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Fudendo a sobrinha na quarentena

1239 palavras | 4 |4.44
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Um relato sobre como eu realizei a minha fantasia e consegui fuder a minha sobrinha.

Desde já peço desculpa, se esse relato não tiver a melhor cadência, ou se ele for confuso ou parecer falso, mas ele é isso um relato do que ocorre e na medida do possível real.
Primeiro vou me apresentar, tenho 46 anos, solteiro e desde o início da quarentena voltei a morar com meus pais e a minha irmã e minha sobrinha. Esse pedaço de mau caminho que chamo de sobrinha, uma garota de 16 anos, com um corpo do tipo “falsa-magra”, loira, seios pequenos mas durinhos, bundinha arrebitada e o que mais chama a atenção, o seu jeito jeito de menina, inocente, mas levemente sexy.
Conforme o tempo passava, e com a convivência, ela foi me chamando a atenção, inocente e distraída, ela quase sempre deixava a mostra um pouco da calcinha ao sentar de perna aberta, ou não percebia quando seus seios estavam quase a mostra pelo decote da blusa, coisa que me chamaram a atenção e foram moldando o meu tesão nela.
Em apenas dois meses de convivência, ela já era a musa que eu “homenageava” sempre, mas apesar do tesão eu não nutria nenhuma intenção de realizar “carnalmente” esses meus pensamentos libidinosos.
O que mudou foi em um final de semana em que eu simplicidade a vi de biquíni, a parte de cima um biquíni deixava os peitinhos marcados e redondinhos, a calcinha do biquíni era pequena e mostrava duas coisas, um que a sua bucetinha era raspada mesmo pequena não aparecia nenhum pelinho e a outra coisa era que mostrava o contorno exato dos lábios da bucetinha, a rachinha estava bem marcada, principalmente depois de molhada na piscina, e por último era fio-dental e deixava a mostra a bundinha mais redondinha que já vi.
Nesse dia foi complicado disfarçar o pau duro dentro da calça, ao ponto que fui no banheiro me “aliviar” para não ficar com a barraca aramada.
Depois desse dia eu sabia que tinha que ver aquele corpinho nú, que tinha que sentir meu pau dentro dela.
Devo salientar que ela é bem ingênua, e claro, nunca demostrou nada, mas mesmo assim eu estava motivado a fincar meu membro dentro dela.
A minha idéia era aos poucos ir sondando, fazendo alguns elogios e brincadeiras e aos poucos criando mais intimidade, e foi o que fiz. Dizia que ela estava linda, que deveria ser o “terror dos garotos” e tal.
Em pouco tempo eu já estava, mesmo de leve, usando elogios como “gostosa” e ela parecia sempre recíproca e que estava gostando da atenção. A prova pra saber se eu podia avançar mais foi eu usar um shorts de futebol folgado, sem cueca e deixar o meu pau bem marcado, fiz e sentei no sofá, o pau meio de lado bem marcado e percebi que ela notou, tentava disfarçar mas estava sempre a olhar, e foi ai que notei algo novo nela, seu olhar era levemente safado, libidinoso, olhando o volume do meu pau.
Depois disso comecei a avançar, as brincadeiras eram mais safadas, e ela sempre a vontade e dando corda, logo evoluiu para uma mão na coxa, um beijinho rosto, beijo na bova, até chegar no ponto sem volta, quando depois de beijo, eu peguei a mão dela e coloquei dentro do meu shorts. Ela entendeu e segurou o pau, seu dedos envoltos nele, ela parecia não saber o que fazer, então abaixei o shorts deixando o meu pau duro a mostra e com um leve mexer da minha mão junta a ela entendeu e começou a me masturbar. É difícil descrever o prazer de sentir a mão da sua sobrinha agarrando o seu pau, aquele rostinho inocente exalando tesão, tudo o que pensei foi em me conter, pra poder aproveitar com calma.
A minha idéia era comer ela ali, mas tempo e algo complicado, então nessa vez foi só uma bela punhetinha. Mas na oportunidade seguinte em que ficamos a sós, e seguros, não me fiz de rogado, tirei a sua blusa e me a acabei chupando a vontade seus seios, peitinhos que cabiam certinho na mão, a sensação de sentir os bicos dos seios dela endurecendo na minha língua, os gemidos abafados, o tesão de ser a primeira pessoa a desbravar aquelas tetas lindas. Nessa mesma oportunidade eu fui ao céu uma segunda vez, pois na sequência eu começou a chupar meu pau, nem lembro se foi um pedido meu ou se ela que se dispos, mas o fato é que minha sobrinha de 16 anos estava me fazendo um boquete no quarto dela, era um boquete bem desajeitado, com certeza o seu primeiro, mas ela chupava com vontade, nunca enfiava o pau alem da metade na boca, mas era uma boca tão molhada e cada fez que ela olhava pra mim com meu pau na boca, era uma explosão de tesão, que cuminou claro com uma explosão de gozada na boca dela, eu poderia mentir e dizer que ela engoliu tudinho e tal, mas óbvio que assim que sua boca se encheu do meu gozo ela não conteve e acabou cuspindo o mesmo, mas lembro da cena linda que era ela com um fio de gozo pendurado nos lábios e algumas gotas de gozo nas tetinhas, se eu pudesse adoraria ter tirado uma foto de momento. Nessa vez além disso só rolou eu alisando a bucetinha dela com os dedos.
Adiantando um pouco, em outros “encontros” aconteceu de eu chupar ela, de enfiar os dedos nela, e de depois de outro belo boquete dela de gozar nos seios dela. Mas vamos ao que todos aqui querem saber, como é meter dentro dela, devo dizer que é incrível, a sensação de sentir aquela bucetinha raspadinha, lisinha sendo arreganhada com o meu pau, se ouvir os gemidos de tesão e prazer dela a cada vez que meu pau escova e a penetra, é algo incrível. Na primeira vez que deflorei aquela bucetinha, levado pelo auge do tesão, foi ao natural, sem camisinha, uma loucura (imagina se engravido a garota), mas ao mesmo tempo foi um privilégio sentir aquela bucetinha, mas por isso eu tirei antes e gozei fora, na barriga dela. Na segunda vez foi devidamente seguro, com camisinha e dessa vez a minha inocente sobrinha revelava sua safadez e tesão, pois ela resolveu ir por cima e “cavalgar” meu pau, hora sentando, hora cavalgando nele, o que me dava a visão certinha de ver sua bucetinha engolindo meu pau, seus peitinhos com os bicos duros balançando. Gozei dentro dela, de camisinha, mas gozei com pau dentro dela.
No momento que escrevo tive a oportunidade de fuder aquela ninfetinha quatro vezes, fora os amassos ou punhetas a parte. A minha vontade era de comer ela todo dia, dia inteiro, mas claro tenho que ser discreto e não deixar ninguém descobrir.
Talvez eu não tenha contado da melhor maneira, e provavelmente você que está a ler ira me chamar de mentiroso, mas a verdade é que essa é a única forma de poder revelar esse segredo que tenho, que eu estou a fuder a minha sobrinha, uma adolescente fogosa de 16 anos.

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4 Comentários

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  • Responder Odaroc

    Elas adoram provocar a gente… Aos poucos vai demonstrando que querem algo… É só saber a hora certa

  • Responder Loirinho

    Caso igual a mim. Só q não consigo chegar perto . Ela se esgueira. Mais não para de dar bola .se ensinando. Me deixa loco. Tem 15 anos

    • TioTarado

      Continua aos pucos, mas continue, pois quando ela ceder, vai por vai valer a pena.

    • Odaroc

      Vai aos poucos seduzindo que consegue e não esquece de falar depois pra gente!