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O Homem do circo me comeu

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Essa história é real e aconteceu quando eu tinha 10/11 anos, eu era um garoto branquinho, bochecha rodadas, cabelos preto, era magrinho…

Essa história é real e aconteceu quando eu tinha 10/11 anos, eu era um garoto branquinho, bochecha rodadas, cabelos preto, era magrinho e tinha um bumbum empinado, sempre fui um garoto levado, fui iniciado cedo, porém essa história eu não conto por ser muito pessoal, algo que nem sei Se lembro como começou, não pretendo estimular nada além de um desabafo que aconteceu comigo e que sempre tive vontade de contar.
Eu vivia muito dentro de casa, minha mãe não deixava brincar muito com os garotos da rua, morava em uma área da periferia de Fortaleza, normalmente meu pai que deixava brincar na rua até as 21h, por ser um bairro simples, qualquer coisa era novidade pra molecada, desde circo a parque, era uma tarde quando minha mãe diz.
Mãe – Neto vai comprar pão e leite pra nós lanchar assistindo vale a pena ver de novo.
Eu – Vou sim mãe
Então botei uma blusa e peguei o dinheiro, o mercadinho era na outra rua bem em frente a uma praça que só tem uns banco no meio daquela terra com pedaços de calçada quebrada, estava caminhando na rua quando vejo um caminhão e uns carros desses com casas acoplada no veículo, passei olhando e vi que era o um circo sendo montado naquele espaço, resolvi da uma passadinha pra ver como seria, sempre fui observador, vi um colega meu e fui com ele pra pertinho mesmo dos caras montando, então veio um senhor e sua filha na nossa direção e já de cara deu cortesias por nós ser ainda moleques, era batata porque a gente chamava os amigos da rua, apesar de não sair muito eu tinha alguns amigos que frequentavam minha casa. Sempre tive muitos brinquedos, meu pai me dava altos brinquedos bons, acho que era a forma de ele compensar o que não teve com o pai dele. Fui ao mercado e voltei pra casa, contei pra minha mãe e ela deixou, e disse que se tivesse disposta até iria comigo. O espetáculo seria no outro dia, quando deu 19h terminei de me arrumar e fui com Anderson um amiguinho meu, chegamos lá e entregamos os bilhetes, entramos e escolhemos o lugar, tocava um som enquanto nada acontecia, eu olhava encantado aquele lugar mágico, onde teria suspense, palhaço, arte, era algo que sempre eu fui ligado, as luzes apagam e o dono do circo entra todo arrumado de terno brilhoso e se apresenta.
Dono do circo – Boa NOITE meninos e meninas, senhoras e senhores, nosso espetáculo vai começar. (Aplausos do público ) bom nosso espetáculo acontecerá da seguinte forma, no final vamos ter a transformação do Lobisomem e quem não quer ficar é só sair, será permitido apenas pessoas de 14 anos na apresentação do lobisomem.
Eu – Deve da medo né?
Anderson – DA não cara, é divertido kkk
Eu – Só se for pra você
O espetáculo começou com os malabaristas, e logo após um casal dançando vários ritmos, logo depois o dono entra novamente e fala que vai preparar a lona pq o trapezista seria o próximo.
Deixei o Anderson na arquibancada, e fui no carrinho da pipoca que ficava dentro do terreno do circo, lembro que tinha um senhor de idade atendendo, e próximo dele um cara que era como segurança da bilheteria, as pessoas não paravam de falar do homem que se transformaria no tal lobisomem, tinha uma turminha esperando a pipoca e eu falei em voz alta.
Eu – Credo, ainda bem que não posso ficar, morro de medo disso
Então escuto uma voz do cara sentado na cadeira perto da bilheteria falando – faz medo não, é só pra assustar, mas é brincadeira.
Ele era um homem que aparentava ter seu 35 anos, negro, ele era forte, mas não de academia, tinha um cabelo liso, porém um pouco mais concentrado e curto corte padrão dos cara. Tinha um bigode daqueles que já junta com o queixo e tinha um bafo de cigarro.
Eu – Mas eu morro de medo dessas coisas, acho que começa às 9 da noite ne (21h)
Segurança – Sim, acaba as 10h (22h), você mora aqui perto?
Eu – Moro, moro aqui na rua do lado.
Segurança – Então chega rápido em casa
Eu – Bom que não ando muito kkk
Então me despedi dele e comprei a pipoca pro Anderson é algodão doce pra mim e um refri, cheguei na arquibancada sentei ao lado de Anderson, começamos a ver os trapezistas pra lá, pra cá, depois entra o cara com as facas e atira próximo a garota na porta, aquilo pra mim era tenso demais, então do nada eu sinto uma mão passar pela minha cintura por de baixo da arquibancada de madeira, olhei pra trás e era o segurança, ele apenas fez um gesto de positivo com o dedo e perguntou se eu estava gostando e concordei com a cabeça positivamente e ele saiu, os palhaço entraram e se despediram do público, então quem era mais novo de 14 pra baixo teria que deixar o circo pq o espetáculo final iria começar.
Anderson – Eu vou ficar.
Eu – Mas tu tem 12
Anderson – Ninguém sabe.
Eu -Você é alto, da pra enganar, eu não, então quando for começar eu saio.
As luzes do circo apagaram e eu tratei de correr pra fora do circo, estava só eu saindo praticamente.
Segurança – Saindo agora em, pensei que tinha criado coragem
Eu – Não, não mesmo, só estava com meu amigo que vim com ele.
Segurança – Qual teu nome garoto?
Eu – Neto e o senhor?
Ele – Ednardo, e teu amigo vai ficar assistindo e vc já vai?
Eu – Sim, ele pode assistir, eu ainda não tenho a idade de assistir.
S. Ednardo – e tu já tem quanto?
Eu – tenho 10 ( acredito eu que era 10 /11)
S. Ednardo – Se tu quiser assistir eu tenho um canto que o lobisomem não passa e vc assiste de boa, eu já sei o espetáculo de co, é só um rapaz com fantasia.
Fiquei meio pensativo, achei ele bem simpático, não me passou nada na minha cabeça, então eu pra não ser meio chato e pra falar pro anderson que eu vi, aceitei a proposta, então ele se despediu da pessoa que estava na bilheteria e falou que levaria eu ao banheiro, uma desculpa que ele disse que daria pra eu poder assistir atras do palco, caminhamos pela lateral do circo, e entramos por uma lona aberta, entramos por um lado longe da arquibancada e era bem escuro, só tinha uma cadeira, então estava começando ainda e eu em pé.
S. Ednardo – se tu quiser pode sentar aqui no meu colo viu netinho, tem problema não, só tem essa cadeira, mas só quando vc cansar de ficar em pé.
Eu – tá certo.
Só que na minha cabeça seria rápido, o que não foi, então ele viu eu trocando sempre de perna pra ficar melhor em pé. Então ele puxa pra eu sentar na perna dele, só em uma, então espetáculo começou, o cara começou falando da história da lenda.
S. Ednardo – Netinho senta aqui no meio, minha perna tá cansando.
Prontamente fiz, ele estava usando aqueles calção de malha fina com destaque branco, uma blusa preta e sapato preto e com meia no calcanhar. Bem hetero de hj kkk. Sentei em cima do colo dele, senti algo roliço mole, mais normal até aí, estava de olho no espetáculo, então eu senti ele só passando a ponta do dedo na minha perna, eu criei um afeto por aquele toque enquanto a história rolava no picadeiro, eu tinha achado ele bonito, e o fato de um cara me ouvir foi legal. Com aquele toque eu deitei minhas costas no peito dele, então ele agarrou pela cintura, estava escuro, e se aalguém olhasse poderia achar que era sobrinho com tio, ou pai e filho, mas tinha pouca gente e estavam todos vidrado na história.
S. Ednardo – Gosta de carinho neto?
Eu – Sim, eu gosto.
S. Ednardo – tem probelam não né te fazer carinho?
Eu – Não tem não.
Eu já estava gostando daquela sensação dele fazendo carinho na minha perna, eu estava começando a sacar que ele poderia querer as mesma coisas que os meninos mais velhos do esconde esconde gostavam de fazer com nós pivete. Então eu comecei a mexer mais de propósito em cima da rola dele pra ver o que aconteceria, ele apertou mais contra ele, e deu um cheiro no meu cangote disfarçado, aquele momento estava acontecendo mesmo ali, eu sentia aquele pedaço dele pulsando na minha bunda, o clima quebrou com a luz vermelha no centro do circo e todos gritando, inclusive eu kkk, então ele disse, vamos pra um lugar até terminar, ele não nos acha lá, eu logo acompanhei ele, e fui até essa parte bem atrás do circo, então ele tenta abrir um banheiro desses antigos de obra da prefeitura, mas era de madeira na época, ele tentou entrar e tinha gente, então ele sentou em uma cadeira, tava caindo uma chuvinha bem leve mesmo, eu sentei de novo no colo dele, mas dessa vez de um lado da perna, do nada ele lasca um beijo na minha boca, eu tentei corresponder aqueles movimento, aquela boca grande, sentei então de frente pra ele com as pernas em volta da cintura dele, sentia aquele pau pulsando, ele botou a mão dentro do meu calção e aperta meu bumbum, nossa, aquela mão era grande e áspera, eu me assustei quando o dedo dele tocou no Meu anelzinho, nisso eu senti uma vontade de rebolar naquele dedo, parecia que não tinha perigo de estar ali.
S. Ednardo – quer ganhar uma semana de entrada de graça?
Nessa hora sai desse banheiro um homem, meu coração gelou, então ele na maior naturalidade me disse que ali era o irmão dele, ele olhou pra ele com uma cara e disse, cuidado pra não ser visto.
S. Ednardo – esse garoto vai só me acompanhar no banheiro.
Eu estava totalmente sem jeito, o cara era irmão dele, era mais alto e cabelo enroladinho, ele saiu e foi pra um dos carros, entrei no banheiro com ele.
S. Ednardo – vamos ter que ser rápido, nisso ele baixa a tampa do vaso sanitário, sentei e então ele tirou aquela rola dura pra baixo. Levei minha mão em direção aquela rola enorme, era a Primeira vez que via uma rola dura de um cara adulto na minha mão, ele gemia. Eu só pegava sem masturbar ele.
S. Ednardo – abre a boquinha, bota ele na boca
Eu – Não cabe não, é grande
S. Ednardo – Até onde sua boca aguentar vai, bota boquinha bota.
Apontava o pau pra minha boca com a mão dele por cima da minha. Eu abri a boca e tentava chupar aquele pau, minha boca ia só até a metade, sentia um gosto de mijo com salgado grosso na minha boca, mas estava adorando, estava gostando do que estava rolando ali, aquela rola melada como a do Meu primo que toda hora mela o céu da boca da gente.
S. Ednardo – nossa, essa boca gostosa pra caralho, chupa vai chupa, engole essa pau meu bb.
Eu tentava o máximo, mas nem se eu quisesse, então ele pediu pra eu tirar meu calção, nessa hora eu gelei, já sabia o que ele iria fazer, cansei de ser arrombado pelos mais velho da rua nas brincadeira. Eu tirei e calado fiquei, pois já sabia que eu ia sentir uma rola no cu.
Como eu era pequeno deu pra ficar de quatro no vaso, ele então começou a passar a língua no meu cu, entrava muito aquela língua, era enorme mesmo, mas era tão incrível aquela língua molhada em contato com meu cuzinho rosinha, aquela barba do bigode e do queixo passando na minha bunda, ele passou um tempo rápido, porém preparou bem, ele começou a pincelar aquele pau, e Pediu pra eu morder a blusa dele, mordi, nessa hora eu senti aquela pressão no cu de uma bala querendo entrar, nossa, ele cuspia muito, quanto entrou, eu tentei sair, pra quê fiz isso? ele me puxou de uma vez que fiquei com a Rola dele quase toda dentro do meu cu, ele botou a Mão na minha boca.
S. Edinardo – Agora tu cala boca seu porra, se tu gritar vai aparecer gente e tu apanha.
Nossa ele transformou ali, estava outra pessoa, começou uma movimentação mais rapida e eu gritando na mão dele, era dor, com medo e prazer, eu comecei a acostumar com aquela rola, mas mesmo assim ainda não estava toda dentro. Nessa hora ele tira o pau de dentro, eu com as pernas bamba do lado da porta vejo ele sentar e manda eu sentar no pau dele, nessa hora eu vou a caminho dele, meio trêmulo sento devagar, até entrar quase todo, então ele mandou eu beijar ele,.comecou a meter de leve e acostumei que dei a volta na cintura dele, tava tão gostoso, aquele homem enorme só pra mim, me Desejando, eu sentia aquele pau quase todo dentro, então elé.levanta junto comigo, ainda com o pau dentro e fica metendo me segurando, eu gemia baixo, mas era dor e prazer, ele acelerou e eu gemia, aí aí.ai de vagar ser ednardo, de vagar. Ele Só me beijava e então senti aquele líquido que não entendia bem o que era aqueles jatos no cu, já tinha sentido outras vezes, mas essa foi forte mesmo, pensei que era mijo em mim. Ele Me Tira de cima dele e friamente manda eu colocar a Roupa, então alguém bate na porta enquanto eu estou no chão com o cu em chamas e uma sensação de um pau na minha barriga.
S. Ednardo – puta pariu, fica aqui atrás de mim
Fica calado. (Ele fala) tá ocupado
Irmão dele – Sou eu o Fábio, tu ainda tá Com o garoto aí?
S. Ednardo – quer me matar de susto seu merda.
Ele foi abrindo a porta pro irmão e ainda me viu pelado. irmão dele ainda se vestindo.
Fábio – comeu?
S. Ednardo – Já tá amamentado.
Fábio – ele chupa bem?
E. Ednardo – Chupa e tem um cu sensacional. Mas ele tá muito dolorido, meti pra dentro até onde deu de uma vez. Viu estrela.
Eles riram um para o outro, então seu Ednardo saiu do banheiro e deu xau, Fábio fechou a porta, ele era mais alto, magro, uma barriga definida. Ele baixou o calção e me chamou, a rola dele já estava quase dura, virada pra esquerda.
Fábio – vem agora tu vai mamar mais, vai ganhar leitinho.
Nisso eu bem nervoso me aproximo e me ajoelho, vi aquele piroca preta e pentelhuda, comecei a masturbar ele como o irmão dele me conduziu, mas o pau dele era torto, ele mandou eu ter cuidado pra não botar o dente. Botei aquele pau na minha boca, eu comeicei a chupar ele, ele gemia, botava a mão no meu cabelo
Fábio- porra pivete, você nasceu pra isso, você chupa bem, boquinha pequena e quente, caralho que gostoso.
Ele bombabava aquele pau torto na minha boca o que fazia até da uma dor na boca. Daí ele tira a rola da minha boca.
Fábio – Abre a boca pequeno abre a boca abre a boca vai.
Ele batendo uma e ofegante, então só sinto aquele jato forte mesmo, na boca, no olho, dentro do nariz, ele segurava pra não gemer alto, mandou eu me limpar com papel, me vesti, sai de lá pelas grades do fundo do circo, não me deparei com o tempo, já era umas 22:30, o que era certo um carão dos meus pais, eu sai daquele circo, a rua estava toda deserta, começou uma chuva forte, fui pra quadra de futebol do outro lado da praça quase vizinha e tomei banho de chuva, queria ficar limpo,.estava todo melado ainda no cu, sentei no canto da quadra pensando no que tinha ocorrido, não sabia se sentia culpa de algo tão gostoso que aconteceu ali. Fiquei com medo de aparecer no circo e eles contar pra alguém, não pisei lá até o circo ir embora, eu sempre presei pela descrição,.os moleques mais velhos que me comia as vezes me respeitavam por medo do meu pai policial. Cheguei em casa todo molhado, dei a desculpa que espetáculo acabou tarde, e fui pro meu quarto como nada tivesse acontecido naquela noite. Meu bumbum passou no outro dia escorrendo direto. Bom espero Que tenham gostado

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13 Comentários

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  • Responder Picasson da silva ID:1euxebk4vg4s

    Acredito esses viadinhos novinhos aguentam muita rola gde e das pessoas mais velhas a bundinha e a boquinha desses viadonhjs parece de menininha e muito macia uma delícia o cuzinho aguenta rola entra macio ainda deixou por toda rola grossa qto pinta eu até como esses viadinhusnmenininhas

  • Responder Roque admirador de rola ID:ona3cygd9d

    Conto delicioso fiquei com inveja meu cuzinho ficou até úmido delícia

  • Responder Victor ID:81rd46woib

    Sexo é bom, descobertas ainda bem novo é legal. Porém quando e encontra pessoas gentis em nossos caminhos. Sou afeminado e desde novinho já sentia tesão por homens, perdi meu cabacinho com um cara incrivel, carinhoso, fez eu me sentir especial. Claro que nem td é flores, ao meu pai descobrir quase acabou com minhas preguinhas, mamãe muito submissa nada podia fazer se não também sofreria abusos. Por 3 anos vivi um caos, só sossegou quando me vendeu para um espanhol que é muito gentil, ja estamos 8 anos juntos e felizes

    • Dartanhã ID:gsus5p20d

      Eu também desde bem novinha eu sabia que homem é o que eu queria, fui penetrado a primeira vês com 18 aninhos, bem novinho, que tirou meu cabacinho foi o Élio, fui muito feliz com este homem, vivemos juntos por 9 anos, fui a mulherzinha dele, eu amei este homem, ai como eu amei.

  • Responder gui ID:gqb6fxxik

    delícia, experiências como essa são ótimas pras crianças, espero q todas tenham oportunidade de serem fodidas por algum adulto pervertido!! tesão de conto

  • Responder Alino ID:8cipxpz6ik

    Terrível mano se isso tivese acontecido comigo eu contaria… Eu sempre gostei de meninos mas eu nunca ficaria com um velho quando eu era criança deus me livre quarde🤮🤮 minha primeira vez foi com um vizinho de mesma idade, eu via outros gays pegarem velhos por dinheiro e sentia nojo 🤮 gays bem novinhos mesmo. Teve um que até pegou aids

    • Netinho ID:6su1ta720j

      Ele Não era velho, ele era um daddy lindo, aquele sorriso até hoje eu guardo. Nada aconteceu a força, eu sempre fui safado desde criança. Ele Era forte, tinha umas pernas, eu só fiquei confuso pq até então foi algo inesperado.

  • Responder Ponto ID:1v7dj128

    Sinto muito que isso tenha te acontecido

  • Responder Jg ID:7r03ucemqj

    Que horrível…sinto muito cara, conta isso pra polícia..

    • :( ID:gsudr8d9a

      sim… isso foi literalmente um abuso, criança vey que nojo

    • Netinho ID:6su1ta720j

      Já faz muito tempo, se fosse pra denunciar alguém não seria ele, mas que abusou realmente de mim quando eu era pequeno, eu sempre senti desejos por garoto desde pequeno mesmo, mas não tive a oportunidade de escolher minha primeira vez, disso eu sinto falta na minha opção de vida.

  • Responder Poliana ID:g61z0ie8j

    Gostei muito parabéns…https://t.me/Eupolianasilva

  • Responder Marvel2019 ID:xglop7hk

    Muito bom…conte mais.