# # #

A mãe dela deixou, Eu minhas cunhadas e o filho da minha cunhada

2363 palavras | 3 |4.59
Por

Depois de ter tido uma rápida transa com minha cunhada na piscina enquanto minha menina dormia na rede perto da piscina era a primeira vez que nos encontramos, realmente minha cunhada mais velha me dava muito tesão e sabia me satisfazer e de certa forma me instigava a querer ser um bom homem na cama por termos idades mais equivalentes do que eu e minha menina temos. Dalila confessou que o sexo com seu próprio filho de certa forma é frustrante porque além do quesito mãe e filhos estarem transando tem o desempenho de Gabriel mas que ela não sabia como lidar pois tinha medo de magoa-lo. E me pediu ajuda para fazer com que Gabriel tivesse uma melhora no desempenho no sexo, foi então que sugeri para ele fazer sexo com outras mulheres, ela de início relutou com certo ciúmes, mas abri a mente dela dizendo que mais cedo ou mais tarde isso ia acontecer, ela acabou concordando mas disse que era muito difícil Gabriel comer outra mulher pois ele é muito tímido, então eu dei a solução disse que tinha uma pessoa, ela de prontidão se interessou em saber quem era, eu então sugeri Bruna, de cara ela negou dizendo que é impossível que o irmã além de virgem jamais iria aceitar, então eu abri o jogo dizendo que confiava nela. Enfim acertamos que Gabriel ia comer a tia e eu ia fazer disso a primeira experiência anal de Bruna já que o pênis de Gabriel é ainda de um menino sendo assim mais compatível ao buraco jamais explorado de Bruna.
Armei um encontro com Bruna no meio da tarde em minha casa e logo toca o interfone era Dalila e Gabriel, estava tudo armado com Dalila, os recebi e Bruna ficou em choque quando os viu, Gabriel não estava entendendo nada mas também não percebia que Bruna estar ali era errado ou seja pra ele tanto fazia, Dalila se fingiu surpresa com Bruna ali e cobrou satisfações da irmã, Bruna começou a chorar sem saber oque fazer naquela situação. Esperei um instante para ver como ela se sairia mas notei que não teria reação, foi então quando eu intervi e comecei a colocar o plano em prática. Disse que todos ali tínhamos segredos e que alguns deles era entre nós comum, e que poderíamos compartilhar destes segredos juntos desde que fizermos dele um único segredo de todos nós. Dalila sabia do que se passava, então logo disse que topava e cobrou de Gabriel que tudo que iria acontecer ali naquele momento nunca jamais seria dito pra mais ninguém , ele obediente a mãe concordou, agora faltava Bruna mas ela estava em choque e sem saída acabou que não teve como não concordar.
Bruna ficou perplexa quando soube que a irmã transava com o próprio filho, relutou de início então intervi dizendo que ela buscou conhecer o mundo do sexo então tinha muito que aprender ainda e aquilo era uma oportunidade ímpar para isso, ela com olhar de espanto sem entender bem o que eu dizia me pediu pra ser mais específico então eu disse que se ela estava me curtindo e se queria continuar me vendo teria que transar com Gabriel. Nesse momento Gabriel um garoto franzino quase que inocente olha para a mãe e abre um sorriso , parecia que o garoto desejava a tia e a ideia de fazer sexo com ela já o animou, Dalila pra ajudar ainda disse que ele era mais novo que Bruna e ajudaria ela ter uma experiência que não conseguiu ter comigo, Bruna então quis saber do que se tratava aí eu entrei dizendo que o sexo anal.
Depois de toda a perplexidade de Bruna ela começou a se mostrar mais ciente da situação e parecia já aceitar, parecia perceber que não tinha como escapar do que estava prestes a acontecer então começou a questionar como é que iria acontecer sendo que pelo que falamos Gabriel também não era experiente no sexo anal, então Dalila e eu falamos que iríamos mostrar tudo a eles e tudo que fizermos os dois teriam de fazer também, Dalila disse isso olhando para Gabriel meio que o ordenamento ele a repetir tudo. Foi quando entrei em ação me posicionei em frente de Dalila e a beijei, Gabriel nos olhava foi um beijo quente cheio de fogo, notamos que o menino não ia ter atitudes então Dalila disse filho beija sua tia, Bruna apesar de ser mais nova que a irmã tem um corpo mais definido talvez pela academia mas na altura as duas de equivalem talvez uma diferença de uns 5 centímetros mas algo em torno de de 1,58, já os seios não se compara os de Bruna são muito maiores, a cor de pele morena claro, o quadril largo e coxas torneadas talvez Gabriel nunca mais comece alguém tão gostosa quanto a tia por muito tempo, a Gabriel quase 15 aninhos um menino de muita sorte que comia a mãe gostosa agora iria comer a tia, corpo magro, sem músculos, apenas normal, única coisa a se destacar era sua altura mais alto que o comum de sua idade, coisa de um palmo maior que Bruna, chegou perto de Bruna e tocou os deliciosos lábios carnudos da tia com o seu, o beijo de início foi travado, o menino tímido e Bruna ainda tensa com a situação, notei que precisava fazer algo pra engrenar a situação então voltei a beijar Dalila, estávamos na sala perto do sofá, no chão um tapete macio aconchegante, um sofá com três lugares e no canto uma poltrona, Dalila é deliciosa, usava um vestido preto pouco acima do joelho com um pequeno decote, seu corpo não tinha exageros, mas seu charme e a sabedoria com que ela usava o corpo a deixava irresistível e de repente no meio daquele beijo quente com um impulso ela salta e num instinto a segurei pela bunda fazendo ela ficar com as pernas entrelaçadas em meu corpo, parece que aquilo despertou algo do tipo em Bruna que a fazia querer também ter aquele momento de prazer então com certa consciência que o sobrinho não daria conta de a segurar no colo ela jogou umas das pernas atrás dele fazendo que o contato do corpo dela e o dele fosse impedido apenas pela calcinha pois ela usava uma saia dessas colada no corpo que conforme anda a saia sobe e a roupa do menino. A situação estava armada, o tesão já era presente e a orgia certa, deitei Dalila no sofá e fiquei no chão, subi seu vestido e puxei sua calcinha, uma pequena peça de renda toda clara, sua buceta era lisa totalmente bem feita, cheirava a sexo e tinha lábios apetitosos, minha língua entrava dentro dela e eu chupava seu grelo como se estivesse chupando a última buceta da minha vida, Dalila estava em êxtase cravava suas unhas na minha cabeça me puxando contra sua vagina e o detalhe é que eu odeio unhas cumpridas mas o sabor de sua buceta era tão bom que nem me importei. Aí que gostoso, foi o que eu ouvi de Bruna, quando eu olhei ela nos olhava mordendo os lábios sentou no outro canto do sofá e desceu o zíper que tinha na lateral da saia, tirou a saia usava uma calcinha preta bem baixa com tirinhas nas laterais, abriu as pernas em direção de Gabriel e então eu disse pra ele tirar a calcinha dela com a boca foi oque ele fez tirando um grito de Bruna talvez por uma leve mordida que ele tenha dado em seu grelo, eu não via o rosto de Gabriel pois Bruna envolveu sua cabeça no meio de suas pernas de forma que o escondia, ela estava numa posição que ele tivesse experiência certamente iria chupar o cú dela mas a inocência do garoto não o fez fazer. Voltei ao meu serviço e logo Dalila começou a deslizar pelo sofá tirou minha bermuda e cueca e abocanhou meu pau, é uma delícia ela chupando, vira os olhos como ninguém, terminei de tirar a roupa dela e sentia seus seios em minhas pernas enquanto ela me chupava foi quando chegou um dos momentos que eu mais esperava Bruna começou a tirar o resto da roupa e eu queria saber a reação de Gabriel quando visse a tia toda nua, ele a olhou dos pés a cabeça realmente ela é muito gostosa, dessa vez ele teve atitude e pegou nos seios da tia, eram grandes com mamilos um pouco escurecidos e ainda tinha uma marquinha de biquíni que inclusive deve ter sido do dia que ela veio na piscina de casa, ele estava em pé na frente dela que estava sentada na ponta do sofá, ela ergueu a camiseta dele e começou a beijar sua barriga e foi subindo esfregando o corpo dela no dele até ficar em pé, beijou a boca dele e agora fez o inverso foi descendo até sua bermuda, tirou de uma vez as duas peças que ele ainda tinha e ficou de cara com o pênis, fino com um certo comprimento. Muitas pessoas sabem que tamanho de pau não faz a diferença e sim saber usar oque você tem faz ali certamente era um caso em que com o tempo Gabriel iria melhorar suas técnicas com seu instrumento mas naquele dia ainda o faltava muito. Bruna abocanhou aquele pau, senti inveja dele pela boca carnuda que o engolia enquanto isso Dalila engolia minha rola deliciosamente. Notei que tudo que eu Dalila fazíamos indagava Bruna a fazer então sentei na ponta do sofá e puxei Dalila pro meu colo, fiz ela ir sentando na minha rola de costa pra mim pra eu poder continuar a assistir a reação de Bruna e foi exatamente igual, disse pra Gabriel sentar no sofá e encaixou o pau dele na sua deliciosa buceta é começou um sobe e desce enquanto Dalila me engolia com sua buceta e gritava de prazer dizendo que iria gozar Gabriel gozou dentro da tia, não aquilo não podia ter acontecido, mas o momento era tão excitante que minha frustação era se o menino ia conseguir ficar de pau duro novamente pra comer o cú de sua tia. Ele ficou envergonhado, Bruna decepcionada mas eu queria mais, peguei Dalila pela cintura e a coloquei de quatro no sofá, uma visão maravilhosa estava ali toda arreganhada pra mim, pincelei meu pau e fui entrando aos poucos no início com um pouco de dificuldade mas depois da entrada do cú foi só prazer, Dalila eivada de prazer e vi Bruna me implorando com os olhos pelo mesmo, fiz sinal pra ela ir atrás de Gabriel e quando vi ele estava sugando os seios da tia e logo de pau duro de novo, foi quando Bruna ficou na mesma posição que a irmã, eu nesse momento fiquei louco de tesão, um rabo daquele todo empinado uma visão maravilhosa, um cú nunca explorado e eu naquele momento quis muito deixar oque eu estava dentro pra entrar nele mas lembrei que já havia tentado e não deu, e aquilo iria estragar tudo então segui com o plano, olhei pra Gabriel e disse pra ele lambuzar o pau com um gel que tinha ali e ele fez e depois foi em direção ao cú virgem da tia que apesar de toda a atitude ali, ainda era novinha e recém exvirgem a cabeça estava na entrada então fiz sinal pra ele dar uma forçada e ele sem experiência nenhuma foi entrando de uma vez rasgando a tia, Bruna berrou pois apesar da pouca espessura no pau de Gabriel ela nunca tinha dado o cú antes, aquele grito me deixou maluco de tesão me fazendo a enfiar cada vez forte em Dalila que anunciava estar perto de mais um orgasmo, Bruna ouvindo aquilo parecia também ter seu tesão aumentado e apesar da dor do momento começou a ter prazer no entra e sai do sobrinho foi quando aos berros Dalila gozou se desfalecendo sobre o sofá e quando isso aconteceu Gabriel também gozou depois de tirar o pau de Bruna, a tia ficou mais uma vez na mão então eu não pude deixar aquilo daquele jeito, antes que seu cú fechar eu estava entrando nele com meu pau, ela berrou parecia estar sendo descabassada novamente mas eu não tive dó eu ainda não tinha gozado e queria gozar ali dentro, enfiei duas três vezes e ela já delirava de prazer, com ela ainda de quatro no sofá peguei em suas mãos e puxei pra trás e quando ia entrar no seu cú com meu pau puxava o corpo dela para trás, foi assim por mais uns instantes nesse momento já via Dalila cavalgando no filho e dessa vez gozamos os 4 juntos.
Bom pessoal e assim foi tudo deste dia mas ainda existe mais histórias, a próxima vai ser do feriadão que passamos em uma chácara com toda a família e depois tem um história com minha sobrinha e a prima dela mas só vou contar esses se esse for bem votado, pois meus contos tem muitos leitores mas poucos votos então talvez não estejam gostando ou se estão não votam, enfim pra saber se estão gostando votem que aí eu posto mais….

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,59 de 32 votos)

Por # # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Snow

    Top

  • Responder Gonçalves Ribeirão Preto.

    vamos ver se vc supera esse. kkkkk

  • Responder Anônimo

    Se for vdd esse leva um 10.