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Sendo punida pelo mestre 2

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Trai o mestre e ele está me punindo da melhor maneira

Quando acordei todo meu corpo doía, sentia cada centímetro reclamar, sentia frio, eu estava nua e pior, estava pendurada ao teto pelos braços e pernas, meu cansaço era tamanho que não fui capaz de sentir quando o mestre me trouxe para cá.

Olhei ao redor e conheci bem o lugar, era o quarto de punições, e eu estava sendo punida, ouvi a porta se abrindo e passos se aproximando, o mestre estava nu, um cigarro entre os dedos em uma mão e um chicote na outra, parecia o mais encantador ator de filme pornô chique, eu sorri.

– Não vai ter motivos para rir quando eu acabar com você.

Sua voz grossa me arrepiou por inteiro, eu fechei os olhos.

Ele veio até mim, me tomou num beijo sexual, apertou meus seios e levou o cabo do chicote ao meu cuzinho, passou o cabo pelas minhas entradas, sem penetrar, de surpresa estalou o chicote na minha bunda.

Eu arqueei em dor e surpresa, a respiração presa a garganta, ele voltou para minha frente, eu estava a altura de sua virilha agora, sabia o que estava por vir.

Seu membro quase ereto foi posto a minha frente, eu o lambi, o mestre me segurou pelos cabelos.

– Chupa.

Abri a boca e tomei a cabeça de seu pau, chupe levemente e olhei para ele, engoli o máximo que conseguia deixando um rastro de baba por toda a extensão, ele forçou minha cabeça e atolou todo seu pau na minha garganta, eu chacoalhei e tentei sair, ele não permitiu.

Passou a foder minha garganta, quase sem tirar o pau, apenas tentava ir o mais longe possível, eu engasguei e lágrimas saíram dos meus olhos, ele tirou o pau e riu.

– Você já aguentou mais.

Eu tossia e ele foi até minha buceta, passava os dedos pela entrada, estudando, massageou o clitóris levando uma carga de prazer ao meu centro úmido, enterrou dois dedos e eu gemi, arqueando o corpo, seus dedos eram ágeis, logo eram três, entraram com dificuldade pela posição a qual me encontrava, a outra mão foi para meu cu, enfiou dois dedos, eles obviamente não entraram fácil, ele cuspiu para lubrificar e entrou novamente doeu e incomodou mas eu aguentei, sabia que o prazer viria em breve.

– Sente, meus dedos te fodendo em todos os seus buracos, como se abrem para mim, como você é minha, sua cadela – Retirou os dedos e desceu um tapa na minha bunda já sensível pelo
chicote.

Eu arfei, meu corpo estava sensível e suado, minha boceta se fechava contra o nada, tudo ardia pelos toques ásperos, meus cabelos caiam sob meu rosto, a posição estava cada vez mais desconfortável, eu só queria dormir.

O mestre se afastou, eu via apenas sua silhueta, o pau duríssimo se notava ao longe, os músculos bem marcados lhe davam um ar de gladiador que eu amava, a bunda redonda e sem marcas, aquele homem era minha perdição.

Voltou com uma palmatória em mãos, eu arregalei os olhos, a palmatória de madeira tinha a palavra “Master” gravada, a palavra que ficaria marcada em mim depois que ele me batesse com ela.

– Você me traiu, Katherine, quebrou o nosso acordo, me desrespeitou, deixou seu corpo ser usado por um qualquer, você deveria ter o mínimo de vergonha.

Falou, passando a palmatória pelo meu rosto, eu engoli em seco e abaixei o olhar, ele usou a palmatória para levantar meu rosto, que encarava seu pau.

– Não tem nada a dizer sobre isso? Não vai ao menos se defender? – Perguntou.

Eu ponderei, estava fodida de todo, não tinha nada a perder

– Você me trocou por aquela vadia ruiva – Vi sua postura mudar, o olhei com raiva – Levou-a no meu lugar para a viagem, eu me preparei, fiz as malas, a espera que você me convidasse e você preferiu ela ao invés de mim.

Despejei com toda a mágoa guardada e ele se abaixou e segurou o meu queixo.

– Ela é minha secretária – Eu ri com escárnio – A levei porque ela me ajuda com meu trabalho, qual é o seu problema? Eu estou com você, jamais lhe enganaria, e você na menor oportunidade não pensou duas vezes

Soltou meu rosto com violência e eu senti o choro subindo pela minha garganta.

– Então se vinga, vai, fode aquela cadela, eu fodi com outro para me vingar de você, seja homem e se vingue

Ouvi seu riso sarcástico e ele novamente veio e segurou meu queixo, dessa vez com a outra mão segurou o próprio pau e bateu com ele na minha bochecha.

– Você fez merda, eu vou me vingar sim, mas com você, vou me divertir, te usar e então te pôr no lixo de onde você saiu.

Eu o olhei de baixo, era o que eu merecia, abri a boca e abocanhei seu pau o pegando de surpresa.

Ele suspirou e segurou meus cabelos, comecei a chupar com vontade, a cabeça de seu pau já expelia pré gozo e eu engoli cada gota, engolia até a metade e lambia a glande inchada.

Ele me soltou e foi até minha buceta, pincelou o pau e entoou, violento e rápido, sem se importar, e eu gritei, o mestre segurou minha cintura e se enterrou por completo, sentia seu pau no meu útero, ele fodia enquanto gemia alto, meu corpo chacoalhava violentamente, minha buceta queimava, ele estava me machucando e era de propósito, eu chorei com tamanho prazer em meio a dor, senti seu pau pulsar, ele ia gozar, me concentrei em meu próprio orgasmo, precisava chegar lá, antes de gozar ele se enfiou no meu cu, me levando a um orgasmo múltiplo que me fez revirar os olhos, os jatos quentes me preencheram.

Ele deu um tapa na minha bunda e se retirou, me deixando ali, gozada, atada e arrependida.

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4 Comentários

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  • Responder Fernanda

    Se tornou meu conto preferido! Quando sai o próximo

    • Melisandre

      Obrigada Fernanda! Tem apenas mais um capítulo mas logo farei outros contos

  • Responder Hashi

    Muito bommmm quando sai o próximo

    • Melisandre

      Em breve trarei a traição de Katherine, fico feliz que tenha gostado!