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A vida sexual de uma BBW- A grávida doida por sexo

1849 palavras | 2 |4.67
Por

A mulher do meu neto, Ric a Maria anda grávida, e a querer foder 48h por dia, LOL.

Como tinha descrito num outro conto, a Maria e o Ric mudaram-se para a casita que tenho ao fundo do meu quintal. Casaram, entraram este ano para a Faculdade, ambos com os 18 anos recentemente feitos. Nesta família temos os costumes de fazermos as coisas tudo antecipadamente, LOL.
Ela tem já uma barriguinha bastante grande de grávida, tal como eu, faltam poucos dias para fazer os 6 meses de gravidez. Ela já era gordinha, com mamas enormes, cortou o longo cabelo castanho-claro, e na minha opinião fica-lhe bastante bem. Passa a vida a fazer duas coisas, bem na verdade três. Comer, estudar e foder. E eu comer, trabalhar e foder. A coisa de 2 meses mais ou menos, o meu Ric, veio ter comigo a perguntar:

– Avó, pode esclarecer-me uma dúvida?
– Claro, sabes que a avó te ajuda no que poder, meu querido.
– É por causa da Maria. Ela desde que está grávida, só quer e foder e foder. Não me dá descanso.
– Ahahahah… e ainda reclamas, filho? Aproveita. O Tiago bem que aproveita, a minha gravidez.
– Avó… tenho o trabalho, vou…melhor vamos ter a faculdade. Por vontade dela, andávamos a foder por todo o lado.
– Ahhahahah… é as hormonas todas misturadas dela meu filho. O corpo dela é uma bomba-relógio, meu amor. E não podes contrariar uma grávida, Ric. Sei do que falo.
– Eu sei avó. Isto também e tudo novo para mim. A mulher parece uma louca. Até tenho medo dela, a sério.
– Ric, amas ela?
– Claro avó, eu amo-a loucamente, mas ela agora come as comidas mais esquisitas que conheço, só quer é foder. Ela diz mesmo que só se sente bem e com um caralho na cona e outro no cu, e outro na boca…ah e quer que eu lhe mame nas mamas… eu bem que me esforço. Procuro satisfazer os caprichos todos dela. Mas estar a foder-lhe a cona, e ela com um vibrador atolado no cu, ligado eu adoro sentir isso com o meu caralho, mas…
– Ok, já percebi. queres que fale com ela, é isso?
– Se pudesses… és mulher e saberás talvez melhor que eu como falar com ela.
– Ok, ok…eu falo…, mas sabes de uma coisa, meu querido? Eu estou na mesma situação dela…apetece-me foder… vamos, meu amor?
– Avó…adeus.
– Ahahahahahahah… adeus meu amor, ahahahahah.

Na hora do almoço, convidei a Maria para irmos almoçar num restaurante de uma grande amiga minha, Rosa. Ela faz excelentes pratos de cozinha portuguesa. A Maria foi ter á empresa, e deixou todos os homens de pau teso, pois ela levava um vestido verde-escuro, coladíssimo ao corpo (cá para nós, ela andava naquela fase em que as grávidas querem continuar a vestir as roupas que sempre usaram, querem negar que estão mais gordinhas, o que é natural, LOL), as mamas dela estão enormíssimas, os bicos das mamas duros, e não levava soutien, pelo que as mamas ao andar, balançavam bem. Quando saímos as duas do meu escritório, os meus colaboradores bem disfarçavam os olhares, mas eu bem vi que olhavam para a gente com aquela vontade de nos saltarem para cima e foderem a gente, LOL.
No restaurante a Maria comeu quase por duas pessoas, tal como eu, até me comeríamos o mundo inteiro.
Depois fomos dar um pequeno passeio, convenci ela a irmos comprar umas roupinhas próprias para grávidas, e fomos falando. Falei com ela sobre o Ric, e ela começou a rir.

– Lex, ele é tão querido… sempre pronto a ajudar-me, a satisfazer os meus caprichos… acha que eu exagero?
– Sim claro que acho. Mas também acho que tens esse direito, minha querida. Não faz mal nenhum ele sofrer um pouco, ahahaha.
– Lex… é mais forte do que eu… o meu corpo pede-me sexo a toda a hora, e comida.
– Querida… cada grávida é um mundo. Só te peço que tenhas cuidado com o que comes, para não te prejudicares a ti e ao bebé. Quanto ao sexo… fode a vontade.
– Mesmo que me apeteça agora foder consigo, Lex?
– Minha menina… vamos já para casa…

No carro, eu ia a conduzir, e com a mão direita ia a mexer na cona toda exposta da Maria, pois ela tinha levantado o vestido, aberto as pernas e eu ia mexendo na cona dela, ela ia mordiscando os dedos de uma mão dela, olhando para mim… os bicos das mamas dela ainda estavam maiores. Só me apetecia era parar o carro, agarrar nela, por ela em cima do capot do carro, arrancar-lhe as roupas, e meter a minha boca na cona encharcada dela, e estar horas a beber daquele néctar doce que escorre a jorros da cona dela. Mamar nas mamalhonas dela, tão grandes como as minhas, sugar-lhe o leite, aliviar assim ela, coitadinha.
Chegamos a minha casa, nem entrámos e fomos direto á casa onde eles moram, ao fundo do meu jardim. Arrancamos as roupas dos nossos corpos, ficamos nuas…ela está linda, aquele corpo jovem, nu, pele macia, a cona encharcada, os bicos das mamas escuros e mesmo duríssimos e grandes, a boca dela a pedir que a beijem, os olhos dela a pedirem sexo… avançamos uma para outra, beijamo-nos na boca, esborrachando os nossos enormes peitões uns nos outros. A minha língua explorava a boca dela, a língua dela a minha boca, eu metia dois dedos na cona dela e masturbava-a, e com a outra mão, brincava nas costas dela, apalpava-lhe o cu. ela gemia, devorava a minha língua, sugava-a mesmo. Já havíamos fodido algumas vezes as duas, mas agora era diferente. Ela estava mais fogosa, mais ousada, mais atrevida. Ela ajoelha-se, encosta-me a uma parede, e atola a cara dela na minha cona, abrindo com as mãos os meus lábios vaginais, mordisca-me o clitóris e claro que a minha cona fica encharcada. Ela agora fode-me a cona com dois dedos, e mordisca-me o clitóris, arrancando-me assim gritos e gemidos altíssimos. Estou a ser literalmente comida viva por uma grávida doida por sexo.
Quando me venho, encharco-a com os meus fluidos vaginais, e perco a cabeça, empurro-a, ela cai de costas no chão, as mamalhonas dela ficam espalhadas uma para seu lado, e eu ponho-me por cima dela a mamar numa das mamas dela, e com um joelho esfrego-lhe a cona, e ela torce-se toda, geme, chama pelo meu nome… roça-se no meu joelho… abro-lhe bem as pernas, ponho-me com a minha cona perto da dela, e fazemos a tesoura, e roçamos as nossas conas uma na outra…se visse e ouvissem os nossos gemidos, os nossos gritos, as coisas ordinárias que dizíamos uma a outra, a poça de liquido vaginal que estava ali debaixo de nós, as nossas mamalhonas a balançarem para a frente e para trás, os nossos cabelos suados, molhados com os líquidos das conas, o cheiro a cona que havia no ar…
Nem demos pelo meu Tiago chegar. Ele despir-se, só demos por ele quando ele se pôs ao nosso lado. A Maria até deu um berro assustada, mas depois rimo-nos, e cada uma foi por seu lado, e começamos a beijar o caralho dele, lambendo-o, e trocávamos beijos e linguados um com a outra.
A Maria levanta-se, mas o Tiago agarra nela, e ela enrola as pernas dela, a cintura dele, ele encosta-a a parede, e penetra-a, atolando o caralho todo na cona dela, enquanto eu abro as nádegas do Tiago e lhe lambo o cu, e o buraco do cu. Ele parece um animal a comer a cona dela, sabe muito bem como foder uma grávida doida por sexo, pois fodia-me quando estive grávida dos gémeos, e agora fode-me que estou grávida novamente. Sim estou grávida, sim sou doidona por sexo quando não estou grávida, e louca por sexo quando estou grávida. Compreendo a Maria tão bem…
A Maria gritava que nem uma doida, e mais começou a gritar quando lhe comecei a puxar os bicos das mamas, como se estivesse a ordenha-lha… agarrava-lhe nas mamas e ordenhava-as.
A Maria já revirava os olhos, tinha a boca escancarada, a língua de fora, e o Tiago aproveita e morde-lhe a língua e prende-a com os dentes. Ela olha-o com os olhos esbugalhados, a gemer. Quando ele se esporra na cona dela, imediatamente vira-a, e contra a parede enrraba-a e mordisca-lhe a orelha esquerda. Depois vai-se chegando para trás, e deixa ela dobrada para a frente, com as mamalhonas penduradas e eu ponho-me por debaixo dela, a mamar nas mamalhonas dela, e a masturbar ela enfiando 4 dedos na cona dela. A Maria às tantas começa a ter orgasmos atrás de orgasmos, está quase a desfalecer. O Tiago deita-a carinhosamente no sofá, e olha para mim, ainda está teso, avança para mim, encosta-me a uma mesa, abre-me as pernas, estou com a cona encharcada, e enfia o caralho até aos colhões na minha cona. As estocadas dele faziam as minhas mamas balançarem, a mesa andava aos bocadinhos direito a parede, até que encostou mesmo. Quando encostou, ele parou d eme foder, dobrou-me por cima da mesa, enfiou o caralho pelo meu cu dentro, agarrou-me pelos pulsos e puxou-me para trás. A Maria vingou-me nesse momento, sentou-se na mesa a minha frente, agarrou-me nas mamalhonas, e começou a ordenhar-me.
Eu gemia, gritava, a minha cona parecia uma cascata a deitar fluidos vaginais.
Tive orgasmos atrás de orgasmos. Fodemos a tarde inteira, nem dei pelo tempo passar. Acabamos os três deitados no chão, suados, exaustos… a Maria e eu abraçadas, a sorrir e o Tiago esse nem tinha força para ter o caralho teso, LOL.
Quando o Ric, chegou a casa, estava a Maria a dormir no sofá, cona toda aberta, cu aberto, a deitar esporra, pois havia apenas uns 20 min, que eu e o Tiago tínhamos ido para casa. Mas nessa mesma noite, apareceu ele na nossa casa, a dizer que a Maria estava doida, só queria era foder e foder…e como eu também andava assim.… fomos ter com ela e a 4 a festa foi ainda melhor… aliás, as festas que fazemos a 4…e a mais elementos da família são do melhor que pode haver, LOL. No entanto, eles ps dois, a Maria e o Ric, andam muito misteriosos com o sexo da criança dela… o meu bebé sei que é uma menina, e vai se chamar Teresa em homenagem a mãe do meu Tiago, uma mulher que eu amo e admiro. depois postarei mais aventuras de mim e da Maria, até porque algumas…

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2 Comentários

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  • Responder Nando ID:2xm3jdj9d4

    Perfeita e sim sexo de gravida e intenso e nao acaba nunca e contigo deve ser ainda mais fantastico