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Caminhoneiro Quarentão assistiu o galego tomar porra na cara 9

2453 palavras | 4 |3.33
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Recado dos bons: tenha amigos que te mandam vídeos no meio da tarde só pra te deixar animadinho e te deixar “na mão” no bom sentido.

Estava fazendo um trajeto muito longo e decidi parar por um momento no estacionamento de um posto onde abasteci. Minha única intenção mesmo era passar um tempo longe da direção, por isso usei a cama de apoio que fica atrás do banco do pra deitar. Eu cuido para que esse espaço minúsculo pareça sempre confortável, por isso tem um colchão fininho que me possibilita dormir tranquilo quando paro em pontos de descanso na estrada.

Comprei um lanche depois de estacionar, uma lata de cerveja, já que eu pretendia até tirar um cochilo depois, e encostei o tronco do corpo na coberta e no travesseiro, ficando assim mais sentado que deitado. O celular vibrou e Alceu estava lá no whatsapp perguntando onde eu estava. Respondi meio preguiçoso para papo que estava em Minas de novo, bem longe dele, que estava pronto para uma soneca e que ele não poderia me atrapalhar.

– Então segura aí uma ajudinha que eu tô te mandando pra você descarregar as bolas.

Fiquei estressado imediatamente ao aparecer um vídeo na tela e a imagem borrada dar a entender que era um vídeo pornô. Baixei por curiosidade, mas sabia que poderia ser todo tipo de coisa, uma vez que aquilo vinha das mãos de Alceu. Para minha surpresa, a imagem que apareceu foi a do rosto dele. Estava se gravado dentro do caminhão em movimento. Assustei com a cena, mas depois entendi que ele conduzia bem devagar em uma pista completamente vazia. Ri da absurda falta de responsabilidade, mas continue assistindo.

“E aí, Rogério? Firmeza? Olha aqui onde eu tô.” E ele virou o celular para filmar a estrada. Depois virou o filme para si mesmo e continuou se gravando enquanto falava. “Lembra que a gente tava falando daquele galego lá? Aquele que você disse que sabia que dava pra geral? Olha quem tá aqui, doidão!” Ele então virou a câmera para o carona ao seu lado e eu vi que estava falando sério, de fato o cara estava lá. Ele sorria, meio encabulado, fingiu cobrir o rosto com vergonha e depois gargalhou me mostrando o sorriso bonito dele. A ideia inicial que eu tive se desfez na minha cabeça, porque ele não parecia nem um pouco acuado, estava bem soltinho na verdade, e eu me perguntei o que Alceu estava tramando para chegar ao ponto de comentar sobre mim na boleia do seu caminhão com o cara que a gente tramava colocar para nos mamar.

O vídeo seguiu.

“Sabe o que ele tá fazendo aqui? Não? Nem imagina? Porra, tá fraco das ideias mesmo. Manoel tava doidim pra fazer um negócio pra mim hoje. Ele disse que eu parecia tristinho. Não falou, Manoel?” Alceu virou o celular de novo e o amigo dele encenou até um beicinho enquanto concordava com o safado do meu amigo na direção. “Então vem cá, vem. Mostra aqui o que você queria fazer pra mim.”

Foi aí que eu entendi: é claro que não vinha coisa que prestasse das mãos de Alceu. Ele não perde um minuto no ponto.

Na tela do meu celular só estrada, mas no áudio, além do barulho habitual do caminhão, a voz mansa e mesmo assim grossa de Alceu se fez presente. “Abre, Manoel. Pega nele!” Ouvi o barulho de cinto sendo removido, de fivela pesada sendo retirada do lugar, de zíper descendo, de tecido sendo torcido, arrastado.

“To grandão, né?”

“Caralho, tá grandão!” ouvi a voz de Manoel ainda fora de vídeo.

“Fala pra ele” e Alceu só desceu a câmera do celular pra me mostrar o amigo praticamente deitado no banco com o rosto bem pertinho das coxas grandonas e apertadas. Olhou fixamente pra câmera como se pudesse me olhar diretamente nos olhos assim, agarrou o volumão dentro da cueca que já estava a mostra e falou com aquela boca linda que ele tem.

“Olha como tá grandão. Tá pesado pra caramba e eu tô doido pra meter na boca.”

“Então faz isso logo, guloso!” o coroa incentivou. Na voz deu pra ver que estava babando. O vídeo ainda seguia o loirinho e ele estava me deixando de lado pra ficar na rola pesadona e grossa que ele tirou de dentro da cueca e tacou logo entre os dedos. O pau dele é grosso, como eu já disse, pau de maduro parrudo. A cabeça é escura, mas o tronco é levemente mais claro. Tem muita veia em toda a extensão, veia grossa que salta muito na pele e deixa o pau cheio de textura. A cabeça é enorme e baba muito. Em todos os vídeos que me mandava dava pra ver como da cabeça escorre uma babinha grossa e transparente que ele sempre usa para lambuzar a bunda de suas vítimas. Foi essa babinha que o galego catou com a ponta fininha dos dedos delicados e esfregou nos lábios como se estivesse fazendo uso de um protetor labial. Fez isso olhando para a câmera com um sorrisinho sacana de quem sabe que instiga o telespectador.

E estava me instigando. Não só isso, como já estava me deixando excitado num nível muito pesado. Meu pau já tinha acordado dentro da bermuda ainda quando Alceu começou a dar dicas do que estavam fazendo na boleia. Naquele momento minha rola já estava era toda melada.

“Cê gosta dele babão assim, né?” a voz de Alceu preencheu o vídeo. Ele seguia dirigindo e filmando. Conseguia fazer isso porque continuava muito lento.
O galeguinho dele catou o pau de novo e despejou uma série de beijinhos na cabeçona, melando ainda mais os próprios lábios e os abrindo bem devagarinho para começar a abocanhar a tora. Fazia olhando a câmera, me olhando, portanto, mas fechava os olhos de vez em quando, delirando com o sabor e o cheiro da rola.

“Quer meter na boca, quer? Rogério queria estar aqui pra você sentar entre nós dois e ir pegando na nossa pica o caminho inteiro. Já que ele não tá, mama a minha, vai. Coloca na boca. Assim, bem devagarinho, vai… Ah, quer morder? Ó Rogério, ele curte morder a cabeça da rola. Que safado!”

Alceu terminou com gemidinho pra mostrar o amigo usando os lábios pra morder a cabeçona da pica. Dava pra ver ele apertando um pouquinho e dando uma mamadinha depois. Sorria quando o parrudão tremia no banco e rosnava em brincadeira.

Eu tirei meu pau da bermuda pelo zíper, ele estava melado como é de se imaginar e as bolas estava inchadas embaixo do tecido. Terminei de arregaçar a cabeça, mexi um pouquinho nela e fui movendo a pele pra cima e pra baixo.

“Porra, quer colocar todinho dentro da boca? Olha Rogério, ele quer colocar tudinho na boca. O bezerrinho gosta de fartura. Gosta assim, né? Parece um neném segurando uma mamadeira. Olha só como ele faz!”
Eu estava assistindo Manoel segurar a rola com os dedos bem abertos como se fosse dificultoso segurar a grossura dele com mais delicadeza. Tinha que segurar com força mesmo e ia enfiando na boca devagarinho, com cuidado, sentindo cada centímetro pra dentro, pressionando cada veia com os lábios na medida que a cabeça ia se afundando na garganta. Era tão safado nisso que cuidava de continuar com o rosto meio deitado na coxa para que eu pudesse ver perfeitamente o boquete que pagava para o amigo dono do caminhão. Esse que por sua vez soltava gemidos cada vez mais grossos, mais encorpadas, de bicho no coito.

“Caralho, sua língua gruda nele que não solta nem com reza. Puta língua safada essa sua. Mama, porra. Isso, suga. Aperta ele na bochecha. Gosta do papai te enchendo assim na boca? Fala que gosta!”

“Ado… Adoro…” Manoel parou pra tossir. “ Adoro te mamar assim!”

Eu quase gozei quando vi o cara daquele tamanho, um machão do caramba, todo loirinho, boca rosinha, cabelo bagunçado e bochechas vermelhas tirar o pau inteiro de dentro da boca e tossir com os olhos apertadinhos. A saliva engrossada com o líquido do pau criou uma linha presa à cabeça do pau e ao seu lábio que só quebrou quando ele falou que adorava mamar. Adorava mesmo. Dava pra ver.

O vídeo teve um ruído muito grande, um tremor esquisito e eu vi Alceu se preparar para usar um acostamento. Ele parou o caminhão e continuou se mexendo e me deixando ver que estava descendo mais a calça jeans e expondo a virilha inteira e as coxas peludas. Ele se arrumou de novo, levantou mais a camisa, prendeu na altura do umbigo. Com uma mão segurava o celular ainda filmando a cena e usou a outra mão para segurar o queixo de Manoel que voltou a usar a coxa como apoio para o queixo. Alceu gemeu quando arrastou o dedão por toda a pele queimada da bochecha de sua vítima e depois escorregou para a abertura dos lábios.

“Beija ele, safadão!”

Manoel fez. Mordiscou a ponta do dedão, lambeu deixando ele bem babado e beijou toda a área interna entre este dedo e indicador. Lambeu e continuou chupando a pele da mão do meu amigo. Assistir essa safadeza me deu tanto tesão que eu tive que arrancar minhas bolas do tecido para apertá-las com força, provocando uma dor muito típica que se sente quanto o pau crava a bunda de alguém e o saco se espreme no vão da virilha. Ele seguiu, só que mais guloso por outros dedos. Segurou dois com os lábios, os lambeu com uma expressão muito safada, com um gemidinho manhoso e voltou a chupar, abocanhando o que podia. Fez isso com três e depois quatro dedos inteiros na boca.

“Imagina ele fazendo isso com minha mão suja do trabalho? Ele gosta, esse safado. Adora que eu trate ele assim, Rogério. Aposto que esse puto queria você aqui também pra te chupar assim. Queria?”

“Muito!” O galego respondeu com os dedos fora dos lábios, mas presos ao queixo babado. “Queria trepar com os dois.”

“Trepar? Alceu perguntou ainda filmando o mamador.

“Trepar gostoso com vocês dois. Ser fodido até meu cu abrir exatamente da grossura desse pau aqui.” E ele agarrou a rola com as mãos me mostrando como ela inchava quando você aperta a base. Ele masturbou um pouquinho, também, fazendo a cabeça tremer no ar e abocanhou novamente a pedido do meu amigo.

A medida que sugava seguia tendo o rosto amassado pela mão grandona e babada do coroa. O dedo passava na testa, bagunçava e melava as pontas do cabelo fino, descia pela orelha, a bochecha, seguia ao queixo, apertava o pescoço. A pica permanecia socada dentro da boca, às vezes fundo demais fazendo o guloso engasgar muito, às vezes só um pouco para fazê-lo buscar mais como um viciado. O vídeo era feito tão perto do rosto dele que tudo aquilo era muito real pra mim e a medida que eu ia assistindo meu pau ia pulsando entre meus dedos e me dando a sensação de que eu poderia explodir a qualquer momento. E explodi porra pra tudo que é lado. Ela voou na minha camisa, minha bermuda, parte do gozo escorreu pelos dedos e o interior deles. Porra grossa e quente. Gozei gemendo e falando baixinho em suspiro.

“Alceu, filho da puta. Goza na cara dele agora!”

Parece que ele me escutou. A pica, de uma forma que só muito sangue consegue explicar, cresceu ainda mais em uma pulsação violenta e ele foi arrancada de dentro da boca do faminto unicamente porque a porra seria jogada na cara do galeguinho, e não garganta adentro. E ela escorreu lindamente. Primeiro no bigode deixando ele todo sujinho, depois espirrou um jato no olho no momento em que o coroa desceu um gemido grosso, um urro monstruoso mesmo, e depois os outros jatos, porque foram cinco bem carregados, foram caindo pelo lábio, queixo e bochecha. Os dois gemiam e eu sabia que eles faziam aquilo pra mim. Soube porque Alceu falou diretamente comigo.

“Hmmm. Rogério, sente essa gozada. Olha! Quer porra? Olha isso, melei a carinha dele toda. Caralho, que delícia de mamada, me fez gozar a porra todinha do saco. Tava com fome, Manoel? Vem Rogério, prova aqui direto da cara dele.”

Mexendo nele, meu amigo catou um tanto com a ponta do dedo e deu na boquinha do galego com um carinho de se estranhar. Fez ele sentar, puxou o corpo dele pela camiseta e eu vi a câmera ficar encostada no peito do bezerrão. Eu só soube que eles estavam se beijando por causa do barulho. E foi um beijo de língua solta, porque o ruído molhado não era de beijo tímido. Tinha um suspiro muito forte no meio dos lábios que deu a entender que era de Manoel e as duas línguas pareciam travar uma briga gostosa para saber qual delas levaria a maior parte das chupadas apressadas do outro. Eles sorriram depois do beijo e Alceu voltou a filmar seu rosto. A boca estava úmida como fica depois se ser chupada, brilhando porra, saliva e um tesão muito bom de assistir. Ele sorriu primeiro e falou depois.

“Passou vontade, doidão?” E deu uma piscadinha com o olho esquerdo. Senti algo na piscada e não me fiz de doido.

O vídeo acabou, voltei ao chat e comecei a digitar livrando a tela de ser melada pela porrada que ainda cobria a outra mão livre.

– Passei – eu mandei.

Ele respondeu depois de um minuto cravado.

– Passou o quê, viado?

– Vontade, velhote.

– Queria, né?

Eu demorei pra digitar.

– Ainda quero, uai.

– A mamada? – ele mandou só assim.

– A mamada dele e a sua porra.

Ele demorou pra responder.

..

– Caralho Rogério, eu vou acabar com a sua boca!

Eu ri alto, gargalhei mesmo, meu pau voltando a endurecer e não respondi mais nada. Eu estava mexendo com gente ruim e aquele filho da puta iria acabar comigo assim que pudesse.

Fogo serve pra quê mesmo, senão queimar?

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4 Comentários

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  • Responder Rabudobranquinho

    Só continue, eu piro com esse coroa, queria os três só pra mim!

    • Rogério M.

      Três desses aí é barra pesada, hein?

  • Responder Gauchinha(o)

    Eu vi em um comentário no site que dizia assim, nós nascemos para servir aos homens, isto me botou para pensar, achei legal, eu adoro servir um macho, desde jovem eu sei o quanto é gostoso estar nos braços de um homem, sentir o cheiro do macho, o gosto da pica, não dispenso um colinho, adoro sentar no colo e sentir o pau procurando a entradinha, rebolo na pica, como uma puta experiente, eu nasci para ser puto, disto eu tenho certeza.

    • Rogério M.

      Seu comentário me deixou mole aqui. É isso mesmo: você nasceu para isso. É preciso aceitar nossos lugares.