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Reginaldo

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Parte 1: /2020/09/o-primeiro-flagra/

Um mês passara-se, eu já não via Adriano com tanta freqüência, pois não podia brincar com Thiaguinho, meu vizinho, da minha idade, em sua casa. Aquele tempo sem fazer uma sacanagem já estava afetando minha personalidade, mudei meu estado para um de uma permanente melancolia. Um dia, ao colocar o lixo para fora, atendendo ao pedido de minha antiga babá, que agora era nossa empregada doméstica, Elizandra, vi Adriano entrando no conjunto residencial ao lado, onde residia. Na hora, estanquei, encarando-o sob a luz do sol, que fazia sua pele morena brilhar como bronze.

– Ele te proibiu de vim aqui?
Assenti.
– Tô com saudade (ele disse, fazendo meu coração disparar como um tambor de macumba).
-Eu também. (Soprei, num suspiro, enquanto sentia meu pintinho endurecer, imaginando-me sugando-o com força).
Adriano coçou o saco e apertou o pau, enquanto eu adimirava-o ficar duro, o que o shorts fino e azul de jogador evidenciava.
– Vem aqui rapidinho… (Suplicou, apontando pro corredor de sua vila com a cabeça).
– Não posso.
– Vai ser rápido. Vem? Olha, se…
– Biel? (Ouvimos a voz de minha mãe chamar-me)
Rápido como uma flecha, sem ao menos dispedir-me, entrei e fechei o portão.
– Filho?
– Senhora? Tô na sala, mãe. (Falei, emburrado).
– Querido, quero conversar com você. (Mamãe estava de “baby boll”, ainda, sua imagem chegando próxima a mim era divina, como ela era chique, como cheirava bem, como era linda, sua alvidez parecia um copo de leite, fazendo realçar a cor viva de sua veste de dormir, de um vinho forte, de seda. Ah, como queria ser ela, porém esse desejo nunca foi inveja, mas pura adoração desvinculada de maldade, sei disso.)
Os olhos de Elizandra queimavam-nos por detrás da bancada, enquanto picava legumes.
– Eli, querida, você poderia trazer-me um leite da venda?
– Tem uma caixa cheia na…
– Não, quero um desnatado (mamãe arrumando pretextos sempre foi icônica kkk).
– Hum… (Vi Elizandra revirar os olhos, se tivesse mais maturidade, teria captado, também, seu tom debochado, evidenciando que ela sabia bem a razão do pedido para que fosse à venda).
Após sair, mamãe iniciou um discurso que fez minha cabeça girar.
– Meu amor, sobre o que aconteceu aquele dia… Tenho visto o quanto você tem andado tristinho.
Meus olhos lacrimejaram, não consegui fitá-la. Se ela continuasse naquele tom, eu logo seria tomado pela correnteza emocional.
– Sente-se aqui no colo da mamãe.
Aconcheguei-me em suas pernas grossas e repousei cabeça em seus fartos seios.
– Eu te amo tanto, seu pai também. Mas tem coisas que são difíceis pra ele enxergar ainda. Coisas que estão na nossa cara, mas que ele não aceita, não quer aceitar. No entanto, estou aqui por você. (Senti seu beijo no alto de minha cabeça, sobre meus cabelos dourados.) Eu não posso mais suportar te ver nessa tristeza, você tá emagrecendo, já. A bundona do meu neném tá sumindo, já tô sentindo os ossinhos dela nas minhas pernas. (Sorrimos)
– Mentira (falei, buscando seu olhar, seu hálito era mentolado, enquanto ela sorria-me. Ela beijou-me a ponta afilada de meu nariz).
– Meu bielzinho (apertou-me a bochecha). Pensei bem, e, nos dias em que seu pai tiver de plantão, você poderá ir pra casa do Adri… Do Thiaguinho.
Meu sorriso virou sisudez, num lapso. Sisudez incrédula.
– Quê?
– Tem correntezas que são impossíveis demais de vencer, e eu, na verdade, nunca quis.
– Hã?
– Nada… Tô pensando alto. Sim, meu amor, você gostaria disso? Mas deve ficar somente entre eu, você e a tia Elizandra.
– Mas… Mas eu tenho medo. Se papai descobrir…
– Ele não vai. Confie em mim. Agora, que tal banharmos, trocarmos de roupa, e irmos ter um dia daqueles? Manicure, shopping, eu vi semana passada umas blusinhas que você vai amar…
Sorri de orelha a orelha.
– Te amo (confessei).
– Eu também. Você é o filho que sempre quis ter. Sempre serei sua amiga, sempre. E já é hora de termos nossos segredinhos (piscou-me, sorrindo).
Após uma tarde perfeita dm sua companhia, mamãe estacionou e pediu que eu guardasse as compras e banhasse. Eram umas cinco horas da tarde quando ela entrou em meu quarto, após seu banho. Elizandra tinha finalizado seu trabalho, e retirado-se, éramos somente nós na casa.
– Quer que eu te ajude a prender a pulseira nova?
Dei a ela meu pulso, em resposta.
– Se seu pai reclamar dessa pulseira, se disser que é de menina, ou algo parecido, diga que fui eu quem lhe deu, que eu me resolvo com o turrão. (Sorri)
– Turrão… (Gargalhei, eu e ela)
– Sim, vamos ver quem é mais forte aqui. (Piscou-me)
Era incrível como meu coração enchia-se na companhia dela.
– Você tem vontade de furar as orelhas?
– E… Eu posso?
Ela observou-me um pouco.
– Tem vontade?
– Muito.
– Vamos falar disso depois. Cada passo de uma vez. (Suspirou fundo) Ah, seu pai. Seu pai é nossa muralha de resistência (ela olhou pro vazio, enquanto eu tentava entender o que tinha dito ou encontrar o foco daquele olhar, porém meus poucos 7 anos de idade não permitiam-me nem uma coisa, nem outra).
– Filho, alguma vez, em algum lugar, você já ouviu a palavra “trans”?
– Trans?
– Sim, trans ou transexual?
– Não, mamãe.
– Certo. Bem… Deixa pra lá (Sorriu-me). Tenho um presentinho pra você, agora. Eu falei agora a pouco com seu pai, e ele disse-me que estão fazendo uns reparos na viatura, e, depois, provavelmente ele vai trabalhar a noite toda prendendo os bandidões do mal (disse, com tom de mistério, gesticulando com suas mãos perfeitas). Então, eu pensei… Que tal se você fosse fazer uma visitinha agora para o… Para o Thiaguinho? (Ergueu as sobrancelhas)
– Sério? Eu posso?
– Nosso segredo.
Mamãe levantou-se e pegou um dos meus perfumes, um bem feminino, que eu amava, e espirrou em meu pescocinho.
– Vá lá. Não tenha pressa. Pode ficar o tempo que quiser, mas venha antes das 10 horas.
– Obrigado, mamãe.
– De nada, amo ver esse brilho em seus olhos. Agora vá.
Enquanto eu saia, repleto de alegria, imaginei se mamãe não sabia que, na verdade, Thiaguinho estaria no salão da mãe, já que era mês de nossas férias escolares, e ele passava as tardes com ela, em seu trabalho. Hoje, já adulto, sei que mamãe já sabia que apenas Adriano estaria em casa naquele horário.
Para a minha surpresa, ao eu bater na porta de vidro da terceira casa da vila, com as mãos frias, quem apareceu-me foi Reginaldo, pai de Thiago e Adriano. O homaço tinha 1,80 m, acho, cabelos curtos e espetados, estilo militar, como o de papai, tinha uns 34 anos, e era já conhecido pela fama de cafajeste e mulherengo. Lembro que às vezes eu ouvia mamãe e Elizandra comentarem.
– Oi… (Falei)
– Oi, pequeno anjo. (Sorriu-me).
Meus olhinhos desceram por seu peitoral e barriga definida e cabeluda, um preto mais claro que o de sua barba por fazer. Senti minha garganta secar com o olhar que ele passou a me dar, sem entender o motivo, já que aquele olhar, aquele cinismo na voz e sorriso malicioso dele eram novos para mim.
– Entre.
Entrei.
– Cadê o…
– Adriano?
– Thi… Thiaguinho… ?
– Thiaguinho, sei…
Reginaldo passou a chave na porta, e sentou-se largado no sofá, abrindo as grandes e grossas pernas e escorando a cabeça no sofá, sorrindo pra mim e olhando-me forte nos olhos. A intensidade daquele olhar fez-me fitar o chão sob meus pés, fazendo-me ater para outro detalhe.
– Desculpa, esqueci de tirar os sapatos.
– Tudo bem (disse ele, apertando o pau que marcava na calça jeans justa).
Excitei-me com a visão perfeita e ruborizei.
– Pois é. Adriano ainda não chegou da aula. (O safado continuava falando como se eu estivesse ali pelo filho mais velho, e não por Thiaguinho, meu companheiro de sala de aula e colega).
– Aula?
– É. Num é que o vadio ficou de recuperação? Vai estudar a metade das férias. Esses muleques dessa idade querem só saber de bola e bucêta.
Reginaldo tirou a mão do meio das pernas e pude ver um grande volume. Ele realmente devia estar apertando seu pau, já que estava visivelmente duro. Com toda a certeza ele estava vendo seu efeito sobre mim.
– Naquele dia que teu pai veio aqui, ele disse pra mim o que aconteceu (olhei pra ele assustado), não disse detalhes, apenas que vocês estavam fazendo imoralidade, os dois, e pediu que eu batesse em Adriano e tal, que não ia te deixar mais vim aqui.
Comecei a piscar rápido, essa sempre fora minha reação natural ao constrangimento.
– Não disse detalhes, mas, pelo que eu conheço do Adriano, posso imaginar quem era o homem e a mocinha (sua mão descansou sobre seu pau, eu olhei, vendo a mãozona ser levantada por uma pulsação, meu coraçãozinho parecia querer rasgar minha caixa torácica).
– A gente tem um tempinho até eles chegarem (Piscou-me). A Suelen que te deixou vim aqui, foi?
– F… Foi, tio.
Olhei novamente pro meio de suas pernas, eu nunca tinha visto um pau maior que o de 15 cm de Adriano. E aquele parecia ser imenso.
– Chega aqui mais perto de mim. (Não parecia de forma alguma ser uma pergunta, mas uma ordem).
Movi-me até ele, sob seu feitiço.
– Chega mais perto…
Meu Deus, parecia que eu teria um infarto bem ali, comecei a sentir um peso absurdo em minhas pernas. Movê-las estava complicado, mas dei mais dois passos parando de pé ao lado de sua perna esquerda. Sem nada dizer, mas sem tirar os olhos dos meus, ergueu-me pela cintura e pousou-me sentado sobre o braço do sofá, ao seu lado.
Senti meu pintinho endurecer completamente na minha nova cuequinha box rosa bebê, que ganhei de mamãe.
– Ele chegou o rosto próximo ao meu mamilo, me queimando com o olhar.
– Se eu te pedir uma coisa, tu faz pra mim?
Reginaldo passou o braço por detrás de minhas costas, entre elas e o escosto do sofá, olhei para seu braço forte. Eu já respirava apenas pela boca entreaberta, estava completamente envolvido. Senti seu perfume “uomini black” misturado no aroma de suor de homem, o que fez minha cabeça rodar.
– Responde… Cê faz?
– F… Faço. (Olhei-o, vendo, de relance, seu pau pulsar dentro do jeans azul)
Ele, então, apoiou o a cabeça na mão, e pediu-me, olhando-me com uma força absurda.
– Dá uma cheirada no meu suvaco?
– Q… Quê? (Sorri, buscando em sua fisionomia algum traço de piada, mas não havia nenhuma graça escondida ou descarada naquele rosto, muito pelo contrário, ele estava numa seriedade assustadora).
Ele afastou-se mais pra sua direita, pegando-me na cintura novamente, e colocando-me, dessa vez, ao seu lado. Sua axila cabeluda estava próxima de meu narizinho agora, e eu já sentia, de onde estava que um cheio inebriante e excitante vinha dali.
Olhei pro seu pau, que não parava de pulsar, e pros seus olhos negros, o homem era, de fato, muito bonito. Porém, como só tinha olhos para o seu filho, não havia notado, até aquele momento.
– Vai… (Ele enfiou a mão direita em minha nuca, arrancando-me um gemido ao sentir meu corpo inteiro tremer e arrepiar-se, então puxou-me o rosto até a sua axila esquerda, já bastante próxima.
– Cheira aqui, caralho.
– Ah (gemi, de olhinhos cerrados, tremendo em outra onda de arrepio, meu pintinho doía de duro).
– Veadinho… -Senti os cabelos de sua axila tocarem a pontinha do meu nariz- Cheira meu suvaco, vai?
Cheirei, cheirei e cheirei, um aroma delicioso de desodorante com suor de homem. Era demais pra um menininho de sete anos, meu corpinho parecia que iria explodir, eu queria muito chupar o seu pau.
– Lambe meu suvaco.
Nem pensei duas vezes. Lambi toda a extensão de seu suvaco, sentindo minha linguinha ficar áspera e travosa com o sabor agridoce.
– Isss… Oh.
Puxou-me forte os cabelos ali onde me prendia, fazendo-me olhá-lo.
– Desse jeito, mais uma vez.
Lambi novamente, mas dessa vez chupei seus pêlos.
— Iss… Quer dizer que tu gosta de pica, veado?
Perguntou-me, já deixando-me livre e abrindo o cinto com as duas mãos.
Eu olhava encantado, as solas dos meus pezinhos tocavam o paraíso.
– Tá doidinha pra mamar no meu caralho grosso, num tá, seu fresco? (Reginaldo abriu o botão da calça e puxou o zíper, vi parte de seu pau , apenas, sobre os cabelos pubianos, ele estava sem cueca, seu pau moreno estava preso pro lado direito dele, na calça).
Puxou-me, novamente, pela nuca, deixando minha boca na altura de seu umbigo.
Eu tremia.
Rapidamente, libertou o pau, que pulou, batendo em meus lábios e já melando-os com seu pré-gozo abundante.
O pau era lindo, enorme, grosso, meus olhos arregalaram, e meu coração disparou noutra descarga.
Peguei com vontade na base, e apertei, sentindo todo o calor dele em minha mão delicada, que não conseguia fechar-se. O cheiro era delicioso. Era meu primeiro pau adulto, e parecia um troféu.
Passei a língua em meus lábios, pra desfazer aquela secura e, lambi, primeiramente, a cabeça de sua pica, retirando toda aquela babinha que eu adorava, senti seu sabor de olhos fechados, deliciando-me.
Ele puxou-me forte os cabelos da nuca, levando-me ao pau.
– Chupa logo, porra. (Sua voz estava embriagada de desejo, dava pra sentir)
Enfiei a cabeçona linda de sua pica na minha boca pequena e sulguei com força.
– Oh… Frêsco! Mama…
Fui chupando cada vez mais fundo, minha boquinha doía devido ao descostume com um pau tão grosso, mas eu já estava salivando muito, tava muito gostoso.
Passei a masturbá-lo enquanto mamava. Seu pau me dava muita baba pra beber, eu mamava gemendo, de olhos fechados, com 20 centímetros de pica só pra mim.
– Ah, que boquinha quente meu veadinho tem, imagina o cuzinho…
Reginaldo soltou minha nuca e enfiou a mão dentro de meu short, eu tava tão excitado e entregue, que só notei algo quando seu dedo do meio, salivado por ele, já estava pela metade dentro de meu furinho. Ninguém tinha me tocado ali ainda, Adriano apenas curtia me pôr pra chupar.
Tirei a boca de sua pica.
– Ai, tio (gemi).
Ele enterrou o dedo por inteiro.
– Isss… Olha como seu cuzinho tá com fome. Ah que apertadinho, e pedindo pica.
Reginaldo começou a socar o dedo em mim, eu via estrelas.
– Continua mamando, que quero gozar assim, minha menina, minha princesinha do sexo.
Botei a pica na boca, novamente e chupei com mais vontade ainda, já engolindo mais da metade. Gemia muito enquanto o mamava, ele socava o dedo até o talo e mexia lá dentro, era absurdamente divino. Senti meu primeiro orgasmo seco, sem me tocar. Me tremi por uns dez segundos.
– Putinha… Oh… Olha como pisca esse cuzinho. Quer torar meu dedo com o cú, menina?
– Aiiim… (Gemi, sentindo seu dedo grosso até o talo, massageando minha pequena próstata).
Ele tomou o pau de minha mão e começou a bater uma, a cabeça do pau em meus lábios grossos e semiabertos. Eu observa-o com fascínio, enquanto ainda sentia seu dedo médio esquerdo em meu cú. Passei a pegar e apertar seu saco, puxando suas bolas devagar.
– Oh… Fala o que tu quer. O que tu quer, veado? Fala.
A cabeça da pica aparecia e sumia, aparecia e sumia, com sua punheta, eu lambia o pré-gozo e engolia cada vez que vIa uma gota se formar.
– Fala, porra.
– Ah -gemi-, falar o quê, tio?
– O que tu quer agora? Ãm?
– Quero o leitinho.
– Is.. oh… Quer, é?
– Quero. Aiim (seu dedo me fodia rápido, meu pintinho já voltava a endurecer e doer, como aquilo era bom, meu Deus, queria apenas fechar os olhos e sentir, mas a visão daquele pau era linda demais pra eu negar-me de contemplar).
– Quer engolir a porra do teu macho, né, porra? (Falou alto)
– Quero, eu quero, ai.
– Chupa só a cabeça do meu caralho vai, que eu vou gozar.
Mamei por mais uns trinta segundos na cabeça de sua pica, enquanto ele continuava a punheta.
– Ah, que gostoso, porra, vou gozar, seu frêsco, vou encher tua… Oh… (Senti o primeiro, segundo e terceiro jatos baterem com força no céu de minha boca, engoli com uma fome africana, havia um mês que não bebia leitinho, o seu era bem mais grosso do que o de Adriano, e meio adocicado, uma delícia, minha boca encheu por mais duas vezes, e eu engoli com prazer cada vez que contava mentalmete quatro pulsadas da pica).
– Hum… (gemi)
– Oh… (Suas pernas tremiam, ele apenas apertava a base grossa da pica, me dando mais leite, em menor quantidade) Fu… F… Oh, frêsco, caralho. (Eu buscava suas bolas, mas elas haviam sumido pra dentro do saco, ainda estavam produzindo as últimas espirradas do seu leite em minha boca). Ah…

Respirei fundo de satisfação, sentindo toda a boca, garganta e estômago cheios daquele sabor e presença maravilhosas, sem dúvidas, eu havia nascido pra aquilo.

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5 Comentários

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Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Rapaz curioso

    @Binhobill

  • Responder paizao

    Quem tiver a fim de conversar com um paizão me chama no tele cadu4423

  • Responder Novinho

    Gostei! Se for inventado podia continuar dizendo que virou a mulher dele

  • Responder zooboyv

    muito ruimmmmmmmmmmm

  • Responder Anônimo

    Ótimo conto, se for fictício acho que seria muito interressante o Adriano e o Biel serem passivos para os própios pais.