# # #

Tatuagem

1908 palavras | 2 |4.94

Essa meninada está cada vez mais abusada.

Sou tatuador, divorciado, há mais de vinte anos e tenho um estúdio atendendo com hora marcada. Cerca de cinco anos atrás fui a uma festa na casa de uma cliente, que já comi, e ela me apresentou a duas jovens muito bonitas, uma loira de cabelos compridos e uma morena de cabelos curtos. Modéstia à parte, também me considero bonito, pois tenho os olhos claros, um corpo malhado e que não vou dar mais detalhes para não ser identificado.

Mas, voltando ao que interessa, dava para perceber que as duas jovens já estavam soltinhas de tanta vodca com energético que haviam tomado. Ficamos ali, conversando e disseram que sabiam que eu era tatuador através da dona da festa e que gostariam de fazer tatuagens. Imediatamente passei o meu contato.

O papo foi transcorrendo e estava com a impressão de que as duas eram namoradas. Não tenho nada contra isso, cada um que procure o que é melhor para si e além da conversa estar muito agradável e também não conhecer mais ninguém naquela festa, a não ser a dona que estava com um namorado novo, decidi ficar com elas.

Notei que a loirinha estava muito interessada em mim e tive até vontade de dar uns beijos nela, porém percebia que a morena não estava gostando de nada disso. Como sou um cara discreto, não gosto de escândalos, fiquei na minha porque também pensei que este interesse poderia ser até mesmo efeito do álcool.

No início da semana seguinte recebo mensagem no whatsapp e marco um horário para atender a loira. Chegaram as duas juntas, entraram, nos cumprimentamos e comecei a atende-la perguntando o que queria tatuar. Ela respondeu:

– Eu quero uma pequena rosa…. No bumbum…. – apontando para a amiga e olhando para mim com cara de safada continuou – Olha …. Ela disse que dói muito. É verdade?

Cara é preciso ter muito cuidado nessas situações, pois você é um profissional e o teu sustento é a sua profissão. Frases de duplo sentido são foda, mas como sou vivido e malandro, respondi:

– Não dói muito se fizer com carinho. Existem anestésicos também.

Elas riram. Por ter a aparência de muito novinha, pedi um documento a ela. Foi aí que tive uma surpresa. Vi que tinha 17 anos e como não quero encrenca para o meu lado, disse que precisava de uma autorização e a presença de um de seus pais.

– Mas eu faço 18 na semana que vem. Olha aí… – Disse ela.

Ela tinha razão, mas eu sou muito certinho com estas coisas e pedi para remarcarmos na próxima semana. Ela insistiu para fazer e eu disse que não faria. Desapontada finalizou:

– Na próxima semana eu não posso. Vou ver o que fazer então.

Quase um mês depois recebo uma nova mensagem dela para um novo agendamento. No horário lá vem as duas novamente. Ela escolheu o que queria tatuar, fomos os três para o estúdio e falei para ela ficar de calcinha, deitar de bruços e se cobrir com um lençol deixando apenas o lado da perna que seria tatuada descoberta. Como é de praxe, deixei o estúdio por uns cinco minutos para que ela tivesse mais privacidade e voltei.

Deitada na maca ela estava sem calcinha embora o lençol a cobrisse deixando apenas parte da sua bunda branca visível. Pedi a ela que me mostrasse em que altura ela queria a tatuagem e ela apontou dizendo que usava biquínis bem curtinhos. Comecei o meu trabalho e quando peguei a caneta para dar início a tatuagem ela me disse rindo, com jeitinho meigo:

– Ai…. Passa um anestésico para não doer…. E vai devagarinho….

Filha da puta, pensei. Será que ela quer tirar um barato da minha cara. Peguei o anestésico e derramei na região espalhando naquele bumbum de bebê, macio. Pena que a luva te faz perder parte da sensibilidade. A minha vontade era empurrar o lençol e ver aquela bunda como um todo. Passados alguns minutos comecei a tatuar.

De vez em quando ela dava uma mexida se contraindo e reclamava. De sacanagem eu pedia para ela relaxar e não se mexer. A outra menina no estúdio ria e dizia para a amiga: você não queria…. Agora aguenta a picada.

Aos poucos, o lençol foi saindo do lugar permitindo eu ver parte da bucetinha dela. Procurei manter o meu profissionalismo, mas com todo este clima, como toda esta situação criada, meu pau endureceu.

Enfim, terminei o trabalho e peguei o espelho para mostrar para ela. Estava muito bonito e complementava bem todo o trabalho que a generosidade da natureza deu a ela. A menina era um sonho de qualquer homem. Mostrando pelo espelho e comentando o trabalho, simplesmente ela puxa o lençol descobrindo toda a bunda. Que visão deliciosa aliada a uma vontade imensa de me jogar em cima dela.

– Ficou linda…. – Disse ela abrindo levemente as pernas.

A amiga riu e eu coloquei o curativo, mas a minha atenção estava em outro lugar. Fim da tatuagem, pedi para ela se trocar e saí da sala. Ao voltar, passei todas as informações e recomendações, deixando claro que se precisasse de algo era só procurar.

Assim que saiu, corri para o banheiro bater uma punheta. Normalmente eu não faço isso, porém essa cliente e toda a situação me deixaram muito excitado.

Quase um mês depois as duas voltam e a loira escolhe outro desenho pequeno para tatuar no ombro. Quando entramos no estúdio ela me perguntou:

– Acho que vou mudar o local. Quero que você faça próximo a minha virilha. Pode ser?

– Sim…. Só que para isso você tem que tirar a roupa novamente.

Dei um lençol a ela e saí da sala, voltando após uns cinco minutos. Fiquei surpreso, pois ela estava deitada nua e sem o lençol. Quando eu digo nua é completamente nua, dos pés à cabeça. Para tatuar na virilha você não precisa mostrar os peitos, não é.

Desnecessário dizer, mas meu pau veio bater na garganta de tão duro que ficou. A loirinha era um verdadeiro tesão, com aquela bucetinha fechadinha, completamente raspada, parecia uma menininha mais novinha ainda. Me aproximei e ela disse:

– Vai doer?

– Essa região tem uma sensibilidade maior. Não vou mentir, dói sim. – Respondi.

– Você faz devagarinho… – Disse ela toda manhosa.

Comecei a desinfetar o local quando ela, subitamente, pega a minha mão e a leva em cima da buceta dizendo toda dengosa:

– Eu quero a sua caneta aqui dentro….

Confesso que tomei um susto e disse:

– O que é isso menina…. Você está louca?

– Sim… Louca de tesão. – Disse ela na maior calma – Você se esqueceu que temos uma amiga em comum… Lembra-se da festa…. Quando eu te vi me encantei e perguntei a dona da festa quem você era. Ela comentou comigo que deu para você e é maravilhoso. Sei que você mete bem… Me come.

Acredito que muitos vão achar que não foi bem assim que aconteceu, porém não tenho porque mentir. Quanto a meter bem, sinceramente não sei. O que sei é que as mulheres quando querem dar ninguém segura, mas eu nunca tinha visto algo semelhante. Uma menina, do nada, quer que eu enfie o meu pau na buceta dela. É bizarro. Fiquei olhando para ela e me dei conta que a outra menina estava na sala e perguntei:

– E ela?

– Ela é meu namorado. – Respondeu a loirinha – Só que ela não tem pinto e eu estou louca para ser penetrada. Estou cansada de enfiar vibradores e ela não é muito ciumenta. Se você quiser ela pode até participar.

Como quem está na chuva é para se molhar, liberei a morena para participar. Nunca havia sonhado em algo assim. A morena se despiu e tinha um corpo de mulher, mas jeito de homem. As duas começaram a se beijar e depois a morena começou a chupar a loirinha e meu pau ficando cada vez mais duro. Deixei as duas brincarem um pouco e resolvi entrar na brincadeira.

A loirinha estava deitada na maca e enquanto ela chupava meu pau a morena chupava a bucetinha dela. O boquete da loirinha não era ruim, mas já recebi melhores. Talvez porque estivesse numa posição incomoda ou a morena estivesse tirando a concentração dela. Ficamos assim alguns minutos e resolvi pegar a camisinha e comer logo aquela mulher.

A morena liberou espaço, eu abri as pernas da loirinha deixando-a completamente exposta e vulnerável, num frango assado. Encostei a cabecinha naquela buceta e dei uma forçada. Ouvi um gemidinho e enfiei mais um pouquinho. É uma delícia ver o pau ir sumindo dentro de uma bucetinha.

Fui comendo a loirinha enquanto a morena chupava seus peitinhos. Não demorou muito para ela pedir para comer com força e ter um orgasmo gemendo de muito prazer, embora eu ainda estivesse longe de gozar.

Tenho um sofá na sala de atendimento e falei para ela ficar de quatro ali, pois precisava terminar o serviço. Ela obedeceu e se arreganhou toda para mim. Meu pau entrou sem dó naquela bucetinha. Cravei as mãos na bunda dela e comecei a comer com bastante vigor.

Ela passou a gemer alto e a falar que era um pau gostoso, que estava arreganhando ela, que queria mais, que queria dar, que amava a morena. Fui socando o pau e a puxei pelos cabelos fazendo-a levantar a cabeça. A morena se aproveitou e foi beijá-la enquanto eu fodia.

Meu tesão estava aumentando cada vez mais e passei a brincar com aqueles peitos que balançavam a cada investida minha. Logo, a loirinha se contraiu e teve um novo orgasmo e eu não aguentei e também gozei.

Desengatei e saí do sofá indo sentar na minha cadeira, exausto. No sofá, a morena deitou-se sobre a loirinha e ficaram se beijando e se esfregando por alguns minutos. Depois ficaram de lado e passaram a se tocar. Olhando para a morena e segurando meu pau perguntei:

– Você quer também?

– Não…. – Disse ela – Prefiro assim.

Fiquei assistindo, com tesão até que a morena também gozou e ficamos alguns minutos em silêncio total. Restabelecidas, colocaram suas roupas e antes de ir embora a loirinha disse que iria voltar, pois naquele momento, ela não tinha condição de fazer a tatuagem.

Três meses se passaram e resolvi passar uma mensagem para a loirinha. Ela respondeu que estava com um namorado homem e que a morena a havia feito de corno. Depois daquele dia, segundo ela, a morena nunca mais foi igual até que um dia a pegou com outra mulher e resolveu terminar o relacionamento.

Além de perder uma boa foda, pensei comigo, se a loira deu para mim, porque a morena não poderia ter uma relação com outra também. Seria justo, mas vai entender estas mulheres.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,94 de 18 votos)

# # #
Comente e avalie para incentivar o autor

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Casal cambirel crs e d4 ID:muirlvp40q

    Ja transei com duas lesbicas. Uma era bem machinho a namorada dela achou que eu tinha dado alguna droga pra ela ,pois fazia dois anks que ela não encostava em homens, depois da foda ela falou pra mim se um dia ela fosse querer outro homen teria que ser igual a mim. Meu ego foi la nas alturas.

  • Responder Vantuil OB ID:mujqotchir

    Porra, até eu fiquei louco para comer essa loira. Quem sabe ela volta. E se tiver mais contos, manda ver.