,

Fui estuprada por minha culpa (completo)

28-07-18 Por 10 ★ 4.10

Sempre fui uma menina muito safada, desde pequena gostava de brincadeiras bem picantes com os coleguinhas e com os primos, já comecei a dar aos 13 anos. Quando comecei a ganhar corpo de mocinha o meu principal prazer era ficar deixando os homens loucos, adorava me exibir e adorava quando mexiam comigo e falavam safadezas. Uma das coisas que mais me deixava doida eram as histórias de estupro, ficava doida quando via nas reportagens e ficava imaginando um monte de coisas, de vez em quando até sonhava com isso e sempre acordava excitada. Hoje tenho 17 anos, mas o que vou contar agora me aconteceu quando eu estava próxima de fazer 16.

Moro a alguns anos em um condomínio em uma praia do Esp Santo, de alguns anos para cá começaram a construir alguns prédios na parte menos freqüentada dessa praia, então começou a aparecer muitos peões e eu adorava atentá-los, numa dessas obras tinha uns caras que ficavam loucos comigo, eu passava constantemente em frente a obra deles e sempre me exibindo muito, eles mexiam sempre comigo e aí eu me exibia mais ainda. Tinha um bar em frente a obra onde eu fazia questão de ir sempre comprar sorvete, e ficava tomando lá mesmo só para eles ficarem me olhando, deixava eles doidos. Não sou um mulherão para os padrões brasileiros, sou baixinha, mas sempre tive uma bunda bem redondinha e coxas muito grossas e sempre fiz questão de explorar isso. Quando ia ao bar sempre procurava uma mesa onde tivesse algum peão e sentava na mesa de frente p ele, as vezes quando ia de saia, deixava só um pouquinho da calcinha à mostra, ficava doida quando ouvia eles coxixando baixinho sobre mim, ás vezes quando algum mexia eu tirava sarro com a cara do coitado, dizia q eu não era para o bico deles, que podiam só ficar sonhando, eles ficavam putos. Sempre que podia eu ia à praia e ficava exatamente na frente da obra (apesar daquela parte da praia não ser muito boa), eu usava biquínis minúsculos só para perturbar eles, alguns já tavam levando até binóculo para ficar me olhando, alguns paravam de trabalhar para ficar me olhando, ainda mais quando eu ficava tomando banhos bem demorados no chuveirinho do quiosque. Eu perturbei eles por meses, até que em julho do ano passado eles deram o troco. Passei em frente a obra para ir a academia, vi de longe q alguns deles estavam no bar em frente, fiz questão de parar e pedir um sorvete, como sempre fazia, encostei no balcão e fiquei xupando o sorvete lá mesmo, eu tava com uma bermuda da academia e uma calcinha bem pequenininha, que mostrava bastante o formato da minha bunda e minhas coxas, fiquei de costas para um grupo que bebia na mesa. Nisso ouvi vários comentários baixinhos, do tipo:

– já´pensou metendo nessa bundinha gostosa?

– essa baixinha deve fuder muito gostoso

– imagina esse cuzinho de 4

– ela tem cara de que já fode a muito tempo

– daria tudo para dar uma pirocada nessa putinha

Fiquei ali um tempo ouvindo esses comentários e tomando meu sorvete, quando saí comentei em voz alta com a menina do balcão:

– Tem gente que não se enxerga mesmo né?

Dei uma olhada de desprezo para a mesa que eles estavam e saí andando e rebolando mais ainda e fui para a academia. Quando voltei da academia, vi que o quiosque já estava fechado e que o portão da obra estava entreaberto, fui andando meio receosa porque a rua já estava deserta, não morava quase ninguém naquela parte ainda, quando cheguei perto do portão vi que tinha alguém no cantinho, fiquei gelada na hora, mas continuei e só senti um braço forte me agarrando pelo meio e uma mão tampando minha boca, ele me levantou do chão e me arrastou para dentro do pátio e disse no meu ouvido que era para mim não gritar que seria pior, meu coração disparou e eu quase chorei de medo, quando olhei em volta vi que o vigia da obra estava com uma arma na mão e que tinha mais 2 caras além do que me arrastou, aí eu comecei a chorar de verdade, pedi pelo amor de Deus que não fizessem nada comigo e eles foram me arrastando mais para dentro do pátio, só o vigia ficou no portão. Um deles, o que me arrastou era bem coroa, negro e muito grande e bastante nervoso e agressivo, os outros 2 eram bem garotos, não deviam ter mais de 20 anos, estavam um pouco assustados, mas não eram tão violentos.

Quando eu implorei para não fazerem nada comigo, o coroa deu uma gargalhada e disse:

– Viram? Agora a vagabundinha tá com medo. É só você ficar boazinha que não vamos te machucar muito. Hoje você vai ver no que que dá mexer com peão.

Aquilo me deu um gelo no coração. E ele continuava me segurando por trás e me apertando forte,. Pensei em gritar, mas olhei para o portão e vi o vigia com a arma na mão, aí um dos rapazes falou:

– Ta vendo né?, é melhor ficar quietinha mesmo

O coroa pegou nos meus 2 peitos e apertou com força, doeu pra caramba, dei um suspiro. Ele falou para os outros:

– Vamo vê se essa putinha é gostosa mesmo

Me empurrou para uma mesa grande de madeira, com bancos em volta, axo q era onde eles comiam, porque tava suja de restos de comida e engordurada, me deu nojo na hora, mas ele me levantou e me jogou em cima da mesa e me mandou deitar

– Deita aí logo sua putinha.

Ele me jogou com tanta força que bati com a cabeça na mesa e até fiquei meio tonta. Os 2 rapazes vieram logo levantando minha blusa e começaram a xupar meus seios, um deles xupava com tanta força q parecia q iam arrancar. Nisso o coroa arrancou minha bermuda de lycra, pensei q ele ia arrancar minha calcinha, mas ele só segurou do lado e puxou com toda força, estourando o elástico, levei um susto. Ele me deu um tapão na coxa e disse:

– Abre logo essa porra dessa perna

Pegou minhas pernas e abriu com tudo, passou o dedo na porta da minha buceta e enfiou com tudo, não agüentei e soltei um gritinho de dor, o dedo dele era grosso e áspero, e minha buceta tava seca, ele ficou metendo com toda força o dedo na minha buceta, eu contraia o corpo de dor mas ele enfiava mais e disse para os colegas:

– Vamo logo, coloca essa riquinha vagabunda pra xupar um pau de peão

Um deles subiu na mesa e ficou por cima de mim, ajoelhou de frente pro meu rosto e foi descendo até o pau dele chegar na minha cara e mandou eu abrir a boca, eu virei o rosto, aí o coroa falou:

– Chupa logo, ce ta com nojo? Ce já deve ter chupado um monte, anda logo vagabunda

O rapaz segurou minha cabeça para eu não virar de novo e eu abri a boca, ele enfiou com tudo, quase engasguei, ele começou a abaixar e levantar minha cabeça, fazendo um vaivém no pau dele. O outro rapaz falou que ele também queria, aí eles trocaram de lugar, quando o outro abaixou no meu rosto eu quase vomitei, ele tava com cheiro muito forte de pinto sujo, um cheiro de suor com urina, sei lá, só sei que era bem nojento, ele segurou minha cabeça e não me deixou tirar o pau, tive que prender a respiração para não vomitar. Nisso senti o coroa enfiar a cabeça no meio de minhas pernas e passar a língua na minha buceta. Eu estava toda suada, nem tinha tomado banho na academia, devia ta até fedendo, mas ele não quis nem saber, enfiava e língua em mim e me sugava, depois ele deu uma mordida na minha buceta que me machucou. Só não gritei porque tava com um pau na boca, mas retraí meu corpo na hora, e o desgraçado deu uma gargalhada na hora e disse:

– Viram? Quase arranquei um pedaço dessa buceta gostosa.

Os outros 2 continuavam se revezando na minha boca, quase me fizeram vomitar varias vezes, socando o pau na minha garganta.

O coroa parou de me xupar, pegou nas minhas pernas e me arrastou com tudo para a beirada da mesa, senti uma coisa gosmenta nas minhas costas, acho que era resto de comida da mesa, o rapaz que eu tava xupando quase caiu em cima de mim e eu quase mordi o pau dele sem querer, mas assim q ele saiu de cima o outro veio de novo.Eu fiquei na beiradinha da mesa e o coroa abriu e levantou um pouco minhas pernas, senti ele encostando o pau na minha buceta e tentei puxar um pouco o corpo para trás, ele me segurou e falou com raiva:

– Fica quieta vadiazinha, vou enfiar na sua bucetinha, agora você vai ter o que queria.

Ele colocou na entrada da minha buceta e começou a forçar, eu pedi q pelo amor de Deus ele não fizesse aquilo, que se ele quizesse eu xuparia ele também, ele mandou o amigo dele enfiar o pau na minha boca para eu parar de falar, e o rapaz obedeceu, enfiou tudo na minha boca e ficou segurando minha cabeça para não tirar da boca, nisso o coroa encostou o pau de novo na minha buceta e enfiou com tudo, aquilo parecia que tava me rasgando, eu tava seca e a cabeça do pau dele parecia ter um formato estranho, nunca senti tanta dor na buceta, nem quando dei a primeira vez. Eu tentei me debater, mas o rapaz q tava com o pau na minha boca tirou e sentou na minha barriga e o outro correu para segurar minhas pernas. Eu pedi pelo amor de Deus para tirar, que tava doendo muito, que tava me machucando, ele disse:

– Nunca deu prum macho de verdade? Agora vai sentir um pau de peão te arrombando e não os viadinhos riquinhos que te comem.

Eu comecei a chorar muito e soluçar, pedindo para parar, os outros 2 nem colocaram o pau mais para eu xupar, só ficaram me segurando para o amigo deles me comer, e ele segurava a minha cintura com tanta força, com aquelas mãos grandes e ásperas, que tava me machucando, eu rezava para ele acabar logo, quando ele começou a ir mais rápido e mais forte e falava:

– Segura ela que eu vou encher a buceta da riquinha de porra, é isso que ela queria.

Ele gozou rápido e eu senti aquele jato lá dentro de mim, senti que ele tinha gozado muito. Ele ainda com o pau dentro de mim perguntou se eu tinha gostado de dar prum macho de verdade. Quando ele tirou de dentro de mim eu me senti arrombada, toda dolorida. A minha sorte é que ele gozou rápido. Ele tirou o pau e me puxou com tudo pelo braço de cima da mesa e disse:

– Desce logo daí putinha, chega de ficar deitada nessa mordomia.

Eu quase caí no chão, mas ele segurou no meu braço, me levantou e me deu um tapão na cara, eu desabei a xorar e falei que já tava bom, que me deixassem ir embora, pelo amor de Deus. Ele me disse que parasse de frescura, que mulher de peão gostava é de apanhar mesmo. Disse para os outros 2 que agora era a vez deles, mas que antes eu ia ter que limpar o pau dele. Ele sentou na beirada da mesa e foi só aí que fui ver o pau do coroa e soube porque senti tanta dor. O pau dele era o mais estranho que eu já vi, não era tão grande, mas era grosso, tinha uma cabeça redonda, bem mais grossa que o resto do pau (enorme mesmo), parecia que tava inchada e ainda por cima era bem torto, ele tava com o pau amolecendo e mandou que eu xupasse logo, que deixasse ele limpinho e que sentisse o gosto da porra dele. Me deu muito nojo, aquele coroa nojento com o pau pingando porra, hesitei um pouco e ele me puxou pelo braço, segurou meu cabelo e abaixou minha cabeça com força e disse:

– Chupa logo essa porra e para de frescura sua vadia, vem mamar no seu macho, anda.

Ele segurou minha cabeça e eu coloquei o pau dele na boca com muito nojo, eu quase vomitei e ele percebeu, tirou o pau da minha boca e deu uma cuspida na minha cara e depois outro tapão q eu quase caí, aí ele falou:

– Chupa essa porra direito. Viram? a fresquinha tem nojo de porra, eu tinha q ter gozado é na boca dela.

Nisso eu levei a mão no rosto para limpar a cuspida dele, ele segurou minha mão e disse que não tinha mandado eu limpar nada, chamou os amigos dele e disse:

– A putinha ta com nojo do meu cuspe, vem cá, vamos mostrar pra ela.

Ele segurou minha cabeça e mandou os outros 2 cuspirem na minha cara também, eles vieram e cuspiram quase ao mesmo tempo na minha cara, eu fechei a boca e os olhos,senti que minha cara tava toda cuspida, aí ele me virou de frente p ele, chegou bem perto e cuspiu de novo também e me disse:

– Pronto, agora a riquinha vai parar de frescura.

Eu já nem conseguia chorar mais, tava me sentindo nojenta, sentia um monte de porra escorrendo pela minha perna e tava com o rosto fedendo do cuspe deles. Ele se sentou de novo na mesa e me mandou xupar direito dessa vez. Eu olhei para o vigia no portão com a arma na mão e perdi toda a esperança de tentar sair dali. Então abaixei e comecei a xupar o pau dele de novo. Nisso senti alguém me pegando por trás e tentando enfiar na minha buceta, mas como sou muito baixinha, ele demorou a conseguir. Dessa vez não senti tanta dor, a pau dele era bem menor e ele não era tão agressivo como o coroa. O rapaz reclamou que naquela posição tava muito difícil porque eu era muito baixa. O coroa falou pra ele:

– Deita aí no chão que vou colocar a vagabunda em cima do seu pau.

Eles obedeciam tudo q ele mandava, acho q é porque era mais velho e mais bravo.

O rapaz deitou no chão sujo e o coroa mandou eu parar de xupar e ir satisfazer logo o amigo dele. Eu já tava me conformando e vi que não adiantava tentar resistir, fui e sentei logo, entrou tudo de vez, mas não senti dor não, axo q a porra do coroa ajudou a lubrificar, mas eu sentei nele e não tive reação, fiquei parada e ele pediu para eu rebolar no pau dele, eu comecei e me mexer devagar, aí o coroa se irritou, pegou nos meus 2 peitos e apertou com muita força, eu quase dei um grito, mas me segurei, ele continuou apertando e disse:

– É assim que se rebola piranha? Não sabe dar não? Meu amigo também quer gozar nessa sua buceta, anda faz isso direito, se não quiser apanhar mais.

Eu comecei a xorar de novo e comecei a cavalgar o rapaz, mas não parava de xorar, então o coroa mandou o outro rapaz enfiar o pau na minha boca para me fazer parar de resmungar e o rapaz novamente obedeceu, enquanto isso o outro começou a se movimentar rápido por baixo de mim, bombando com força, senti q ele ia gozar, fiquei aliviada, pois já estava um pouco cansada. Ele também me encheu de porra. Quando tentei levantar o coroa me disse:

– Ta com pressa putinha? Deixa ele sair e fica quieta aí que vai cavalgar outro agora.

E fez sinal p o outro rapaz deitar, mas esse disse que queria me pegar por trás, foi num monte de lajotas q estava próximo do portão e trouxe duas, colocou perto da mesa, me mandou subir em cima e colocar as mãos na mesa, fiz isso, mas o coroa veio e puxou minhas mãos mais para o meio da mesa e mandou eu empinar mais a bunda. Tive que colocar meu rosto naquela mesa nojenta, com cheiro de gordura velha, mas eu já nem tava ligando mais para isso, só queria que eles acabassem logo. O coroa me viu naquela posição, veio e me deu um tapa táo forte na minha bunda que quase me derrubou das lajotas, aí pegou minha bunda com as duas mãos e abriu e falou para os outros:

– Não falei que esse cuzinho ainda era virgem? Olha como ta fechadinho.

Mas eu não era virgem não, já tinha dado a bunda uma vez para um namorado meu.

O coroa soltou minha bunda e falou para o rapaz:

– Vem logo, ensopa mais a bucetinha dessa putinha, vamos deixar ela bem xeinha, vai logo, ela ta esperando.

O rapaz se ajeitou atrás de mim, mesmo com as lajotas a minha altura ainda não ficou legal, mas ele se abaixou um pouco e enfiou de uma vez, mas nada doeu tanto quanto a metida do coroa. Ele começou a socar com força e eu caí da lajota e o pau dele saiu de dentro, eu voltei rápido, com medo de apanhar, ele enfiou de novo e logo nas primeiras bombadas eu desequilibrei de novo e o pau saiu outra vez, nisso o coroa chegou perto e deu um tapa com tanta força entre minha coxa e minha bunda, que ficou latejando. Eu comecei a chorar de novo, mas voltei rápido para minha posição, aí comecei a me segurar firme na mesa para não cair de novo. O rapaz começou de novo e rapidinho gozou. Minha buceta tava tão inundada que nem senti direito se tinha sido muita porra igual os outros, mas quando ele tirou senti a porra escorrer de novo pelas minhas pernas. Passei a mão na minha buceta e senti uma ardência. O rapaz olhou para mim e perguntou:

– Ta doendo a bucetinha, né? Nunca levou tanto pau?

Eu não respondi nada, mas tava sentindo arder bastante. Eu peguei a minha bermuda no chão e disse:

– me deixem ir agora, por favor, não agüento mais.

O coroa olhou para o relógio e me respondeu:

– .Ainda ta muito cedo, ainda não tem uma hora que ta aqui. Esperamos isso muito tempo, você não vai fazer essa desfeita com a gente.

Olhou para os 2 rapazes e perguntou se eles já queriam ir embora. Os 2 disseram que não, eu comecei a chorar e implorar, disse q já tava tarde, que minha mãe podia me procurar. Que eles já tinham feito o que queriam O coroa perguntou aos 2 se já estavam satisfeitos e eles olharam para mim, depois para ele e balançaram a cabeça que não. Aí o desgraçado tomou a bermuda da minha mão, deu uma gargalhada e disse que eu ia ter que satisfaze-los de novo. Nisso os 2 rapazes vieram me agarrando, apertando minha buceta, minha bunda, mordendo e sugando meus peitos, que já estavam roxos e doloridos pelo que já tinham feito. A partir daí começaram mais uma seção de humilhação e sadismo que só terminou quase 3 horas depois.

Se quiserem que eu conte o que mais aconteceu naquela obra, entrem em contato, façam seus comentários e me peçam que eu envio o resto.

[email protected]

Fui estuprada por minha culpa (parte 2)

Começava a passar várias coisas pela minha cabeça nesse momento, eu pensava em como tinha provocado eles e me arrependia muito, pensava na minha família, nos meu amigos, nos casos de estupro que eu lia e ficava excitada, aí pensei em como era diferente ler sobre e ser estuprada, o pavor era muito grande, eu nunca fui muito religiosa, mas nessa hora comecei a pedir a Deus que me ajudasse, eu não sabia mais o que fazer. Aí pensei em tentar sensibilizar o rapaz mais calmo, e quando ele tava agarrado em mim, me alisando por trás, eu falei quase xorando no ouvido dele:

– Por favor, me deixa ir, eu to com muito medo, to maxucada e não agüento mais. Juro que não vou denunciar vocês.

Mas o desgraçado do coroa ouviu e falou com muita raiva:

– Não adianta implolrar, sua puta, quem manda nessa porra sou eu, hoje você é nossa e vou te mostrar quem é que manda aqui.

Eu desabei em lágrimas, mas não falei mais nada. Nisso o coroa me abraçou forte pela frente e começou a apertar minha bunda com muita força. Me soltou um pouco e enfiou a mão no meio das minhas pernas, num reflexo eu tentei fechar as pernas, mas ele deu um tapa na coxa e me mandou abrir as pernas. Ele então enfiou 2 dedos na minha buceta, que estava inchada e sensível, e começou a abrir e fazer círculos com os dedos, eu estava tão melada de porra que estava fazendo barulho. Quando ele rodava os dedos a dor era intensa, ele então tirou os dedos da minha buceta e me virou de costas p ele, passou os dedos no rego da minha bunda e deu uma forçadinha no meu cu, eu sem querer tranquei a bunda, ele abriu minha bunda com a outra mão e enfiou o dedo com tudo, senti uma ardência muito grande e pedi q ele parasse, que tava doendo muito. Aí o desgraçado deu uma gargalhada e falou para os amigos dele que meu cu era delicioso, e que ainda tava fechadinho, eu tentei me afastar, mas ele me encostou na parede e ficou enfiando e tirando o dedo do meu cu e perguntou se eu queria sentir como meu cu era gostoso. Ele tirou o dedo e levou a minha boca, eu fechei a boca e virei o rosto, mas ele segurou meu rosto com força pelo queixo e me mandou abrir a boca. Senti o cheiro de fezes no dedo dele, mas ele forçou minha boca e enfiou o dedo nela. Aí eu não agüentei, me deu muita ânsia de vomito e eu acabei vomitando, ele se afastou rápido, mas acabou caindo um pouco no pé dele, ele veio furioso e me deu um tapa no rosto com tanta força que me jogou no chão e minha boca começou a sangrar. Um dos rapazes veio me ajudar mas levou uma bronca do coroa.

– Tá com pena da vadia? Deixa ela aí. Ela é uma porca, olha o que fez . Ta com nojo do próprio rabo, é uma fresca mesmo.

Eu tava chorando muito, ele me levantou pelo cabelo. Pensei que fosse me bater de novo, mas me levantou no colo e me jogou com tudo em cima da mesa e falou para os rapazes:

– O que tão esperando para experimentar o rabo da putinha?

Aquilo fez meu coração disparar mais ainda, mas ele me mandou ficar de 4 e eu obedeci logo, com medo de apanhar mais. Ele veio e enfiou de novo o dedo no meu cu e olhou para um dos rapazes e falou:

– Sobe aí e mete logo no rabo dessa riquinha, vamo arrombar esse cuzinho.

O rapaz, que já tava de pau duro, subiu e foi logo ajoelhando atrás de mim e enfiando na minha buceta, eu dei um suspiro de dor e fiquei aliviada pensando que ele só ia meter na buceta, mas ele só deu umas 3 bombadas e tirou e começou a forçar a entrada do meu cu, eu afastei um pouco meu corpo (por reflexo). Aí os outros 2 vieram me segurar e abriram o máximo que pudiam a minha bunda. Eu fiquei desesperada e comecei a implorar que não fizessem isso comigo, que eu nunca tinha dado, que eles iam me maxucar. È claro que eu tava mentindo, eu já tinha dado sim, mas foi só uma vez para um namorado, e não tentei mais por 2 motivos: doeu muito e senti muito nojo e vergonha quando meu namorado tirou o pau e eu vi que ele tava sujo de fezes.

O rapaz segurou com uma mão na minha cintura e com a outra foi colocando o pau e empurrando para dentro de mim. Eu cerrei os dentes para agüentar a dor. O coroa sorria e mandava o rapaz enfiar com força, mandava meter tudo. Ele foi enfiando ate entrar tudo. Os outros então soltaram minha bunda e deixaram o rapaz sozinho comigo. Ele segurou minha cintura e começou a bombar com força. Ele que quase não tinha falado ate aquele momento, começou a falar muito:

– Que cuzinho delicioso, que bundinha, vou te arrombar toda, rebola na minha vara, vou encher esse cuzinho gostoso de porra.

Ele tava alucinado, metia com toda força, eu já não agüentava de dor e chorava muito, mas não falei mais nada, sabia que não ia adiantar, então só xorava baixinho e esperava que aquilo terminasse logo. Acho que ele demorou uns 10 minutos para gozar, ele deu um urro quando gozou. Eu quase desfaleci e instintivamente deitei na mesa, não estava me agüentando mais e fiquei ali de bruços, mas mal o rapaz saiu da mesa, o outro rapaz subiu e veio por cima de mim, era o mais calmo e fiquei com esperança de que fosse menos violento, e foi mesmo. Ele me penetrou de bruços mesmo, foi empurrando bem devagar ate entrar tudo, não foi tão difícil dessa vez. Ele ficou um tempo parado com o corpo deitado em cima de mim e com o pau todo dentro ele beijava minha nuca e apalpava meus peitos por baixo. Ele me tratava muito diferente dos outros, se não fosse aquela situação , acho que teria ate sentido prazer com ele. Quando ele começou a bombar eu comecei a sentir muita dor de novo, às vezes ele dava uma paradinha, acho que não queria me machucar, mas numa dessas paradas o coroa falou para ele:

– Ta com pena dela? Mete direito nessa vagabunda, ela gosta é que mete com força, arromba esse cu.

Eu estava bem no meio da mesa, que era muito grande, o coroa então mandou o rapaz esperar um pouquinho e puxou pelos meus braços até minha cabeça ficar fora da mesa e disse:

– Pronto, agora continua metendo que eu vou dar meu pau p ela xupar, ela vai preparar ele para eu também meter nesse rabo gostoso.

Ele colocou aquele pau com a cabeça enorme na minha boca e me mandou chupar, e que era para chupar bem gostoso e que não fizesse vomito, senão ia apanhar de novo. A cabeça mal entrava na minha boca e ele ficava bombando, tentando enfiar mais. Enquanto isso o rapaz continuava metendo no meu cu e apalpando meus seios, ele tirou uma das mãos do meu peito e apalpou minha buceta, ele enfiou o dedo, mas eu tirei a mão dele, minha buceta tava inchada e dolorida, ele não insistiu e voltou a pegar meu peito e começou a ofegar e aumentar o ritmo, gozou em silencio e soltou o corpo em cima do meu, beijando minha nuca. Em vez de ficar aliviada porque ele tinha acabado, eu fiquei desesperada, sabia que agora o coroa ia querer comer meu cu também, aquilo era um pesadelo. E foi o que aconteceu, ele mandou o rapaz sair logo de cima de mim que agora era a vez dele.

Ele subiu na mesa e começou alisar minha bunda , falou que agora ele tava pronto, que ele quis ser o ultimo porque adora meter num cu cheio de porra, ele enfiou o dedo de novo, eu dei um gemido de dor e ele falou:

– Ta doendo é? Não gostou de ser enrabada? Tem que agüentar porque agora vai levar mais um pau nessa bunda gostosa. Vou terminar de encher seu cuzinho de porra.

Eu tive um sentimento estranho de pavor e de alívio ao mesmo tempo, sabia que ia ser mais doloroso com o coroa, mas tinha a esperança de que quando acabasse me deixasse ir embora. Tentei me concentrar para não sentir muita dor e esperei ele vir. Ele subiu em mim e colocou a ponta do pau na entrada do meu cu, começou a forçar, mas ele deslizava para fora, fez varias tentativas e nada, vi que ele tava ficando nervoso, rezei para que ele desistisse, mas ele se levantou a me puxou para fora da mesa também. Me colocou de novo em cima das lajotas e me mandou colocar as mãos na mesa e levantar a bunda. Ele dobrou um pouco os joelhos e tentou enfiar no meu cu, ele fazia força e eu sentia uma coisa alargando a entrada do meu cu, mas não entrava, cai das lajotas 2 vezes e ele disse que tinha uma idéia melhor.

Pegou um saco de cimento vazio e colocou no chão, sentou e me mandou vir por cima dele, que agora ia dar certo.

– Vem senta aqui e mete minha rola dentro desse cuzinho. Agora vou conseguir te arrombar.

Eu fiquei imóvel, mas os 2 rapazes me pegaram pelo braço e me levaram ate ele. Eu vi aquele pau pra cima com aquela cabeça monstruosa e gelei na hora, mas não tinha como escapar. Sentei nele e segurei o pau na entrada do meu cu e pedi a ele para ir devagar, eu queria acabar logo com aquilo. Fui soltando meu corpo e senti uma dor intensa, tentei levantar e ele me deu um tapa no rosto e disse q não era para mim pensar em sair dali. Desabei a xorar de novo ,mas continuei forçando para baixo, a dor tava ficando insuportável e ele tava ficando impaciente. Senti a cabeça começando a entrar e ele segurou nos meus ombros e me puxou p baixo com toda força. Senti uma dor insuportável e na hora escureceu tudo e eu apaguei. Não sei quanto tempo fiquei desacordada, quando acordei vi que estava de novo de bruços na mesa e aquele homem enorme estava em cima de mim bombando com força no meu cu. Olhei para o lado e vi que minha toalhinha da academia estava em cima da mesa e suja de sangue.

Fiquei apavorada, mas a dor nem me permitia pensar direito, olhei para o outro lado e vi que os 2 rapazes já estavam vestidos e estavam em pé olhando para nós.

O coroa passava a mão por baixo de meus braços e segurava forte no meu ombro e socava com muita força. Ele começou a urrar e acelerar, eu não tinha forças nem para xorar mais, só fiquei quietinha esperando que ele terminasse logo. Ele gozou e se jogou em cima de mim, aquele corpo enorme quase me sufocava, ele deu uma mordida forte no meu ombro, que me fez gritar de dor. Ele me mandou calar a boca e saiu de cima de mim. Na hora que ele tirou o pau de mim eu quase desmaiei de novo, a dor era intensa.

Ele desceu da mesa e eu fiquei lá parada, com muita dor, não conseguia nem levantar, ele me levantou e me mandou descer da mesa. Eu levantei e fiquei apavorada quando vi uma mancha de sangue na mesa, aí fui entender porque minha toalhinha estava suja de sangue. O desgraçado tinha machucado meu cu até sangrar. Quando ele viu meu espanto deu uma gargalhada e falou:

– Viu como ranquei sangue do se cuzinho? Agora ele ta arrombadinho. Você nunca mais vai esquecer esse pau que te tirou sangue do seu rabo e só vai querer dar pra peão agora. Agora você sabe o que é homem de verdade.

Eu senti o sangue e a porra escorrerem pelas minhas pernas quando eu levantei, tava me sentindo imunda, novamente tive muita vontade de vomitar, mas respirei fundo e me segurei.

Vi que o coroa também vestia suas roupas, senti um alívio e instintivamente peguei minha bermuda no chão, mas o desgraçado a pegou da minha mão e disse que ainda não tinha acabado:

– Você esqueceu do nosso camarada ali do portão.

Ele chamou o senhor que estava no portão e mandou que um dos rapazes fosse para lá. Quando ele chegou perto vi que era um senhor bem de idade, devia ter uns 60 anos e uma aparência bem séria. Tive uma leve esperança de que ele não tivesse coragem de fazer alguma coisa comigo, mas…

Vou esperar que se manifestem e peçam para que eu divulgue a parte final história que nunca mais saiu e axo q nunca mais vai sair da minha cabeça.

[email protected]

Fui estuprada por minha culpa – parte final

O vigia chegou meio sem graça, disse que não precisava disso, que podiam me deixar ir embora, que ele não tava afim não. Mas o rapaz falou pra ele:

– Que é isso tio? Vai perder a chance de meter numa riquinha safada? Olha como ela é gostosa. Eu vi o senhor até batendo uma ali olhando a gente comer ela. Vai lá tio, manda ver.

O coroa negro falou:

– É isso mesmo, come logo ela, ela tá doida pra dar mais, é uma vagabunda, adora levar pau e de apanhar, cê num vai negar fogo agora né? Pode até escolher o cu ou a bucetinha dela. Vai logo camarada.

Aí ele me mandou deitar de costas na mesa, ficar bem na beirada e abrir as pernas.

Eu já tava fraca e dolorida, mas obedeci logo, com medo de apanhar mais. O vigia chegou perto da mesa e só abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora, encostou na minha buceta e ficou tentando enfiar, mas não entrava, o pau dele tava mole. Ele tava tremendo, acho que tava nervoso. Eu rezei para ele não conseguir. O coroa viu que o vigia não tava conseguindo e que tava nervoso, aí perguntou pra ele:

– O que que tá acontecendo? Não gostou da vagabunda? Mete nela, ela é gostosa. Cê num vai negar fogo né camarada?

Aí o vigia respondeu pra ele que tinha acabado de bater uma punheta olhando pra eles comerem meu cu e que agora ficava difícil. Que achava que não ia subir mais. O coroa então disse pra ele:

– Ah, então bota ela pra dar um trato no seu pau, ela adora mamar num pau de peão.

Ele pegou meu braço e me puxou com tudo de cima da mesa, me fez cair de joelho no chão grosso e ralar os dois joelhos. Eu chorei baixinho e levantei. E o desgraçado riu e falou:
– Não enrola não vagabunda, levanta logo que tem mais um peão pra você dar um trato, vem logo chupar o pau do camarada.

Ele mandou o vigia abaixar a calça e sentar na beirada da mesa. O vigia abaixou a calça e a cueca até embaixo e sentou na mesa. Me deu muito nojo quando olhei pra ele. Ele era muito velho, feio e tava com um saco enorme,murcho, pendurado e com o pau mole também pendurado. Vi que ele tava sem graça e nervoso, mas pelo jeito não queria passar vergonha na frente dos colegas peões. Ele ficou sentado esperando, aí o coroa mandou eu ir logo xupar o amigo dele. Eu puxei um pouco o banco e me posicionei pra sentar, eu tava muito cansada, mas levei uma bronca do coroa, ele disse que ninguém tinha mandado eu sentar, que era pra chupar em pé mesmo. Eu já não me agüentava mais, mas obedeci. Segurei no pau mole do vigia e me curvei pra pôr na boca, mas quando cheguei perto me deu ânsia de vomito novamente, o velho tava fedendo muito, o pau dele tinha umas coisinhas brancas parecendo coco ralado, e aquilo tava misturado com cheiro de urina, era horrível. O coroa viu minha ânsia de vomito, aí segurou forte no meu cabelo e disse:

– Não vomita de novo não, para de frescura, se vomitar vou te desmaiar de porrada, chupa logo esse pau e para de frescura.

Ele segurou minha cabeça e levou em direção ao pau do vigia. Eu prendi a respiração para não sentir o cheiro e não vomitar de novo. Eu sabia que ele ia me bater se vomitasse de novo. Peguei o pau com a mão e coloquei na boca, chupei por um bom tempo sem respirar. Quando voltei a respirar voltei a sentir o cheiro e o gosto, que eram horríveis, mas me segurei com todas as forças. O pau dele continuava mole na minha boca, depois de um tempo começou a subir um pouquinho, mas não endurecia. O velho tremia, se contorcia, parecia que ia passar mal. Eu continuei chupando, já tava me acostumando com o cheiro, mas minhas pernas estava,m meio bambas, por isso comecei a chupar rápido pra ver se ele gozava logo. Nisso o coroa chegou por trás de mim e começou a apertar minha bunda e falar um monte de coisa:

– Que bunda deliciosa

– Esse é o cu mais gostoso que eu já comi

– Nunca vou esquecer esse cuzinho

– Sei que você adorou dar esse rabo pra nós

– Você tinha que ver como que seu cuzinho ficou, todo arrombadinho.

Ele segurou na minha cintura e começou a se esfregar na minha bunda, enquanto eu chupava o vigia. Senti que o pau do coroa tava endurecendo de novo, mas não fiquei com tanto medo porque ele tava de roupa e só se esfregava em mim. O vigia agora tava segurando nos meus cabelos e não parava de tremer. Eu já tava chupando a um tempão e o pau dele não subia e nem ele gozava. Eu já estava muito cansada, queria acabar logo com aquilo. Olhei para o portão e vi que os 2 rapazes agora estavam lá conversando e vigiando o que se passava na rua. O coroa continuava se esfregando na minha bunda, de vez em quando apertava e dava tapas fortes na minha bunda, mas pelo menos não tava enfiando nada em mim, não sei se agüentaria ser penetrada de novo, eu tava toda dolorida, acho que ele tava com um pouco de nojo de mexer no meu cu, eu tinha sangrado bastante e provavelmente devia estar um pouco sujo de fezes também. Isso me dava um certo alivio.

O vigia começou a movimentar a minha cabeça, fazendo um vaivém. Ele se contorcia muito, vi que ele estava prestes a gozar e continuei seguindo os movimentos que ele fazia com a minha cabeça. De repente ele segurou firme na minha cabeça e me puxou mais de encontro ao pau dele. Vi que ele queria gozar na minha boca e tentei sair, tentei tirar da boca e me afastar, nisso o coroa percebeu o que tava acontecendo, saiu de trás de mim e veio também segurar minha cabeça e disse pro vigia:

– Vai camarada, goza na boca dessa putinha, ela dá doida pra beber uma porra, sei que ela adora isso. Vai, enche a boca da vagabundinha.

Senti o pau do vigia, que não tinha endurecido direito, começar a pulsar e jogar o primeiro jato na minha boca, tentei tirar da boca, mas os dois seguravam minha cabeça com força, eu engasguei e quase vomitei, nisso veio mais 2 jatos fortes e encheram minha boca. Eu abri a boca e deixei escorrer pelos lados, só engoli parte do primeiro jato. Nessa hora meu estomago revirou de novo. A porra escorreu toda na perna do vigia. Nisso o coroa viu, me puxou forte pelos cabelos, levou meu rosto bem perto da perna do vigia e gritou comigo:

– Ta vendo? Deixou a porra sair toda. Não sabe chupar direito? Você tinha que engolir, sua safada.

Nisso ele segurou no meu cabelo e esfregou minha cara na perna do vigia, melando meu rosto todo com aquela porra rala e fedorenta. Quando ele levantou meu rosto o vigia se levantou rapidamente e se vestiu, sem nem se limpar.

Pensei que dessa vez iam me deixar ir embora, mas o coroa me olhou com cara de irritado e falou:

– Vem cá vagabunda, ajoelha aqui que eu vou te ensinar a mamar direito, e dessa vez não quero ver você cuspindo não.

Ele sentou no banco que ficava em volta da mesa, abriu as calças e tirou o pau pra fora. Me segurou pelo cabelo e me puxou pra baixo me fazendo ajoelhar na frente dele. O pau dele tava mole e agora parecia um pouco menor. Ele me mandou colocar logo na boca, eu obedeci e coloquei logo na boca, em pouco tempo senti que o pau dele começava a endurecer de novo, mas não ficou totalmente duro, e isso parecia deixar ele mais nervoso ainda. Ele segurou na minha cabeça e começou a empurrar com tudo na minha garganta. Aquilo machucava minha garganta, me sufocava e quase me fez vomitar várias vezes, na terceira vez que quase vomitei, ele tirou o pau da minha boca, apertou com força com aquela mão enorme o meu rosto e disse:

– Olha o que ce ta fazendo sua putinha, se vomitar em cima de mim eu te arrebento de porrada, e vê se chupa direito que vou encher sua boquinha de porra.

Eu já nem tinha mais forças pra chorar e só chorava por dentro. Não via a hora daquilo terminar logo. Nisso ele colocou o pau na minha boca de novo e eu comecei a chupar. Tentava chupar rápido pra ver se ele gozava logo, mas ele tava demorando bastante e o pau dele nem endurecia direito. Toda vez que o pau dele ia na minha garganta eu me concentrava e prendia o fôlego para não fazer vomito. Tava com muito medo de apanhar de novo. Ficamos assim um bom tempo, ate que ele começou a se contorcer um pouco e aumentou o ritmo do vaivém da minha cabeça (que ele não largou um só instante), percebi que ele estava prestes a gozar e sabia que desta vez eu teria que engolir tudo, foi quando ele virou um pouco meu rosto em direção ao dele, olhou pra mim e disse:

– Vou gozar na sua boca, sua putinha, e não quero ver escorrer uma gotinha da minha porra. Se cuspir ou vomitar vai levar porrada igual mulher de peão.

Nisso ele segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiou o máximo que pôde e ficou parado com o pau na minha boca. Senti o pau dele pulsar e um pequeno jato ir direto na minha garganta, depois mais um. Apesar de ele não ter gozado muito dessa vez, não consegui me concentrar e quase vomitei. Tentei afastar um pouco, mas ele segurou com força a minha cabeça e me disse:

– Pára de frescura vagabunda e engole logo isso, sei que você adora um leitinho de macho.

Não tive opção, me segurei e engoli toda a porra dele, que para minha sorte não era muita. Ele ainda ficou segurando minha cabeça e com o pau na minha boca por um bom tempo. Quando tirou o pau da minha boca, ele apoiou o pé na minha barriga e me empurrou com tudo no chão. Eu cai e desabei a chorar de novo. Nisso ele se levantou e disse:

– Levanta logo putinha, ta na hora de ir embora, já tá tarde e não quero perder o ultimo ônibus, vamos, anda logo.

Me levantei meio zonza e fraca, procurei minhas coisas e vi que estava tudo em cima da mesa. Peguei minha bermuda, minha toalhinha e quando peguei minha calcinha rasgada ele a puxou da minha mão e disse que isso eu não ia levar não. A pegou e enfiou no bolso. Vesti minha bermuda e minha blusa, peguei minha toalhinha, meu celular e minhas chaves e fui me encaminhando para o portão, onde estavam os outros 2 rapazes e o vigia. Nisso o coroa entrou na minha frente e disse que me levaria até o portão, pegou com toda força na minha bunda com aquela mão enorme e foi me levando até o portão. O portão estava fechado e os outros 3 esperavam lá. O coroa me parou no portão e perguntou aos outros se eles não iam se despedir de mim, isso me fez gelar, achei que eles iriam me estuprar de novo, mas não fizeram, um dos rapazes deu um tapão na minha bunda e uma apertada bem forte e me disse:

– Vai na fé gostosinha, adorei meter nesse rabinho seu, a gente se vê por aí. E bico calado, viu?

O outro rapaz me abraçou pela frente, apertou minha bunda e, para minha surpresa, me deu um beijo rápido na boca e não falou uma só palavra. O vigia não fez nem falou nada, só ficou olhando para mim. Já o coroa me agarrou por trás, apertou meu peito e minha buceta, chegou bem perto do meu ouvido e me disse:

– E aí safadinha? Aprendeu que não se mexe com peão? Isso é pra você aprender, agora ce sabe o que é dar pra macho de verdade. Nunca mais vai esquecer e nem pense em denunciar a gente, senão a gente se vinga na sua família. Nóis sabe onde vocês mora e onde seus pais trabalha. Cuidado.

Ele abriu o portão e me empurrou pra rua. Comecei a andar e ouvi o portão batendo, olhei rápido pra trás e vi eles andarem rápido pro lado oposto. Fui andando com dificuldade, lavei meu rosto melado na água do mar e fui embora. Subi pelo elevador de serviço para não cruzar com nenhum vizinho e torci para meus pais já estarem dormindo, mas para minha sorte nem tinham chegado ainda da faculdade que dão aula. Entrei para meu quarto, tomei um longo banho e desabei na cama, eu tava toda dolorida e muito cansada, chorei muito e depois dormi. Hoje quando me lembro desse dia sinto várias emoções diferentes, sinto nojo, raiva, repulsa, ódio de mim mesma, e o pior de tudo é que as vezes fico excitada quando lembro disso tudo.

Comentem e votem na minha história

Beijo a todos

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,10 de 20 votos)
Loading...

Por ,

10 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. anonimo

    Nao gostei historia muito forte muita violencia mulher nao se bate homem desse e covarde

  2. Daniel Coimbra

    Adoro esses contos,nem minha mente doentia e sádica seria capaz de bolar uma história assim,pois apesar de escrever contos homossexuais envolvendo crianças,eu curto mesmo é menina,quanto mais jovem melhor,parabéns pelo conto!

    • Victor

      Olhaaaaaaa eleeeeeee , esperando mais historinhas 😍😍😍♥️♥️♥️ I Love you

    • Victor

      Olhaaaaaa eleee 😉 , esperando você publicar mais contos ♥️

  3. Velhinho

    Muito muito muito longo…
    Se aconteceu de verdade, a única coisa que posso dizer é:
    A culpa não foi sua, você pode andar nua, e isso não dar o direito de ninguém te tocar, quanto mais violentar.
    Crie coragem e denuncie…Se fizeram isso com você, farão com outras. Acha com responsabilidade.

  4. Observador

    Sei que existe violência num estupro, mas geralmente acontece um ou dois indivíduos.. Essa de matar sei onde mora, e papo até pq eles ficaram com medo e saíram apressados. Então estavam com medo de serem pegos por uma viatura fazendo ronda no caso. Se tivesse denunciado estariam todos na cadeia.. todos… Então só concordo com uma coisa nessa história… Não se provoca Homem assim, vc arriscou demais extendendo a povocaçao por meses.. E na real uma só pessoa mau intencionada pode assassinar, e só ver os jornais as notícias se vc achar que estou exagerando…

  5. O santo

    Fico decepcionado quando vou ler um conto e vejo que, tem muita fantasia, o conto foi copiado, tem muitos erros de português, erros de datas, etc. Vamos melhorar um pouco mais. Esse conto já existe.

  6. Telegram @LikeIncestú 💋😜

    caramba … fiquei aguardando voce ter denunciado esses vermes para eles serem triturados na cadeia … vai entender viu …….kkkkkkkkkkk

    add Telegram @LikeIncestú 💋😜
    *Skype [email protected]
    👑Gatinhas Inestuosas.!!💋😜👑🌹

  7. Anônimo

    caramba … fiquei aguardando voce ter denunciado esses vermes para eles serem triturados na cadeia … vai entender viu 🙁

  8. Carminha

    Deixa de mentira seu filho da puta.Vira homem porra.