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Vovô emprestou a bonequinha pro vizinho (parte 1/2)

1467 palavras | 2 |4.24
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O avô e s melhor amigo fodem de todas as formas a netinha novinha. A bonequinha perde tudo nessa noite, e só sai quando for completamente descabaçada.

Esse é meu primeiro conto, e é mais como um desabafo. Escrevo e compartilho minhas promiscuidades com o objetivo de me livrar desse tesão obscuro que me corroe por dentro até hoje. Meu nome é Cecília, tenho 21 anos e estou na faculdade. Chamo a atenção de homens mais velhos desde nova, sempre me destaquei pela beleza e comportamentos depravados. Tenho 1.65 de altura, magrinha, cabelos escuros e a pele clara, peitos pequenos, a cintura fina e uma bunda média com coxas desenhadas de anos de ballet. Tenho incontáveis histórias sexuais, as quais vou aos poucos revelando. Hoje vou compartilhar da experiência de abuso com meu avô e um amigo dele.

Eu deveria estar com uns 9 anos de idade quando ocorreu esse episódio horrível. Eventualmente visitava meu avô, velho viúvo que morava sozinho em um apartamento. Ele era medíocre, estatura média e aparência de velho mesmo, era um homem de poucas palavras, curto e grosso. Lembro de estar sozinha com ele raras vezes, e essa foi uma delas. Me largaram lá para passar tempo com o velho e foi nesse dia fatídico que fui abusada por ele e seu vizinho.
Assim que cheguei, meu avô disse que ele precisava tomar seu remédio e em seguida iríamos passear. Lembro de ver ele tomar um comprimido azul e logo me pegou pela mão e saímos do apartamento. Pegamos o elevador e ao invés de descer, subimos alguns andares. Estávamos “indo buscar o amigo do vovô para passear com a gente”.
Já do corredor eu senti cheiro forte de cigarro e fiquei enjoada. Entramos e tinha outro velho, careca e nojento sentado em uma poltrona. A sala tinha pouquíssimos móveis e só uma luz amarela fraca acessa.

– olha como minha netinha já está gostosinha, trouxe pra brincarmos com ela hoje.
– to vendo, um tesão de menininha. Tomara que ela seja bem comportada e goste das nossas brincadeiras e principalmente das nossas mamadeiras!

Os dois caíram na risada e eu não entendi muito, lembro de me sentir vulnerável, desconfortável e desconfiada. Mas também não consegui confrontar eles, nem perguntar quais brincadeiras eram essas. Apenas me calei e assisti assustada. Então o amigo do meu vô (vamos chamá-lo de Jô) me encarou com a maior cara de depravado e disse:

– Cecília, princesinha, venha aqui sentar no colo do tio.

Meu avô me empurrou pelas costas para que eu obedecesse o velho. E assim fiz. Ele me sentou bem sobre seu pau, que ainda estava mole, pro meu alívio. Trouxe o rosto bem perto do meu e eu sentia o bafo terrível de cigarro. Sussurrou baixinho com a voz rouca, enquanto meu avô assistia em pé:

– to vendo que tu és uma menina muito delicada e bonita. E está na idade ideal para brincarmos de boneca com você. Gosta de brincar de boneca?

Eu extremamente tímida respondi que gostava, mas não tinha trazido nenhuma das minhas. Ele disse pra não me preocupar porque tínhamos a boneca ideal. Consigo apenas dar uma olhada de canto no meu avô, o adulto que deveria estar cuidado de mim e passeando com sua netinha, esta com o pau na mão alisando o membro com toda calma do mundo. O Jô já segura minha cabeça e vira que eu olhe pra ele, enquanto meu avô esta atrás de mim.

– Jô, vamos começar logo. Tu pode ver que o azulzinho já tá fazendo efeito aqui e eu não vou aguentar muito mais. Preciso dessa bucetinha virgem.

Eu encaro o Jô apavorada, com os olhos arregalados. Ele me ajeita no seu colo, e coloca a mão por dentro da calça para apertar as bolas. Depois de anos eu fui descobrir que ele estava bombeando a prótese peniana dele. Logo já comecei a sentir um volume imenso no meio da minha bundinha. Fiquei mais assustada ainda. Ele vendo meu nervosismo disse:

– fica tranquila, vamos cuidar bem de você. Vamos brincar agora, mas pra isso você precisa trocar de roupa.

E o Jô começou a tirar minha roupa toda, sem delicadeza. Eu resisti e disse que estava bem com aquela, mas ele insistiu e ainda mentiu que tinha um vestido de princesa para mim. Ele me coloca de pé e me deixa só de calcinha na frente dele.

– descruza os braços pra eu ver esses peitinhos e dá uma voltinha pra eu ver tua bundinha.
– eu não vou fazer mais nada! – falei quase gritando e com cara de choro.
Meu avô, por trás, me da um tapão na bunda e manda eu obedecer o Jô. Nesse momento eu comecei a chorar de dor e fiz o que foi mandado. O Jô se levanta da poltrona com o pau pra fora, um penis enorme de grosso. Já o pau do meu avô é mediano e fino.

– a partir de agora tu é nossa bonequinha, vamos brincar! E você vai me obedecer se não seu avô vai te bater. Senta na poltrona!

Eu sentei só de calcinha, super tímida e sem jeito, com as mãos sobre as coxas tentando ao máximo esconder meu corpinho macio, delicado e completamente nu. O Jô mandou eu tirar a calcinha bem devagar e assim fiz. Tava confusa, sentada pelada em uma poltrona com dois caralhos na altura dos meus olhos. Todos os comandos eram feitos por Jô:

– abre bem bem as pernas e arregaça essa buceta pra gente!
Chorando eu falo: – mas eu não quero…
Nem deu tempo de terminar, meu avô vira um tapa na minha cara e manda eu calar a boca. Obedeço com resistência.

Ambos se olham e abrem o sorriso mais malicioso e cruel que eu já vi na vida. O Jô se ajoelha e cheira minha bucetinha virgem enquanto meu avô bate punha com uma mão e com a outra esfrega minhas coxas, peitos e coloca todo os dedos possíveis na minha boca. Jô suspira fundo e cospe muito forte na minha bucetinha e eu me tremo de nojo, chega a dar ânsia de vômito.

– antes de eu enfiar a minha língua em ti, quero te sentir com os dedos!

Eu me contraio toda a medida que ele começa a abrir minha pepeca com as duas mãos, tentando fazer com que fique mais difícil. Ele fica olhando pra minha buceta minúscula enquanto lambe a boca. Começa a passar os dedos por toda ela, e fica um tempão no meu grelinho, apertando, puxando, dando tadinha e olhando pra ver se minha cara de sofrimento muda. Instintivamente minha buceta começa a ficar inchada e mais melecada ainda. O Jô vendo isso abre um sorriso safado e diz:

– é a hora, vou preparar ela com o dedo pra você, ai você tira o cabaço dessa cadelinha pra eu poder meter nessa buceta sem que ela desmaie de dor.

E antes de terminar de falar ele enfia um dos dedos em mim, tem a resistência do meu cabacinho mas entra fácil porque já estava muito molhadinha. Eu tento gritar mas é inútil porque meu avô está com a mão toda dentro da minha boca. Choro mais, por estar de barriga pra cima, toda arregaçada tendo que chupar a mão de um velho enquanto o outro me penetra pela primeira vez na minha vida com a mão dele. E sem aviso, ele enfia dois dedos e eu sinto como se estivesse sendo rasgada. Ele continua me bolinando. Eles ficam assim um tempo, meu avô batendo punheta e o Jô metendo dois dedos em mim até que meu avô fala:

– Jo, eu não aguento, to quase gozando. Preciso foder ela.

O Jô se levanta e fala pra meu avô meter em mim daquele jeito mesmo, e ele não demora nenhum segundo pra subir em mim e enfiar sem dó na minha bucetinha. Doeu absurdamente e eu tentei sair mas ele segurava muito firme minha cintura. Então eu só conseguia chorar imóvel enquanto ele metia freneticamente. Ardia mas tava ficando cada vez mais gostoso e, era tudo novo pra mim, mas parecia que minha buceta pedia por mais, mais forte e mais fundo. Quando eu comecei a gostar da sensação, sinto um jato quente e ele desaba em cima de mim. O Jô manda ele sair que agora é a vez dele.

– e se recupera que hoje ainda vamos comer o cuzinho dela! Ela só sai daqui completamente descabaçada.

CONTINUA

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2 Comentários

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  • Responder Bucetuda

    Lembrei da minha história, quando fui abusada por um idoso safado

    • Lucio

      Conta como foi
      Bora conversar
      Telegram @Luk_09