# # #

Fetiches 16 – Gian e Gustavo

3941 palavras | 15 |4.74
Por

Relato de um encontro memorável entre os dois amigos e parceiros sexuais.

Na Quarta-Feira 28 de Dezembro cheguei no sítio do Sr.Salvatore um pouco antes das 19hs. Uma ansiedade desmedida e um tremor antecipado nas pernas. Gustavo tinha me dito que deixaria a porta da casa aberta, teria dispensado a empregada, e que eu podia ir entrando e procurar por ele. Entrei chamando seu nome e ouvi sua voz “Tou aqui na sala de ginástica”. Quando cheguei lá ele tava malhando no supino, vestido só de cueca branca e regata preta, deitado no banco com as pernas abertas e suspendendo a barra. Colocou-a no suporte, sentou-se no banco e me olhou. Bastou aquela visão dele só de cueca e camiseta, suado, e eu sabia porque ele tinha escolhido me esperar daquele jeito, pra eu ficar sem ação e sentir a rola umedecer minha cueca.
Olhando pra minhas mãos vazias perguntou: “-Cadê meu presente ?”
– “Tou vestido com ela, desde Segunda-Feira. Te dou na hora de ir embora”.
Ele fêz um ar de aprovação com um riso, levantando um dos braços e passando a mão nos cabelos, me mostrando de propósito o sovacão cabeludo, perguntou bem safado : “Já tá babando ?” Cínico, convencido e gostoso ele já sabia a resposta mas queria ouvir: “Desde que entrei e te vi de coxas abertas com essa cueca branca apertada”. Ele riu e comentou vaidoso: “Tu baba como quem saliva, né?” Respondi: ‘Simultâneamente”. Ele acrescentou: “Deixa babar bastante, quero ela bem babada mais tarde.” Falei: “Não vou precisar fazer nenhum esforço pra isso”, e olhei o volume dele ficando maior e aumentando uma mancha amarela já visível na parte frontal. Esclareceu: “Também tou com a minha desde Segunda-Feira”.
Ele se levantou e veio na minha direção. Bastou chegar mais perto e o cheiro do sovaco suado entrou pelas minhas narinas. Aspirei fundo, ele percebeu, e com voz sacana e grave falou bem perto do meu rosto: “Sentiu? Tou sem banho há 2 dias, sem gozar há 7, sem trocar de cueca há 3, e dormindo no mesmo lençol há 4. Quer assim mesmo? Ainda dá tempo de eu lavar ou trocar alguma coisa”. A essa altura eu já tava todo babado e sentindo a cueca melada, a respiração curta, com as pernas tremendo sem controle. O tesão que aquele cara despertava em mim era doentio, mas a sensação era maravilhosa. Respondi: “Quero assim mesmo, vc sabe disso”. Ele suspirou fundo: “Queria ter certeza”.
E aí me surpreendeu com algumas condições:
– “Olha só. Vou pro meu quarto me deitar. Tu espera 5 minutos aqui e vai pra lá. Vou estar “dormindo”, não sei que vc tá aqui, não vou ver vc entrar no meu quarto, e vc vai abusar de mim enquanto durmo.”
Surpreso com aquilo, me dei conta que uma das minhas maiores fantasias nas punhetas, era um dia pegar ele dormindo quase sem roupa e poder, com calma, me “aproveitar” dele naquelas condições. Excitado até a medula só quis me certificar: “Tu vai ter que estar de olhos fechados pra encarar isso? Como na van?” – lembrei. Respondeu: “Não pelos mesmos motivos. Quero curtir como quem tá sonhando. Em algum momento vou “acordar’ pra participar. Hoje não vai ser unilateral” – completou rindo. Meu peito acelerou de ansiedade.. Era tão bom pra ser verdade que eu ainda quis saber:
– “E quais são os meus limites?” – Ele me olhou demorado, chegou o rosto mais perto e respondeu: “Nenhum”. E acrescentou: “Se alguma coisa me incomodar tu vai saber na hora”. E começou a andar em direção ao quarto, fazendo questão de me dizer: “Vou só dar uma mijada antes e vou me deitar, ok?” O safado sabia exatamente o que me dava mais tesão. “Cinco minutos!” – me lembrou.
E saiu da sala. Fiquei ali parado, imóvel, ainda sentindo o cheiro dele, e comecei a contar os 5 minutos intermináveis que tinham sido determinados. Apesar de saber que ele estaria teoricamente à minha disposição, “sem limites”, a impressão que me passava era a de que era ele que mantinha o controle da situação toda. Mas isso não me incomodava nem um pouco.
Pareceu meia hora aquela espera, e eu teria gozado enquanto esperava se tivesse tocado no meu pau, antevendo o que estava pra acontecer. Quando enfim entrei no quarto dele vi que as luzes estavam todas acesas, ele sabia como era importante pra mim poder VER bem tudo o que pudesse. A cama era de casal, ele tava deitado de frente, uma perna estirada e a outra fletida, relaxado espontaneamente como alguém fica quando tá dormindo. No alto da coxa da perna fletida, a cueca deixava um pequeno vão onde aparecia uma parte do saco saindo, como se fosse casualmente. Acima do cós alguns pentelhos estavam de fora, também “casualmente”. Um braço estava levantado com a mão acima da cabeça, um sovaco totalmente exposto. A regata tinha sido retirada. Imaginei que aqueles 5 minutos tinham sido usados para encenação daquela exposição “involuntária” de um adormecido.
Eu me aproximei pra bem perto da cama, e por alguns minutos fiquei contemplando aquele corpo de homem perfeito, o peitoral estufado e dividido, os mamilos rosados com pequenos pêlos ao redor, a barriga sarada com a trilha cabeluda descendo desde ao redor do umbigo até dentro da cueca, o volume proeminente enchendo o tecido amarelado na frente com uma marca molhada da mijada recente que ele fêz questão de anunciar. Subi o olhar para o bíceps volumoso no braço erguido, salivei vendo o sovaco negro de pêlos fartos, e olhei o rosto bonito com os olhos fechados, a barba incerta crescendo nas faces, e a boca perfeita contornada com lábios desenhados. Como era lindo aquele homem. E sem haver planejado nada, seguindo minha vontade imediata, comecei por ali, por aquela boca bonita e intocada por mim até então. Nem parei pra pensar na reação dele, beijei de leve aqueles lábios de homem adormecido, beijei demorado com minha boca entreaberta, e senti maravilhado o meu beijo correspondido. Os lábios dele se entreabiram também, e o beijo aconteceu. Sem língua, sem chupação, um beijo suave de leve, mas um beijo mesmo, não um selinho. Os olhos continuavam fechados, mas aquele consentimento e reciprocidade me garantiram que realmente meus limites eram amplos. Beijei os pêlos da barba incerta, antes só acariciada, e beijei os olhos cerrados, nas pálpebras, com ternura não planejada, apenas sentida, selando aquele sono simulado e bendito.
Mas aquela ternura não excluía o tesão, porque o cheiro forte do sovaco estava tão perto que logo me direcionou de volta. Ainda beijei o pomo-de-adão proeminente e másculo no pescoço viril, sempre tive vontade de botar a boca ali quando ele falava ou levantava a cabeça e aquilo se movia de forma tão masculina. Desci para o sovaco cabeludo, enfiei o nariz aspirando o cheiro forte de suor, cheirei intensamente antes de começar a lamber os pêlos todos, senti o travo de suor sem banho há dois dias, lavei com a língua aquele sovaco tão desejado de macho. Passei para o mamilo rosado rodeado de pelos finos e chupei até sentir o bico do peito endurecer na minha língua, mamei gostoso aquele mamilo grande e vi o volume crescendo na cueca branca amarelada de mijo. Fui até o outro mamilo só pra sentir ele endurecer igual, eu tava quase debruçado naquele peitoral largo pra alcançar o outro bico pontudo, mas o volume crescia cada vez mais, a cueca se levantava, e o ovo peludo agora aparecia inteiro no alto da coxa esquerda. Desci devagar pela barriga trincada, lambendo o gôsto de suor até chegar nos pêlos do umbigo. Chupei o umbigo redondo e peludo e desci lambendo a trilha cabeluda até alcançar os pentelhos que saíam pelo cós. O cheiro de mijo começou a ficar mais forte quando aproximei o nariz do volume que agora preenchia toda a cueca. Encostei o rosto na mancha amarela molhada que cobria quase toda a parte frontal, pensando em quantas mijadas ele tinha dado e guardado ali durante 3 dias. Mas muito melhor e mais forte do que o cheiro de mijo foi o cheiro que senti quando encostei o nariz na cabeçona vermelha que começava a sair pelo vão da cueca. Cheiro forte e único de rola suada e suja, sem lavar há 2 dias, acumulando secreções de macho natural. Aquilo merecia mais atenção. Estirei a perna fletida, puxei devagar a cueca até ela sair pelos pés, e vi maravilhado a rola toda solta e dura cair sobre o ventre. Totalmente dura ela ultrapassava o umbigo, aquela maravilha de rola. Segurei pela base e botei ela em pé, majestosa, grossa, pesada. Abri todo o prepúcio pra descobrir toda a cabeça, linda, redonda, exalando cheiro de pica. Ao redor da cabeça tinha uns pontinhos brancos de sebo, ele não tinha gozado mas tinha se excitado várias vezes durante aqueles 7 dias, com certeza. Cheirei ao redor da cabeça toda, a rola pulsava na minha mão, eu ouvia a respiração acelerada dele “dormindo” enquanto eu passava aquele cheiro todo pelo meu nariz. Cheirei até me faltar o ar, e salivando de babar comecei a lamber ao redor da glande vermelha e brilhando de afluxo sanguíneo. Limpei aquela cabeça linda de rola toda com a língua, mamei só a cabeça pra deixar bem limpa, não queria que ele gozasse nem tão cedo. Enfiei os dedos na mata de pentelhos, tão grandes e espessos que cobriam meus dedos, enterrei o nariz naquela pentelhada linda, aspirei o cheiro de suor e mijo acumulado sem banho, e lambi, lambi muito aqueles pentelhos, aquela selva de macho que rodeava a rola, desci pelas virilhas cabeludas e suadas até chegar nos ovos grandes e peludos e pesados. Pensei que ali dentro estava a porra de7 dias e aquele peso todo era de leite de pica acumulado, e só esse pensamento quase me fêz gozar, minha rola dura se banhava em baba na cueca que eu ia dar de presente. Lambi e chupei cada ovo separadamente, senti os pêlos ensopados pela minha saliva.
Meu belo adormecido se mexia inquieto, abria mais as coxas me dando acesso por baixo, mas não me guiou pela cabeça como nas outras vezes, e tive que afundar o nariz eu mesmo, chegando naquele caminho que eu adorava entre o saco e o rêgo. Segurei as coxas grossas por baixo e tentei suspender, ele ajudou tentando levantar as pernas, meu nariz pressentia que o cheiro ficava mais forte naquele ponto mas eu não alcançava o que eu queria. Cansado pelo esforço e pela excitação, apelei mesmo sabendo que podia quebrar o encanto e a farsa do sono: “- Fica de quatro pra mim, tesão!” – falei num tom imperioso sem saber qual seria a reação. Para minha surpresa e alegria, imediatamente ele se levantou e pôs os joelhos na cama, ficando na posição que eu pedi.
Demorei a reagir diante daquele atendimento tão rápido. Ver aquele macho lindo e gostoso, aquele tamanho de homem tesudo, de quatro na beira da cama, com uma bunda fenomenal de macho empinada pra mim, era alguma coisa completamente inesperada e surpreendente, como tudo o que ele fazia sem eu esperar. Cheguei perto pra ver e acreditar, as costas largas estiradas com os braços apoiados na cama, e aquele rabo tão cobiçado nas minhas fantasias à minha disposição, mesmo lembrando da frase “Só não vou te dar a bunda”. Eu não tinha essa pretensão.
Não precisei nem me abaixar muito, de tão alto que ele era, a bunda ficava quase na minha altura. Olhei bem de perto, era linda como tudo nele, os pêlos lisos pareciam penteados cobrindo as duas nádegas, alisei tudo e beijei as duas bandas. Mas meu fascínio era o rêgo negro de pêlos. Encostei o nariz naquela trilha cabeluda e espessa, cheirei de leve, e fui afundando o nariz, o cheiro ficando mais forte, cheiro de cu de homem, cu de macho, suado, sem banho mas sem sujeira ( depois eu soube que ele sempre usava o chuveirinho e nunca o papel higiênico ), um cheiro forte e gostoso pra caralho, fui passando a língua, aos poucos, procurando o cu no meio daquele caminho peludo, e ouvindo encantado ele gemer abafado. Até que encontrei. No meio da trilha cabeluda, minha língua tocou num cu ( supostamente ) nunca tocado por outra língua, e ele estremeceu. Sentindo a reação receptiva, enfiei mais a língua, o cu contraído começou a ceder um pouco, intensifiquei a linguada, não acreditava que eu tava sugando o cu do Gustavo, e muito melhor, saber que ele não só tava permitindo como também curtindo. A coroação aconteceu quando comecei a chupar forte aquele cu e percebi que ele começou a se punhetar por entre as coxas abertas (como Salomão fêz, lembrei rápido). Enlouqueci com isso, e só parei quando assustado ouvi ele quase gritar: “Pára, cara, pára senão eu gozo”.
Parei, extasiado de tesão. Ele se levantou, o rosto afogueado e vermelho, também por causa da posição, mas a expressão transtornada quando me falou:
– “Tinha que ser tu pra conseguir me fazer isso, né, seu puto?”
Eu não sabia se era um elogio ou uma ofensa. Desconcertado perguntei:
– “Passei dos meus limites?” – e era sincero. Ele sentou na cama, me olhou calado por uns momentos, e mais uma vez me surpreendeu:
– “Claro que não. Pra variar, tu só ampliou os meus” – Eu não sabia se tinha entendido certo: “Ampliei os seus… limites?” – Ele me olhou demorado.
– “Sim, porra! Eu adorei isso. Não planejei, nem esperava, mas adorei, caralho. Quase gozei com tua língua no meu cu, não viu não?” – E desabafou:
– “Sabe quantas vezes alguém chegou perto desse cu?” – Fiquei calado. Ele mesmo respondeu: “Nenhuma, porra! Nenhuma mulher, homem muito menos, nem eu me lavando”. – Eu ouvia maravilhado. “Tinha que ser tu” – repetiu.
O clima de tesão tinha esfriado, eu não sabia o que dizer ou fazer. Ele deitou na cama de novo, fiquei parado olhando o corpo dele totalmente nu, a rola meia bomba pendia entre as coxas grossas e peludas, e quase que eu já ia dizer: “Fica assim como está que eu vou bater punheta e gozo te olhando”. Mas ele não parava de me surpreender. Me olhou em pé ali ao lado da cama, e disse:
– “Tira essa roupa toda, Gian” – e eu me dei conta que continuava completamente vestido. “Nunca te vi todo pelado” – completou. Meio encabulado comecei a tirar minha roupa. Ele falou: “Mais devagar, tira bem devagar” – e começou a mexer na rola dele enquanto eu obedecia fazendo um strip-tease sem jeito, mas olhando e vendo a rola dele crescer aos poucos. Aquilo começou a me excitar e senti meu pau subindo enquanto me despia. Ele ficava me olhando e se punhetando de leve. Quando fiquei só de cueca, ele viu que ela tava toda babada na frente e meu pau quase duro de ver o dele crescendo. Falou: “Vem pra mais perto”. – Eu fui, ele passou a mão em cima da minha rola na cueca e sua mão ficou melada. “Meu presente tá do jeito que eu queria” – falou rindo. “Me dá ele agora”. – Tirei a cueca e entreguei a ele. Ele pegou e levou até o nariz. Meu pau subiu todo de uma vez, babando de novo. Ele pegou, olhando bem de perto: – “Rola bonita, Gian. Grossa, reta, dura que só a porra. “ – Abarcou minha rola por baixo, ensaiou uma punheta leve ao contrário, falou: – “Enche a minha mão. Tu já mediu?” – Respondi encabulado que sim, e era verdade. Falei: -“Tem 18cm,às vezes 19, dependendo do tesão. E a tua, já mediu?” – Ele disse: “-Eu não, mas o Juninho acha que tem uns 22 ou 23. O que é que tu acha?” – Falei “No mínimo 22, com certeza” – Enquanto falava, ele olhava, alisava e apertava a minha rola, eu em pé quase sem ar de tesão, e quando ele viu a baba saindo levantou o rosto e botou na boca. Ele não sabia chupar mas nem precisava. Minha rola tava na boca do Gustavo e eu não conseguia pensar em mais nada, só me segurava pra não gozar. Avisei: “Se vc não parar eu gozo” – Ele riu, lambeu a baba toda da cabeça e tirou da boca. “Deixa eu ver tua bunda” – pediu. Virei de costas e ouvi um assobio de admiração. “Posso pegar, né?” – perguntou zoando. Eu tava muito excitado mas acabei rindo. Ele pegou na minha bunda de mão cheia, aquela mão grande abarcava metade da minha bunda. “Deita aqui” – me pediu. Eu deitei na cama ao lado dele, inerte, sem ação. Ele me virou de lado, de costas pra ele, e me abraçou com força, roçando o pauzão duro na minha bunda. Eu me arrepiei todo e ele sentiu minha pele eriçada. Encaixou a rolona no meio das minhas coxas, me apertou mais forte, beijou minha nuca e falou no meu ouvido: – “Tu é muito gostoso, cara, meu meninão coxudo, roludo e rabudo. Eu podia gozar aqui mesmo nessas coxas e nesse rêgo, mas sei que tu não vai querer sete dias de porra nas coxas, né?” – Eu continuava calado, vivendo intensamente aquele momento de plenitude, e ele aproveitou pra provocar: “Mas já pensou nesses sete dias de porra dentro dessa bunda linda?” – A idéia me encantava mas não a execução. Forcei pra me virar de frente, ele sentiu a pressão: – “Calma, machinho, calma, tou só fantasiando, sei que não vou te comer. Mas tu disse que às vezes invejava o Juninho e que não podia dizer “dessa água não beberei”, não foi?” – Eu ri e confirmei que era verdade, mas acrescentei falando sério: “Eu quero na boca, Gustavo”. Ele afrouxou o abraço, deixou eu me virar de frente, olhou meu rosto bem de perto: -“Eu sei, gostoso, eu sei que tu ia querer na boca, eu sei como tu gosta da minha porra na boca, e eu guardei sete dias pra isso mesmo, pra te dar muito leite de pica na boca, nessa boca bonita que sabe fazer muita coisa gostosa” – e sem eu esperar ele puxou meu rosto e me deu um beijo de verdade na boca, um beijo demorado, molhado, gostoso, um beijo de homem que só um homem sabe dar a outro. Eu fiquei sem ar e respirei o ar que veio da boca dele, um hálito quente de macho que eu ainda não tinha sentido com ninguém. Quando o beijo acabou, mais uma surpresa ele me fêz:
– “Tesudo, tou doido pra gozar há muito tempo mas vou te pedir uma coisa que tenho certeza que tu vai gostar de fazer” – Olhei pra ele e esperei o que vinha daquela vez: – “Me dá outra linguada no cu daquela pra eu ficar mais louco de tesão e encher a tua boca de porra, tu me dá?”
Eu ri e adorei o pedido, claro, ele ficou de quatro na cama de novo, empinou o rabão lindo de macho, abrindo bem as coxas, se arreganhando pra mim, e eu caprichei na chupada daquele cu cabeludo e suado de um jeito que ( ele me disse muito tempo depois ) ele jamais esqueceria. Quando cansei de linguar o cu daquele macho gostoso enquanto ele se punhetava, ele se levantou e falou: – “Como tu vai querer a minha gala toda ? Me diz, quero ouvir”.
Eu me sentei na beira da cama, pedi pra ele ficar em pé na minha frente:
– “Fode minha boca, Gustavo, fode até gozar”.
Ele tava com a rola duraça por causa da chupada no cu, Encostou na minha boca, ainda cheirei muito a cabeça que continuava com cheiro forte, botou as duas mãos de cada lado da minha cabeça pra segurar, e começou a foder como se tivesse fodendo um cu. Lamentei não aguentar engolir a rola toda, porque com um pouco mais da metade ela já forçava minha garganta, e a grossura me obrigava a abrir demais a minha boca. Mas o tesão era tanto que eu nem engasgava nem sentia doer a mandíbula. Ele meteu até onde podia, num ritmo lento que me permitia sentir toda a gostosura daquela rola na boca, e não demorou muito a começar a tremer e esporrar. E esporrou, esporrou muito, foi enchendo minha boca de gala e eu engolindo aos poucos pra sentir bem o gosto e a consistência da gala grossa, muita gala e muito grossa, leite farto e espesso acumulado e concentrado de pica gostosa de macho. Ele teve vários espasmos enquanto a rola engrossava e pulsava na minha boca, e eu comecei a gozar involuntariamente, melando as coxas dele, enquanto sentia aquela quantidade de porra descendo pela garganta. Os últimos jatos, já desacelerados, deixei ficar na boca por um tempo, sentindo na língua ainda o sabor alcalino do teor da testosterona produzida naquele sacão pesado que eu sentira nas mãos e na boca.
Antes de eu ir embora, o Gustavo me falou num tom safado que agora ele usava sem parcimônia: “Depois de uma gozada dessa sempre tenho vontade de dar uma mijada vigorosa. Quer ver ? Ou quer beber ?” – completou cinicamente. O pior (ou melhor, não sei) é que toda putaria que vinha dele me acendia o tesão num segundo. E eu extrapolava: “Quero beber. Mas quero beber todinha, se vc for soltando o mijo aos poucos eu consigo”.
E foi exatamente assim. A gente foi pro banheiro, entramos no box, sentei no piso e ele direcionou a rola meia bomba pra minha boca. Começou a mijar dentro, eu engolia o mijo amarelo e salgado com muito tesão, ele prendia de vez em quando pra me dar tempo de engolir e não vazar, e ia soltando e eu ia engolindo todo, pensei que nunca ia acabar aquela mijada, mas bebi tudo até acabar as últimas gotas. Mamei a cabeça no final pra deixar limpa. Tomamos banho juntos pela primeira vez, ensaboei aquele corpo todo sarado e musculoso, todo, frente e verso, com especial atenção nos sovacos cabeludos, naquela rola grossa e pentelhuda e naquele rêgo cabeludo que fiz questão de lavar até o cu, passando os dedos onde, segundo ele, nem ele mesmo tocava.
Não teve beijo na despedida, embora no fundo eu esperasse.
Voltei pra casa com o peito radiante de felicidade, a garganta ardendo de tão fodida, o corpo alimentado de macho, e na boca o gôsto forte da porra e do mijo do Gustavo.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,74 de 19 votos)

Por # # #

15 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Victor

    Melhor escritor que já vi de todos nesses 4 anos que leio contos. Excelente escrita e enredo. Ansioso para os próximos e espero não terminar a saga tão cedo.

    • gianleone

      Victor, que coisa boa e gratificante receber um comentário como o seu. Isso recompensa todo o esforço de escrever. É o seu primeiro comentário pra mim, não é? Seja muito bem-vindo, fico realmente feliz em ganhar um novo leitor. Espero encontrá-lo outras vezes por aqui. Grande abraço apertado.

  • Responder warned

    cara eu preciso conhecer você kkkk que conto genial que forma de escrita, você acertou certinho todas as minhas taras e eu tenho histórias muito parecidas com as suas, que realmente aconteceram comigo. se quiser me chama pra gente trocar uma ideia! meu twitter eh sjcmlk

    • gianleone

      Warned, fico muito feliz com seu comentário e com nossas afinidades. Por que vc não escreve também aqui as suas histórias ? Gostaria muito de conhecê-las. Quando eu tiver um tempinho vou procurar seu twitter. Muito obrigado pelos elogios ao meu conto. Grande abraço.

  • Responder Moreno_dotado

    Mano posta logo o próximo, porra maravilha de conto, gosto assim com riqueza de detalhes.
    Parece que to vendo uma série. Muito bom!

    • gianleone

      Moreno, tou com o tempo muito apertado por causa dessa pandemia, mas vou postar logo que puder, prometo. Mais uma vez obrigado pelo incentivo.

    • gianleone

      Moreno, estou com o tempo muito apertado por causa dessa pandemia. Mas assim que puder posto o próximo, prometo. Mais uma vez, obrigado pelo incentivo.

  • Responder Amantedetwinks.

    Aqui jaz um rapaz com a cara gozada de tanto tesão que sentiu.
    Esse é o melhor conto do site, sem dúvidas alguma. Meus parabéns.

    • gianleone

      Amantedetwinks, vc gozou na sua cara ??? Adoraria ter visto isso. Obrigado por eleger meu conto como o melhor do site. Sei que é um exagero de gentileza mas gostei muito de “ouvir”. Abraço apertado ( virtual, claro, com esse isolamento ).

  • Responder Tales

    Como todos os outros GENIAL muito excitante so ficou frustado porque imaginei que o Gustavo ia tirar seu cabacinho.O meu Guilherme disse que seus contos estao nos fazendo levar a quarentena com mais coragem.Entao so posso dizer que voce é encantador porque gostoso lhe li nos contos que voce é.Grande abraço e obrigado por aumentar nosso tesao.

    • gianleone

      Tales, lamento ter frustrado a sua expectativa. Apesar de gostar muito de rola e de tudo que é de macho, o Gian não tem tendência de ser passivo. Fiquei muito contente de estar ajudando vc e seu Guilherme a enfrentar a quarentena, agradeça a ele o elogio. Mais feliz fiquei por conseguir aumentar o tesão de vcs. Beijo para os dois.

  • Responder Ed21

    Gian,vocês dois habitam meu cérebro. Tesão da porra.

    • gianleone

      Comentário lindo e tesudo, Ed21. Vc mexe com meu emocional e com a minha libido. Não sei de qual dos dois componentes gosto mais. Muito obrigado.

    • Ed21

      Sei que você está atarefado com este pandemônio chamado covid, mas não demora muito a me dar mais prazer ao ler seus contos. Abraço

  • Responder Saulo Batista

    Só posso dizer PARABÉNS é ótimo
    Espero o outro ansioso