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Rei Goblin 2

2365 palavras | 3 |3.22
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A rotina logo se instaurou, pela manhã eu a visitava, na câmara do rio. Ela me olhava com nojo, se abaixando, para ficar da minha altura.

A submissão da mulher humana tinha certa beleza. De joelhos a loira não parecia tão alta, tinha no rosto a apatia, os olhos com olheiras denunciavam que as noites não lhe eram tranquilas. Por todo seu corpo a pele estava mais pálida do que nos primeiros dias.

Aponto para a minha rola. Engatinhando ela se aproxima. Os olhos fechados, a expressão de repúdio nos lábios se abrindo, tudo me excita.

Minha pica é a maior dentre os goblins, quase trinta centímetros, a questão é que, como os outros de minha espécie, ela é bem fina, parecida com a de um cachorro. A mulher abocanha meu pinto e começa a mover a cabeça, e logo o movimento se torna natural.

– Aprendeu rápido para quem disse ser virgem até dias atrás…

O nome da mulher é Fyevarra…

Ela me contou enquanto ainda no primeiro de nossos encontros…

Sua vida tinha sido plebéia, a maior parte passada servindo num templo, em Portal de Baldur, a maior metrópole humana, ainda mais ao norte de Castiçal, além da Floresta da Capa.

Era uma sacerdotisa da Deusa do Mar, Umberlee.

Por não desenvolver vínculos com qualquer tipo de magia, Fyevarra sempre serviu em tarefas simples, até ser designada como responsável pelo orfanato nas margens do rio manso.

Segundo o que disse, foi virgem até ser descabaçada pelos goblins…

Com a mão direita na base da minha pica, sua boca descia até encostar nos dedos, com a cabeça da minha rola passando por sua garganta. O movimento persistia, e eu não me esforçava, somente apreciava a boca dela, o corpo nu, os peitos enormes que com as duas mãos eu apertava.

Talvez, com a rola na boca dela, ao menos uma hora se passasse todos os dias pela manhã. Quando o gozo vinha era intenso. Diferente dos humanos, os goblins podem passar até dois minutos perdendo esperma, mesmo que para conseguir outra gozada leve em média de quatro a cinco horas fodendo.

Quando a porra começava a sair, e ela se esforçava para engolir, sendo inútil, com o jato quente lhe afogando, enchendo a garganta e escorrendo pela boca, deixando seus peitos, e coxas, imundos, ela perdia lágrimas, o que me deixava ainda mais de rola dura, fodendo aquela boca de lábios grossos enojados.

Recuperando o fôlego, sentia ela limpando minha pica com a língua, indo até as bolas, voltando por toda a extensão do caralho, segurando o mesmo, e puxando, liberando a cabecinha da pele que era lambida e sugada, mamada até não restar uma gota de porra na minha pele.

– Combinamos de você engolir até a última gota.

Falei severo.

As punições eram das melhores partes de nossos encontros…

– Vai me castigar novamente meu Rei?

O olhar entristecido de Fyevarra fazia meu pinto latejar. Antes apenas lhe dei alguns tapas, mas havia pensado em algo melhor…

– Sim, mas para sua sorte, terá até de manhã para se preparar…

Saí da câmara, e retornei aos meus afazeres reais…

Tudo se resumia aos escravos capturados, sete meninas, quatro meninos, nada demais, claro, se não houvessem quase duzentos goblins com os mais diversos interesses nos mesmos…

Dividi os escravos da seguinte forma, dois para o ninho norte, dois para o ninho sul, dois para o ninho leste, dois para o ninho oeste. Havia o prisioneiro que dei para Punhal, e sobrava uma menina que entreguei para Visco, o mais velho dentre os goblins, aquele que administrava os ninhos em Bosque das Cobras enquanto eu estava fora.

Nesse dia ainda julguei treze infratores, ambos, apenas na viagem dos dez prisioneiros, tentaram algo proibido nos caminhos enterrados. Era apenas um dia de viagem, como tantos conseguiram tempo para fazer algo retardado?

Não podia os punir com a morte, pois seriam treze a menos para as caçadas, guardas, e vigias…

Cheguei a uma outra conclusão. Todos os treze passariam um ano sem tocar em qualquer prisioneiro. As reações foram de aprovação entre os leais, e houve entre os julgados até mesmo um goblin que ofereceu o amputar de um dos braços em troca de uma noite com Alethra, a ruiva das meninas capturadas…

Recusei tal pedido, obviamente.

E aprendi sobre os nomes dos humanos…

As meninas eram…

Alethra, que era submissa; Westra, uma loira pequena, essa, que havia tentado fugir duas vezes em meio aos túneis; Faila, uma morena suicida, que na primeira chance que teve se cortou no pescoço com a faca de um dos guardas que foram julgados; Zasheida, uma garota extremamente branca, até nos cabelos, essa não tinha qualquer reação; Jassan, de cabelo castanho claro, que tinha medo de tudo e virou um tipo de brinquedo entre os guardas; Balama, de cabelo preto, a única de cabelo curto, era a mais nova e inocente, se quer entendia o que estava acontecendo; e Yasheira, a negra, a única que tinha tentado lutar contra os guardas.

Os meninos eram…

An, o desgraçado que me cegou de um olho; Frath, o mais revoltado de todos, que era forte, e o mais velho dos capturados; Ehput-ki, ruivo, irmão de Alehtra; e o mais estúpido e burro dentre todos, um moreninho de nome Malcer.

Mandei que me informassem sobre tudo o que ocorresse com cada um deles…

Por fim, voltei a me dedicar à humana que era minha.

Ordenei que acendessem o fogo, e quando todos haviam saído, e o sol brilhava, pois aos goblins a noite é a hora de despertar e o dia o momento de mais sono, trouxe Fyevarra até a sala do trono.

Foi ainda quando assaltamos o navio mercante que encontrei aquilo…

Segurei o ferro, de marcar gado, e a sacerdotisa entendeu, começando a chorar.

– Se você chorar também haverá punição. E se gritar também. Quero você quieta e prestativa, se precisasse de um lixo vomitando vontades foderia uma goblin qualquer.

O ferro acendeu vermelho devido ao calor do fogo. Era o número oito na ponta, quebrado acima e abaixo nos dois círculos.

Me aproximei dela, que ajoelhada tremia de medo olhando minhas mãos. E ordenei que ficasse de quatro, a mais bela posição para uma mulher. Finquei com força o ferro em brasa na imensa bunda daquela humana desgraçada, seus gritos ecoaram, e fiz questão de permanecer queimando até que a mesma desmaiasse de dor.

Quando tirei o ferro da pele, mijei em cima, e o vermelho da queimadura se estendeu por toda a bunda.

Perto da marca, veias saltaram numa reação inesperada que arroxeou o alvor das coxas grossas da puta humana.

Quando os olhos azuis se abriram, Fyevarra tentou mover as mãos, mas não conseguiu. Eu havia algemado a humana ao ferro de correntes que desciam do teto. Ela estava pendurada, apenas com as pontas dos dedos dos pés tocando o solo.

Com um chicote lhe marquei as costas, me excitando.

O rasgo na pele desceu do ombro esquerdo até perto do meio da bunda. Acertei a queimadura na sequência, dois gritos extremos ecoaram pela sala do trono.

– Qual parte de que deve ser silenciosa todo o tempo você não entendeu?

Mais uma chicotada e havia um xis de sangue em suas costas. Dessa vez ela apenas chorou, sem gritar.

– Ainda chorando? Você nunca vai aprender a respeitar o seu Rei!

E com a fúria de minha força a marquei profundamente, costas, bunda, coxas, pescoço, braços, cotovelos…

Não aguentando as sucessivas chicotadas nas costas, ela virou, e lhe marquei os peitos, mamilos, braços, pernas, a boceta, e o rosto.

Desacordada, escorrendo sangue, a soltei, a levando de volta à câmara da queda d’água.

A joguei na água fria e ela despertou, tremendo…

Desde que foi capturada ela estava nua, ao menos devia ter se acostumado com o clima…

– Agora me obedecerá como prometeu? Ou vai desistir de você… E daquele garoto….

Minha frase fez seus olhos saltarem aterrorizados.

Demorou até que o orgulho dela se esvaísse e essas palavras se formassem:

– Me perdoe nobre Rei, eu falhei em lhe satisfazer, mas não o desapontarei novamente… Eu juro…

A escutei e resolvi criar algo divertido aos meus leais:

– Até que você cicatrize vou te ajudar na recuperação… E testar sua força de vontade…

Comecei a mijar em seu rosto, e peitos, e ela se controlou para não chorar. Continuei a falar:

– O mijo dos goblins ajuda na cicatrização… Por quatro dias você será nosso banheiro, e não se alimentará de nada se não de nosso elixir de cura… Eu saberei se você bebeu água… Será punida novamente caso me desobedeça… Aguentará esse simples desafio sacerdotisa?

Ela pensou em silêncio, tinha uma expressão de total desesperança no rosto, quando respondeu foi quase um suspiro sem vida:

– Se me fará bem, e meu Rei ordena, assim será…

Na verdade, o mijo não precisava ser bebido, mas isso eu manteria em segredo…

Daquele momento em diante, outros goblins desceram à câmara, mijaram em muito mais que o comum, e a humana ali permaneceu, apenas virando de lado, e abrindo a boca…

Os quatro dias passaram rapidamente, e antes de nosso reencontro resolvi receber notícias dos ninhos, uma péssima escolha…

– O que você disse?

Questionei incrédulo. Aquilo parecia uma piada sem sentido.

– Perdão grande Rei, mas, duas das crianças morreram…

Os goblins ajoelhados tremeram ao repetir as notícias.

Questionei:

– Quais das crianças?

– Yasheira e Malcer…

Demorei para lembrar quais eram.

– Como vocês conseguiram perder duas crianças em menos de uma semana seus filhos de putas porcas imundas?

Antes de ouvir qualquer resposta levantei do trono. Eram três aqueles que traziam as novas. Ordenei aos guardas:

– Levem os três para prisão, deixem ambos separados. Não façam nada com eles, eu vou interrogar cada um deles em separado, e é bom que os três contem a porra da mesma história.

Grunhidos foram a resposta.

Maldição! Apenas por falar o idioma humano meus ouvidos começavam a perder a sensibilidade necessária para entender a língua de meu próprio povo…

– Estão dispensados por hoje, vigiem a troca de turno, e até amanhã não façam nada.

Falei aos da guarda do trono, que saíram.

O trono era esculpido na parede, tinha ranhuras, das espadas que o desenharam em terra. No escuro do crepúsculo busquei por luz, e isso me incomodou quase tanto quanto a notícia de perder os valiosos escravos.

Eu precisava descontar em algo…

Fui até a câmara da sacerdotisa. A puxei pelos cabelos e a arrastei. Os ferimentos estavam curados, bem como sua atitude havia mudado. Se fosse antes talvez ela estivesse chorando enquanto eu a guiava segurando os fios dourados. Naquela manhã ela simplesmente me seguiu, primeiro em pé, em seguida ajoelhada, por um apertado caminho.

– A partir de hoje é aqui que você vive.

Estávamos quase cem metrôs abaixo das águas, ali existiam câmaras e corredores incontáveis, a maior parte pequena demais para ela passar.

– Se tentar fugir, mesmo que seja minha escrava, não hesitarei em te matar… Agora, de quatro.

Ela não pareceu entender. Acho que falei em goblin a última parte. Bradei:

– De quatro sua puta humana!

Ela virou, colocando as mãos contra o chão, estava bem escuro, a luz mal tocava o lugar.

Minha visão estava se alterando por eu passar muito tempo com essa vadia…

A mudança era necessária…

Segurei sua bunda com as duas mãos, e enfiei com toda a minha força a rola dura no cu que apertou.

Cuspi e escarrei na pica, usando a cabeça da rola para enfiar meu catarro no cu que teimava em não abrir.

Segurei bem em cima da marca da queimadura, minha marca, a marca de um Rei Goblin, e comecei a foder sem dó.

Os gemidos da biscate começaram altos, e logo ela conseguiu se controlar. Mesmo que seu corpo fosse para frente, não aguentando as fodidas no buraco do cu se abrindo.

As mãos dela foram tateando o chão, até que, empinando a bunda, a mulher segurou na parede, comigo fodendo com toda a minha força.

O suor escorria do corpo de Fyevarra, com o passar das horas minha porra jorrou, vazando do cu aberto, arrombado de uma forma tão bruta que quando tirei a rola pude atolar a mão esquerda até o pulso, puxando esperma, esse, que enfiei na boca da sacerdotisa.

Ordenei:

– Enquanto você come essa porra, reze para sua Deusa e agradeça por servir ao maior dos Reis!

As lágrimas vieram aos olhos dela, mas Fyevarra se controlou, iniciando a prece:

– Ó infinita Deusa, a Rainha das Profundezas, a Mãe das Ondas, que sua sabedoria divina compreenda minhas palavras, pois ao divino agradeço por estar na presença daquele que é Rei entre Reis. Eu sou sua, de corpo e alma, sagrado Rei Goblin!

Mais tarde as horas passariam mais rapidamente, com ela me chupando, e rebolando o cu na minha rola, eu estava reservando algo bem especial à sua boceta…

(Estão gostando? Vou para as primeiras prisioneiras no episódio que vem… E a Fyevarra em breve aprenderá o porque nasceu com boceta… Resolvi escrever por ver algo assim aqui nos contos, posta o link do seu conto nos comentários se você também escreve fantasia aqui na Contos Eróticos CNN, prometo que leio e comento! Vamos ser amigos s2)

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3 Comentários

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  • Responder Vagner

    Você escreve muito bem, a riqueza de detalhes me encantou, estou aguardando com ansiedade a próxima parte.

  • Responder Cachorrao

    Excelente!! Fiquei receoso em comentar na primeira parte, pois, cogitei que você poderia ser daqueles escritores que começam algo e não termina, o que pelo visto, não é o seu caso.
    Achei genial o seu conto, tanto pelos aspectos sexuais com bastante violência, junto com a ambientação fantastica, estou gostando muito, espero ler muitas mais.
    Eu já escrevi uns contos com uma pegada similar a sua (embora não escreva mais), se quiser trocar uma ideia, entre em contato comigo por email [email protected]

    • Fadinha J

      Valeu por ler, e pela crítica haha me sinto uma escritora! Quero ler seus contos antigos, vou ter mandar um email ainda hoje.

      Quanto ao Rei Goblin, escrevo de madrugada, provavelmente hoje escreva mais, talvez amanhã ou depois eles postem, o site é super rápido.