Comia as menininhas em troca de doces e guloseimas da minha pequena mercearia

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Nasci e fui criado em um interior bem pacato. Sou da época que ali não havia água encanada e energia elétrica. Toda a população frequentava os rios para lavar louças, roupas, tomar banho e pegar água para beber. Tínhamos um olho d’água bem limpo e dali tirávamos a água para beber e cozinhar.
Tu era alegre e feliz. As pessoas viviam nas ruas. E inclusive, as crianças.
Eu era rapaz, meu pai tinha tinha uma mercearia. Porém, também trabalhava na roça.
Eu ajudava na roça, mas como eu era bom em outras coisas, eu cuidava da mercearia e tudo que tivesse que fazer ali por casa.
Então algumas menininhas iam pra minha casa pegar frutas do quintal ou brincar por lá uma com outras. Então quando eu via alguma garotinha sozinha, eu a chamava pra dentro de casa pra gente fazer umas brincadeiras a sós.
E eu não gostava de menina muito pequena, porque eu gostava de meter a minha rola valendo.
E então eu tinha preferência garotas crescidinhas que o peito já dá sinal de nascendo, tem carocinho…
E vou relatar um desses muitos episódios que vivi.

Me chamo Adalton, sou negro, não tanto, mas passou de branco pra mim é preto rs’
Sou alto, hoje em dia estou maduro, tenho 45 anos, mas nessa época eu tinha 19 anos.
Meu pau comprido e grossinho, não era qualquer uma que aguentava sendo tão menininha.

E o bom disso, era que essas meninas eram acostumar no sexo, outros caras deviam pegar elas porque elas não sofriam, não sentiam dor. Pelo contrário, gemiam na pica sentindo muito prazer.

Então houve um dia, época de inverno… A Marina de 11 anos. Ela era magrinha, pequena, quase fiquei com pena de comer ela. Mas meu tesão era maior que tudo.

Ela estava em casa, dei umas gomas de mascar pra ela. E começou escurecer o céu de chuva. Fiquei preocupado que meus pais voltassem da roça… mas lá na roça nós tínhamos uma barraca que seria pra gente se esconder da chuva, tirar um cochilo, fazer refeições. Então a chuva começou a cair e eles não apareceram.

Então eu fui me dirigi à Marina acariciando ela.
Ela não queria… Eu abrir meu short, puxei meu pau que começava a endurecer, pedi que ela pegasse nele.. ela toda sem jeito, tocou e ficou me punhetando devagar….

Eu abrir as perninhas delas, meti minha mão dentro da calcinha dela, fiquei ali passando meu dedo indicador na rachinha dela…

Aí levantei e pus meu pau na boca dela, pra ela mama deliciosamente….. O pau mal cabia na boca dela, ela chupava só a cabeça mesmo…. eu quis meter mais, mas ela se engasgava…..E não queria mais chupar, aí eu parava e deixava só o que cabia na boquinha dela.

Eu tirei toda a roupinha dela, deitei ela em cima de uma mesa…..
Abri ela que nem um frango… e chupei o grelinho dela ão pequeno… e ela se contorcendo.. eu enfiava a língua na vagina dela, minha língua é comprida…

Apertei com os dedos os peitinhos dela, tinha carocinhos, achava um máximo tudo aquilo.. imaginar que estava ajudando eles a crescer com as chupadas que eu dava….
mamei aqueles seios brotando…..

Enfiei um dedo na vagina dela enquanto eu chupava os peitinhos…
E decidi meter meu pau que já estava tremendo de duro….

E meti devagar, ela nem reclamou, o pau entrava muito bem.. era apertadinha, sentia meu pau contraído ali dentro.. comecei a bombar!!!!!!!

A menina gemia como mulher adulta, fiquei bestificado como ela era acostumada a levar vara grande!

Sentei em um banco e pedi que ela sentasse em cima de mim e eu mesmo fazia ela pular na minha pica. Nossa, sensação maravilhosa, melhor do que comer uma mulher mais velha.
Ter aquele serzinho ali atolada na minha vara preta não tinha explicação.

Eu fazia várias posições com ela. Carreguei ela no meu colo, abracei ela.. apertei um pouco… gostava de sentir seu corpinho colado no meu. Mas enquanto ela estava no meu colo, as perninhas estava abraçadas na minha cintura e meu pau dentro dela é claro. Eu fingia jogar ela pra cima, estava fazendo ela cavalgar na minha pica.

Quando senti que ia gozar… desci ela, pus a piroca na boca dela e gozei, ela tossiu e quis cuspir, eu fiz ela engoli toda a porra. Falei que se engolisse eu daria alguns biscoitos pra ela.

Ela engoliu de uma vez. E ela ainda ficou ali… a chuva ainda caía… e eu não conseguia me controlar, meu pau estava ficando mole, mas logo subiu outra vez, eu sempre fui bom de foder porque meu pau sobe rápido e demoro a gozar, e depois que gozo ele sobe de novo.

Então eu fui em cima dela, mas ela não queria mais, falava que já está bom de fazer isso, que queria ir embora e tudo… Falei pra ela esperar a chuva passar.

Então a peguei no colo e ela ficou só se esfregando no meu pau… e até que eu quis que meu pau entrasse de novo e dessa vez, tentei no cu. Mas ninguém tinha acertado o cu dela, ela deu um grito querendo chorar.. era muito apertado e mais louco eu fiquei.. então passei óleo de cabelo no meu pau e na entrada do cu dela.

E fui tentando enfiar, entrar a cabeça e fiquei ali tentando forçar… e quando eu forçava ela queria tirar. E eu tentei mas um pouco e entrou metade, ficamos naquilo.. e nem cheguei a gozar porque a chuva passou e ela insistiu pra ir embora, então deixei ir, porque senão ela podia não voltar mais.

Avisei que sempre que quisesse biscoitos, guloseimas, qualquer coisa ali, era pra ela fazer a mesma coisa que ganharia.

E foi embora!!

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