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Precoce

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Meu pai e minha mãe são enfermeiros. Em uma determinada época meu pai quis fazer uma pós-graduação e, quando terminou teve uma oportunidade de fazer um estágio em uma ONG na áfrica do sul. No período em que meu pai fazia essa pós-graduação, ele e minha mãe se separaram, mas, continuaram morando na mesma casa. Meu pai foi pra áfrica do sul e, um ano depois, surgiu uma oportunidade para minha mãe ir também. Eu fiquei com minha avó que tinha um salão de beleza.

Na áfrica do sul meus pais reataram o relacionamento e minha irmã Felícia nasceu. Depois de um tempo meus pais vieram ao Brasil para me visitar, me apresentar para Felícia e tinham o objetivo de me levar com eles, mas minha avó ficou triste e, minha mãe me deixou com ela. O tempo passou e quando eu estava com 13 anos comecei a dar trabalho na escola, andar com uma galera errada, minha avo estava cansada e já estava implorando para meus pais me buscarem… E assim foi feito.

Aos 14 anos, eu fui para uma cidade chamada Durban no litoral da áfrica do sul. Puto da vida e morrendo de medo, meus pais me diziam que seria bom pra mim, que eu iria conhecer uma cultura diferente, faria novos amigos e, principalmente, aprenderia inglês. Eu não dava a mínima pra isso, eu queria ficar com meus amigos no Brasil, fumar minha maconha, ouvir minhas musicas, jogar futebol, ir para os bailes e, principalmente, foder as menininhas. Eu era cabaço, mas tinha uma mente poluída e pervertida. Eu cresci dentro de um salão de beleza, eu ajudava minha avó, pois, ela não sabia usar as maquininhas de cartão e, eu ficava a tarde toda ouvindo a mulherada falar de putaria. Das duas, uma: ou eu virava viado ou seria o maior pegador que essa terra já viu. Definitivamente, não virei viado, apesar de ter feito muitas sacanagens com outros meninos quando era pirralho, mas eu gostava mesmo era de boceta. No entanto, eu estava longe de ser o maior pegador da terra. Muito pelo contrario, quando fui para áfrica, eu tinha beijado apenas três vezes na vida e, com certeza, eu era o maior punheteiro que essa terra já viu.

Mano, eu batia punheta desde os seis anos de idade. Minha avó tinha uma funcionária chamada Crislorrayne. Tia Crislow (seu apelido) tinha uns 20 anos, era bem magrinha e, um bocetão que parecia que ia me engolir. Crislorrayne fazia depilação e massagem no salão da minha avó, alem, de “cuidar de mim” enquanto minha avó trabalhava. Crislorrayne me masturbava, chupava meu pintinho, me fazia mamar os peitos dela e, me obrigava a meter meu pinto em sua boceta. Eu me lembro que às vezes eu não queria “brincar”, mas, Tia Crislow dizia que ia jogar meu cachorro fora e, eu acabava cedendo. Eu gostava quando ela chupava/lambia meu pau e me punhetava, mas, eu odiava retribuir! Crislorrayne fazia sacanagem comigo dentro do banheiro quando eu ia tomar banho ou quando eu ficava com ela sozinho no salão. Tia Crislow me ensinou a bater punheta até eu sentir aquela câimbra de tesão no pinto quando o pau ainda não tem porra pra gozar. Eu amava aquela sensação, pqp, me arrepiava todinho e, me contorcia peladinho no banheiro e, Crislorrayne metia o dedo no meu cu e, lambia meu saquinho. Confesso que eu não tinha muita noção do que era aquilo, eu não sexualizava ou erotizava, mas, eu gostava de um jeito que não sei explicar. Se eu soubesse tinha aproveitado muito mais!

Crislorrayne ficou menos de um ano com a gente e, foi embora para o Maranhão trabalhar em uma fabrica de papel e celulose… E foi nesse período que minhas experiências homosexuais começaram! Para o lugar de Crislorrayne, minha avó contratou Derlene, irmã mais velha da Tia Crislow.

Tia Derlene tinha um filho chamado Dário e, aos sete anos, eu fazia um troca-troca bem gostoso com ele. Dário era três anos mais velhos que eu, a gente batia punheta, chupava o pau um do outro, tomávamos banhos juntos e, fazíamos umas sacanagens típicas de crianças. Eu amava ser chupado e punhetado por Dario. Ele meio que me chantageava, tipo: “se você não fizer em mim, não faço em você.” Nossa relação era meio competitiva, mas, a gente se dava bem. Eu não gozava, apenas sentia essa câimbra deliciosa, mas, Dario, com 10 ou 11 anos, já gozava uma babinha transparente bem discreta. Eu e Dario meio que aliciamos os moleques da rua e alguns filhos de clientes da minha avó. Quando Crislorrayne foi embora eu senti a falta que ela me fazia e, compensei com Dário e com outros coleguinhas. Fiz muita putaria quando era garoto!

Quando eu tinha dez anos, Dario comeu meu cu de verdade em um dos nossos banhos divertidos. Eu confesso que gostei, antes disso, Dario sempre insistia para comer meu cu, mas eu nunca deixava. Influenciado pelo o que eu ouvia no salão, com 8 ou 9 anos, eu já sabia que ser gay consistia em um homem colocar o pau no meu cu e, eu tinha medo de sentir um pinto dentro de mim e ficar igual ao Itamar (um cabeleireiro gay que tinha no salão da minha avó). Dário dizia que isso era bobeira e, para me provar ele insistia para eu foder o cu dele, mas, eu não conseguia penetrá-lo, meu pau era pequeno e, não tinha força para romper as pregas da bunda dele.

Para resolver esse problema, Dario colocava uma água no fogo pra esquentar, após ferver, ele desligava, pegava uma colher de pau da minha avó, cujo cabo tinha a grossura do dedo indicador, mergulhava o cabo na água fervida por uns 2 ou 3 minutos, depois, lambuzava com óleo de cozinha, ficava de quatro ou arreganhava as pernas e, mandava eu meter 5 ou 6 centímetros do cabo quente lambuzado com óleo dentro do cu dele. Dário fazia uma cara de dor, eu perguntava se doía e ele dizia que doía um pouco, mas era uma dor boa. Dário assumia o controle do cabo quente, ficava girando a colher e fazendo movimentos circulares ou de entra-e-sai enquanto eu chupava seu pau que era duas vezes maior que o meu. Dario vivia me incentivando a fazer isso também, por um tempo, resisti, mas, Dario parecia se divertir tanto com aquilo que, após uns dois meses, eu acabei fazendo também e, redescobri a sensação de ter o cuzinho penetrado por um objeto fálico, pois, Tia Crislow já tinha estourado minhas pregas com o dedinho, mas eu, não me lembrava da sensação.

Dario era viciado no cabo da colher de pau! Era o cabo entrar e, a babinha sair. Após fazermos isso varias vezes, Dario me incentivava a abrir espaço com o cabo e, rapidamente, meter meu pinto na bunda dele. Quando fiz isso pela primeira vez eu tinha 10 anos… Sentir aquele cuzinho estreito mastigando e espremendo meu pinto, eu me viciei em currar Dário. Era gostoso de mais, pqp! Queria foder a bunda dele toda hora, naquele momento meu tesão já estava maturado e, meu caralhinho em fase de crescimento começou a gostar do lance.

Dario percebeu que eu gostava de foder a bunda dele, porem, eu não retribuía. A única coisa que violou minha integridade anal infantil foi o dedo atrevido da Crislorayne e o cabo da colher de pau. No entanto, Dario estava cansado de ser o passivo sempre e, começou a se rebelar querendo comer meu cu. Ele começou a dar umas investidas mais contundentes, quando eu sentia que o caralho dele estava no lugar certo, prestes a me invadir – assim como o dedo da Tia Crislow – eu desviava, colocava a mão, mudava de posição e, não deixava Dário consumar o fato. Eu tinha curiosidade para sentir o pau dentro, mas o medo de virar viado era maior.

Pode parecer besteira, mas, na época, eu acreditava que se um pau penetrasse meu cu, eu iria desmunhecar igual ao Itamar, instantaneamente. Você já ouviu falar naquele dito popular que diz que se o galo cantar e, você estiver soluçando, vai soluçar para o resto da vida? Pois é, com dez anos de idade, era nisso que eu acreditava sobre uma rola penetrar meu cu! Tinha medo de virar viado permanentemente em um passe de mágica.

No entanto, após a gente brincas na rua, fomos tomar banho antes da minha avó servir nosso lanche da tarde… Dario já tinha 13 anos, era mais forte e, na adolescência, estava com os hormônios à flor da pele e, ao me ver fogoso, pelado, de quatro no banho com ele, o moleque não se conteve e, em um movimento certeiro e objetivo, carcou a rola no meu cu a dentro. Eu levei um susto quando senti a rola dentro, me esquivei, o pau escapuliu do mesmo jeito que entrou, eu levei minha mão na bunda e senti ardência… Até que não doeu. Dario olhou pra mim e, disse cochichando:

_ta vendo!? Você ta se sentindo gay? Não muda nada! A gente só é gay se beijar na boca!”

Enquanto a água do chuveiro caia sobre minhas costas, eu comecei a chorar. Dario me acalmou e, quando percebi que não mudou nada e que eu continuava o mesmo molequinho sacana de sempre, desencanei e, deixei rolar. Relaxei, fiquei de quatro, Dario lambuzou o pau com espuma do sabonete e penetrou minha preciosa bundinha maculada. Sinceramente: eu gostei pra caralho! Minha avó gritava pra gente pra sair do banho, pois, a pamonha ia esfriar e, eu de quatro no banheiro levando rola no cuzinho pela primeira vez. Resumo: Comemos pamonha fira, mas em compensação, Dario comeu um cuzinho quente! A sensação de dar o cu para Dário era melhor do que o cabo da colher de pau e pior que o do dedo da Tia Crislow, o dedo dela se mexia dentro de mim massageando o interior do meu cuzinho infantil e, essa sensação era nostálgica e insubstituível. Dar o cu para Dário era uma aventura gostosa, divertida, prazerosa e recíproca. No dia em que ele me comeu no banheiro eu dormi na casa dele para jogar videogame e, fizemos um troca-troca gostoso e justo, onde os dois tiveram o privilegio de dar e comer… Mas, sem beijo na boca, claro! Isso, era coisa de viado!

Assim como eu poderia ter aproveitado muito mais com Crislorrayne, também poderia ter aproveitado mais com Dario. Ele sempre falou que eu não ia desmunhecar como Itamar, mas eu tinha medo. Demorei quase três anos pra descobrir a sensação prazerosa de ter a bundinha penetrada pelo pau do meu melhor amigo.

_”Fazer troca-troca não vai fazer você deixar de gostar de mulher!” Dizia Dário indignado com minhas afirmações infantis e ignorantes. Eu vacilei, ele tinha razão.

Quando eu tinha 12 anos, Dário já tinha 15, quase 16. Nós paramos com nossas brincadeirinhas, mas eu continuei fazendo troca-troca com alguns coleguinhas e filhos de clientes da minha avó, principalmente com Raivictor… Mas aos poucos eu fui desanimando! Porque? Assim como Dário, eu descobri as mulheres! Dário começou a namorar e, praticamente, deixamos de ser amigos. Ele encontrou novos colegas com a idade dele e, eu, fui ficando de lado e, fazendo novas amizades. Amizades essas que minha avó odiava!

Eu sempre gostei de mulher, boceta sempre me excitou de mais. Minha avó fazia depilação e, eu ficava espiando as clientes pelo furo da porta sanfonada e, dava para eu ver perfeitamente aquelas bocetinhas escancaradas pra mim. Meu caralhinho ficava duro, eu me lembro… Eu acho que foi nesse período que Crislorrayne começou a me masturbar. Lembro-me perfeitamente de uma ocasião onde eu estava de pau duro e tia Crislow me perguntando se eu gostava de ver mulher pelada. Em uma época do salão da minha avo, ela também vendia roupas – eu acho que eu tinha uns 7 anos – e eu me lembro de ver as clientes experimentando as roupas, mostrando os peitinhos, ficando na ponta dos pés, experimentando as roupas em frente ao espelho, se admirando para ver se a roupa ficou boa passando as mãos no próprio corpo e dando sorrizinhos excitados por estarem comprando algo novo. Ate hoje mulher experimentando roupa é uma das minhas taras mais latentes.

Eu já estava maior e, infelizmente, passei a freqüentar bem menos o salão, pois, de acordo com minha avó, as clientes não se sentiam a vontade com minha presença. Eu era bem tarado e, em muitas oportunidades as clientes me flagraram olhando pra elas. Outra tara insana que tenho e, que se intensificou nesse período, é o tesão em pezinhos femininos. Mano, minha avó tinha uma manicure chamada Denise, ela era gaucha, linda, tinha 17 anos na época e, tinha o pezinho mais lindo que eu já vi. A primeira coisa que ela fazia quando chegava ao salão era tirar o tênis da escola e calçar uma rasteirinha para exibir aqueles pés perfeitos. Pequenos, delicados, harmônicos, solinhas macias, rosadinhas, sempre limpinhas e, unhas pintadas de preto ou com um tom de violeta escuro, lindo. Denise era emo, tinha um ar sexy, misterioso… Um corpo perfeito: peitos durinhos, cintura fina, bundinha empinada, pernas torneadas e, com seu rostinho de puta, me tratava como seu eu fosse um bebe, eu ficava puto, porque eu era completamente apaixonado por ela. Na época, passava Chiquititas na TV, Denise se parecia com a Fernanda Souza. Era um tesão inexplicável!

Denise tinha uma cliente chamada Fabiana que fazia as unhas toda semana. Fabiana era nova, mas já tinha um filho de oito anos. Fabi engravidou com 13 e, o pai do filho dela tinha 21 anos. Denise e Itamar diziam que Fabiana tinha sofrido, se referindo ao fato de Fabi ter dado a bocetinha para um homem de 21 anos quando ela tinha apenas 13.

_Crueldade! Afirmou Itamar.

Fabiana afirmou com cara de safada, que ela sofreu no parto, mas, pra dar, ela deu bem gostoso e, “escorregou igual quiabo” e, todos caíram na gargalhada! De acordo com Fabiana, Camargo (pai do filho dela), “sabia foder boceta de menina-moça como ninguém”. Cochichando, Fabi continuou:

_menina… Eu sempre fui safada, desde pequena e, Camargo, soube me “cozinhar”! Ele me atiçou tanto, me deixou tão maluca que, quando me dei conta, eu já estava sem calcinha, com as pernas abertas, com o pau dele dentro de mim… Só me restava gemer, amiga!” Gargalhadas histéricas tomam conta do lugar.

Fabiana era linda de mais; mestiça, com traços orientais e, com um corpo de uma brasileira legitima: peitos pequenos, cintura fina, quadril largo, pernas grossas e, um pezinho tão perfeito quando o de Denise. Pqp, que tesão que eu tinha naquelas duas! Denise esfoliava, acariciava e massageava o pezinho de Fabiana. Às vezes Fabi dava uns suspiros de alívio, jogando a cebeça pra trás e dizendo como tava gostoso a massagem. Ver aquilo me deixava de pau duro por uma semana. Pqp, eu ficava louco de tesão e me torturava na punheta.

Pra piorar, Denise falava tanta putaria com Itamar e as clientes que eu passava mal de tesão. Eles falavam nas entre linhas, porque eu ficava atrás do balcão, no caixa, com a cara enfiada no computador, fingindo que estava distraído. Denise falava sobre dar o cu, boquete, sobre o tamanho do pau dos caras, que fodia com o segurança da escola dela e, todo mundo criticava Denise porque dizia que ela só gostava de pobre. Ela respondia: “Os sem dinheiro faz mais gostoso!” Ela confessou que trepava com um homem casado e, ele dava presentes pra ela. Em uma ocasião ela mencionou que o namorado “deu um banho de um litro nela”. Uma das clientes sorriu e, reagiu enojada! Denise apenas sussurrou: “Nojo nada, eu adorei!” Eu não conseguia entender essa referência e, sempre quando o namorado dela ia visitá-la no salão, Itamar falava com uma voz de deboche afeminada: “Um litro chegou, Denise. Ta lá na porta te esperando!” e todos caiam na gargalhada, inclusive minha avó. Eu ficava perdido sem entender e, muito curioso! Um dia, encontrei Dário e, perguntei pra ele do que se tratava. Dário me explicou que era banho de porra.

Mano, eu não sei explicar em palavras como eu fiquei transtornado de tesão por Denise. Sempre quando eu a via, imaginava Denise fodendo com Fabiana; uma chupando a outra enlouquecidas, peladinhas, descalças, excitadas e, eu batendo uma punheta alucinada e cobrindo as duas putinhas de porra da cabeças aos pés. Na época eu nem gozava, ainda!

Aos 12 anos eu tinha certeza que Denise exibia o pezinho e acariciava Fabiana daquele jeito só pra me excitar, eu ficava doido de tesão com ela. Uma vez a luz da casa dela cortou e, Denise foi tomar banho no salão, eu espreitei aquela safada e, tive o privilegio de vê-la peladinha trocando de roupa na sala de depilação. Foi o dia mais feliz da minha vida, esfolei meu caralhinho pré-adolescente batendo punheta por uma semana.

Em uma ocasião minha avó contratou Denise para ela lavar o salão e, eu fiquei de espreita, sentado atrás do balcão. Ela se ajoelhou de costas pra mim para limpar uma das cadeiras. Pra variar, Denise estava descalça com aquelas solinhas rosadinhas escancaradas pra mim. Ela usava um vestidinho marrom se seu mamilo marcava sutilmente o lugar exato do seu seio. Denise se abaixou e eu vi sua calcinha toda enfiada no cu, mano, eu não resisti e, comecei a tocar uma punheta homenageando aquela putinha gostosa. Minha punheta estava frenética, meu pauzinho latejava na minha mão e eu castigava o caralhinho homenageando aquela putinha gaucha dos pesinhos perfeitos e, quando eu estava sentindo aquela câimbra deliciosa, Denise virou-se de uma vez e, me viu! Ela questionou indignada: “o que você esta fazendo, moleque!?” Eu fiquei nervoso, escondi o pau rápido, comecei a gaguejar, não sabia o que fazer e, corri pra dentro de casa. Morri de medo de Denise contar pra minha avó, mas, não aconteceu! No mesmo dia mais tarde eu olhei minha cueca e tinha vestígios da minha primeira gozada da minha vida. Depois desse dia minha avó começou com o papo de que “ela não me queria mais no salão”. Eu aposto que isso teve a ver com o flagra de Denise. Eu fiquei um mês sem ir ao salão e, sem ver Denise. Paguei caro pela minha primeira gozada!

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3 Comentários

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  • Responder Indio77

    E que venha a África

  • Responder lucio entrou

    ola taco,ia escrever gostei e só,mas sempre leio os comentarios e so tinha um do leithot ???,ele disse que nao era conto e sim relato…..,sera que ele prefere viver na fantasia das punhetas ou ler ou ouvir algo real ?,sua historia parece com a minha so que em ambiente diferente e,é muito boa;leia meus contos e veja de que gosto agora, e sim fui muito enrrabado ate meus 12 anos,com piquinhas e picoes.abraccços..lucio entrou

  • Responder Leitot

    Gostei, mesmo não sendo um conto, mas sim um relato da sua infância tem muitos detalhes, aguardando as suas aventuras na África. Co tinua