Abusos de uma empregada

25-08-18 Por 2 ★ 4.28

Caros leitores, há alguns dias procurando relatos achei este site e resolvi narrar alguns fatos que ocorreram na infância.
Sou Fábio tenho 43 anos, casado e porque não dizer amante de uma boa sacanagem.
Porém poderia não ser assim, pois na minha infância, mas precisamente aos 9 anos passei por alguns momentos que me marcaram e que me lembro até hj.
Aos 9 anos era um garoto como outro qualquer adorava brincar de bola, soltar pipa e jogar bolinhas de gude.
Muito diferente da época atual em que as crianças vivem presas a tecnologia.
Meus pais trabalhavam bastante e quase não os via apenas no fim de semana.
Quem cuidava de mim eram meus avós. Eles faziam sempre as minhas vontades e não me deixava faltar nada.
Numa tarde meu avô passou mal e alguns dias depois ele morreu. Fiquei muito triste pois era um amigão, minha voinha ficou muito triste também, quase sempre a via chorando pelos cantos da casa.
Com isso meus pais decidiram se mudar sair daquela casa que traziam inúmeras lembranças e fomos morar em outro lugar.
Sempre que podia voltava pra visitar minha voinha.
Minha mãe passou a cuidar de mim e ficar mais tempo em casa.
Porém quando fiz 10 anos ela arrumou outro emprego e decidiu também contratar uma empregada doméstica para os afazeres da casa.
Seu nome era Rosa. Era uma mulher vinda do interior tinha 30 anos, não tinha filhos. Apenas sabia que foi casada e que deixara o marido para conseguir alguma coisa na capital.
Rosa parecia uma índia cabelos pretos e lisos porém era bem escura. Minha voinha dizia que ela era cabo verde.
Rosa passou a morar lá em casa e a fazer tudo. Limpar arrumar e fazer comida.
Eu acordava cedo para ir a escola, saia junto com meu pai e quando voltava as 12:00 era bem recebido por Rosa que tirava minha muchila e preparava meu almoço. Tinha dias que meus pais almoçavam em casa, mas na maioria das vezes se quisesse vê-los tinha que conseguir ficar acordado até mais tarde.
O que era bem difícil.
Rosa sempre cuidou bem de mim e da minha família. Até acontecer uma coisa que me deixou dias sem dormir.
Cheguei da escola um dia e parecia estar tudo normal a não ser pela presença de meu pai em casa. Ele já havia almoçado e sentado na poltrona lia o jornal.
Subir para tomar banho mas por algum motivo esqueci de pegar a toalha. Eu já tomava banho sozinho, as vezes minha mãe tirava um dia pra me banhar, dizia que era pra retirar o lodo do corpo.

E quando voltei, presenciei uma cena inusitada. Rosa estava ajoelhada em frente a poltrona. Estava com a boca praticamente engolindo a rola de meu pai.
Ela o chupava enquanto ele alisava seus cabelos e as vezes apertava seus seios por dentro o vestido.
Fiquei estatico, já tinha ouvido falar de sexo e mulher pelada, porém nunca tinha visto nada igual.
Rosa subia e descia com a boca na pica de meu pai cada vez mais rápido.
Era uma visão estarrecedora para a minha idade. Então eu corri para de trás da porta e fiquei espiando.
Até que num determinado momento meu pai começou a urrar feito um cachorro esticando as pernas como se estivesse espriguicando. Rosa se levantou mostrando a sua boca pra ele.
Depois de algum tempo entendi que ela tinha engolido toda porra e estava mostrando a meu pai que não havia sobrado nada.
Fiquei extremamente assustado com tudo aquilo que havia presenciado e também curioso. Sem falar que meu pinto estava duro e sem querer abaixar de jeito nenhum.
Por vários dias aquela cena permanecia na minha mente e ao lembrar ficava de pinto duro.
Não tinha coragem de perguntar a meu pai, piorou a minha mãe que se soubesse daquilo ficaria muito triste com meu pai.

Pois bem, passei então a espiar a Rosa.
Ficava de vigia sempre que meu pai estava em casa.
Mas nada de estranho acontecia.
Numa tarde estava fazendo as tarefas da escola e quando Rosa me trouxe o lanche na sala lhe perguntei:

– Rosa por acaso você tem namorado?

– Que pergunta é essa menino? Não tenho e nem quero ter.

E num lapso de inocência lhe perguntei:

– Você não tem porque você gosta do meu pai?

– De onde você tirou essa idéia menino?
Por acaso estar ficando doido. Seu pai é meu patrão. Nada mais.

– Então ele te paga pra você fazer aquilo no pinto dele?

Eu tinha apenas 10 anos e naquela época as coisas não eram como hoje, eu era um garoto inocente não havia maldade.

Neste instante Rosa começou a gaguejar.

– De onde você tirou essa história menino?
Por acaso você anda espiando seu pai?

– Não! Rosa foi que no outro dia eu vi vocês aqui na sala fazendo isso.

– Meu Deus! Você viu foi menino? Mas tu não disse nada a ninguém não né?

– Não! Apenas fiquei sem entender porque você estava chupando o pinto do meu pai.

Rapidamente Rosa deixou a bandeja no lanche em cima da mesa e pegando a minha mão me conduziu ate a cozinha.

– Olha só Fabinho se eu te mostrar uma coisa você promete que não vai contar pra ninguém? E vc promete que vai esquecer essa história com seu pai.

Apenas concordei pois não sabia o que viria a seguir.

Rosa foi na sala e deu pra ouvir ela trancando a portão de casa.

Depois retornou e foi logo retirando o vestido ficando apenas de calcinha.

Era a primeira vez que eu via uma mulher quase nua. Eu admirava seu corpo nu.
Seus seios eram grandes e as aorelas eram bem escuras e os bicos quase do tamanho do meu dedo mindinho.

Rosa se abaixou segurando minhas mãos repousando em seus seios me fazendo aperta-los. Nossa que sensação gostosa.

Ela dizia: – aperta pode apertar bem forte.

Apesar de não entender eu fazia como ela mandava.
Em seguida ela retirou minha camisa e me abraçando esfregou os seios em meu rosto.

Eu nada fazia, apenas seguir suas orientações.

Ainda de calcinha ela me fez retirar a bermuda ficando só de cueca.

Lembro das suas palavras:

– Vamos ver meu menino se seu pinto é tão gostoso como o do seu pai.

E logo tratou de me deixar nu e com o pinto duro.

Depois ela mandou eu fechar os olhos e foi nessa momento que eu flutuei. Rosa abocanhou meu pau e me chupando fazia extremecer todo meu corpo.

Era uma sensação tão gostosa, sua boca quente masageando a cabeça da pica com a língua. Foi incrível o prazer.

Eu permanecia imóvel aos carinhos de Rosa. Sua boca sugava minha rola de uma forma deliciosa.

Em seguida ela se levantou e abaixou sua calcinha, lembro bem de ver um fio transparente descer junto com a calcinha.
Lembro também dela pegar a calcinha e me mostrar o fundo babado e dizer que eu havia deixado assim.

Só então nessa hora é que eu olhei para sua buceta. Era bastante peluda e tinha um cheiro forte meio ácido.

A princípio achei uma coisa feia, nojenta talvez.
Rosa havia colocado um pé sobre a cadeira e segurando nos lábios da xoxota abriu para me mostrar como era.

Em seguida segurando minha cabeça com força, puxou-me de encontro aquela bucetona aberta.

Ouvia ela dizer: – põe a língua pra fora, depois você chupa como se fosse uma manga.
De olhos fechados assim eu fiz. Até hoje lembro do cheiro forte daquela buceta exalando um odor de xixi e de sexo.

Chupei enquanto ela esfregava a xota contra a minha boca e meu rosto.
Estava quente e babada.

Depois minha professora me fez sentar na cadeira e abrindo as pernas se sentou sobre o meu corpo introduzindo a pica dentro dela.

Porém eu ainda era uma criança e tinha o pinto nas proporções inadequadas para uma mulher.

A todo instante ela o recolocava pois saia quando ela tentava se mexer.

E sabiamente percebeu que não lhe daria prazer daquela maneira.

Então ela me fez deitar no chão e veio por cima. Agaichada segurou a pica na base apertando os ovos e foi descendo guiando em direção ao seu orifício anal.

Assim a cabeça da rola foi entrando e sumindo dentro do seu cuzinho apertado.

Rosa passou a sentar e subir sobre a pica tendo os dedos da mais direita cravados em sua buceta e a mão esquerda apertando os seios.

– ouvia ela retrucar: – está gostando Fabinho está gostando é assim que eu trepo com seu pai.

Não demorou muito eu sentir que estava prestes a mijar porém era uma sensação extremamente diferente e mais gostosa.

Meu corpo começou a tremer e eu lembrei de meu pai urrando feito um cachorro.

Havia gozado pela primeira vez. Eu permanecia ali imóvel enquanto minha professora se alimentava de minha porra dentro do seu cu.

Acho que ela também deve ter gozado não percebi ao certo.

Em seguida, Rosa se levantou procurando suas roupas me fazendo seguir o mesmo.

Por vários dias Rosa me fez jurar que eu não poderia contar pra ninguém o que ouve. Principalmente aquilo que tinha visto com meu pai.

Nossa relação durou mais 3 anos. Aprendi tudo com ela. Adorava ficar olhando sua buceta toda aberta enquanto ela siriricava o grelo.

Ela me insentivava a introduzir coisas na sua buceta como cenoura, pepinos até mesmo a calabresa do feijão.

As vezes me obrigava a chupa-la a tarde toda. Um dia até minha mãe achou algo estranho pois meus lábios estavam inchados e vermelhos.

Fazíamos misérias em casa, foram os 3 anos mais aproveitados no que diz respeito a sacanagem.

Rosa gostava que eu colocasse o pregador de roupa nos bicos dos seios. Gostava que eu enviasse o machucador de carne dentro da sua buceta enquanto eu lhe metia a pica no cu.

Foram momentos mágicos de aprendizagem e prazer.

Um dia recebemos um telefonema dos parentes dela no interior dizendo que sua mãe falecera.

Rosa foi rever os parentes e não voltou. Mesmo com os apelos de minha mãe e principalmente do meu pai. Ela não retornou.

Já mais velho quis ir vê-la mais não tive coragem.

Soubemos que havia se casado e tinha dois filhos uma menina e um menino.

Por anos desejei encontrar a minha Rosa a mulher que me ensinou tudo sobre a arte da putaria.

Aprendi a tratar uma mulher como uma puta na cama. Aprendi a chupar uma buceta como se fosse uma manga madura e melhor a meter a piroca com vontade além de comer um cuzinho com maestria.

Esta história é um fato que aconteceu no início da década de 80 e me marcou até os dias de hoje. Espero que tenham gostado.

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2 Comentários

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  1. Roh

    Conto maravilhoso

  2. Carlos

    Muito bom, adorei.