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Pedreiro Andre parte 14 – O Andre é meu e eu sou dele!

6232 palavras | 25 |4.85
Por

…coloquei as mãos dele no meu pinto e comecei a subir e descer no pinto do André, primeiro devagar, depois mais rápido…

O André era o pai que eu nunca tive, ele era perfeito.

Segunda-feira a noite o André estava lavando a louça da nossa janta e eu estava tomando banho com a porta aberta, enquanto passava a esponja no corpo senti dor na coxa direita, a sensação de tensão estava lá desde o dia em que o André havia me batido de novo, será que nunca ia parar de doer, a face doía também, conseguia ver a marca arroxeada no espelho, a dor no cuzinho sequer havia passado e fiz o André colocar o dedo na minha bundinha de novo, que droga, parte de mim desejava que o André colocasse aquele pinto perfeito dele dentro de mim, de novo, sentir a força, o calor e a sensação de plenitude de ter o André ligado a mim, quando eu chupava ele eu também sentia essa sensação de ligação, mas quando ele enfiou o pinto em mim e me abraçou forte por trás essa sensação foi muito forte, como se fossemos ligados por uma barra de aço, nessa hora o André era só meu e de mais ninguém, essa parte que pedia para ser estuprado de novo era a emocional, com certeza, mas a parte racional, ainda com resquícios do medo dizia para não fazer isso, que eu não tinha sequer tamanho para fazer isso, de receber aquele pau no cuzinho, que tive sorte, ou será que o André se controlou mesmo fora de si não me machucando mais ainda?

Perdido em meus pensamentos o meu pinto subiu, subiu a ponto de explodir, a cabecinha estava reluzente, refletia a luz da lâmpada do banheiro, as veias dilatadas envolviam o corpo do meu pinto, o saquinho estava flácido e demarcavam as bolinhas, sim, elas estavam ali, que bom, como pude achar que não tinha, fechei o registro de água jogando o corpo pra frente e o peso ficou sobre a perna dolorida, nesse momento a perna doeu e eu gemi, que droga, já era o futebol no campinho, olhei pra porta e o André estava lá, a quanto tempo será que ele estava lá?

Nossos olhares se cruzaram, sorri para ele mas ele não sorriu de volta, a análise dele era minuciosa, lembrei que eu era um livro aberto para ele, porra, ele sabia até o que eu pensava, o sorriso morreu em meus lábios e ele entrou no banheiro, pegou o maldito roupão de onça, tinha de dar um fim nele, sério, abriu ele com os braços e me envolveu com ele, agachou em minha frente, meu pênis estava apontado para o peito do André, mas era o André protetor em sua essência ali, passou os meus braços pelos braços do roupão, acertou o colarinho e desceu fechando, colocando um lado sobre o outro, segurou o meu pinto com gentileza e deixou ele para o lado esquerdo, até isso ele não esqueceu, meu pintinho era meio torto para o lado esquerdo, ao contrário do pinto do André que era reto, amarrou a cinta e com cuidado me levantou em seus braços, disse um triste:

-Desculpa ferinha.

Sim, ele sabia que eu sentia dores, fazia vinte e quatro horas que ele havia me estuprado, sentou em minha cama e me colocou em frente a ele, olhou para mim com amor, sim, era amor nos olhos dele, e disse:

-Me deixa ver o seu corpo Luquinhas.

Caramba, ele estava pedindo permissão para ver o meu corpo, assenti e ele sorriu triste.

As mãos do André abriram o cinto do roupão e deixou-oele escorregar pelos meus braços, senti o toque cauteloso dele em minha face, segurando com gentileza o meu queixo e parte do maxilar, sob os dedos dele o tecido arroxeado doeu, ele percebeu e tirou a mão, senti as mãos dele descerem tateando o meu corpo, agachou no chão e me virou de lado, as mãos dele exploravam a coxa roxa, a mão esquerda quente dele encostando em meu saco, ouvi ele falar “que merda” e me virar de costas, as mãos dele subiram pelas minhas coxas e chegaram em minha bunda, senti ele segurar com os polegares e abrir a minha bundinha, ele olhava com atenção o estado do meu cuzinho, ele já havia visto o meu corpo nu e eu o dele antes, não sei porque nesse momento eu senti vergonha, senti vergonha do olhar dele, me senti frágil e chorei, o toque em minha bunda cessou, vi ele se levantar e com os polegares secar as minhas lágrimas, segurar a minha cabeça entre as mãos e dizer:

-Vai ficar tudo bem meu anjo.

Deu um beijo em minha cabeça e me vestiu com o pijama dos vingadores, me deitou na cama e me cobriu, pensei que ele ia deitar comigo e me afastei para o lado abrindo o lençol com o braço esticado, ele sentou na cama ao meu lado, colocou o lençol na altura do meu peito, os meus braços ficaram de fora, olhei nos olhos dele e senti ele se distanciando, será que ele não ia dormir comigo?

Vi ele inclinar o corpo e a cabeça dele se aproximar da minha, fechei os olhos e senti o toque dos lábios dele em minha testa, os lábios ficaram ali, sentia a respiração dele, ele estava se despedindo, será que pretendia ir embora ou só ia pra casinha dele, o desespero tomou conta de mim, ele se sentia mal ainda pelo o que fez comigo, hoje ele pode ver os hematomas marcando a pele do pequeno corpo, abracei ele pelo pescoço e falei:

-André, André olha, só dorme comigo, só dormir e mais nada, não precisa nem me abraçar, fica cada um no seu cantinho, eu não vou te pedir pra fazer nada, só não me deixa sozinho, por favor.

Senti ele se afastar, nossos olhos se abriram, o André soltou os meus braços que o abraçavam, juntou as minhas mãos pequenas e deu um beijo nelas, longo e demorado, de olhos fechados novamente, senti a boca dele com as minhas mãos:

-Desculpa por todo o mal que te fiz meu amor, te amo mais do que você imagina.

Deu um último beijo e colocou as minhas mãos sobre a minha barriga, pressionando carinhosamente com as mãos dele, as lágrimas corriam pelos lados da minha face quando eu perguntei:

-Você está indo embora André, você não quer mais ficar comigo?

Os olhos dele se iluminaram com uma certeza:

-Isso não vai acontecer.

Disse isso e se levantou.

Minha voz deixou todo o meu sentimento de abandono exposto, segurei as mãos dele e pedi uma última vez:

-Andrézinho fica comigo, por favor?

Senti que ele me olhava, mas não me via, assentiu devagar, levantou e tirou a roupa, ficando só de cueca, o André só dormia assim ou pelado, me arrastei para o lado esquerdo da cama para dar espaço para o meu André, ele deitou e de cobriu, tinha de manter a palavra e fiquei longe dele o máximo que a cama de solteiro permitia, de bracinhos cruzados quase caindo no chão, ele sorriu e disse:

-Vem cá meu amor.

Antes que ele acabasse de falar eu estava deitado com a cabeça no braço esquerdo dele e as minhas costas sentindo o peito forte dele respirar, pensei que ele não ia me abraçar, mas ele me abraçou, me aconchegando totalmente a ele, seu braço esquerdo subia por baixo do meu pescoço e segurava o meu braço direito, sua mão direita alisava a minha coxa dolorida, o toque dele afastava a dor, meu pinto estava duro e senti o dele duro também, duro e quente pressionando a minha bunda, tinha certeza que ele se controlava para não colocar o pinto em mim de novo, será que o André batia punheta, faz tempo que ele não goza, o André pousou a cabeça no meu pescoço, sentia sua respiração e o toque da sua barba crescendo fez cócegas em mim:

-Desculpa meu amor, te amo Luquinhas, te amo.

Dormimos e a semana seria longa.

A semana foi difícil pra mim, o André foi um pai, o André não deixou que eu faltasse na escola, visitávamos a minha mãe, não houve melhora ou piora no quadro dela, chegava da escola e o almoço estava pronto, o André passava o dia na obra, de noite ele vinha para jantar e dormíamos juntos, me dava banho as vezes, eu via o seu pinto duro, sentia o toque dele as vezes, mas não acontecia nada, ele lavava as minhas roupas, senti o que era ter um pai, eu já não sentia mais dor e as marcas haviam me deixado, ele sabia disso e o seu humor estava melhor, mas a distância dele me afetava, eu não conseguia disfarçar o meu desejo por ele, bastava ele tocar em mim ou me abraçar que o meu pinto subia, as vezes ele deitado fazia carinho em meu pinto, colocava a mão por dentro do meu pijama e deixava a mão quente ali, mas não acontecia nada, era um carrinho como seria em qualquer parte do corpo, talvez ver a virilidade do menino que ele amava o deixasse feliz, o desejo crescia e estava insustentável, era uma sexta feira, dormi com uma certeza, sábado o André seria meu de novo.

Acordei sábado de manhã abraçado ao peito do André, ele estava deitado de braços abertos e eu agarrado a ele, ele vestia somente uma cueca preta, o pênis dele mesmo mole fazia um volume assustador, fiquei vermelho de desejo, meu pinto duro encostado na coxa dele, não poderia ser agora, eu tinha de provocar ele antes.

Cuidado Lucas, cuidado, da última vez que você provocou o André não deu muito certo!

Você pode provocar e se foder de novo!

Suspirei, mas hoje vai dar certo, levantei e tomei o meu banho, me sequei e estava fazendo o café pelado, foi assim que o André me encontrou, senti que ele estava parado na porta e comecei o meu plano de sedução, deixei cair uma colher no chão e abaixei pra pegar ela, deixava a bundinha virada pra porta, agachei e deixei à bunda abrir o máximo possível, sabia que ele estava olhando, voltei a fazer o café e dessa vez abaixei pra pegar o açúcar no compartimento debaixo do armário, deixando a minha bundinha virada pra porta, rebolei um pouco como quem cantarolava uma música, sabia que ele tinha uma visão privilegiada do meu cuzinho dali onde ele estava, acabei de colocar o café na garrafa e ouvi a voz dele:

-Não vai se queimar moleque, aliás, bom dia meu gatão.

Sorri pra ele e levei a garrafa até a mesa, respondendo e ficando ao lado dele, meu pinto duro encostado no braço dele:

-Bom dia André, fiz o café pra você.

Ele olhou o que tinha na mesa e ficou feliz pela minha iniciativa.

-Vai se vestir ou eu vou pensar que esse pinto aqui é uma lingüiça e vou dar uma mordidona nele.

Disse isso e massageou o meu pinto duro.

Maroto eu respondi:

-Se você morder a minha lingüiça eu mordo a sua e não solto.

Ele falou um “morde nada” e deu um tapa na minha bunda, sorri feliz e sentei em frente a ele e tomamos o café.

Quando acabou ele disse que iria tomar um banho e eu falei tudo bem, ficaria arrumando a cozinha, ficaria nada.

Esperei um tempo e fui até a porta do banheiro, o André estava se enxaguando e de pinto duro, parado na porta eu perguntei:

-Posso tomar banho com você André?

O André me viu, abriu um sorriso e disse:

-Pode sim vem cá.

Entrei e já fui encostando-se a ele, sentia o pinto dele em minhas costas, sabia que ele ia me ensaboar e me dar banho, o André tinha um instinto paternal forte, passou o xampu em meus cabelos e eu de sacanagem virei para ficar de frente a ele, fingi que estava sem apoio e direcionei a minha mão para o que estaria direto a minha frente, sem erro, peguei bem no meio do pinto dele, sentia a cabeça na palma da minha mão, ele sorriu e disse:

-Isso não é o corrimão não Luquinhas.

Eu gargalhei, mas não tirei a mão, fiquei apertando devagar bem na cabeça do pinto dele, senti que ele enxaguava o meu cabelo e o pinto dele começou a pulsar em minha mão, a vontade de abrir a boca e chupar era grande, mas antes eu precisava deixar ele louco de desejo.

-André.

Ele respondeu:

-Oi meu gatão.

Soltei o pinto dele e disse com voz de choro:

-To sentindo algo estranho aqui embaixo.

O tom de voz dele mudou de imediato.

-Onde meu amor, aqui nesse pintão que já tá duro de novo?

Ele disse isso e apertou o meu pinto, sorri pelo pintão e disse:

-Não André, é aqui atrás.

Virei-me de costas e apoiei as mãos na parede, a minha bundinha estava virada pra ele.

Senti ele se abaixar e tatear a minha coxa perguntando:

-Aqui gatão?

Fiz que não com a cabeça, sua mão subiu até as minhas nádegas.

-Aqui Luquinhas?

Eu balancei a cabeça fingindo um “ai ai” e disse:

-Bem aí no meio André, ai ai…

Eu já estava eufórico, queria sentir o dedo dele dentro de mim.

-Calma, calma meu meninão, tá doendo?

Fiz que sim com a cabeça e disse:

-Ta apertando André, tá apertando forte Andrezinho.

Ele cutucou com o indicador o meu cuzinho, senti o toque e continuei a farsa:

-Ai ai André, quando você encosta o dedo a dor diminui.

Peguei as minhas mãos e abri a bundinha, expondo o meu cuzinho pra ele:

-Ta estranho André, tem algo errado por dentro, será que estou machucado.

Senti ele se empertigar.

Não Luquinhas seu burro, assim você afasta ele.

-É que hoje usei o banheiro e senti que estava seco.

Vi ele relaxar e completei:

-Andrezinho passa o dedo pra ver se tá tudo normal por favor.

A resposta foi instantânea:

-Não Luquinhas, não me pede isso meu anjo.

Não podia desistir:

-Por favorzinho Andrezinho, está doendo…

Ele sorriu e disse:

-Por favorzinho Andrezinho, você não vale nada moleque, se doer você me avisa, abre bem com as mãos pro André.

Abri bastante e ele encostou o dedo indicador, tirou o dedo, arrisquei uma olhada para trás, ele estava chupando o dedo, sorriu pra mim e encostou esse dedo no meu cuzinho, com a mão esquerda ele manteve o meu cuzinho exposto com o dedo polegar e indicador abertos.

-Pode segurar a parede pra você não cair e se machucar meu amor, deixa o tio André ver isso:

Me empertiguei e disse:

-Você não é meu tio.

Senti a voz dele vacilar e dizer:

-Não tentei ofender Lucas, sei que você não…

Interrompi:

-Não é tio André é pai André.

Ouvi ele dizer:

-Obrigado meu anjo.

O dedo encostou no meu cuzinho, senti a ponta do dedo começar a invadir o meu cuzinho, por reflexo, o André paciente disse “não tranca meu amor, faz força como se estivesse no banheiro”, fiz isso e senti o começo do dedo dele entrar no meu cuzinho, senti até a unha deslizando pra dentro, gemi nesse momento, gemi de prazer em sentir o meu cuzinho sendo dilatado pelo dedo dele, mas o André achou que era de dor, ele parou e perguntou:

-Esta doendo campeão? Quer que eu pare?

Respondi rápido e disse:

-Não Andrezinho, o seu toque tá aliviando a dor.

Senti ele retomar o toque, foi aprofundando o dedo, alternado entre empurrar e tirar, indo cada vez mais fundo, metade do dedo dele já estava dentro do no meu cuzinho, meu pinto estava doendo de tão duro, fiz aquela força pro meu pinto balançar e senti o cuzinho contrair em volta do dedo dele, ele sorriu e disse:

-Se fizer isso de novo eu acabo perdendo o dedo.

Senti o toque dele parar e começar a girar o dedo dobrado bem no meio dentro do meu cuzinho, ele tentava sentir a parede interna do meu cuzinho, comecei a piscar sem parar, arrisquei uma olhada para trás, o pinto do André estava duro que chegava a babar, a cara dele estava com a fisionomia de desejo, aquela de descontrole, era hora do golpe final, comecei a piscar sem parar e inocentemente perguntei.

-André, se apertar assim com o seu pinto dentro, igual aquele dia, machuca o pinto?

Senti ele fazer movimentos de entra e sai só pra sentir as minhas contrações.

-Não… não Luquinhas…é…é gostoso quando fazem isso…

Senti ele tirar o dedo de dentro de mim e levantar, me endireitei também e virei de frente pra ele, vi ele ficar constrangido pelo pinto dele ter subido e afirmar sem graça:

-Tudo certo meu anjo, não tem nada errado, talvez estava só meio tenso, só isso.

Ele pegou uma toalha e se enrolou nela, o pinto empurrando ela pra frente, me ajudou a acabar o meu banho e me enrolou na minha toalha, nos trocamos e o dia passou.

Almoçamos e jogamos bola no campinho à tarde, os meus amigos ficaram com inveja do meu André, os pais deles não jogavam bola com ele, perguntaram pra mim quem era esse homem e eu disse:

-Meu pai.

Peguei na mão do André e fomos embora.

Jantamos uma pizza, o André foi tomar banho e eu fui depois, quando saí do banho fui pra sala enrolado na toalha, parei ao lado dele, o André estava sentado no sofá da sala, usava só uma cueca samba canção, quando ele me viu ele disse apertando a minha mão:

-Não vai se trocar não meu meninão?

Balancei a cabeça para os lados e ele me deu um tapa carinhoso na bunda dizendo:

-Seu safado.

Olhei pra ele e pedi:

-Assiste um filme comigo André?

Ele respondeu:

-Assisto sim Lucas, queria assistir um filme mesmo hoje.

Pronto, era agora ou nunca, liguei a TV e coloquei em um filme qualquer, desliguei a luz, deitei no tapete bem na frente do André e fiquei me mexendo até a toalha subir e parte da minha bunda ficar a mostra, eu sabia que ele estava vendo a minha bunda e o meu pintinho duro espetando o chão, uma sena do filme uma loira estava dando pra um negão e eu cocei a minha bunda fazendo questão de deixar o cuzinho exposto, senti ele se aprumar e continuei, do nada coloquei um dedo na boca igual ele fez e coloquei esse dedo no cuzinho, eu tinha certeza que pela luz da televisão ele via tudo, fiquei fazendo um movimento lento de entra e sai, senti ele se endireitar e perguntou:

-O incômodo voltou meu anjo.

Eu safado respondi:

-Voltou Andrezinho, da trancando de novo.

Disse isso e afundei o dedo e puxei um pouco pro lado, o André não resistiu e disse:

-Vem cá que eu faço aquela massagem de novo.

Deixei a toalha no chão e parei em frente a ele, com gentileza ele sentou encostado no braço do sofá e disse:

-Deita no sofá de barriga pra baixo e usa a minha perna de travesseiro, assim eu faço a massagem e você pode assistir ainda.

Pulei no sofá de barriga pra baixo, encostei a minha cabeça no alto da coxa dele, sentia o pinto duro do André na minha orelha, minha cena no chão e o que fiz no banho de manhã tinha deixado o homem grande em ponto de bala, sentia o cheiro da virilha do André, o calor, os pelos da coxa dura e ao mesmo tempo macia, coloquei um braço por baixo da cabeça e pousei essa mão aberta sobre o pinto duro do André, senti ele tremer mas não falou nada e não se afastou, mão esquerda dele tateou até chegar ao meu cuzinho, foi entrando com cuidado até encostar na entradinha do cuzinho, sentiu o orifício com o dedo e fez movimentos circulares, tirou a mão rapidamente e fez algo surpreendente, chupou o dedo médio dessa mão, o maior, deitado eu vi e me empertiguei, ele fez carinho em minha cabeça com a mão direita e disse:

-Esta tudo bem meu amor.

Desceu a mão até o meio da minha bunda, o André era experiente em causar dor e prazer, abriu a minha bunda com o dedo indicador e anular deixando o meu cuzinho exposto ao dedo médio dele, fechei os olhos porque ia doer.

O toque do dedo foi suave, senti ele fazer círculos com o dedo no anel do meu cuzinho, de um lado para o outro, depois mudava a direção, fez movimento de subir e descer sobre o meu cuzinho, estava uma delícia, senti ele se mover embaixo de mim, deitou o tronco sobre as minhas costas e cuspiu bem no meio do meu cu, senti o calor da saliva dele, foi uma cuspida generosa, voltou a posição que estava, coloquei o meu braço por baixo da minha cabeça e dessa vez segurei o pinto dele por cima da cueca, minha mão quase não fechava, deixei a mão ali e me preparei pra invasão dolorosa, mas o André era o André, encostou o dedo no anel e foi cutucando com movimentos muito imperceptíveis, a entrada demorou uns dez minutos, cutucava e o espaço era tomado pela saliva espessa dele, parava, tirava e cutucava de novo, senti quando a ponta do dedo encaixou e esqueci o conselho, travei, o André encostou a boca em minha orelha e disse, mordendo o meu lóbulo e passando a língua no meu ouvido:

-Não tranca minha vida, libera pro André colocar o dedo com carinho.

Ele disse isso dando beijos em minha orelha e bochecha, o pau dele latejava em minha cabeça, me descontrolei:

-André?

-Oi meu amor?

-Tira o pinto pra fora.

-O que você quer?

Respirei fundo e disse:

-Quero sentir a cabeça do seu pinto na minha boca.

O André levantou o quadril e com um movimento a cueca estava no joelho, o pinto dele estava duro na minha cara, afundei a cabeça no saco dele e fiquei lambendo o saco dele, o pau dele duro esquentando a minha face, ele sorriu e disse:

-Você me enganou, disse que ia colocar a cabeça do meu pinto na sua boca, daquela maneira que eu adoro.

Respondi com a boca abafada pelo saco dele:

-Posso lamber o seu saco?

Ele sorriu e disse:

-Você pode fazer o que você quiser meu amor.

Disse isso e 1/3 do dedo dele carinhosamente entrou dentro do meu cu, sentia o anel dilatado, chupava o saco do André enquanto contraía o cuzinho ele falava “isso meu garoto” ou “esse é o meu menino”, estimulado por essas palavras coloquei a língua pra fora e acompanhei o canal do pinto do André do saco até a cabeça, parecia que não ia chega nela nunca, senti a cabeça do pinto dele molhada de líquido lubrificante, ele viu que a glande dele estava ensopada e fez menção de levantar dizendo:

-Deixa eu limpar pra você meu anjo…

Há não, o André não ia sair, com um movimento segurei no meio do pinto dele expondo a cabeça e afundei a boca naquela glande babada, senti a glande deslizar pra dentro até bater no fundo da minha boca, senti a pele do prepúcio nos lábios, o calor, o cheiro…o gosto, fiz o que ele adorava, com a cabeça do pau dele na boca eu passava a língua ao redor da cabeça do pinto dele, chupava engolindo tudo, apertei a mão até os dedos se encontrarem, punhetava com a mão do meio do pinto dele até a base, minha boca chupava e sugava, lambia, fazia movimento de sobe e desce, sentia o buraquinho por onde sai urina e tentava enfiar a língua ali, o André já estava com o dedo afundado no meu cu, não tinha dor, só um pequeno incômodo, fazia movimento de entra e sai, seu dedo explorava o meu cuzinho, cutucava aquela pele entre o cuzinho e o saquinho, fazia cócegas ali e eu estava tomado de prazer, o André era meu, só meu, ouvi ele dizer:

-Isso meu garoto, isso filho, vou goz…

Pulei do colo dele e fiquei parado em frente a ele:

-NÃO!

Olhei terno pra ele, o pintinho duro, o dele apontando pra cima todo babado.

-André eu…

-Lucas por favor não, não faz isso comigo.

Os olhos dele e até a voz tinha mudado:

-Te amo Luquinhas, não quero te machucar, tenho medo de perder o controle, fazer você chorar e ter medo de mim de novo.

Aquilo não tinha como responder.

-André, eu confio em você…

Dei um passo e subi no colo dele de frente, barriga com barriga, o pinto dele como da outra vez queimando na linha da minha bunda, abracei o meu André pelo pescoço e continuei:

-Confio em você e você não vai fazer eu sofrer.

Beijei a bochecha dele, coloquei as duas mãos sobre os braços fortes dele e encarei ele, submisso e obediente, confiante…

O André assentiu, pegou em meu quadril, com carinho e determinação, eu não pesava nada pra ele, me levantou um pouco, estendeu um pouco só os braços e deixou descer um pouco só, ele era muito experiente, a cabeça do pinto dele estava na entradinha do meu cuzinho, podia sentir o tecido babado da glande dele, a pele dobrada do prepúcio e o calor, o pinto do André era um tora em brasa, bastava um movimento.

O André olhou pra mim quase chorando de medo de me machucar e de prazer:

-Lucas por favor…

Coloquei a mão pequena sobre a boca dele.

-Vai André, eu confio em você.

Queria sentir aquela ligação única, aquela que fazia o André ser meu acima de todas as outras, só senti ela uma única vez, quando estávamos ligados pelo pinto dele.

O André assentiu:

-Luquinhas meu gatão, se doer fala que eu paro, mas vai doer meu amor.

Assenti e fechei os olhos, senti as mãos dele travarem em meu quadril, com carinho e determinação as mãos empurraram o meu corpo pra baixo, senti a cabeça do pinto dele primeiro engatar, o André teve paciência, o desejo dele era muito grande e do pinto dele saía muito líquido lubrificante, ele ficou massageando o meu cuzinho com a glande babada dele, fazia pequenos movimentos pra cima e pra baixo com o quadril, o meu cuzinho dilatava a cada pequena estocada dele, a dor brigava com o prazer, mas eu não ia pedir pra ele parar, o movimento continuou, abri os olhos e ele estava me encarando, procurando em meu rosto um sinal de dor, droga, ele iria usar o meu rosto como sensor da dor da penetração do pinto dele em meu cú.

Não, não ia.

Abracei o André pelo pescoço bem apertado, sentia a segurança e a sensação de ligação chegando, disse com emoção verdadeira:

-Te amo André, vai, quero ser o seu homenzinho.

Senti ele me envolver com os braços, me ajeitar e novamente o meu cuzinho estava frágil e exposto ao pinto duro dele, senti o cheiro do pescoço dele, o calor do abraço, e o movimento dele, abraçado a mim, um único movimento, meu pinto penetrando o umbigo do André, a cabeça do pinto do André estava dentro do meu cuzinho

Dor, dor, dor, esqueci como doía, doía demais, os meus braços travaram no pescoço do André, a cabeça presa dentro de mim, as lágrimas vieram até os meus olhos, o André parou, as mãos dele faziam carinho em minhas costas, desciam até a minha bunda empalada pelo pinto dele, me abraçou forte e afundou a cabeça em meu pescoço dizendo:

-Shhhhhhh…calma, calma, eu sei…está doendo…mas vai passar meu amor…vai passar, se você quiser eu tiro, você quer?

Sentia a língua dele percorrer o meu pescoço, chupando o lóbulo da orelha, chupava e lambia, com carinho ele segurou o meu maxilar e me afastou para ver a minha face.

-Você está chorando meu amor, quer parar por aqui, pode fala meu anjo, eu paro.

Olhei ele nos olhos e disse:

-Quero ser o seu homenzinho, me beija igual você fez no banheiro e continua.

Abracei a cabeça dele dele mas não sabia o que fazer, mas o André sabia, senti a boca dele cobrir a minha, a língua dele lambeu os meus lábios procurando a abertura, senti tudo junto e separado, a língua dele penetrava em minha boca e a pressão na minha bunda recomeçou, senti como se fosse uma vibração as pontadas dele no meu cuzinho, eram rápidas, o pinto dele ganhava espaço aos poucos, milímetro por milímetro, senti a o pinto dele vencer a resistência, a dor não passava, coloquei a mão pra trás e senti que a cabeça e só um pouquinho tinha entrado, o André me apertou no abraço dele, a língua dele lambia a minha língua, o calor do pinto dele me aquecia por dentro, sentia o cuzinho dilatado ao máximo, era necessário ou ficaríamos naquela até o outro dia.

Com gentileza e determinação, abraçado a mim ele impulsionou o quadril pra cima e me forçou pra baixo, o pinto foi entrando, entrando, entrando, né afastei do beijo dele, mantive o abraço no pescoço dele, a dor era insuportável.

Nossos olhares se encontraram, o André expressava prazer e preocupação, olhou pra baixo e disse:

-Você pode parar quando você quiser meu amor, eu não vou ficar triste, olha pra baixo, já entrou mais da metade do pinto do Andrezinho em você.

Metade, mais da metade, olhei pra baixo, a visão do meu pinto duro não permitia ver com clareza, mas sim, já tinha mais da metade do pinto grosso do André em mim, a dor era insuportável, mas a boa sensação de ligação estava lá, o André era meu e o meu corpo reivindicava ele.

-Ai… André, da outra vez… você colocou todo o seu pinto dentro de mim?

A sombra passou e ficou no rosto do André, ele fechou os olhos às mãos me soltaram, a força com o quadril cessou, droga Lucas, droga.

O fantasma do estupro estava ali, mas ia embora…

“SEU BASTARDO FILHO DA PUTA, EU QUERIA TE TRATAR COMO UM FILHO, MAS VOCÊ PREFERE SER TRATADO COMO UM VEADO FILHO DA PUTA, TUDO BEM, EU TE TRATO COMO UM VEADO FILHO DA PUTA”

Abracei o pescoço dele, mantive o meu rosto em frente ao rosto dele, o André abriu os olhos, dei um selinho nos lábios dele:

-Continua Andrezao, faz de mim seu homenzinho.

O André sorriu e assentiu, nesse tempo parado o meu cuzinho acostumou com o desejado invasor.

Abracei ele com força, afundei a minha cabeça no pescoço dele e disse abafado:

-Vai Andre, acaba com isso logo.

Senti ele se endireitar, as mãos grudaram em mim igual a aço, o pinto do André voltou a entrar, sentia a perfeição e as imperfeições do pinto do o André, a dor voltou, as lágrimas desceram e molharam o ombro forte do meu homem, mas a dor era tolerável, senti o cuzinho totalmente preenchido pelo André, eu estava agora sentado no colo dele, fiz força pra baixo, afastei pra olhar para o André e reclamei dengoso e de braços cruzados:

-Porque você parou André?

Ele me olhou com carinho e orgulho.

-Olha pra baixo meu pequeno garanhão, você engoliu todo o seu André.

Olhei pra baixo e só vi a virilha do André,meu saquinho e pinto duro encostado a virilha dele, a sensação de plenitude da ligação estava ali, cem por cento, lembrei das contrações e tentei fazer, era difícil com o pinto do André inteiro dentro de mim, com muita força peguei o jeito e fiz esse movimento de pulsar o pinto ou de ir ao banheiro, o André gemeu e disse:

-Isso meu garoto.

Suas mãos começaram a me fazer subir e descer lentamente, sentia o pinto grosso do André deslizando pra fora, parando e voltando a entrar dentro de mim, a dor que eu sentia se transformou em prazer, uma cócega no fundo do cuzinho, uma sensação de explosão, sentia cada pulsação do pinto do André dentro de mim, ele fechava os olhos de tanto prazer, ver o meu André realizado era tudo, mas ele tinha medo de me machucar, não sabia que a dor já tinha acabado, afastei as mãos dele do meu quadril e ele abriu os olhos e perguntou:

-O que foi meu amor? Está doendo?

Fiz que não bom a cabeça, coloquei as mãos dele no meu pinto e comecei a subir e descer no pinto do André, primeiro devagar, depois mais rápido, sentava até o fim para sentir aquela sensação de ligação intensa, o olhar do André era de surpresa bem humorada, sentia o pinto no fundo do meu cuzinho que apertava o pinto dele sem parar, o meu pinto contraía na frente dele, ele colocou uma mão em meu saquinho e a outra envolveu o meu pinto e começou a subir e descer a mão nele, apertava com força e fazia um movimento de ordenha, comecei a subir e a descer no pinto do André, de olhos fechados eu sentia a cabeça do pinto dele chegar bem na saída do meu cuzinho, nesse momento eu travava e sentava até sentir o saco dele batendo em minha bunda:

-Isso meu garoto, deixa o pai André louco desse jeito.

Era o estimulo que faltava, ajoelhei com as pernas dobradas sobre a coxa do André para poder me movimentar, prendi o pinto dele com o meu cuzinho e punhetei o pau do André com o anel do meu cuzinho, mastigava toda a extensão do pinto do André, sentia o canal do pinto dele pulsar, a punheta no meu pinto não parava, o André foi acelerando o movimento no meu pinto e o meu corpo começou a tremer, a sensação de vazio e explosão no abdômen, a mão do André apertando o meu pinto, a cabeça do pinto dele no fundo do meu reto.

Gozei violentamente, o meu leite banhou o peito do André, pela primeira vez pude ver o que o André engolia, era branco e ralinho, com o meu gozo o meu cuzinho contraiu incessantemente e o André me agarrou nós braços dele, meu esperma quente e meu pinto espremido entre nós, senti que o André enfiou o pênis dele no fundo do meu cuzinho e lá ele gemeu, tremeu e gozou, sentia o tremor no corpo dele abraçado ao pescoço dele, o abraço desesperado, a sensação de ligação entre nós chegou ao máximo, senti as últimas pulsações do pinto do André dentro de mim, sem forças eu disse com a cabeça descansando no ombro dele, sentindo o cheiro do pescoço dele:

-Você é meu e eu sou seu, pai.

O André abraçado a mim com braços fortes e indestrutíveis, com a cabeça afundada em meu pescoço respondeu me beijando com paixão no pescoço:

-Pra sempre meu filho.

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25 Comentários

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  • Responder DomRJ

    Conto E.X.T.R.A.O.R.D.I.N.Á.R.I.O.
    Por favor, continue. Parabéns!

    • Meninão

      Obrigado Dom, fico muito feliz que você tenha gostado, abraços.

  • Responder Devalci

    Meninão, esse é o tipo de conto erotico que deve durar muuuiito. Faz o Lucas comer o cu do André outras vezes. Estou adorando. Parabéns cara, você é um escritor magnifico !!!!

    • Meninão

      Obrigado meu amigo, fico feliz, abraço.

  • Responder Ivinho

    Falaaaaaaaaaa Johana Maricona, já consegui a rola que você tanto queria? Fala aê, me conto todos os babados da semana colega, e aquele Moreno ainda está na sua? Olha eu não sou de espalhar fofoca, mais ele tem um jeba que nossa senhora, nem eu tenho coragem, e você tenho certeza que tem né menina danada! Me conta mana como você esta irmã de cu largo?

    • Júlio

      Excelente conto continua gostaria muito está de parabéns

  • Responder Messin

    Faz mas vezes em que o luquinhas é ativo por favor

    • Meninão

      Lê o número 15, abraço amigo.

  • Responder Meninão

    Alguém quer o conto do nosso querido John?

    • Ivinho

      Eu quero

  • Responder Kuhbe

    Já tá repetitivo, vai direto p final

    • Meninão

      Assiste um filme porno, esse vai direto pro final, forte abraço.

  • Responder King

    Não me canso de dizer que é perfeito esse conto

    • Meninão

      Obrigado king meu amigo, abraço pra você.

  • Responder Fabinho

    Adoro ler cada palavra, mas ainda espero o Luquinha nos braço de UM outro cara. Mesmo que seja somente pra chupar. já que o cuzinho e do André. Até mesmo um outro amiguinho do Luquinha chupando o André. Mas acho que isso não vai acontecer. Tá demais.

    • Meninão

      Vai sim, em breve, o policial alemão, quem sabe.

  • Responder Ativo 22

    Para não

    • Meninão

      Kkkkk, abraço ativo 22.

  • Responder JhonPedoro

    Sensacional, incrível, sem palavras, apenas mta gozada

  • Responder Ivinho

    Caralhoooooooooooooo como ficou incrível, maravilhoso, esplêndido, exemplar, excitantemente excitante, me falaram palavras apara descrever o quanto eu amo essa história, cacete como essa história é boa. Meninão você é o cara, não tem você já chegou no nível Daniel Coimbra pra mim, vocês dois são os meus autores favoritos.

    • Meninão

      Obrigado meu querido, vou escrever o 14 com calma.

  • Responder Pedro

    que tesão, estuprou gostoso e o mlk viciou

    • Meninão

      Síndrome de Estocolmo se não me engano, abraço.

  • Responder Sergipe

    Que maravilha de história 👏👏👏. Obrigado Meninão, parabéns!! Estava ansioso pra ler esse episódio!!

    • Meninão

      Obrigado Sergipe meu amigo, o próximo irá surpreender todos, abraço.