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O grupo secreto

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Surpresas numa tarde na praça…

Eu estava numa praça da minha cidade. Era fim de tarde. Sempre depois de umas boas pedaladas, eu gostava de ficar sentado num banco, sozinho, só observando o movimento. Passava sempre umas meninas novinhas lindas. Eu disfarçava mas ficava ali olhando para as bundas gostosas daquelas meninas. Em algumas dava para ver até a marca da bucetinha delas. Meus olhos buscavam os peitinhos. As coxinhas. As barriguinhas. Eu via magrinhas, gordinhas. Branquinhas, pretinhas. Baixinhas, altas… Enfim, todos os estilos de novinhas. Elas nem me notavam, claro, mas eu via tudo. E ficava com tesão. Muito tesão… Depois eu ia pra casa tomar um banho e me masturbar pensando naquelas gostosuras.

Numa dessas tardes eu estava lá no meu banco de sempre e prendi minha atenção numa família que estava bem na minha frente, do outro lado da ruela da praça. O pai e a mãe estavam sentados, conversando, distraídos num banco. Confesso que geralmente eu só olhava para as adolescentes de 12, 13, 14 anos mas naquele momento me chamou a atenção duas crianças, mais especificamente, duas menininhas que brincavam na grama. Provavelmente eram filhas do casal. Uma menor, deveria ter uns 7 anos. Linda. Outra um pouquinho maior, não muito. Parecia ter uns 8 ou 9 anos.

A menor estava de shortinho folgadinho. Não dava para ver o formato do corpinho dela. A maior estava de vestidinho folgado e curtinho. Achei linda aquela criança. Dava pra ver o formato do corpinho dela. Bundinha redonda, empinada. Coxinha não muito grossa mas já bem torneada. Eu estava torcendo para a menina, na brincadeira com sua irmã, pular um pouquinho mais alto. Eu estava querendo ver a calcinha da menininha. Por um momento me senti culpado de estar tendo aqueles pensamentos, pois lembrei que minha filha tem mais ou menos a idade daquela menina.

Mas era inevitável olhar a beleza pura daquelas crianças. Fiquei vidrado na brincadeira daquelas duas anjinhas. Encantado com aquela doce inocência que elas exalavam. Sorrisos de crianças são contagiantes. Eu sorria de longe vendo tudo, me deliciando. De repente a menina de vestidinho caiu na grama, de um jeito meio atabalhoado, se arreganhando por uma fração de segundo, bem na minha direção. Tive um susto e uma visão do paraíso. Nossa! A menininha estava sem calcinha.

Fiquei surpreso e excitado instantaneamente. Ela se levantou rápido. Olhou para os lados. Ajeitou o vestido meio sem jeito, mas logo estava brincando novamente com sua irmã. Eu nem acreditava. Aquela menina estava mesmo sem nada por baixo. Eu vi nitidamente a bucetinha daquela menina. Subiu-me um tesão que nunca tinha sentido antes. Que visão maravilhosa era uma buceta de criança. Tão perfeita. Tão linda. Lisinha, inchadinha, fechadinha. Aquela cena ficou se repetindo na minha mente, o momento exato que ela se arreganhou, mostrando a cor rosada da bucetinha levemente aberta da menina.

Eu não imaginava que, no meu delírio, vendo aquela coisa linda a poucos metros de mim, eu estivesse sendo observado. Mas alguém via todas as minhas atitudes. Meus olhares, meus sorrisos. Minhas caras vendo tudo aquilo. Um homem veio, de súbito, sentou ao meu lado. Até fiquei assustado. “Que coisa linda, né, meu amigo”, ele falou dando um sorriso gentil e calmo. “Eu estava vendo que você também gosta de ficar olhando meninas lindas e pequenininhas assim, né?”, completou ele falando meio baixo… Eu fiquei mudo.

Ele, todo educado, pediu perdão pela falta de educação da parte dele, e em seguida se apresentou. O nome dele era Antônio, um homem de boa aparência, demonstrava ter uns 40 anos. Continuou puxando assunto. “Lindas, né?”, ele insistiu. Eu concordei, ainda meio desconfiado. Ele disse que eu não deveria ficar assustado que ele era uma pessoa totalmente aberto com essas coisas. Até usou a palavra “natural”. Ele disse algo como que admirar aquela beleza toda é natural… Não sei por que, mas senti uma certa verdade nele. Ele parecia acreditar mesmo no que ele mesmo dizia.

Logo estávamos conversando como dois amigos. Comentando sobre as meninas brincando. A tal menina mostrou a bucetinha para a gente mais umas duas vezes até que o casal resolveu ir embora, levando nossa diversão, aquela criança inocente brincando e mostrando a bucetinha para dois homens excitados com aquela gostosura. Ficamos conversando ainda um tempinho ali. Descobri que Antônio tinha três filhos. Um menino e duas meninas. Ele confessou que sente tesão por crianças mas que jamais seria capaz de machucar uma delas, só dar prazer a elas. Ele disse que amava crianças.

Ele mencionou a existência de um grupo do qual ele faz parte, que promove encontro de famílias, para lazer e brincadeiras… Porém ele não deu muitos detalhes. Fiquei muito curioso mas ele disse que se eu quisesse conhecer o grupo mesmo eu teria que passar por uma espécie de batismo que eu não entendi bem o que era… Se alguém souber de alguma informação sobre isso me diga. Ele deixou um número de Whatsapp. Eu estou ansioso para falar com ele mas estou um pouco com medo. O que vocês acham?

Dependendo do que eu decida fazer, vou contando aqui…

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3 Comentários

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  • Responder Letícia Souza

    Conta sobre esse grupo. Fiquei muito curiosa

  • Responder Edy

    Não custa nada vc ver tudo o que ele tem pra mostrar

  • Responder Casado muito safado

    oi ja ouvi falar desses grupos mas tbm nunca entrei pois é muito difícil de entrar elea são bem seletivos e se vc teve essa oportunidade vai e se quiser falar mais sobre isso me manda uma msg pra
    [email protected]