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O Homem que amava os anjos 2 — Alguns detalhes…

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Explicando detalhes sobre o amor pelas anjinhas

O Homem que amava os anjos 2 — Explicando detalhes sobre o amor pelas anjinhas…

Com o tempo eu casei. Minha esposa é bem parecida fisicamente com minha irmã. Foi necessário casar. Demorou um pouco mas finalmente minha esposa está grávida da nossa primeira cria. Vai ser uma menina. Estou muito feliz. Nascerá um anjo que será minha filha. É um prêmio que a vida está me dando pois nunca deixei e nunca deixarei de amar os anjos. Lembro de tudo que aconteceu desde minha infância até aqui. E hoje eu me aceito totalmente como eu sou: um amante dos anjos. E futuramente pai de um anjo.

Eu sempre acreditei que os seres humanos nasciam anjos para só depois, com o tempo, irem perdendo sua “angelicalidade”. E é essa característica angelical que eu sempre amei nas crianças. Era isso que me fascinava e me fascina cada dia mais. Foi isso que fez eu olhar para elas com um olhar de quem ver um ser perfeito, ou talvez, criaturas que chegam muito perto da perfeição.

Eu jamais penso numa criança como objeto do meu prazer. Não apenas. Elas são muito mais. Eu realmente amo as children e na maioria das vezes, na verdade, eu não chego a fazer nada sexual com as menininhas que eu conheço. Algumas delas são tão angelicais que eu não tenho coragem de tirar a inocência delas. Eu resisto a muitas children, só não abro mão de ser amigo delas.

Eu amo a ideia de estar perto de uma child. Eu amo a ideia de ouvir a voz de uma child. É música para mim. Eu amo a ideia de contemplar uma child. Não há imagem mais linda no universo que a imagem de uma child. Eu amo a ideia de tocar uma child. É tão bom o contato com a pele, o cabelo, o rosto, a boca, as coxas, os pés, a barriguinha, a bundinha, a bucetinha, tudo… Eu amo a ideia de beijá-las, acariá-las. Eu amo a ideia de sentir o cheiro de uma child. É irresistível e inebriante.

Como eu sou homem, de carne, cheio de desejos lascivos, foi natural que desde pequeno minha lascívia se voltasse para os seres mais lindos e desejáveis que poderia existir: elas, as children. Como minha tendência sexual era mais para a heterossexualidade, foi muito natural também eu desejar as children do sexo oposto ao meu. Eu passei a desejar incontrolavelmente as criancinhas do sexo feminino. Começou com minha irmãzinha pois era a única com quem eu tinha contato, na época, mas todas as menininhas eram para mim, e sempre continuaram sendo até hoje, como as mulheres mais lindas que poderia existir. Children são como anjos irresistíveis. Apenas tocar a pele de uma menina me deixa em êxtase. As suas formas são, para mim, as formas mais perfeitamente belas e eróticas que poderiam haver no mundo. A nudez de uma child sempre foi, para meus olhos, a própria expressão da perfeição.

As children pequenininhas são lindas, e por estas o meu desejo não chega a ser necessariamente sexual, pois eu sei que o desejo pelo sexo deve ser recíproco, então com bebês o que acontece é mais carinho… Uma bebezinha não poderia retribuir um desejo puramente sexual como as de seven years, pois não tem ainda entendimento claro o que é o sexo. É no máximo, uma gostosa brincadeira para elas. Confesso que eu já tive a oportunidade de brincar com essas nenéns. Tocar nas suas bucetinhas de bebê, chupar suas bucetinhas macias é algo muito gostoso. Eu entendo quem gosta de usufruir desses anjos puros, mas tem que ser o mais natural possível. Muito suave.

Os meninos são belos. Eu os admiro também, como children que são. Principalmente os que são afeminados desde pequenos. Mas minha heterossexualidade me limita em desejá-los tanto quanto os anjos fêmeas. Já até meti muitas vezes no cuzinho de uns meninos e foi muito gostoso. Eles aguentam muito bem uma pica no cuzinho apertado deles. E sempre chupam muito gostoso também. Mas não foram tantas as minhas experiências com meninos safados quanto com as meninas.

E o que acontece com as meninas já quase adolescentes é que já vão perdendo aquela pureza angelical de child, então essas também passam a não despertar tanto meu desejo sexual, apesar de que eu nunca deixei de experimentar a gostosura do sexo com adolescentes. Transar com uma adolescente de doze ou treze anos, por exemplo, é muito diferente de fazer sexo com uma criança. Elas são maiores e aguentam tudo com mais facilidade pois já são mais desenvolvidas. Não é necessário tantos cuidados. Apesar de muito gostoso isso acaba tornando o sexo com elas mais “normal”. Foi o que aconteceu com minha irmã quando ela cresceu.

E foi assim que passei a perceber a faixa etária das children que mais me atraem sexualmente: normalmente são dos seven até os ten anos, no máximo eleven ou twelve, dependendo da child. As vezes eu chego a desejar muito até meninas menores, quando estas são precocemente desenvolvidas e já “safadinhas”. É diferente, porém, meu interesse de acordo com a idade.

As children menores que são bem espertinhas e desenvolvidas, por exemplo, eu quero, no máximo, apenas tê-las no meu colo ou tocar sua pele macia. É bom pra ir deixando elas acostumadas com carinho de um adulto que as ama. É bom também para treinar elas a irem se tornando safadinhas, sem perderem a inocência. Aí eu vou acariciando. Acaricio o rostinho. Os bracinhos, as mãozinhas. As perninhas, as coxinhas. A bundinha por cima da roupa mesmo. E claro, a bucetinha infantil mesmo por cima do tecido da calcinha. Isso vai fazendo elas ficarem acostumadas e treinadas na safadeza desde pequenas.

Se tem uma idade que eu aprecio é a idade dos seven, nas meninas pois estão no ponto exato da mistura da inocência e da safadeza. Com estas eu tenho contato diariamente. As mais novinhas que isso, por serem pequenas e levinhas, são boas para tomar no colo e dar uma atenção e um carinho. É realmente um espetáculo uma bebezinha dessas peladinha. Porém se não for possível desnudá-la, só de sentir seu cheiro, ou lhe dar um beijo na bochecha, de certa forma, já me satisfaz. Eu imagino que dali a alguns anos ela já estará pronta para a safadeza. O fato é que jamais eu faria alguma coisa com aqueles anjos que não fosse consentido e não lhes proporcionasse prazer e felicidade. Eu jamais faria algo que fosse forçado. Jamais… Jamais…

Eu sei quando elas querem. Minha relação com minha irmã foi uma boa escola. Depois que cresci eu aprendi a me tornar child. Eu entro no mundo delas. Eu uso a rica linguagem delas. Por isso que, normalmente só é possível fazer isso num nível mais sexual, a partir dos seven, quando as meninas desenvolvem uma certa curiosidade pelo sexo, mesmo sem saber o que é. Isso eu percebi desde que eu mesmo era child.

Hoje posso dizer que sou um perito em detectar quais children são aptas para minhas investidas. Algumas eu desejo mas jamais faria qualquer coisa que violasse sua inocência. Eu escolho apenas as mais espertas, as que já tem desejos, as que já tem aquilo que eu passei a pensar como “pura safadeza”. Essas sempre foram as que eu mais queria. Eu amo uma child safadinha. E geralmente a idade que se inicia essa safadeza bela e angelical é mesmo com os seven aninhos de idade. É sobre como acontece nas minhas experiências com as children que tem essa idade que quero contar a seguir, se os leitores demonstrarem interesse…

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