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Pedreiro André parte 11 – O retorno do André!

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-Te amo pai. O André sorriu e respondeu de imediato beijando a minha nuca: -Também te amo meu filho.

O meu corpo estava todo quebrado, quebrado de verdade, o abraço apertado do André deixou isso evidente, parecia que eu tinha sido atropelado, sentir o André carinhoso de volta, me estreitando em seus braços, tão diferente do André de pouco tempo atrás, se alguém me contasse eu não acreditaria que ele foi capaz de fazer o que fez comigo.

Gemi de dor baixinho e os meus braços não tinham mais força de abraçar o corpo grande do André, caíram inertes aos lados do meu corpo, a despeito do calor que irradiava do corpo dele eu sentia um frio intenso.

O André notou o meu desconforto e se afastou um pouco, me soltou e manteve as mãos nos meus ombros, não com as garras de ferro, mas carinhosamente, as mãos grandes do André cobriam os meus ombros, me mantendo de pé em frente a ele, ele me olhava com grandes olhos marrons clarinhos, parecia com os olhos de uma onça, sim, uma onça, o André era um animal selvagem, olhos que me olhavam preocupados, tristes, despejavam remorso e arrependimento, eu não tinha coragem de olhar nos olhos dele, sentia vergonha, me sentia exposto e vulnerável, já estive pelado tantas vezes frente em frente ao André, as vezes abaixava a cueca infantil e mostrava o meu pintinho ereto ao André, segurando com uma mão tentando mostrar o máximo dele como quem segurava um troféu, fazia uma pergunta, mas no fundo eu tinha o prazer de mostrar o meu pinto ereto para aquele homem grande, esperando o elogio que ele sempre dava com um sorriso de alegria, surpresa ou um falso pudor muito cômico, fazendo com que o meu ego de menino inflasse igual um balão, ou outras vezes em que estávamos nus na cama e ele chupava o meu pinto me olhando nos olhos, olhos animalescos, sim eram animalescos, como não pude ter notado isso antes, mas os olhos dele projetavam desejo e amor por mim, nesses momentos eu não tinha vergonha dele, mas agora era diferente, forcei uma situação que o André queria me poupar, fiz ele quebrar todas as promessas dele e judiar de mim, tremi de calafrio olhando para o chão com o queixo encostado no meu peito.

O André tirou a mão esquerda do meu ombro e colocou debaixo do meu queixo com carinho, levantou a minha cabeça gentilmente passando o polegar da mesma mão em meus lábios machucados, apertou gentilmente e eu gemi baixinho, os meus olhos olhavam para baixo, o pênis do André estava mole debaixo do short dele, mas o volume era assustador, aquele instrumento que me proporcionava tanto prazer quando eu tinha ele entre os lábios, quente e vermelho, pulsando e despejando uma quantidade enorme de leite em minha boca, leite que eu tinha o prazer de beber todinho, olhando o André nos olhos, me alimentando do olhar de admiração com ele que ele me olhava afagando a minha cabeça nesses momentos, mas nessa tarde aquele instrumento de prazer foi o meu instrumento de tortura, recordei o que tinha acontecido e o meu cuzinho latejou de dor, gemi baixinho e suspirei.

O André ainda me segurava pelo ombro, o meu gemido fez o toque dele ficar mais sútil, o polegar dele explorava os meus lábios, puxando e expondo gentilmente a parte interior deles, sentia o gosto salgado do dedo do André, a exploração evidenciou que os meus lábios estavam cortados por dentro, eu havia chupado o pinto grande do André tantas vezes, mas quando ele empurrou a glande dele inchada pelos meus lábios entre abertos ele me machucou, machucou muito, podia sentir na boca o gosto de ferro do sangue que emanava do corte acima e abaixo nos lábios, o sentimento de fragilidade tinha chegado ao limite, as lágrimas desceram e molharam o meu rosto e as mãos do André.

-Não chora meu amor.

O André se moveu rápido e eu me assustei, olhei pra ele com grandes olhos pretos, alertas e tristes, os olhos dele me olhavam com ternura, como eu gostava daquele olhar do André, fazia com que eu me sentisse seguro, como se eu fosse a pessoa mais importante da vida dele, eu não sabia, mas apesar de tudo eu era a pessoa mais importante da vida dele.

O André se aproximou até deixar o rosto dele a centímetros do meu, vi ele abrir um pouco a boca e chegar perto, perto, perto, cada vez mais perto, meus olhos desfocaram pela proximidade e fechei os olhos, as mãos do André seguraram o meu rosto com delicadeza, como se manipulasse a mais fina porcelana, os polegares secaram os meus olhos e a minha face enquanto as mãos me prendiam na altura das orelhas, sentia o calor delas e me senti bem, mas o que o André estava fazendo pertinho assim, que coisa nova era essa?

O toque dos lábios do André em meus lábios foi suave, os lábios dele cobriam totalmente os meus, sentia ele deitar um pouco a cabeça e os narizes ficaram lado a lado, com os meus pequenos lábios cobertos pelos grandes lábios dele eu senti a língua dele quente encostar na abertura dos meus lábios, com carinho senti aquela língua lamber toda a extensão dos meus lábios doloridos, não sabia o que estava acontecendo e não abri a boca, estava bom pra caramba, senti a língua se movendo molhada bem na abertura dos meus lábios que não tinham força pra resistir, senti a língua dele invadir a minha boca com delicadeza, lambendo toda a circunferência interna dos meus lábios, sentindo cada milímetro dolorido, a língua quente do André era uma excelente exploradora, achou o espaço entre os meus lábios e os meus dentes, entrou por ali e achou as lacerações causadas pelo pinto grosso dele, esse era o objetivo dele, com redobrado carinho ele passava a língua sobre elas, com cuidado passava por cima delas e alternava entre uma e outra, eu podia sentir o gosto da saliva do André em minha boca, misturada com a minha própria saliva e o sangue oriundo dos machucados quando eu engolia, ele com certeza também sentia, mas não se importava, eu respirava pelo nariz porque os lábios e a língua do André não me soltavam, eu que não era bobo também não queria que ele me soltasse, ergui as mãos pequenas até o rosto dele e fazia carinho na barba por fazer, gradativamente a dor em meus lábios cessaram, senti que contra a vontade dele, e com certeza da minha, o André afastou a cabeça dele, me olhava nos olhos com atenção, se aproximou pra dar um selinho e disse:

-Você é tudo pra mim Luquinhas.

As mãos do André pegaram gentilmente o meu rosto pelas orelhas e viraram ele de um lado para o outro, via ele olhar com tristeza para a marca do tapa que ele havia me dado quando me chamou de veado filho da puta, aquele xingamento vindo do André que só me chamava de meu amor e de meu anjo, meu menino ou meu garotão, de filho….suspirei, doeram mais do que o tapa, o André aproximou o rosto novamente, achei que ele ia me beijar na boca de novo, fiquei feliz igual o dia que o André tinha me levado jogar bola no campinho, mas ele não me beijou, segurando a minha cabeça com carinho ele deu um beijo onde tinha me batido, depois outro, outro e outros, beijava todo o lado esquerdo da minha face, beijou o meu olho esquerdo fechado e disse:

-Será que um dia vou merecer o seu perdão Luquinhas?

Disse isso com os lábios encostados em meu rosto, beijando sem parar, beijou até eu parar de sentir dor e sentir o calor de volta em meu rosto, gemi baixinho e ele sentiu uma coisa nova cutucando a perna dele, ele me olhou nos olhos com aquela fisionomia de falso pudor que eu adorava e aquela voz que era só nossa:

-SENHOR SIM SENHOR, PRONTO PARA O COMBATE NOVAMENTE CAPITÃO.

Sorri triste e ele sorriu também, o André permaneceu ajoelhado e me levantou pela cintura com carinho até ficar de pé em frente a ele, o meu pinto apontado para a cara dele, o André sabia que eu adorava um elogio dele, olhou para o meu pinto e disse:

-Meu Deus do céu, como pode um menino tão pequeno com um pauzão tão grande, quase maior que o meu.

Olhei pra baixo e sorri feliz pelo elogio que sempre me deixava lisonjeado, pensei que o André ia chupar o meu pau daquele jeitinho que eu adorava, quando ele enfiava o meu pinto inteiro dentro da boca dele e ficava fazendo movimentos circulares em volta da cabeça do meu pinto com a língua, eu tentava fazer igual quando chupava o pau gostoso do André, mas mesmo com todo o meu esforço só entrava a cabeça dentro de minha boca, mesmo assim eu movia a minha língua ao redor da glande macia e quente do André, ele adorava, encostei o pinto nos lábios dele e aguardei ansioso que ele abrisse a boca e devorasse o meu pinto, mas o André não chupou o meu pinto, com carinho ele segurou o meu pinto duro e roliço entre os dedos da mão esquerda e com a direita segurou a minha bunda, o meu cuzinho recém dilatado pelo pinto dele doeu, gemi e senti que ele sabia o motivo, me olhou triste e amenizou o toque, com delicadeza me virou de lado, a lateral da minha coxa ainda vermelha e dura da agressão sofrida estava na altura da cabeça dele, senti o toque dos lábios dele na minha coxa, o André dava suaves beijos em toda a extensão da minha coxa, sentia os lábios dele dando suaves beijos em minha coxa, a mão esquerda massageava o meu pinto com carinho e a esquerda fazia carinho na circunferência da minha bunda, sentia sensações desconhecidas com o André, não entendia como ele conseguia proporcionar tanto prazer e tanta dor, olhei pra ele de cima e vi ele lambendo toda a extensão da minha perna, lambeu até sentir o meu pau pulsar de prazer, olhei pra ele e ele pra mim, não havia acabado, entendi agora, ele machucou os meus lábios com o pinto duro dele e agora chupou os meus lábios, ele machucou a minha face dando um tapa e agora beijou toda a minha face, ele machucou a minha coxa e agora tinha acabado de beijar e lamber a minha coxa inteira, o André machucou de todas as formas possíveis o meu cuzinho virgem, podia sentir ainda o pinto duro e grosso do André entrando e saindo de dentro de mim, a cabeça instalada na abertura mínima do meu cuzinho, não entrava e ele forçou, chorei pedindo pra parar mas ele não parava, socou até o fim, conheci o tamanho do pinto do André da pior forma, quando ele me comeu de frente e depositou o leite no fundo do meu cu, o terror tinha voltado e refletiram em meus olhos, ele olhou para mim triste, realmente eu era um livro aberto para ele, mas será que ele lamberia o meu cuzinho ardido e sujo?

O André me virou de frente e olhei pra ele, o André estava começando a levantar-se, vi que o pênis dele antes flácido estava agora estourando de duro, podia ver a cabeça e o corpo grosso do pau do André delineado no tecido do short, não esqueceria tão cedo, senti terror e ele viu que eu senti terror.

Gentilmente o André me colocou de costas pra ele, podia sentir a ereção dele na pele sensível da minha costa, com carinho o André me colocou no sofá de joelhos e com delicadeza colocou a minha cabeça no braço do sofá, estava de quatro pra ele de novo, me senti exposto e vulnerável, o André tinha visão total do meu saquinho pendurado e do meu cuzinho vermelho e inchado, o meu cuzinho estuprado pelo pinto grosso do André latejava, parecia que estava em brasas, olhei pra trás e a ereção do André tinha se acentuado, como podia, será que o pinto do André não tinha um limite para atingir, ele não se controlaria novamente, eu destruí o constrole daquele homem, não tentaria correr, não adiantaria, parabéns Lucas, realmente você conseguiu mais do que queria, chorei sentido com a cabeça apoiada nos braços do sofá, fechei os olhos e a última visão foi a do André se aproximando com uma super ereção, tentaria pelo menos, pedi por misericórdia chorando desesperado:

-Por favor, por favor André, você prometeu não me machucar de novo, você pediu o meu perdão e disse que me amava, por favor, não coloca o pinto em mim de novo.

Senti o toque das mãos do André em minha bunda, abrindo ela e expondo o cuzinho dilacerado, ardia e estava dolorido, fechei os olhinhos com força pois sabia o que estava por vir, seria penetrado novamente, sentiria novamente a pior dor que já tinha sentido na vida, se prepara Luquinhas, mas não havia preparação para isso, apenas dor.

O toque foi quente e prazeroso, mas não era a cabeça grande do pau do André, era a língua dele que estava passando por cima da abertura do meu cuzinho dolorido, sentia na pele dolorida e inflamada o toque da língua úmida e a respiração quente do André, mas tinha algo mais, arrisquei olhar para trás, ele chupava o meu cuzinho com os olhos fechados e chorava, o algo mais que eu sentia eram as lágrimas dele regando o meu cuzinho, ele chorava igual uma criança, arrependido, como se tentasse voltar no tempo, a sensação era única, já havia sentido o toque da língua do André em meu cuzinho uma vez, mas havia sido antes de ele ter sido arrombado pelo André, era muito prazeroso, uma sensação única, mas agora com o tecido fragilizado a sensação ao toque e a sensibilidade eram muito maiores, as mãos quentes e calejadas do André ferviam em minha bunda, mantinham ela aberta, podia sentir a aspereza da língua dele, as bolhas de saliva que se formavam no montinho inchado do meu cuzinho, lugar que ele mais dava atenção, chupava e lambia sem parar, lambia ao redor como se fosse um rodamoinho de águas até chegar no meu cuzinho novamente, senti na pele interna da bunda o toque da pele com uma barba ralinha dele, estava muito bom poderia passar a noite ali, o meu pau estava explodindo de duro, sentia que ele pulsava e o meu cuzinho pulsava também, o André colocou os polegares no tecido inflamado perto do meu cuzinho, senti dor, tecido inflamado pelo atrito do pau dele quando invadia o meu cuzinho sem clemência, ele fez uma pequena pressão para os lados, na beirada do meu cuzinho, para abrir para que ele pudesse lamber o meu cuzinho ainda mais fundo, a dor foi lancinante, gemi com dor e falei:

-Por favor, não André.

Ele me soltou imediatamente e assentiu triste, se levantou e eu pensei que ele iria embora me deixando sozinho, aínda de quatro no sofá vi e senti ele me levantar pelos ombros, fazendo carinho neles, desceu até o meu quadril e me levantou para me deixar de pé sobre o sofá, como se eu não pesasse nada, com todo o cuidado ele me virou de frente para ele, se aproximou, me enlaçou pelas pernas e me levantou no colo dele, senti que ele me segurou pelas pernas para que braço dele não encostasse em minha bunda dolorida, meu pinto duro no peito dele, apertando com vigor, enlacei a cabeça dele com o braço direito e ele me levou para o banheiro.

O André me colocou de pé no chão debaixo do chuveiro, se afastou e tirou a roupa dele com agilidade, tirou a camiseta e o short sem cueca, o pau dele pulou para fora duro, reto e apontando para mim, o André era uma fera insaciável, olhei nos olhos dele e ele nos meus, senti medo e ele desviou o olhar.

Chegou perto de mim e me abraçou por trás, abriu a torneira do chuveiro e ficamos debaixo da água quente, seus braços por cima dos meus ombros, as maos dele sobre os meus peitos de menino, sentia o pinto duro e quente encostado em minha costa, tremia de medo porque não era mais capaz de interpretar o André ou saber o que esperar dele.

Garoto bobo, o André já tinha restaurado todos os muros internos dele e você está seguro perto dele de novo.

Senti ele se mover para pegar o shampoo, o pinto dele em minhas costas balançou para lá e para cá, parecia um ferro em brasas, senti ele me virar de frente para ele, o pinto grosso e duro praticamente na minha cara, as vezes encostava em meu queixo, a vontade de abrir a boca e engolir aquele pinto até beber todo o leite conflitavam com a negativa dos lábios machucados e doloridos, olhei pra ele e vi que ele sabia tudo o que se passava em minha mente, o André era o máximo, segurou a minha cabeça por baixo do pescoço e deu um beijo nos cabelos sobre a minha testa, balançando a cabeça negativamente.

O André espalhou o shampoo e lavou os meus cabelos com cuidado para que não entrasse sabão em meus olhos, quando estava enxaguando um único fio de água entrou no meu olho esquerdo, fechei os olhos com a queimação e ele passou água ali, se curvou sorrindo com ternura e deu um beijo molhado nos meus olhos, olhei nos olhos dele e vi que o André estava de volta, não liguei pra ereção dele e nem pra minha, abracei o André com força, a água caia sobre nós e fazia uma cascata no abdômen enorme dele, voltei a chorar, só que de alegria, o pinto grosso e duro do André esmagado pelo meu peito pulsava, mas era o André, o meu André estava de volta, podia fazer o que quisesse que ele não me maltrataria de novo, senti ele passar as mãos em meu cabelo e dizer:

-Tudo bem, está tudo bem meu anjo precioso.

O André acabou o banho passando condicionador em minha cabeça, lavou o meu corpo com sabonete, na hora de lavar a minha bunda ele olhou pra mim, olhei de volta pra ele e assenti sorrindo confiante, com cuidado ele passou o sabonete no meio das minhas nádegas, senti o dedo dele passar bem na entradinha do meu cuzinho, gemi de dor e ele tirou a mão, enxaguou e me virou de frente, ajoelhou no chão e ficou na altura do meu pinto duro, olhou pra mim e viu a minha cara de desejo, assenti e coloquei a minha mão na base do meu pinto, como quem oferecia, a outra mão eu levei atrás do pescoço do André, mas ele não se moveu, a água caia sobre mim, ele esperava eu pedir, tinha de pedir e deixar claro o que queria:

-Chupa André, chupa o meu pinto por favor?

Pedi inocente e infantil, o André sorriu e desviou o olhar para o pinto duro que apontava para ele, aproximou os lábios da cabeça do meu pinto e deu um beijo demorado nela, passou a língua por todo o corpo do meu pintinho, chupou toda a extensão da base e chupou o saquinho, beijou cada bola individualmente, lambia do saco até chegar a cabeça, momento que envolvia a minha glande com os lábios e chupava, beijava, cheirava, o André não estava me chupando somente, estava me pedindo desculpas, prendeu a cabecinha da minha pica dentro da boca dele e com o dedo indicador e polegar da não direita ele punhetava o meu pinto, que delícia, aquilo era novo e fui até às estrelas com o pau na boca do André, quando pensei que não poderia melhorar ele massageou as minhas bolinhas com carinho com a mão esquerda, segurei a cabeça dele com as mãos e comecei a tremer, tremia dos pés a cabeça, o meu pau pulsava e o meu cuzinho estuprado pulsava também e doía, mas não gemi pra não estragar a sensação da melhor chupeta que o André me fez até esse momento, senti o abdômen duro e uma sensação de vácuo na bexiga, estava vindo e o André continuou a punhetar e chupar a cabeça circuncidada da minha pica, olhou nos meus olhos e disse “olha”, via no fundo a pica dura dele apontando para o alto, um monumento a dor e ao prazer, senti uma contração forte e olhei pra baixo, dominado pelo prazer, um jato branco voou da cabeça do meu pinto e acertou o lábio inferior do André, sorri feliz e o André sorriu também, passou a língua nos lábios e derrepente o meu leite tinha sumido, o meu pau foi engolido pelo André, chupava com força e eu olhava ele nos olhos, será que ele vai engolir, pensei.

Sentia a cabeça do meu pinto nadando em algo dentro da boca do André, sim podia ver pelos cantos da boca dele, o André estava com todo o meu leite na boca dele, fiquei eufórico por ter gozado e triste por ele não ter engolido, realmente dava prazer ver alguém mamando e bebendo o nosso leite, o André olhou pra mim e eu tentei imitar aquela cara engraçada dele com a sobrancelha erguida de quando a minha boca estava cheia do leite dele e eu tinha bebido tudinho, surpreendendo ele, ele sorriu e engoliu, fiquei extasiado em ver aquele homem beber o meu leite, ele levantou depois de mamar mais um pouco o meu pinto que já amolecia, deu um beijo na cabeça e levantou, desligou o chuveiro e me secou com toda a delicadeza, secou-se a si próprio e me levou no colo até cama de casal da minha mãe, deitou e me puxou pra junto dele, o pinto dele estava duro igual uma barra de aço, tinha vontade de chupar ele novamente, desejos profanos me consumiam, mas respeitei a vontade dele, deitei na frente dele de conchinha com a minha cabeça apoiada no antebraço esquerdo dele, senti o braço direito dele né abraçar apertado e a mão dele ficou massageando com carinho o meu pinto mole, sentia o pinto duro dele na minha bunda, fervendo, queimando como lava de um vulcão em erupção, me enchendo de desejos devassos….e também de medo, mas era o meu André que estava ali comigo, não precisava ter medo de nada, eu estava seguro com ele, senti o pinto dele pulsar na minha bunda procurando o prazer que o André não daria para ele naquele momento, senti a boca do André no meu ouvido enquanto me abraçava forte:

-Agora você é um homenzinho.

Pensei que ele falava da penetração forçada em meu cuzinho, de ter tirado a virgindade do meu cuzinho daquela forma violenta, meu pau vibrou em sua mão, mas não, ele falava do leite que eu dei na boca dele.

Sorri satisfeito e seguro nos braços dele, disse pro meu Andrezinho:

-Te amo pai.

O André sorriu e respondeu de imediato beijando a minha nuca:

-Também te amo meu filho.

Dormimos abraçados desejando perpetuar aquele momento para sempre.

Continua… quem sabe!

Um forte abraço para quem acompanhou essa história até aqui.

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22 Comentários

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  • Responder marcelo vinicius

    historia realmente contada nos minimos detalhes, muito boa,

  • Responder Ranger

    Gostei muito do seu conto, muito mesmo mas por favor não pare e ignore esses inúteis que não gostaram!

    • Meninão

      Bom dia meu querido ranger, estou colocando umas coisas no lugar, procurando emprego pra variar e o meu celular não está segurando carga, escrever com ele é um martírio, abraços, eles retornaram.

  • Responder Devalci

    Ola Meninão
    Gostei muito da historia. Principalmente da relação de amor e segurança. Da segurança que o Lucas encontrava no André. Vc conseguiu me conquistar através desse sentimento de segurança.
    Me senti mal lendo os ultimos capitulos. Eu sou assim, entro no personagem com o qual me identifico mais.
    Estou gostando da grande virada e do rumo que vc conseguiu dar a historia.
    Gostaria de te parabenizar e pedir uma coisa : deixa o André ser bom sempre com o Luquinhas. Que eles continuem essa descoberta reciproca de seus corpos e que o Lucas encontre no André o verdadeiro pai que ele precisa. O sexo acontecera mais tarde, quando o Lucas estiver preparado.
    Abraço

    • Meninão

      Bom dia meu amigo Delvaci, obrigado pelo comentário, será atendido, abraços.

  • Responder beto

    Vc é o primeiro autor que comento aqui nesse site, pra ver o quanto me pegou sua escrita… Muito bom e envolvente sua historia, muito obrigado por publicar!

    • Meninão

      Muito obrigado Beto, um abraço pra você.

  • Responder John caDterEpEilRlaEr

    Né veado,em vez de ir atrás de mulher,parte pra contar veadagem entre uma criança e uma maricona qualquer,que legal né!Cuidado veado Veadinão(na verdade tenho quase certeza que é o Daniel Coimbra,que é especialista em veadagem que está postando esse monte de mariconice),sou o John Deere,Matador de Veados,comigo veado e veadagem acabam!

    • Herbert

      Linda história comovente parabéns

    • Meninão

      Nunca nem vi esse ser na vida, mas estou finalizando a história do pequeno John, vai ser épica.

    • Deere CaJteOrpHillNar

      Nem ia querer ver,pois seria o fim das suas veadagens!

    • Ivinho

      E por que você não vai atrás de uma mulher e para de ficar enchendo o saco de quem tá quieto, a me esqueci, de todos aqui você é o mais Maricona que tem.

      Querido, ele não é o Daniel Coimbra, e sabe como eu sei disso?

      Não? Então vê se presta bem a atenção o veadinho de esquina, o Daniel Coimbra já tem histórico aqui no site, e juntamente com suas histórias que já dão um PUTA de um tesão, e tem mais, o perfil dele é o que tem o maior número de acessos que eu conheço, então me responde o machona, seria viável para o Daniel Coimbra, criar um novo perfil de autor só para criar uma nova história (uma PUTA de uma história) que talvez nem tivesse muita visibilidade. Não seria melhor ele postar no perfil dele mesmo? Responde essa Johana Maricona.

      E pensando bem, se o Daniel Coimbra e o Meninão se unissem para fazer a sua história de putinha de esquina, nooooossa o que não ia ter de gente gozando seria brincadeira.

    • J.J.D.D.M.MV.V

      Cale a boca veado,não adianta defender os dois porque vi que o maior veado do site é você
      Cuidado veado,sou o John Deere,comigo veadagem e veado que nem você acabam!

    • Alexandre

      Cuidado indivíduo, rastrear um IP é mais fácil do que você pensa, menso que você utilize máscaras de IP ou proxy para ocultar o seu IP verdadeiro, seus comentários não tem graça, eles tentam ofender e ameaça, injúria é um crime grave, intolerância pode te fazer responder por um crime e ser condenado, pode não ir para trás das grades, você responderá no regime aberto, mas vai foder a sua folha corrida e os seus antecedentes criminais, então cuidado indivíduo, essa brincadeira que só você ri pode te foder.

  • Responder [email protected]

    Ótimo 😍😍😍😍😍😍😍

    • Meninão

      Obrigado

  • Responder Sergipe

    Nem vem com: “continua…. Quem sabe?!”. Sabe muito bem que estamos amando essa história, melhor livro/novela que já li em muito tempo, esperamos continuação desse conto maravilhoso.
    Forte abraço Meninão e parabéns pela criatividade artística que vc tem.

    • Meninão

      O Sergipe meu amigo, obrigado, abraço.

  • Responder King

    Por Deus não Ouse parar essa história, está perfeita, tô completamente envolvido nela

    • Meninão

      O king, meu guerreiro, obrigado pelo carinho.

  • Responder Ivinho

    Se depender de mim vai continuar, cara que emocionante, foi muito potitinho~

    Aliás continue assim, se manda muito bem cara, e nos vemos amanhã viste

    Até

    • Meninão

      Valeu ivinho, forte abraço meu querido.