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Meu vizinho tirou o meu cabaço na minha adolescência

2800 palavras | 5 |3.58
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Olá, meu nome é lauro e sou o autor de vários contos nesta página. Eu sou branco, casado, tenho 1,90m, 95 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, minha bunda mede 116 cm e tenho pelos nas pernas, na bunda e no tórax.
Hoje eu vou contar como foi a minha primeira vez. Eu tinha 13 anos quando meus pais, minha avó, eu e meus dois irmãos mais velhos fomos morar num bairro do interior da cidade de Duque de Caxias. Um dos nossos vizinhos era um casal que tinha como um dos filhos um jovem chamado Marcos, de 15 anos, com quem logo de início me afeiçoei. Marcos tinha dois irmãos bem mais velhos, sendo um com 22 anos e outro com 25.
Em pouco tempo eu e Marcos nos tornamos melhores amigos um do outro e vivíamos juntos, brincando, estudando, vendo TV, etc. Ao contrário de meus dois irmãos, que gostavam de viver na rua, jogando bola, brincando com outros moleques e agindo como crianças normais, eu era bem tímido e caseiro. Talvez por ter sido criado quase que exclusivamente pela minha avó (por causa do trabalho de meus pais), que me impunha sérias restrições e só permitia que eu saísse para ir até a casa de meu amigo Marcos. Já meus dois irmãos não tiveram tanta influência da minha avó em suas vidas (ela não conseguia controlar eles), já que minha mãe só começou a trabalhar fora mais tarde.
Minha adolescência transcorria dessa forma até que um belo dia meu amigo Marcos me chamou até o seu quarto e me mostrou uma revista pornográfica que havia pegado com seus irmãos mais velhos. Era a primeira vez que eu via fotos de sexo explícito e fiquei muito excitado, principalmente com as cenas de sexo oral, onde uma mulher de cabelos cacheados tinha entre seus lábios uma cabeçona enorme de uma rola. Logo depois havia a foto da mesma piroca gozando na boca aberta da mulher, enchendo a língua dela de esporra. Apesar da revista ter muitas outras fotos foram essas duas que mais me excitaram. Naquela noite eu até sonhei com aquela rola. O engraçado é que eu não sonhei com a mulher, mas com a rola do homem. Será por que? (kkkkkkk)
No outro dia, depois das aulas, eu fui correndo para a casa do meu amigo e ele me mostrou mais uma revista, sendo que, nesse novo exemplar, o que mais me chamou a atenção foram as cenas de uma sueca loirinha levando uma rola bem grossa no cu. Achei a cena linda e fiquei muito excitado.
Depois desse dia eu passei a ir direto para a casa de Marcos, depois das aulas, pra gente ficar apreciando as fotos das revistas. No início a gente se limitava a olhar, mas um belo dia Marcos tirou o pau pra fora do short e começou a se masturbar. Quando ele viu que eu fiquei um pouco sem graça e desconfortável com o episódio, foi logo me orientando:
– Isso aqui se chama punheta. É muito gostoso. A gente fica fazendo assim até sair o gozo. Experimenta!
Não muito à vontade baixei também o meu short e comecei os movimentos de sobe-e-desce com a mão no meu pau, que já estava duro. Depois de um tempo Marcos gozou, lançando um jato enorme de porra que bateu na porta do seu guarda-roupas. O susto acabou tirando o meu tesão e eu brochei na hora, porém fiquei muito admirado com a capacidade de meu melhor amigo.
Nesse dia fui pra casa e assim que cheguei fui direto pro banheiro, querendo experimentar o prazer que meu vizinho havia dito ter sentido no momento do gozo. Sentei então na privada e comecei a me masturbar até que, depois de muito tempo, gozei. Como eu estava sentado olhando pra minha rola, acabei recebendo todo o jato de esperma no meio da minha cara e a sensação foi deliciosa.
No outro dia contei para Marcos que tinha conseguido gozar e como tinha sido, inclusive a gozada na própria cara. Ele riu bastante por isso e logo foi buscar uma nova revista pra nós vermos. E ficamos assim por mais de um mês, vendo revistas pornográficas e tocando punheta, até que um belo dia meu amigo me fez a seguinte pergunta:
– Aí, você já ouviu falar de troca-troca?
– Não. O que é isso? – Respondi.
– É quando dois homens fazem sexo entre si, sendo que um come o outro e depois revezam!
– Não, nunca ouvia falar nisso!
– Pois é, eu estava pensando aqui que a gente podia fazer algo assim. O que você acha?
– Ah não, sem chance. Eu quero comer e não dar. Eu sou homem!
– Eu sei, eu também quero comer, mas o problema é que a gente não vai conseguir nenhuma mulher aqui no bairro. Então o jeito é a gente fazer um troca-troca! – Argumentou ele.
– Ah não, prefiro ficar só na punheta! – Respondi, decidido a não liberar o meu anel de couro para o meu amigo.
Ficamos assim, mas Marcos não desistiu do seu intento de comer o meu cuzinho e passou a me assediar direto. Sua insistência foi tanta que eu passei até a sonhar que ele estava me comendo. Então, num belo dia, ele foi mais esperto do que eu e fez a seguinte sugestão na hora que íamos começar uma punheta no seu quarto:
– Aí, lauro, que tal então a gente só tocar uma punheta no pau do outro? Só pra gente sentir como é ter outra mão punhetando nosso pau!
Novamente relutei bastante, mas meu amigo insistiu tanto e fez até chantagem emocional, dizendo que não iria mais ficar vendo revistas pornôs comigo, que acabei topando tocar punheta no pau dele.
Pra ser sincero, acho que eu, no fundo, estava torcendo para que ele insistisse… kkkkkkk.
Então, seguindo sua orientação, fiquei ajoelhado entre suas pernas, com ele sentado pelado na beirada da sua cama. Depois ele pegou a minha mão direita e a levou até sua rola dura. Quando envolvi a sua piroca com meus dedos senti algo diferente, uma espécie de prazer que nunca tinha tido antes, e Marcos gemeu profundamente ao meu toque.
Comecei então a punhetá-lo e, confesso, senti um tesão enorme em ter a rola do meu amigo em minhas mãos e poder proporcionar a ele muito prazer, conforme os olhos de Marcos e seus gemidos testemunhavam. Ficamos assim por algum tempo, não muito, até que ele, sem me avisar, gozou. O primeiro jato pegou bem no meio da minha cara, mas, apesar do susto, não parei de punhetar a pica do meu amigo. Pelo contrário, sorrindo com a surpresa, passei a punhetar ainda mais rápido, para que ele gozasse mais e mais na minha cara. O segundo, o terceiro jato e os demais também acertaram em cheio a minha cara, me deixando todo lambuzado de porra.
Depois que Marcos gozou tudo fui no espelho do guarda-roupas dele olhar o resultado final e vi minha cara toda coberta pela esporra de meu amigo. Era tanto leite de macho que chegava a escorrer e pingar do meu nariz e queixo.
Quando me vi assim comecei a rir e meu amigo também riu. Ficamos um bom tempo assim nos divertindo com a minha cara gozada até que ele pegou um rolo de papel higiênico, que ele sempre mantinha para a limpeza depois da nossa punheta, e me deu para que eu me limpasse. Enquanto limpava a porra de Marcos senti curiosidade de saber o gosto que tinha o leite do meu amigo, de modo que, discretamente, procurei lamber a esporra que estava em cima e ao redor de meus lábios. Achei deliciosa.
Depois de me limpar seria a vez de Marcos tocar punheta no meu pau, mas ele acabou desconversando e eu também não insisti para que ele mantivesse o trato feito inicialmente. Na verdade, eu tinha ficado bastante satisfeito em dar prazer ao meu amigo e receber todo o seu gozo na minha cara.
Naquela noite eu não consegui dormir direito, imaginando como seria ter o pau do meu amigo entre meus lábios, gozando abundantemente na minha boca.
No outro dia, depois das aulas, corri rapidamente para a casa do meu amigo, para o seu quarto. Assim que entramos no cômodo ele foi logo abaixando o short, me mostrando seu pau duro e dizendo:
– Olha, eu sei que hoje é a minha vez de te punhetar, mas olha só como eu estou por sua causa. Tem como você me punhetar de novo antes?
– Tem sim. Tudo bem! – Respondi, para a alegria minha e de meu amigo.
Assumi então a posição de joelhos entre as suas pernas e comecei uma punheta bem gostosa na sua rola dura. Quanto mais eu punhetava, mais vontade dava de ter aquela piroca entre meus lábios. Meu amigo deve ter notado meu interesse porque, em determinado momento, colocou a mão direita na minha cabeça e começou a forçá-la devagar em direção a sua rola.
– Quer que eu chupe? – Perguntei, com a voz embargada de tesão.
– Quero sim. Chupa meu pau, chupa! – Respondeu ele, também com a voz embargada.
Ao ouvir o seu pedido não resisti mais e caí de boca na cabecinha da pica de Marcos. Ele gemeu profundamente e seu corpo se contorceu como se ele tivesse recebido uma descarga elétrica. Após se recompor, meu amigo passou a ditar o ritmo do boquete com a mão na minha cabeça.
– Ai, lauro, que boca gostosa você tem… Que delícia… Aaaaah! – Ficava gemendo ele.
Em determinado momento ele se levantou, ficando em pé na minha frente e, segurando minha cabeça com as duas mãos, passou a fuder a minha boca como se fosse uma xota. Não demorou muito pra que ele gozasse e eu sentisse os jatos fortes de esporra inundando a minha boca. De fato, Marcos gozou tanto que a porra dele quase escorreu de minha boca, de tão cheia que ela ficou.
Depois que gozou tudo ele tirou a rola de minha boca e eu fiquei ali ajoelhado com a boca cheia. Não sei porque, mas, ao invés de cuspir fora o sêmen de Marcos (o que seria natural para uma primeira vez), eu instintivamente engoli ele todo, deixando meu amigo admirado e espantado com meu procedimento.
– Caramba, você bebeu a minha esporra toda? – Pergunto ele, eufórico.
– É, bebi sim! – Respondi, meio sem graça.
– Pensei que você ia cuspir!
– Eu não. Não sei porque, mas assim que você terminou eu pensei logo em beber tudo!
– Nossa, então deve ser porque tem tudo pra ser viado! – Falou ele.
– Será? – Perguntei.
– Acho que sim, porque você chupou meu pau com tanta vontade e depois bebeu todo o meu leite. Você deve ser viado! – Respondeu ele.
Ficamos assim debatendo a questão e a conclusão que chegamos juntos é que eu devia ser mesmo viado. Apesar disso ser um grande tabu para a época (o ano de 1981) eu não fiquei preocupado e, para comemorarmos a descoberta de minha pré-disposição, Marcos me ofereceu novamente a sua rola, que havia se recuperado em meio ao nosso debate, e eu caí de boca nela, mamando até ele me encher novamente de leite.
Com o gosto do piru e da esporra de Marcos na boca fui para casa contente, esperando com expectativa o nosso próximo encontro.
Depois desse dia nunca mais falamos na hipótese de Marcos tocar punheta no meu pau e ficamos assim por quase 3 meses, com meu amigo gozando duas vezes por dia na minha boca, sete dias por semana. Eu calculo que devo ter bebido, nesse tempo, mais de meio litro de porra de meu amigo. Foi com ele, inclusive, que eu acabei ficando viciado em beber esporra.
Apesar de estarmos contentes com coisas do jeito que elas iam, tanto eu como Marcos estávamos incomodados com uma questão importante: TODO VIADO QUE SE PREZA DEVE DAR O CU!
Passei então a desejar profundamente alojar a pica de meu amigo dentro do meu cu. Ele já a algum tempo cobiçava meu burrão com seus olhares e eu, pra não ficar atrás, ficava me oferecendo para ele, discretamente. E foi assim que, um belo dia, quando eu estava chupando a sua rola, ouvi ele me falar:
– Aí, lauro, estou muito a fim de comer o seu cuzinho, sabia?
– É? Quer comer agora?
– Quero sim!
– Então vem! – Falei, encerrando a curta negociação relâmpago.
Dito isso eu tirei o meu short e fiquei de 4 na beira da cama dele. Marcos não perdeu tempo e rapidamente se posicionou e pé atrás de mim, lubricando meu anel de couro virgem com sua saliva. Ato contínuo, meu amigo passou a pincelar a cabeça da sua pica pelo meu rego, tentando encontrar o meu buraco do prazer. Como um bom viado iniciante, fui socorrê-lo, segurando sua vara com minha mão direita e levando-a até a minha entradinha nunca explorada antes.
Contrariando a minha expectativa não senti quase dor alguma no ato da penetração. Senti até um pouco, mas nada que afastasse por um segundo sequer o desejo de dar o cu para o meu melhor amigo. Depois de umas três carcadas a cabecinha da rola de Marcos começou a romper a minha entradinha, forçando passagem e ganhando espaço dentro do cu. Logo a cabeça estava toda alojada dentro de mim, para o nosso prazer. Querendo consumar totalmente o ato meu amigo não se deu por contente e continuou com a tarefa de introduzir toda a sua piroca dentro do meu burrão.
– Caralho, que cuzão… Entrou tudinho! – Falou ele e eu me limitei a sorrir com seu comentário.
Após isso, sem perder tempo, Marcos me segurou forte pela cintura e passou socar com força e profundidade sua rola pra dentro do meu cu, agora descabaçado. Sua pica entrava e saía de dentro de mim num vai-e-vem frenético e até mesmo bruto. Já eu, me limitava a ficar com meu bundão arrebitado, sentindo a vara de meu melhor amigo percorrendo toda a extensão comestível de meu reto. Novamente não senti nenhuma dor significante. Pelo contrário, eu estava era sentindo um prazer enorme com aquela pica deslizado dentro do meu cu.
– Ah, lauro, que cu gostoso você tem… Caralho, que delícia… Aaaaah! – Ficava ele gemendo.
Não demorou muito e ele anunciou que estava quase gozando:
– Aaaah, tô quase gozando… Vou encher seu cu de leite… Você quer?
– Quero sim! – Respondi.
– Então pede, que nem viado!
Fiz o jogo dele e passei a gemer, pedindo:
– Goza, goza no meu cu, goza… Enche meu cu de leite, vai… Esporra tudo, esporra…!
Diante de meu pedido meu amigo não se aguentou mais e gozou, enchendo meu cu com a sua esporra. Se tesão foi tão grande que a sua porra chegou a transbordar de dentro do meu cu, tamanha a quantidade de leite.
E assim meu melhor amigo fechou com chave de ouro a minha iniciação como viado, me ajudando a preencher todos os requisitos de uma bicha de verdade.
Depois desse dia Marcos passou a comer meu cu diariamente, gozando uma vez dentro dele e uma vez na minha boca, e eu acabei me tornando o seu DEPÓSITO-DE-ESPORRA.
No início era só ele que me comia, mas depois meu irmão mais velho acabou descobrindo o nosso segredo e passou a me comer também, juntamente com meu outro irmão. Um dos meus primos também me passou a vara e eu, depois de tanto dar a bunda para eles todos, passei a dar também para meus coleguinhas da rua, mas isso é uma outra história.
Se você gostou desta história e ficou com vontade de me comer, como meu amigo Marcos, me escreva: [email protected]
Eu sou bem fácil de se comer!
Um abraço a todos!

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5 Comentários

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  • Responder Anônimos

    Ia na casa do meu amigo sempre , um dia estava so nos dois e ele botou o pau para fora e pediu para eu pegar , depois disso ele me fez chupar , gozou na minha boca e comeu meu cuzinho , tinha 14 anos , gostei tanto que quase todo dia dava a bundinha para ele.

  • Responder Dartanhã

    Realmente, teus contos são ótimos, eu só fui ser penetrado aos 18 anos, foi melhor assim, até porque com 18 anos a gente já sabe muito bem o que faz, e eu me entreguei por completo aquele homem lindo, maravilhoso, o Élio, me preparou muito bem para ser penetrado, e levou mais ou menos um mês para me penetrar por completo, sempre delicado e gentil, ele passava xilocaína, no meu cu e aos poucos foi entrando dentro de mim, sempre cuidadoso, vivemos um amor de 8 anos ou mais, eu tinha um roupeiro só pra mim, e quando eu saia do banho colocava uma calcinha fio, e uma camisolinha transparente, bem curtinha, sentava no colo dele, ganhava muitos carinhos beijinhos e muita rola, só minha, eu acredito em amor entre dois homens, acredito porque ja vivi este sentimento em relação ao Élio.

  • Responder anonymo.

    maravilhoso

  • Responder Quero_Pau

    Caralho, que conto DELICIOSO!!! To morrendo de inveja! Fazer boquete todos os dias, DUAS vezes e tomar muito leite, e depois ter o rabo arrombado, nada pode ser melhor! E tudo isso ainda novinho! Eu tenho mais de 30 e nunca senti o prazer de chupar um pau ou ter meu cu penetrado. Vou bater uma punheta e gozar na minha cara relendo e me imaginado na tua situação.
    Já saiu um caldinho do meu pau, quer provar Lauro?
    Vamos fazer um troca troca? E pra vc não achar que eu vou te enganar como o teu amigo, eu começo chupando.

  • Responder @Rodrigo117

    gostei