contos do site. Incrível!