# #

Minha filha, minha perdição (Pai e Filha) 4 de 2 – Tomando posse do que é meu

2483 palavras | 1 |5.00
Por

Sentia sua bundinha abrindo quando ela ia pra frente, e quando voltava sentia sua bucetinha quente e melada deslizando no meu pau

Todos acordados tomando café da manhã, menos a Laís, pergutei pela Lais:
– Amor, cadê a Laís? Tá dormindo ainda?
A Carol responde:
– Ela tá acordada, mas parece que esta meio indisposta, tomara que não seja nada sério.
Ela pergunta de volta:
– Amor, a Laís tomou muito sol ontem?
Respondi:
– Que eu me lembre não, mas ontem a noite ela estava bem, não tava!?
Minha mulher olha pra mim cara de preocupada e pede:
–  Vai lá ver ela, ela é seu grude, vai ver tá com saudade.
   Levantei balançando a cabeça e fui em direção do quarto.
   Parei na frente da porta, bati e chamei por ela, o silêncio predominava.
   Então peguei no trinco e fui abrindo lentamente a porta, até que avistei ela deitadinha embaixo de um lençol.
   Sentei na beira da cama e perguntei:
– Laís, tudo bem com você minha filha?
   E passei a mão nas suas costas para fazer carinho nela, e ela se afastou rejeitando meu carinho, aquilo acabou comigo, ela nunca havia me rejeitado, então segurei mais firme em seu ombro tentando virar seu corpo, mas sem ser brusco, apenas solícito, e tornei a questionar:
– Laís minha filha, não faz assim comigo, eu te amo tanto meu amor, fala comigo.
   E de novo ela rejeitou minha mão dando de ombro.
   Então me levante repentinamente, vi que ela se assustou, mas não se virou, aproveitando disse:
– Então tá bom, já entendi, vou avisar sua mãe que você vai com ela na casa da sua tia, e eu vou voltar pra casa, daqui uns 10 dias nos vemos, talvez até lá você decida falar comigo, e virei as costas.
   Quando pego no trinco da porta para abrir, ouço bem baixinho:
– Não pai, não vai, por favor.
   Me viro e olho, ela estava com os olhos inchados e chorando, nossa, eu entro em desespero.
   A consciência de pai decide dar lição de moral dizendo:
– Olha isso, eu sabia desde o começo que isso não ia acabar bem, você quer mesmo que ela sofra!?
   E o animal diz:
– Para com isso, deixa de pensar merda, nem sabemos ainda o que aconteceu, para de tentar piorar a situação, conversa com ela.
   Mais uma vez o animal venceu.
   Voltei até a cama, puxei ela sentando no meu colo enrolada no lençol, parecia um bebê de novo, ela me abraçou e começou a chorar de novo, chorava de soluçar, abracei ela bem forte e deixei ela chorar, ela foi se acalmando, e parou de chorar, comecei limpar suas lagrimas com o lençol, e perguntei:
– Meu amor, o que foi, conversa com seu pai!?
   Ela ficou séria, engoliu o choro e disse:
– Não, agora não.
   Pensei comigo:
– Pronto, arrumei pra cabeça.
   Levantei ela, coloquei ela de pé, tirei o lençol de cima dela e ordenei que fosse tomar banho e que melhorasse essa carinha, pois não combinava com ela.
   Ela foi tomar banho, eu desci e avisei minha esposa que estava tudo bem, e a Laís estava tomando banho e logo iria descer.
   Minha esposa sorriu e disse:
– Não falei, era só saudade do pai dela, mulher sabe de tudo.
   Olhou pra mim e deu uma piscada.
   (Quem não deve, não teme)
   Aquela piscada fez minha alma sair do corpo e voltar e minha espinha congelar e me quebrar no meio.
   Desconversei, mudei de assunto, falamos de outras coisas, então a Laís surgiu na cozinha, vestida com um biquíni verde bem clarinho, a parte de baixo é de lacinhos nas laterais, com uma canga verde florida enrolada na cinturinha , estava linda, nem parecia que estava chorando à poucos minutos.
   Minha esposa viu e exclamou:
– Hummm vossa alteza deu ar da graça.
E sorriu.
   Minha filha deu uma rodopiadinha como se estivesse desfilando, veio em minha direção e sentou no meu colo.
   Olhei pra ela e disse:
– Seja bem vinda minha princesa, bom dia!
   Ela me olhou e respondeu:
– Bom dia Papai, e me abraçou.
   Tomamos café da manhã, meu filho Diego estava passando até mal de tanta ansiedade, a Carol estava enrolando por que estava preocupada com nosso almoço, pois iriamos ficar sem carro, tranquilizei ela, mas quis alertar ela antes de partir:
– Amor, sem mexer no telefone, se for mexer pare o carro, se for parar, pare em local seguro, e se ficar tarde não é para dirigir a noite, pelo seu bem e pelo bem do nosso filho.
   Ela me deu um beijo e disse pra eu ficar tranquilo, pois ela iria voltar pra eles sãos e salvos.
   Ela olhou pra Laís e disse:
– E você minha filha, comporte-se, e obedeça seu pai, mamãe te ama.
   Laís deu um passo pro meu lado e entrou embaixo do meu braço, como um passarinho que entra debaixo da asa da mãe.
   Amava saber e sentir que ela se sentia protegida comigo.
   E abraçados vimos o carro sumir no horizonte, o carro sumiu e ficamos ali ainda parados por um instante sem saber o que fazer, ou pior, sabiamos exatamente o que fazer, mas não por onde começar.
   Então peguei ela pela cintura fazendo cócegas, ela saiu correndo, troquei de roupa olhei no relógio eram 09:40 hrs, e fomos para a praia que ficava logo em frente a casa, armei o guarda sol, coloquei um cooler embaixo com alguns sucos e petiscos, e sai correndo para a agua, minha filha veio correndo logo atrás, pulamos juntos na água, nos divertimos muito, eu jogava ela pra cima, ela virava piruetas no ar, depois de um tempo já exaustos, voltamos correndo para debaixo do guarda sol e deitamos na esteira.
   Então a Laís olhou pra mim e disse:
– Pai, posso tomar sol? por favor.
Minha esposa não deixava ela tomar sol por ser muito nova, pele sensível.
Eu resnpondi:
– Se sua mãe descobrir que deixei ela me mata.
Então a Laís indagou:
– Pai, você ainda acha que não sei guardar segredo? e riu.
Olhei para ela e falei sério:
– Sem brincadeira agora, deixo você tomar sol só um pouco, mas não com bronzeador, com protetor solar.
   Ela deu um pulo de alegria, se jogou em cima de mim dizendo:
– Obrigada pai, obrigada.
   E dando um monte de beijinho no meu rosto até que sua boquinha encontrou a minha, eu não sei explicar, mas essa menina me beijou com uma vontade, parecia que ela estava perdida no deserto e encontrou uma fonte de água, ela estava sentada no meu colo de frente para mim, ela beijava minha boca e começou a rebolar no meu pau, senti seu biquini esfregar na minha pele, aquela sensação da areia raspando nossa pele me deixou louco de tesão.
   Ela olhou para o meu pau que estava duro, quase saindo da sunga, deu mais uma rebolada esfregando sua bucetinha no meu pau e voltou a me beijar.
   Então empurrei ela que caiu na areia, e sai correndo, ela saiu correndo atrás de mim, passei pela casa, entrei pelos fundo onde tem uma ducha ao ar livre para tirar a areia do corpo, me escondi atrás do muro, quando ela passou, grudei ela pela cintura, ela morreu de susto e depois não se aguentava de rir, coloquei ela debaixo do chuveiro e entrei junto, me esfregava para tirar a areia, senti um monte de areia na minha bunda, então baixei a sunga, a Laís quando viu, gritou:
– Pai, que isso!? e entrou na minha frente tentando me esconder, como se tivesse alguem vendo.
   Olhei para ela e disse:
– Filha, só tem eu e você aqui e mais ninguém.
   Abracei ela pela cintura, meu pau entrou no meio de suas coxas e beijei sua boca, ela grudou nos meus cabelos e começou a me beijar com desespero, parecia que queria me engolir, segurei ela e disse:
– Calma Laís, eu não vou fugir.
   Ela me olhou com ar de sofrimento e disse:
– Ontem a noite vi você e a mamãe na varanda.
   Seus olhos encheram de lágrimas, e continuou:
– Será que algum dia você vai me amar como ama a mamãe!?
   Naquele momento percebi que ela estava com ciúmes da sua mãe.
   Meu coração estava acelerado, então sem falar nada, juntei minha filha em meus braços e a apertei sentindo seu coraçãozinho batendo forte, ” para você que esta lendo neste momento eu vou dizer sinceramente”, tudo era uma loucura, tudo mesmo, os sentimentos estavam todos bagunçados, pois eu estava perdidamente apaixonado pela minha filha, era ela quem eu queria, deu vontade de abandonar tudo e fugir com ela, sumir no mundo.
   Olhei para ela e respondi:
– Laís, eu te amo filha, sou louco por você, não sei que sentimento é este, mas eu te quero só pra mim.
   Ela então disse:
– Mas eu sou sua papai, sempre serei.
   Então continuei:
– Você quer mesmo que eu te ame como viu eu amando sua mãe ontem?
   Vi seu rostinho corar, e ela balançou a cabeça confirmando que sim.
   Então se afastou e pegou no meu pau e  deslizou sua mãozinha bem gostoso, ela ia ate a base e apertava, essa menina ja tinha aprendido a me agradar, eu chegava tremer de tesão quando ela fazia isso, puxei a parte do seu biquini pra baixo, seus peitinhos pularam pra fora, nossa como estavam lindos, eu literalmente estava vendo eles crescerem, mamei neles em cada fase do crescimento, agora quando eu sugava, o peitinho entravam na minha boca, seus mamilos ja estavam maiores, uma delícia chupar aqueles peitinhos, peguei no seu ombro e olhei para ela, e ela já sabia o que eu queria, e foi descendo, se ajoelhou na minha frente e começou a mamar meu pau me masturbando com as duas mãos, ela segurava bem forte e chupava a cabeça com vontade, coloquei a cabeça embaixo do chuveiro e senti a agua escorrendo pelo meu corpo enquanto seu sentia minha filha mamar meu pau com vontade, sempre que olhava para ela não acreditava que isso estava acontecendo, estava com muito tesão, mas não queria gozar ainda, se ela continuasse eu iria gozar logo, me abaixei, peguei ela pelos braços e a levantei, ela não gostou muito, vai ver queria que eu gozasse na boca dela, mas eu tinha outros planos, virei ela de costas pra mim, apoiei as mãos dela na parede, com agua caindo sobre a gente, tirei a parte de cima do seu biquíni, ela fez menção em tirar a parte de baixo e eu segurei suas mãos dizendo:
– Agora não, deixa que o papai tira na hora certa.
   Vi seu corpinho arrepiar ao ouvir isso.
   Com ela de costas pra mim, puxei o biquíni de lado, joguei shampoo na sua bunda, coloquei meu pau entre sua bunda e comeceu a roçar meu pau bem gostoso,
seu corpinho esguio de menina me deixava louco tesão, olhava meu pau subindo e descendo entre suas nádegas branquinhas, ela só gemia baixinho, estava metendo no meia da sua bundinha, sentia meu pau deslizando e roçando no seu cuzinho, então virei meu pau para baixo e entrei no meio das coxas esfregando na sua bucetinha, essa menina rebolou como nunca tinha rebolado, abracei ela por trás, apertei seu corpo contra o meu, enquanto pegava nos seu peitinhos e roçava meu pau na bucetinha, perguntei no seu ouvido:
– Tá gostoso rebolar no pau do papai meu bem?
   Minha filha nem falava direito, ela só gemia, e entre os gemidos eu ouvi:
– Ai pai, que gostoso.
   Ela desceu sua mão pela sua barriguinha e pegou na cabeça do meu pau e apertou para cima contra sua bucetinha e começou a rebolar no meu pau, ela abaixava um pouco e esfregava no meu pau indo para frente e para trás, sentia sua bundinha abrindo quando ela ia pra frente, e quando voltava sentia sua bucetinha quente e melada deslizando no meu pau, aquela imagem da bundinha da minha filha rebolando no meu pau nunca mais esquecerei, então a vontade de gozar veio de novo, então segurei ela e disse:
– Laís mama o pau do papai bem gostoso que eu vou gozar.
   Ela se virou e ficou de joelhos e começou a mamar, desliguei o chuveiro e só ouvia o som da boquinha dela mamando meu pau, ela apertava bem gostoso e ia aliviando enquanto chupava, quando eu pousei minha mão na sua cabeça, segurei ela e explodi na sua boquinha, como eu gozei gostoso, gozei ao ar livre na boquinha da minha filha, sem estar preocupado, foi um gozo livre, sem tabu, gozei apaixonado na boca da minha menina, continuei metendo bem devagar na sua boquinha, vi minha porra saindo pelos lados da sua boca, ela continuou me masturbando e mamando até meu pau começar amolecer, ela tirou o pau da boca e disse:
– Desculpa pai, não consegui engolir tudo, era muito.
   Levantei ela e a abracei forte, nossa que amor era aquele que eu estava sentindo pela minha filha.
   Chamei para entrarmos, ela foi andando na minha frente seminua, só com a parte de baixo do biquíni, rebolando aquela bundinha, não resisiti e dei um tapinha, ela deu um pulinho, olhou para tras e sorriu, que coisinha mais linda.
   Então eu disse para ela subir e me esperar no quarto que eu iria trancar a casa.
Continua……

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 14 votos)

Por # #

1 comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder ada

    Tá ótimo , não muda uma virgula no rumo da história.