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Diarista Saciou a Curiosidade do Adolescente

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Uma mulher que trabalha como diarista em casa de família conta como foi a experiência de seduzir um garoto de 13 anos, filho dos patrôes.

Prefácio: Esta história foi redigida por mim, com base em relatos feitos por uma de minhas confidentes.

Diarista Saciou a Curiosidade do Adolescente

Vou contar um pouco das minhas aventuras como diarista. Comecei a trabalhar no ramo ainda nova, tinha uns 13 anos, ajudando minha mãe. Ela me levava junto para eu não ficar em casa à toa e também para aprender a profissão. Aos 17 já pegava uns trabalhos sozinha, geralmente para famílias de classe média. Algumas me chamavam duas vezes por mês, outras precisavam dos meus serviços toda semana. Graças ao bom Deus nunca me faltou serviço, porque modéstia à parte, eu trabalho bem. Algumas famílias são muito reservadas, enquanto outras são bem modernas, vamos dizer. Minha vida sexual não ficou muito distante dos meus clientes: já transei com patrão, com porteiro de prédio, com segurança de condomínio. Não é comum, mas já rolou sacanagem com patroa também. Eu sou curiosa quanto a sexo, gosto de experimentar coisas novas. Mas sem dúvidas, minha paixão é pica. Adoro um homem com ferramenta dura, grossa e quente. De preferência, um que me mostre que ele é o chefe. Tenho uns quilinhos a mais, porém não chego a ser gorda.

O que vou contar aconteceu quando eu tinha uns 25 anos, numa destas famílias modernas, em que os pais criam os filhos para não terem vergonha dos próprios corpos. Eles têm o costume de se trocar na frente uns dos outros. Filha entra no banheiro enquanto o pai toma banho e vice-versa, o filho vê a mãe só de calcinha, os irmãos saem do banho, se enxugam e se trocam no mesmo quarto sem o menor pudor. É tudo muito natural pra eles, a menina e o menino cresceram neste ambiente. Na época, a filha do casal tinha 17 anos e o filho, 13. O pai trabalhava em escritório e só chegava à noite, a mãe tinha um emprego de meio período e os meninos passavam a tarde na escola. Nos dias de faxina, eu podia trabalhar sozinha e tranquila. Um dia, durante a limpeza do quarto dos meninos, encontrei uma caixa embaixo da cama de Rogério. Dentro dela havia revistas de mulher pelada, algumas com poses e outras com fotos de sexo explícito. Curiosidade normal de menino adolescente, interessar-se pelo corpo feminino. Nisso, o menino chegou da escola bem mais cedo: escutei a porta da sala fechar e seus passos em direção ao quarto. Continuei sentada sobre a cama dele, folheando uma das revistas. Ao chegar na porta, ele parou. Imaginei o calafrio que ele sentiu ao ver que seu segredo sujo havia sido descoberto.

– Oi Rogério. Foi boa a aula hoje?
– Magali… Você não vai contar pra minha mãe, vai?
– Contar o quê? Que você vira a cueca pelo avesso, depois do banho?
– Sobre isso aí. As revistas.
– Ah, essas revistas? Será que ela já não sabe?
– Não, eu escondo dela. Você não vai contar, né?
– Talvez não. Senta aqui e vamos conversar sobre isso. Há quanto tempo você vê estas revistas?
– Um amigo me emprestou na semana passada.
– E você gosta de ver as mulheres sem roupa, né? Acha elas bonitas? Gostosas?

Rogério enrubesceu na hora. Antes estava assustado, mas agora sua timidez falou mais alto. Eu estava gostando de provocá-lo. Queria ouvir da boca dele o que aquelas imagens lhe provocavam.

– E essas aqui, fazendo sexo. Meu Deus, olha o tamanho desse pinto! Como é que ela aguenta?
– Ela deve fazer muito sexo, né?
– Concordo, pra aguentar um troço deste tamanho ela tem que fazer todo dia.
– Eu gosto dessa aqui, com o negócio dele na boca.
– Rogério, em que horário você fica vendo estas revistas?
– Só de madrugada, quando a Susany já dormiu.
– Aí você fica de pinto duro, toca umazinha e corre pro banheiro, né?

O garoto não sabia onde enfiar a cara. Aquilo estava me excitando, de uma maneira que eu ainda não tinha experimentado. Era divertido também.

– Então, acertei?
– Sim.
– Se você encontrasse uma mulher como essa aqui, você saberia o que fazer? Como trepar com ela, chupar a xereca, deixar a mulher satisfeita?
– Eu não sei. Acho que não.
– Concordo com você, também acho que não. E sabe por quê? Porque você não tem experiência prática. Você só sabe a teoria. Fica de madrugada se masturbando, imaginando “Ah como seria bom fazer isso”, aí goza e fica só na cabeça.
– Mas eu não conheço nenhuma mulher que tenha vontade de transar comigo.

Aí chegou o momento do meu bote.

– Eu prometo guardar o teu segredo sobre as revistas. E você, promete guardar um segredo meu?
– Prometo.
– Mas já, sem nem saber qual é o segredo?
– Eu te dou minha palavra, não conto pra ninguém. E você não conta sobre as revistas.
– Então tá. O meu segredo é esse: eu vou deixar você fazer estas coisas comigo. Você quer?

Rogério arregalou os olhos. Por essa ele não esperava.

– Me responde logo, porque eu tenho que continuar a faxina.
– O… o que a gente pode fazer?
– Pra começar, tira o uniforme da escola. Fica só de cueca e coloca as roupas de ficar em casa sobre a cama. Assim, se a Susany ou a tua mãe chegar, a gente tem uma desculpa pronta. Você estava de cueca porque ia para o banho depois da escola.

Rogério fez o que pedi e sentou-se ao meu lado. Eu peguei uma das revistas, coloquei sobre meu colo e com a mão direita passava as páginas. Com a esquerda, acariciava o pinto de Rogério, sobre a cueca. Estava bem durinho e minha vontade foi aumentando. Dei uns amassos na piroquinha e perguntei se ele estava gostando. Ele acenou que sim. Perguntei se podia chupar, mesma resposta. Então pedi que ele ficasse de pé e arriei a cueca até a altura dos joelhos. Que pinto lindo, tinha a metade do meu palmo. Uns 11 ou 12 cm no máximo e grossinho. Pele lisa, pelinhos ralos, um saquinho muito fofo. Gentilmente, puxei Rogério pelo pinto para perto de mim. Dei um beijinho na ponta do pauzinho, ainda coberto de pele, depois outros por toda a extensão. Depois lambi a piroca de cima a baixo, várias vezes. Abri a boca e chupei o pintinho do garoto. Pela expressão em seu rosto, ele não acreditava que aquilo pudesse estar acontecendo.

– Pode deixar que agora a Magali vai cuidar de você. Esse pinto é uma delícia.
– Posso te pedir uma coisa?
– Claro, pode falar, meu bem.
– Lambe meu saco também?
– Você que manda, meu lindo.

Cheirei o saquinho do Rogério, estava suado. Deve ter sido dia de Educação Física, por isso saiu mais cedo. Cheirei a virilha, tinha um aroma delicioso de machinho. Saboreei o saco daquele adolescente, que voluntariamente entregava seus genitais para que eu os degustasse. Tirei a cueca, deixando o menino nu. Segurei sua bundinha e apertei a carne macia de suas nádegas. Coloquei a pica toda dentro da boca, que sensação incrível chupar um menino tão novo. Ele arfava e gemia, eu me sentia muito safada. A última vez que eu tinha chupado um garoto daquela idade, eu tinha 10 anos. De lá para cá, minhas transas foram sempre com garotos mais velhos e homens, pois eu queria picas maiores. Tinha me esquecido como é gostosinho dar prazer a um menino. Como todo adolescente, Rogério gozou rápido na minha boca.

– Aaahh… Eu gozei, Magali.
– Eu sei, e achei uma delícia. Muito obrigada por me dar esse leitinho tão gostoso.
– Você pode fazer mais um pouco? Me chupar?
– Se você quiser, eu faço. É muito gostoso brincar disso com você. E vou te falar, estou adorando te ver nuzinho. Dá uma voltinha pra eu te ver.

Rogério deu uma, duas voltas lentas e pude admirar a beleza de seu físico. Ele era muito lindinho, de pele lisa, barriguinha de menino bem alimentado, bumbum carnudo. Caí de boca novamente naquela linguicinha, peguei e passei pelas minhas bochechas. O toque daquele pintinho no meu rosto era muito excitante, minha xereca estava encharcada. Mamei devagar, acariciando o saco do menino e outro orgasmo se sucedeu.

– Tá gostando de gozar na minha boca, né?
– É muito bom, a melhor coisa que eu já fiz!
– Estou com uma vontade de tirar as roupas… Quer me ver nua?

Ele ficou sem palavras.

– Que foi, não me acha bonita e gostosa como as mulheres da revista?
– Não é isso, é que eu não esperava que você… Claro que eu quero te ver pelada!
– Eu acho justo, afinal eu já estou te vendo pelado. E acho você mais lindo sem roupas. Me ajude a tirar as minhas.

Rogério tirou minha blusa, eu soltei o sutiã. Quando ele viu meus seios, embasbacou. Não são enormes, mas proporcionais ao meu porte físico. Chamei ele para perto, seu rosto afundou entre meus seios. O tesão me tomou de tal forma, que fiquei apertando a cabeça do menino, acariciando seus cabelos, enquanto ele apertava meus seios com as mãos. Pedi que mamasse em mim e ele me chupou de um jeito desajeitado, mas me deu prazer. Rogério chupou um peito, depois o outro, aí voltou ao primeiro. Suas mãos pequenas apertavam minha bunda, queriam esmagá-la. Imagino o tesão doido que ele estava sentindo. Aquilo estava delicioso demais! Mas estava na hora de ele encarar minha boceta. Eu estava com uma saia que ia até pouco abaixo dos joelhos. Tirei a calcinha e deitei na cama dele, bem arreganhada. Fiquei dedilhando o grelo e convidei meu pequeno amante.

– Olha minha boceta aqui te esperando. Vem me chupar, vem.
– Caralho, eu não tô acreditando. Isso é um sonho.

Coitadinho do menino, se acabava na punheta durante as madrugadas, sonhando com uma mulher de verdade. Eu estava realizando o sonho dele e isso me dava uma satisfação incrível. Rogério deitou-se na cama e caiu de boca na minha peludinha. Lambeu, chupou meu grelo, provou da minha excitação. Segurei a cabeça dele no lugar e falei para passar a língua com força no grelinho. Meu tesão foi subindo até que não aguentei e gozei na boca do garoto. Perdi o fôlego por alguns segundos, senti meu corpo inteiro pulsar, um calor sem igual. Foi um orgasmo intenso, como há muito tempo eu não sentia. Ele não parou de me chupar, o danado gostava mesmo de xereca. Rogério parecer querer me devolver o favor, já que tinha gozado duas vezes na minha boca. Já que ele estava tão a fim, deixei que me chupasse mais um pouco. Só que eu queria senti-lo dentro de mim.

– Rogerinho, me come agora? Mete essa pica gostosa dentro de mim?
– Ai puta que pariu… É agora…
– Não precisa ficar nervoso, você é um amante maravilhoso.

Incentivado por mim, Rogério deitou-se sobre meu corpo e encaixou sua piroquinha na entrada da minha xota. Ele conseguiu enfiar praticamente tudo com facilidade. Mesmo sendo um pinto mais fino do que os outros que me comiam regularmente, eu consegui sentir bem o contato. Segurei a bundinha dele e mexi os quadris, para que ele me fodesse de verdade.

– Isso Rogério, me come. Seu gostoso, eu quero seu pau dentro de mim. Ai que delícia. Você é um macho lindo, pirocudo. Come minha boceta, come!
– Magali, eu tô quase gozando de novo…
– Goza, meu lindo, goza o teu leite quente dentro de mim. Enche minha boceta de gozo, gatinho…
– Aaahhh… É muito gostoso gozar dentro!
– Continua metendo essa pica em mim… Não para de meter, que eu também vou gozar. Aaahhh… Uuuiii… Você fode muito bem, menino… Que pau gostoso…

Tive outro daqueles orgasmos inesquecíveis. Não é que ele fosse o melhor fodedor de todos os tempos, claro que não. Era pela situação de eu ser a válvula de escape daquele menino inexperiente, de apenas 13 anos, a primeira mulher dele. Isso me fez sentir muito safada, o que multiplicou meu prazer. Ele deitou-se sobre mim e me abraçou, ofegante. Eu pedi a ele um beijo e ele me surpreendeu: já sabia beijar direitinho de língua. Que beijo gostoso. Depois de uns minutos abraçados, comentei que a irmã dele já devia estar chegando. Me vesti e ele foi tomar banho. Terminei a faxina, recebi meu pagamento e fui para casa, com a xereca escorrendo leite do menino. Não lavei aquela calcinha até a porra secar e o cheiro sumir. De vez em quando eu dava uma cheirada nela, só para lembrar daquele dia. Transamos algumas outras vezes. Depois das aulas de educação física, ele tinha educação sexual comigo. Eu o ajudei a pegar confiança em si mesmo. Rogério me contou que conseguiu algumas meninas e fez sexo com elas. Foi maravilhoso ter sido a primeira transa dele.

Nota do autor: este texto é uma ficção baseado em acontecimentos reais. Se não é o tipo de literatura que te agrada, procure outra coisa para ler. Especificamente para MULHERES: se você gostou do meu estilo e simpatiza com minhas histórias e ideias, entre em contato. Adoro conversar com mulheres de mente aberta. Pode ser que a gente acabe se conhecendo e descobrindo que temos muito mais em comum. Sou solteiro entre 40 e 50 anos morador no Sudeste e adoraria me relacionar com uma mulher tão safada quanto eu. Me escreva no [email protected]

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