Abusaram da minha namorada na minha frente

Eu e Patricia namoravamos a 5 meses. Conheci a gata na academia, e fiquei chapado com aquele corpo que ela teimava em deixar a cada dia de malhação mais gostoso ainda. Pra quê, eu pensava. Ela já tinha seios grandes e de bicos pontudos, uma cintura fina maravilhosa e uma bunda pra lá de boa, esculpida a mão, fofa e que enchia suas roupas com perfeição, uma cavala.

Em algumas dias de namoro rolou a primeira transa e foi a melhor da minha vida. Patricia era fogosa, gostava de sexo, que mais eu podia querer na vida? Ela curtia ficar chupando minha rola depois da transa, lambia e beijava, eu quase pirava com aquela gata de 4 na cama, prostada humildemente, brincando com meu pau.

Mas sempre tem alguma coisa pra gente reclamar. E eu encontrei algo. Patricia se recusava a fazer por trás. Eu até tentei algumas vezes, mas ela tinha medo. Aquele rabo lindo, naquelas nadegas grandes e firmes, tudo meu e nem uma estocadinha, aquilo foi me deixando louco, e ela sabia. Combinou que iria tentar um dia, perguntei quando e ela só disse que logo, assim que pintasse o “clima”. Eu admirava aquele bundão e ficava imaginando o grande dia.

Um fim de semana na praia, resolvemos tentar o tão cobiçado sexo anal. Ela falava que fazer anal seria a experiencia mais corajosa da vida dela, mas que eu merecia. Compramos o gel e descemos pra pousada, de madrugada. Quando o sol ja estava nascendo, fomos parados na estrada pela policia. Eu passei dos 120, talvez querendo chegar logo e partir pra cima daquele bundão gostoso, não pensava em outra coisa. Fiquei tão desligado que esqueci de esconder direito a erva que levava no carro. Era pouco, Patricia tambem gostava de um beckzinho, nada demais. E não é que o fdp do PM achou! Quando vi, estavamos as 6 da manhã, no acostamento da estrada, tentando explicar o que aquilo fazia dentro do carro. Patricia era funcionaria do Ministerio Publico, queria fazer carreira na area da Justiça e era o fim de seus sonhos se aquela situação não fosse resolvida ali mesmo. Ela ficou tão nervosa que acabou contando isso pros PMs, que logo se aproveitaram da situação. Eu tentei assumir toda culpa mas Pat tava decidida a tentar resolver sozinha, ela me disse que se seu namorado fosse preso, ela perderia todas as chances no trabalho.

Os PMs eram dois caras grandes, fortes, e ficaram coxixando e olhando pra nos. Um deles chegou perto de nos e pediu pra entrassemos no carro com ele, e lá dentro ele insinuou claramente que se Pati desse uma foda pra eles, ia tudo acabar ali mesmo. Pat ficou muda, eu tentei brigar mas o outro PM me mandou calar a boca, que quem resolvia era a gatinha. Pat simplesmente não falava mais nada, abaixou a cabeça e falou baixinho “ok…”. Eu não acreditei, abraçei e falei que não era necessário, sei lá, falei um monte de coisas mas ela não me ouvia. Enquanto isso, fomos levados pra uma guarita, ao lado da delegacia rodoviária, ficava atrás da estrada, embaixo do morro, ninguem nos viria ali, nunca.

Lá dentro, me jogaram numa cadeira velha e me amarraram as mãos pra trás da cadeira. Pat perguntou pra que tinham me amarrado e eles falaram, rindo, “é pra se o mocinho tentar virar herói na hora que ver vc levando ferro”. Um deles passou atras dela e segurou firme seus seios, tão forte que parecia expremer, Pat se assustou mas não reagiu, apenas perguntou como poderia confiar que depois da transa eles não iriam nos incriminar. Foi quando o outro cara abriu a pacoteira e jogou pela janela, voando toda a erva pela mata. “Pode confiar gatinha, só queremos vc”, ele falou. O outro PM abaixou sua blusa e desnudou seus seios, agarrando-os com força. O outro tirou a benga pra fora e era enorme, um cacete realmente grande. Pat foi forçada a se curvar e passou a fazer uma gulosa no pau do cara, na minha frente. Eu tentei me soltar mas não dava, e a boca, linda e de labios carnudos da minha gata estava descendo subindo no cacete duro da PM. Ela fechou os olhos e segurando sua cabeça, forçaram a seu rosto pra baixo e ela engoliu o pau do PM quase todo. Ela engasgou e tentou subir, mas não deixaram. Nisso, o outro guarda tirou sua saia e Pat ficou de calcinha, branca e bem cavada, de joelhos, sendo obrigada pela mão do PM a engolir todo o pau dele com força. “Vai gatinha, faz direito essa gulosa,porra!”, ele reclamou. Daí Pat segurou uma mão na perna dele e com a outra passou a punhetar a rola dura, passando a fazer a gulosa sozinha, sem ser forçada.

O outro PM se afastou e ria, “agora ela pegou”. Pat chupava com força, quando o PM tirou o pau de dentro da sua boca e a fez lamber, “lambe gata”. Eu queria morrer, mas ela realmente tirou a lingua pra fora e passou a lamber e beijar a rola do cara, como fazia comigo. “Agora engole”, e ela engolia. “Agora lambe mais”, ela tirava o cacete da boca e lambia e beijava. “Agora deixar eu gozar na sua boca gata”, o safado falou. Ela não respondeu, mas me olhou, eu quase pirando amarrado na cadeira. “Sério, precisa disso?”, ela falou baixinho. O cara falou, “vai gatinha, uma esporradinha só, nessa sua boquinha quente”. Pat sussurou pra mim “desculpa…”, mas logo enfiaram a rola pra dentro da sua boca e quando o cara gozou, encharcou seu rosto de porra, fazendo questão de lambuzar tudo, olhos, nariz, boca, Pat ficou toda melada, com um pouco de porra saindo pelo canto dos labios perguntou se tinhamos acabado, e ai o outro PM reclamou. Era a vez dele. Enquanto eles riam e combinavam alguma coisa, ela veio engatinhando até mim, e calma, falou que era melor a gente esquecer tudo isso depois do que ficarmos presos e perdermos todas as chances das nossas vidas. Ela falava isso e eu olhava seu rosto todo esporrado, brilhando pela gozada na cara que tinha levado.

Nisso o PM se ajoelhou atras dela e abaixou sua calcinha. Pat se assustou e o cara falou pra ela se apoiar em mim, que ia comer o cú dela. Aquilo me revoltou de vez. Tentei pular, gritei, mas logo levei uma porrada. Pat ficou mais assutada e pediu pra não me baterem. “É só vc ajudar que ninguem se machuca, afinal, ninguem falou que seu rabinho gostoso ficava de fora do trato!”. Pat se curvou e olhou pra trás, o PM já tentava furar seu anus, forçando entrada, “calma, devagar…” ela pediu. “Vc vai continuar ou vai amarelar?”, perguntou o PM. Ela parou de falar e apoiou a cabeça na miha perna. Foi ai que escutei um gemido estranho, que vinha do fundo de Pat, um suspiro grande e ela levantou a cabeça, rangendo os dentes, “caralho, calma, cê tá me rasgando…”, gemeu. Vi o cacete duro do cara pela metade dentro da rabo dela, e ele passou a bombar as estocadas que eu tinha imaginado pra mim. Uma, duas, tres, quatro, cinco, a cada estocada, o gemido de Pat ficava mas forte, sua respiração ficava mais rapida e ofegante. Eu quase cai da cadeira empurrado pelo corpo dela sendo enrabada. A foda foi ficando mais forte e eu tive que segurar firme os pes no chão par nao cairmos todos no chão, na verdade eu segurava o corpo dela pro fdp foder o rabo dela. Ela pos a cabeça contra minha barriga e gemia cada vez mais alto, “aiii, aaaii…”.

Eu começei a ficxar excitado, ela curvada sobre mim, eu vendo o pau do cara entrando e saindo do seu anus apertado, tava pra ver suas preguinhas pra fora do rabo quando o PM quase tirava o pau de dentro, e logo entrava, rasgando de novo. “Fala que tá gostando, putinha, fala”, o cara gemia e bateu um tapa bem forte na sua bunda. Pat segurou meu rosto e pediu desculpas de novo, baixinho. O cara voltou a pedir pra ela falar que tava gostando e batia mais forte nas suas nadegas, estocando seu cú cada vez mais forte, segurando pela cintura, ele puxava ela pra trás com força e enterrava fundo. Foi quando Pat gemeu “aai, eu falo…”. “Fala o que putinha?”. “Falo,.. tá bom sim, tá gostoso…”, Patricia gemeu baixo. Os PMs riam e eu ficava cada vez mais excitado. Pat tirou meu pau pra fora da calça que ja estava enorme, duro, e engoliu tudo de uma vez, tenteou fazer uma gulosa em mim, mas logo parou, levava outro tapa na bunda e gemia, “mete, mete tudo, fode meu rabo, fode”. Eu ainda falei “Pat!!”. Ela só me olhou, por uns instantes, chacoalahdno com as estocadas, seus cabelos no rosto, mordendo os labios, ficou me olhando e levando no cu por um tempo, daí chegou perto do meu ouvido e sussurou “é gostoso, desculpa amor, mas não tô aguentando, tô morrendo de tesão…”.

O PM gozou, pos o pau pra fora e lambuzou suas costas com sua porra, e eu pude ver o anelzinho avermehaldo do cúzinho de Pat todo deflorado, aberto, sai um barulho estranho quando o pau saiu de dentro, com se a pressão soltasse gas. O PM se levantou e Pat ficou quieta, depois aproveitou pra me chupar mais o pau, ela chupava e sussurava “desculpa…amor,,desculpa…” se voltou pra trás e falou pro outro PM que ainda não tinha a enrabado: “agora é vc?”. O cara riu alto e se ajoelhou atraas dela, falando, “meu chapa, sua namorada é uma putana defassa, e vc não sabia!”. Quando sua rola penetrou o cu, Pat gemeu fundo de novo, e passou a empinar o rabo pro cara, “mete…”. “Vou deixar sua mina toda arreganhada pra vc poder comer facil depois, cara”. E enfiou todo o cacete pra dentro, como o dele era um pouco maior que o pau do outro PM, dessa vez Pat gritou. Toda suada, seu cabelo dentro da boca, grudado na porra, Pat parecia um puta mesmo. Suas costas estavam suadas, brilhando, com resto de porra escorrendo e se juntando perto da marquinha de sol na bunda. “Mete mais…”, ela pediu, rangendo os dentes. O PM que ficou de fora ligou o radio numa musica dance, bem rapida, e subiu o volume. Eu ouvia a estocada e os gemidos de Pat e meu pau foi endurecendo de novo. Pat foi acompanhdo a musica e gemia “fode, fode, fode…” a cada bombada e sempre vindo pra frente, com força, quase me derrubando.

Não sei o tempo que uma musica dessa leva, mas foi o tempo todo, acho que uns 5 minutos de curra, quando perto do fim ela começou a chorar, e sussurou “chega, tô toda arreganhada moço, chega…”. O cara não parava, bombava sem parar. “Chega, não aguento mais…”. Dai ele segurou forte, enterrando todo seu pau dentro do anus de Pat e gozou. Pat não aguentava mais, abria a boca procurando ar, sentia dor, gemia, levantou seu rosto chorando muito e mordendo a boca, “aaaaaiiii…tiraaaaaa”. O Pm continuou gozando por um tempo e finalmente saiu de tras dela.

Pati se largou sobre mim, os caras me soltaram, e se vestiram, eu abraçei Pat, toda molhada, encharcada e gozada. “Que foda louca hein..” Os PMs sairam e ficamos juntos por um tempo, eu não sabia o que fazer. Quando peguei as suas roupas pensava em ir embora dali. Foi quando Pat se levantou e colocou uma perna no assento da cadeira, passasou a mão na sua bunda e fazia uma carinha de dor. “Vem, agora é sua vez”. “O que?”, eu falei. Pat se ajoelhou, colocou as maso na cadeira e empinou o rabo pra tras, “sua vez, me fode tambem, agora”!

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