Segredos do Passado

15-08-18 3 ★ 4.70

Meu nome é Oton, sou filho único de um casal de descendentes de europeus. Meu pai, brasileiro filho de poloneses e minha mãe, também brasileira, filha de alemães. Meu pai era militar, portanto eu não tinha uma vida fácil em casa. Eu era muito medroso, tinha medo de tudo, de rojões, de raios e trovões, de brigas, enfim… era e continuo a ser um chorão.

Meu pai se irritava com isso e vivia dizendo que eu deveria ter nascido mulher, assim o meu comportamento seria normal. Minha mãe tentava me defender como podia e várias vezes vi meu pai discutindo com ela e que desse jeito estava criando uma menininha. Numa atitude machista, ele dizia que o mundo era dos mais fortes.

Quando tinha treze anos, no final do ano, meu pai morreu. Em janeiro, nas férias, minha mãe me levou para uma cidade no oeste de Santa Catarina para a chácara de meus tios. Este meu tio é o irmão dela, casado com uma mulher alemã e tinham um filho chamado Vagner que era um ano mais velho do que eu.

Minha mãe iria me deixar ali por cerca de uma semana, enquanto ela e meu tio iriam resolver as coisas que ficaram pendentes. Meu tio disse a Vagner para cuidar de tudo enquanto ele não estivesse. Eu não tinha muito contato com meus tios devido à distância, mas já os conhecia porque a cada três anos passávamos uns dias lá.

Vagner era um menino bonito. Loiro, aquele cabelo franjinha quase amarelo, olhos azul claros lindos, um pouco mais alto e forte do que eu. Enfim… minha mãe e meu tio se foram e ficamos eu, Vagner e a minha tia na chácara.

Chegada a hora de dormir só havia uma cama no quarto de Vagner, então minha tia pegou vários colchonetes e colocou no chão para que pudéssemos dormir mais à vontade. Pedi para não fechar a porta e acender o abajur porque tinha medo e ela disse que tudo bem deixando-a somente encostada. Depois que ela saiu Vagner, caçoando de mim, disse:

– Você tem medo? Medo do que? Do escuro? Aiii que medo… Quer pegar na minha mãozinha… quer que eu te abrace….

Não respondi nada e me virei para dormir. Já não bastava o meu pai pegar no meu pé durante anos, agora vou ter que aguentar mais um para me criticar. Pensei, como ele era o homem da casa, como disse o meu tio, era melhor obedecer e ficar quieto, afinal o intruso era eu.

Na manhã seguinte, Vagner me convidou para acompanhá-lo nas tarefas, assim faríamos tudo pela manhã e teríamos a tarde livre para brincar. Precisávamos dar água e comida aos animais, colher verduras e hortaliças, plantar algumas sementes e capinar uma parte do terreno. Todas as tarefas que envolviam força eu não conseguia fazer ou terminar e ele vinha, zombando de mim, para realizá-las. Eu não conseguia tirar água do poço, nem arar a terra dura e cansava rápido de tirar o mato com a enxada.

Almoçamos e minha tia disse que iria até a cidade trazer alguns mantimentos e vender o que havíamos colhido. Estávamos livres para brincar e Vagner me convidou para irmos até o riacho que passava na propriedade. Era longe da casa e o caminho era pelo meio do mato até que se abria uma clareira. Quando chegamos vi que meu tio havia represado parte da água, colocado pedras no chão e havia uma piscina natural de águas claras. Sentamos numa área em que o mato era bem rasteiro, uma praia. O calor estava intenso e devia ser umas duas e meia da tarde.

Ficamos ali conversando até que Vagner disse que ia entrar na água e, para minha surpresa, começou a tirar a roupa ficando pelado. Era a primeira vez que eu via um menino completamente nu e obviamente olhei o pinto dele, mas ele entrou logo na água me convidando para entrar também.

Com muita vergonha, tirei a minha roupa e entrei. Não era funda, a água batia na altura do peito. Brincamos ali por alguns minutos, mas a água estava fria e disse que iria sair. Vagner me disse que me secasse ao sol para não molhar as roupas. Assim, deitei-me na prainha enquanto o ouvia mergulhar. Logo ele veio e deitou-se ao meu lado. Mais uma vez, com vergonha me virei de bruços e ele começou a limpar minhas costas. Reclamei:

– Ei… o que é isso?

– Estou limpando suas costas… Estão cheias de mato… – disse ele.

Antes que ele continuasse, limpei minhas nádegas. Eu ainda estava com frio, mas o Sol batendo contra as minhas costas começaram a me esquentar. Inesperadamente ele me fala:

– Acho que vou bater uma punheta…

Instintivamente virei o rosto em direção a ele. Não vou mentir aqui dizendo que o tamanho era descomunal, não, era um pinto de adolescente, com uns dez centímetros por uns dois e meio de largura. Seria o dedo médio de um adulto. Estava duro e uma sensação estranha se apossou de mim e, imediatamente, desviei o olhar. Escutei-o falar rindo:

– Quer bater para mim?

– Não … – sendo que demorei para responder e ele percebeu…

– Vai… Eu estou olhando a sua bundinha… é gostosinha… vai… bate para mim…

Mais uma vez demorei em reagir, mas me virei, olhei para ele e quando ia falar que não, o vi ejacular forte, duas, três vezes e acabei não dizendo nada. Sua cara era de satisfação e seu pau estava com a cabecinha, toda rosa, para fora. Eu sabia o que era punheta, já havia batido umas três vezes para mim mesmo, mas nunca tinha jorrado nenhum líquido e também nunca tinha tirado a cabecinha do pau para fora. Esta visão dele pelado, com o pau melado e meia bomba, até hoje permanece na minha memória.

– Então… Você não vai bater uma? – Disse Vagner.

– Não. – respondi – Não estou com vontade.

Colocamos as roupas e fomos para casa. Durante a madrugada uma tempestade caiu. Os raios iluminavam o quarto e o barulho dos trovões era muito forte. Assustado, não parava de me mexer e Vagner acordou me perguntando se estava tudo bem. Disse-lhe que estava com muito medo e pedi para segurar a mão dele. Virou-se, ficando lado a lado comigo e me deu a mão que segurei firme.

Depois de quase uma hora a tempestade acalmou, ficando somente a chuva. Percebi que Vagner estava se movimentando, lentamente, levando a minha mão em direção à sua barriga. Fingi que estava dormindo e senti minha mão tocar no seu pinto por sobre o pijama. Estava duro e uma sensação diferente tomou conta de mim. Eu queria tirar a mão dali, mas também estava grato a ele por ter me ajudado no momento de pânico e achei que seria uma recompensa pelo seu ato e, afinal, era só sobre o pijama.

Ele vagarosamente se mexia fazendo com que minha mão raspasse em seu pinto. Sentia aquilo pulsar, porém estava cansado da posição que eu estava e resolvi virar ficando de bunda para ele. Pouco a pouco senti que ele estava chegando perto de mim até que seu pinto tocou na minha bunda. Não tive nenhuma reação e ainda fingindo dormir, empurrei meu quadril em direção ao pinto dele. O braço dele, automaticamente, me abraçou e me senti acolhido.

Talvez achando que eu estivesse dormindo ficou parado por uns minutos e depois, cuidadosamente, sentia uma alternância de um leve pressão na bunda e um alívio desta pressão. Eu não estava entendendo nada o que estava acontecendo comigo, mas estava excitado. Relaxei e um tempo depois ele se virou e dormiu.

No dia seguinte, após o almoço, minha tia disse que estava com dor de dentes e iria ao dentista devendo voltar no final da tarde. Eu e Vagner estávamos sós, conversando, quando ele resolve me contar um sonho que teve ontem à noite. Falou que estava comendo uma menina no seu quarto e hoje pela manhã, quando acordou, viu que sua cueca estava toda melada. Eu ri e ele continuou:

– Sei que você estava acordado e estava gostando, portanto sei que você quer dar prá mim. Vamos… Dá essa bundinha para mim… Vai ser nosso segredo… Ninguém vai saber… Não vou contar para ninguém… Vai… Sei que você quer…

Fiquei surpreso dele ter notado que eu estava acordado, mas respondi que não, mas daquele jeito que você não tem certeza absoluta. Ele insistiu:

– Vai… Dá só um pouquinho… Você vai gostar… Se você não gostar eu paro…

– Não – respondi.

– Lá no rio eu vi como olhava para o meu pau…Então vai… chupa meu pau… Também sei que vai gostar …

Aquilo estava quase me convencendo, porém eu continuava falando que não. Aí, novamente, ele mudou de estratégia porque acho que estava nítido que eu ia ceder:

– Então bate uma punhetinha para mim… É como pegar em um dedo da minha mão … Vai uma punheta apenas… Poxa, quando você precisou ontem à noite, com medo dos raios e trovões, eu te ajudei… Vai… bate uma punheta para mim… Não conto para ninguém…

O desejo foi mais forte do que a razão e concordei com duas condições: a primeira era que ele, realmente, não contasse para ninguém e a segunda era para que me ensinasse porque eu não sabia fazer direito. Ele foi até o quarto e voltou com um tubo de um líquido cremoso me dizendo que sua mãe tinha comprado quando ele tinha feito umas bolhas na mão, e que era escorregadio e iria me ajudar.

Ele tirou o short e a cueca e sentamos no chão da sala. Lambuzou o pinto com o creme, pegou minha mão e me fez segurar. A sensação de pegar um pinto pela primeira vez foi gostosa, muito melhor do que segurar um dedo da mão. Suavemente foi me ensinando a bater uma punheta para alguém. A cabecinha do pau logo saiu e notei que ele fechava os olhos quando eu a acariciava. Aos poucos eu ia pegando o jeito e obedecendo a ele quando era para fazer mais rápido ou devagar, até que senti aquilo pulsar e os jatos serem expelidos. Larguei na hora. Vagner me disse que eu não deveria ter largado, só quando mandasse e ordenou que eu fosse pegar um pano e limpasse aquilo.

Sentamos no sofá e fiquei sem assunto, com vergonha do que tinha feito e liguei a televisão. Ele ainda estava pelado e seu pau meio mole. Ficamos ali uma meia hora, quando escutei barulho de chuva de granizo e corri para ver pela janela. Logo senti sua presença atrás de mim, não só pelo abraço suave, mas pelo volume encostado na minha bunda.

– Bonita a chuva né… – disse ele

– É… – respondi.

Passaram-se alguns instantes e como ele percebeu que eu não falei nada, suas mãos me seguraram pela cintura, agora firmemente, e pressionou seu pau na minha bunda dizendo:

– Vai… Dá para mim…Você já bateu uma punhetinha… sei que quer dar… você tem jeitinho de menina… vai… vem ser minha menina… se não gostar nós paramos….

Eu não conseguia responder e suas mãos foram descendo meu shorts e cueca. Estava completamente entregue e excitado. A ideia de eu ser uma menina mexeu comigo. Sentia suas mãos firmes apalparem minha bunda e sua respiração ofegante no meu pescoço. Seu pau duro como aço, entrou no meio das minhas nádegas e ele ficou brincando ali. Estava delicioso e eu tive a impressão que não era mais eu, mas outra pessoa, uma menina. Uma de suas mãos beliscou minha tetinha e me fez jogar os quadris para trás, pressionando mais forte sobre o seu pau.

Eu não pensava em mais nada, só queria que isso não acabasse mais. Ali, de pé, em frente à janela vendo a chuva de granizo, de bundinha arrebitada, sentindo um pau roçando em toda a sua extensão, estava descobrindo o sexo. Porém, este momento de delírio foi interrompido por uma penetração. Enquanto ele apenas encostava-se ao meu anelzinho estava gostoso, mas quando enfiou senti uma dor e quis sair do abraço dele. Ele me segurou forte.

– Tira… Aiiii… Tira Vagner… Está doendo…. Tira…

– Tira o que… Não estou sentindo nada… – respondeu Vagner tentando enfiar mais.

– Não… Pára…. Tira… Por favor… Tira… – eu pedia chorando.

Mas ele não quis nem saber, continuou bombando. Aos poucos a dor foi diminuindo e a sensação de que me enfiaram um ferro quente no cú, também foi minguando. Quando olho pela janela vejo o carro de minha tia voltando. Falo para o Vagner e ele tira rapidamente e a correria é geral, para por as roupas e ajeitar as coisas. Ainda bem que ela demorou um pouco para entrar por causa da chuva.

Logo que entrou, ao me olhar perguntou se estava tudo bem. Respondi que sim e que iria tomar um banho. Depois Vagner me contou que sua mãe tinha estranhado, parece que eu tinha chorado e ele disse que tinha sido pela morte do pai.

No banho, a água quente incomodava meu cú que estava ardendo e então, no final, joguei um pouco de água fria e deu uma melhorada, mas estava puto com o Vagner, poderia ter tirado. Em contrapartida, até que no geral tinha sido gostoso.

Jantamos e eu estava indisposto porque sentar estava difícil e disse que iria dormir porque estava cansado. Minha tia e Vagner ficaram assistindo televisão. Não demorou muito e Vagner entrou no quarto cochichando que minha tia tinha ido dormir e que podíamos continuar.

– Você está louco… – disse a ele – Minha bunda está ardendo e sua mãe está aí.

– Se você ficar calado e não ficar resmungando ela não vai acordar, aliás o quarto dela é do outro lado da casa. Não dá para escutar e para vir para cá ela tem que acender a luz e nós vemos.

– Não… hoje não… estou muito dolorido. – respondi.

– Mas eu estou com tesão… Estava quase gozando quando minha mãe chegou… Estou com dor no saco… preciso gozar… Vem chupar um pouco vai… Não toca com os dentes no meu pau… Chupa como se fosse um sorvete de massa… Vai… Fica de joelhos…

Falando isso, já colocou o pau para fora do pijama. A luz era fraca mas podia ver aquele pirulitinho duro e seu púbis com aqueles pentelhos, em sua maioria brancos, começando a passar para o preto. Ajoelhei, fiquei pertinho e podia sentir o cheiro de macho exalando dele. Abri a minha boca e ele introduziu dentro dela.

A cabecinha rosa logo saltou para fora e como já havia percebido que ele tinha muitas sensações ali, me concentrei nela, lambendo, passando os lábios em cima e até que o gosto não era ruim, era salgado. Não demorou muito e ele segurou minha cabeça com o pinto dentro da minha boca, senti seu pau inchar, pulsar e jatos de esperma invadiram minha boca e garganta. Não esperava isso e tive ânsia de vômito, correndo, mesmo no escuro, para o banheiro.

Vomitei e o barulho acordou minha tia que veio em meu socorro. Vagner já estava na porta e disse a ela que devia ser algo que tinha comido. Realmente, pensei comigo mesmo, sua porra.

Passado o susto, voltamos para o quarto e Vagner quis dormir comigo de conchinha, mas eu não quis afastando-o e disse que estava bravo com ele porque poderia ter gozado no meu rosto e não na minha boca. Foi até bom não dormimos de conchinha porque minha tia veio uma duas vezes durante a madrugada para ver se estava tudo bem.

O dia seguinte transcorreu normalmente embora Vagner estivesse meio estranho comigo. Ainda sentia um pouquinho de ardor na bunda, mas sabia que de noite Vagner iria querer me comer e me preparei psicologicamente. Acontece que ele não me procurou. Nem mesmo tocou no assunto quando ficamos a sós no quarto.

Ao acordar pela manhã vi que ele não estava no quarto. Levantei e fui para a cozinha quando o encontrei. A mesa do café estava posta e perguntei da mãe dele e me foi dito que ela tinha ido acompanhar uma vizinha que se sentiu mal e o marido está viajando. Teve que levá-la ao hospital, em uma cidade próxima e ligaria no final da tarde. Secamente se dirigiu a mim dizendo:

– Você vai cuidar dos afazeres domésticos enquanto eu vou cuidar da chácara. Faça lanches para o almoço.

Antes que eu pudesse dizer algo ele saiu. Fiquei ali, com cara de tacho e não entendia o que estava acontecendo. Bati punheta para ele, chupei até ele gozar, tudo bem que dei a bunda e ele não gozou, mas a mãe dele chegou. Além disso, me machucou e não teria razão de ficar bravo comigo.

Na hora do almoço Vagner veio, comeu um lanche e saiu. Mal trocou palavras comigo e isto estava me deixando muito triste. No final da tarde ele voltou e assim que entrou, o telefone tocou e ele correu para atender.

Pude saber o que estava acontecendo porque ele repetia o que sua mãe estava dizendo. A senhora que veio procurar a minha tia, precisou ser operada e seu marido chegaria somente no dia seguinte à noite. Ela ficaria no hospital acompanhando a pobre senhora que não estava muito bem. Estava preocupada conosco, mas Vagner a tranqüilizou dizendo que podia ficar sossegada que estávamos bem e que ligasse quando fosse voltar.

Terminada a ligação, Vagner olhou para mim e perguntou:

– Você sabe fazer comida?

– Sei fazer macarrão com alho e bacon. Vi uns bifes na geladeira se quiser posso fritar. Tem batatas, coisas para salada, posso fazer também se quiser. – respondi.

– Faz o macarrão e os bifes enquanto eu vou tomar banho. – disse ele.

Por um momento fiquei puto, afinal quem ele pensa que é? Mas ao mesmo tempo pensei: ele ficou o dia inteiro cuidando da chácara, o trabalho é pesado, deve estar cansado… Resolvi preparar o que ele havia pedido.

Quando saiu do banho tudo já estava quase pronto. A mesa estava posta, os talheres e eu estava finalizando o macarrão, com os bifes já prontos.

– Nossa que cheiro bom. – ele disse.

Sentou-se e eu o servi. Subitamente me veio um pensamento à cabeça: o que você está fazendo? Fazendo tarefas femininas. Servindo a um homem. Ele pode imaginar que você é menina. Estes pensamentos foram afastados porque alguém tinha que fazer e além do mais eu já tinha dado para ele, então relaxei.

Jantamos e fui lavar a louça enquanto ele sentou para assistir televisão. Meia hora depois eu estava sentando no sofá e perguntei:

– O que está acontecendo Vagner? Por que você está estranho comigo?

– Eu não. – respondeu ele.

– Poxa, ontem à noite no quarto eu pensei que você fosse me pro… – parei porque percebi que iria falar procurar e tentei encontrar outra palavra

– Pro… Pro… Procurar é… Você ainda quer dar para mim? Quer fazer o papel da mulher?

Não tive coragem de responder e acenei com a cabeça com um sim.

– Não… quero que você peça… peça para eu te comer… – disse Vagner.

– Tá… Eu quero que você me coma… pode fazer o que quiser… quero ser tua.
..
Rindo ele me abraçou e disse que estava pensando que eu não quisesse mais porque tinha se afastado no quarto e que tinha me machucado, me feito vomitar então pensava que eu não queria mais nada.

Chegamos no quarto e fomos tirando nossos pijamas. Ajoelhei e comecei a chupar aquela rola. Logo ele a lambuzou de creme e mandou eu deitar de bruços. Senti o peso de seu corpo sobre mim e seu pau ficou posicionado para me penetrar. Aos poucos foi entrando e talvez, por estar bem melecado, foi entrando.

Eu gemia porque era uma sensação estranha. Havia um pouco de dor, de ardência, mas ao mesmo tempo havia prazer. Devido ao tamanho, foi fácil enterrar aquele pau dentro de mim. Seus pentelhos roçavam na minha bunda e seu saco batia gostosamente nela. Ele me abraçava e me imobilizando disse:

– Vai… Mexe… Mexe a bundinha… Rebola… Rebola na minha pica… Pede rola… pede…

Eu tentava obedecer a meu macho, mas era difícil rebolar com ele em cima de mim. Conseguia me mexer um pouco e a fricção do meu pinto com o colchão, em determinado momento, me proporcionou um orgasmo, sem ejaculação pois ainda não conseguia esporrar. Nesse momento, fui à loucura dizendo:

– Vai… Me come Vagner… Me come… Toda vez que nos encontramos quero dar para você… Vai… Mete… Mete gostoso…

Ao ouvir isso Vagner começou a me chamar de putinha, de gostosa, aumentou a força e a velocidade das estocadas, seu pau inchou e senti um liquido quente dentro de mim. Que sensação inesquecível. Ficou em cima de mim quase uns cinco minutos até que saiu.

Perguntei a ele o que sentia quando gozava, se um dia eu iria gozar e qual era a função do líquido que saia do pau. Pacientemente me explicou que sente-se um prazer enorme e viciante, que certamente ejacularia um dia e que a função era a de fazer nenê.

Devo ter feito uma cara de muita preocupação, porque ele logo completou que não precisava ter medo porque pessoas do sexo masculino não engravidam. Ele iria gozar dentro de mim mais vezes e que não precisava me preocupar. Naquela noite ainda me pegou duas vezes de quatro que era a posição preferida dele.

Na manhã seguinte, eu o acordei por volta das onze horas. Havíamos dormido demais. Fomos tomar banho e lá começou uma brincadeira. Ajoelhei, dentro do box, e comecei a chupar aquele pinto gostoso. Em determinado momento ele me perguntou se eu estava pronto para tomar leitinho e fiz que sim com a cabeça. Desta vez eu estava preparado e a porra invadiu minha boca. Misturada com água ela desceu mais suave. Nos enxugamos e lembro de dar um beijo no pinto mole dele.

Fizemos um lanche que já era almoço e fui ajudá-lo a plantar algumas sementes. Nisso, vimos a mãe dele chegar. Ela preparou o jantar e cansada foi dormir cedo. Eu e Vagner fomos para o quarto e mais uma noite de sexo, desta vez mais moderado, aconteceu.

Acordamos e minha mãe e meu tio já estavam de volta. Fui embora naquele dia e nunca mais tive a oportunidade de ficar com Vagner sozinhos. Às vezes nos falamos por e-mail já que casou e mora na Alemanha, mas tenho uma saudade enorme dele me cutucando. Não tive outro homem e disfarço minha posição sexual saindo com mulheres sem levar nada a sério e quando elas começam a exigir algo mais, dou um jeito de cair fora.

Tenho medo da violência. Já vi alguns homens que saíram com homens e que apanharam feio. Não quero isso para mim, prefiro, infelizmente ver os vídeos gays no computador e bater uma punheta pensando em ser possuído.

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3 Comentários

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  1. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,só podia ser um veadinho mesmo pra ser tão cagão,mas quando é pra ficar na veadagem,tem toda coragem do mundo né
    Veado,cuidado,estou pelas ruas,sim estou,o tio John Deere,pra acabar com a veadagem e quem a pratica,portanto não vou te avisar mais,veado Polacrute(polaco+chucrute)

  2. Pachecao

    Adorei o seu conto muito excitante eu comeria à sua bundinha gostosa e também deixaria você chupar a minha piroca bem dura e gosaria na sua boca… vou agora tocar uma Gostosa Punheta pensando em você…. Continue.

  3. jLima

    amei este conto,que delícia…parabéns .