Papai e Filhinha 17

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Olá, meu nome é Lilica e vou continuar o relato do conto Papai e Filhinha 16
Depois da ultima semana, papai e eu começamos a ficar viciado em nossas “brincadeiras”. Estávamos cada vez com mais intimidade. Eu tava aprendendo o que ele gostava de ouvir e as coisas q dava prazer pra ele. E aprendendo muitas outras coisas a respeito de sexo tbm.
Antes a gente brincava de vez em quando, depois uma vez por dia menos nos finais de semana. Da ultima vez rolou num sábado de manha e no domingo a noite. Aos poucos ia aumentando o desejo de “brincarmos mais vezes”. O q foi aumentando tbm foi a quantidade de gozadas, antes era uma vez, e papai começou a gozar 2 vezes por foda.
Depois da foda de manha eu fiquei o dia com tzao. Até liguei pro papai pra ver se ele podia vim na hora do almoço, eu usei como argumento pra ele “levar a gente na escola” rsrsrs. Papai sacou a minha mas disse q não podia e outro dia ele “atendia meu pedido”.
Quando papai chegou a noite eu fui correndo receber ele na porta, espindurando nele e dizendo q tava com saudade.
Papai: oh filhinha papai ta morrendo de saudade tbm. Pega aqui.
Levou minha mao no pau dele por cima da calça e já tava duro.
Papai: filha, vou mandar seu irmão tomar banho e vc me espera no meu quarto.
Eu: é pra tirar a calcinha?
Papai: não. Pode ficar com a calcinha.
Fui pro quarto e rapidinho papai já tava na porta. Ele deixou a porta aberta pra ouvir algum movimento. Desabotoou a calça, colocou o pau pra fora chegou perto de mim e mandou eu chupar.
Eu: pai, ta com cheiro forte.
Papai: tem nada não minha filha. Chupa logo, seu irmão já já sai do banheiro. Faz logo o q to mandando.
Apesar do cheiro forte meu tzao era forte tbm rsrs e eu sempre obedecia, coloquei o pau na boca e comecei a chupar.
O pau do meu pai já tava com a cabeça toda babada. Ele ficou ali, ainda de farda, em pé me olhando a chupar aquele pau grosso e melado. Eu chupava e passava a língua lambendo do saco até a cabeça. Depois passava a língua na cabeça e ia colocando na minha boca, do jeito q papai gostava.
Papai: uuhh filha, que gostoso.
Nesse momento o chuveiro desligou. Papai me puxou e saiu do quarto com o pau ainda pra fora. Me levou pra detrás do balcão da cozinha americana e mandou eu continuar com o boquete. Ele ficou disfarçando mexer no celular apoiado no balcão. Eu fiquei agachada atrás do balcão chupando a rola dele.
Essa jogada do papai garantiu mais um tempo de boquete, o tempo que meu irmão saia do banheiro e fosse pro quarto se vestir. Daí a pouco meu irmão chega na sala e pergunta por mim. Papai disse q eu tava brincando de esconde-esconde e era pra ele me procurar.
Meu irmão foi pro quarto me procurar, enquanto isso papai falou pra mim parar com o boquete e me esconder debaixo da mesa. Nisso ele colocou o pau pra dentro e foi pro banheiro, enquanto meu irmão brincava de me procurar.
Depois de um tempo foi minha vez de ir tomar banho e papai foi por meu irmão pra dormir. Papai passou na porta do banheiro e me disse pra quando sair ir direto pro quarto dele.
Cheguei no quarto do papai enrolada na toalha, ele já tava la me esperando com o pau duro.
Papai: nossa filha, ficou sex com essa toalha, não tira ela não, vem cá e chupa meu pau.
Papai tava sentado numa poltrona perto da cama, eu cheguei perto, me ajoelhei e continuei o boquete que tinha começado mais cedo. O pau tava cada vez mais grosso e duro. A cabeça inchadona. Fiquei imaginando se ele fosse comer meu cu eu ia sofrer na entrada da cabeça rsrs. Então eu tinha q fazer papai gozar antes dele me comer.
So que papai não queria gozar, ele so queria aproveitar o boquete, aproveitar o momento da sua filha ajoelhada mamando o pau dele. Fiquei quase meia hora chupando aquele pau.
Papai: ahh filhinha, que delicia. Que boca gostosa vc tem. Que boquinha quente. Isso. Assim. Chupa. Mama gostoso.
Na duvida se papai ia enfiar aquele cabeçudo no meu cu sem gozar antes, eu resolvi agir.
Eu: papai, quero beijo na boca.
Papai: ta filhinha, então sobe aqui no colo do papai.
Subi no colo dele, ele ainda sentado na cadeira. Fiquei de frente com as minhas pernas uma de cada lado do quadril dele.
Quando papai começou a me beijar eu peguei no pau dele e fui enfiando na minha bucetinha q já tava toda melada, pra minha sorte pq papai nunca tinha enfiado o pau na minha buceta sem antes gozar na minha boca. Dessa vez a cabeça ia entrar grandona mesmo, mas eu preferia agüentar na buceta do que arriscar o cuzinho rsrsrs.
Papai me beijando eu fui sentando naquela rola grossa. Foi entrando com dificuldade. Fui forçando até que passou a cabeça. Nessa hora eu gemi de dor. Não era uma dor grande, era uma dorzinha misturada com tzao que me arrancou um “aaaii”. Senti papai se arrupiar todo. O safado sentia tzao quando me causava essa dor prazerosa.
Papai: ta doendo filhinha?
Eu: só um pouquinho, mas ta gostoso.
Fui sentando devagar até que senti o saco na minha bunda, sinal que tinha entrado tudo.
Ficamos nos beijando com o pau dentro da minha buceta.
Papai me beijava e fazia carinho nos meu cabelos, beijava meu rosto, meu pescoço e minha orelha depois voltava a chupar minha língua. Enquanto isso papai levantava a toalha e pegava na minha bunda apertando e passando a mao.
A dor misturada com tzao, fazia minha buceta relaxar e contrair, arrancando gemidos prazerosos do papai, minha buceta já era apertada pro pau dele, quando contraia era como se tivesse ordenhando aquela pica.
Papai me beijava, cheirava e me dava mordidinhas de leve. Eu comecei a mexer levemente, rebolando naquela pica grossa. Minha buceta já tava muito melada e isso deixava ela quente, e o melzinho q saia da pica do papai esquentava ainda mais.
Eu tava mexendo gostoso e papai alizando minha bunda e minhas costas enquanto me bijva e me mordia. Nesse mexe mexe minha toalha caiu me deixando toda peladinha. Papai começou a passar a mao nos meus peitinhos e barriguinha. Ele paertava minha cintura e forçava pra baixo como se fosse pra entrar até os ovos. Ele me afastou um pouco dele me empurrando pra trás e ficou olhando o movimento do meu quadril rebolando no pau dele.
Com ele segurado na minha cintura, eu joguei meu corpo pra trás e continuei rebolando. Apoiei minhas mãos no joelho do papai o que me deu mais conforto, aí eu levantava um pouquinho, sentava e rebolava. Eu sabia q papai gostava de olhar o pau entrar e sair da minha buceta. Papai vez em quando me puxava, mamava meus peitinhos e me empurrava de volta aí ficava olhando pra minha buceta engolir o pau dele. Enquanto ele dava tapinhas na minha cara e descia a mao percorrendo meu peito até a buceta e fazendo uma pressão no grelinho.
Papai: vai filhinha, rebola gostoso. Minha filha é muito linda, corpinho de anjo. Fode o papai fode.
Eu: ai papai, seu pau ta tão grosso.
Papai: é tezao por vc minha princesa. Vc que deixa ele assim, sua putinha safada.
Meu pai me dava tapas e apertava meu corpinho todo, meu tzao tava almentando muito e eu rebolava cada vez mais forte e rápido.
Papai: vai cadelinha, rebola gostoso. Faz papai gozar faz. Papai vai gozar sua safada. Fode mais rápido vai cachorra, fode, fode. Aaaahhh cachorra safada, ta fazendo papai gozar. Aaai sua vadiazinha, cadela, safada. Toma leitinho na buceta, safada. Toma safada aaaaahhhh.
Papai cerrava os dentes e fazia aquela cara de brabo enquanto me xingava e me dava uns tapas mais fortes, eu não agüentei de tzao tbm e comecei a gozar.
Ouvir aqueles xingamentos na hora da foda me deixava toda arrepiada de tzao.
Mais uma vez eu gozei gemendo e chorando de tanto prazer.
O suor escorria em nossos corpos, inclinei pra frente e deitei nos peitos do papai enquanto ainda sentia o pau dele pulsar na minha buceta.
Papai: filha, que maravilha, sua buceta é tão apertada. É muito gostosa. Vc é o amor do papai. Papai te ama muito.
Eu: tbm te amo papai.
Papai: minha filha agüentou o pau grosso do papai todinho.
Eu: humrum
Papai: amanha quero comer seu cu com o pau todo grosso. Vc deixa?
Eu: não vai doer muito papai?
Papai: não filha, papai lubrifica direitinho, faz devagazinho. Vai doer so um pouquinho.
Eu: então pode.
Papai: pode o q?
Eu: comer meu cuzinho.
Papai: repete pro papai ouvir.
Eu: pode comer meu cuzinho, papai.
Meu pai ficou pedindo pra eu repetir e eu senti o pau dele endurecendo de novo. O safado gostava de ouvir safadezas.
Ele ficou de pé ainda comigo no colo e com o pau dentro. Pegou na coxa perto da bunda e começou a me movimentar pra cima e pra baixo no pau dele. Eu segurava no pescoço dele q ficou me fudendo em pé me colocando e tirando do pau dele. Enquanto isso ele me pedia pra falar safadezas pra ele.
Papai: minha filhinha deixa papai com muito tzao. Quem vai comer esse cuzinho ?
Eu: o senhor papai.
Papai: o que eu vou comer?
Eu: meu cuzinho, papai.
Papai: minha filha vai dar ele bem gostoso?
Eu: sim papai.
Papai: vai abrir a bundinha pro papai meter a pica.
Eu: vou papai. Vou abrir minha bundinha pro senhor comer.
Papai me encostou na parede e me fudeu com força e rápido. Segurava por baixo da minha bundinha e socava sem dó a minha buceta.
Depois me levou pra cama e sem tirar o pau de dentro continuou socando rápido.
Eu gemia e rebolava de tão bom q tava. Papai me puxou da cama e me colocou de 4 na poltrona, até pensei q ele ia enfiar no meu cu, mas ele enfiou na buceta. Cuspiu no meu cu e enfiou o polegar.
Papai ficou assim me fudendo de 4. Com a pica entrando e saindo da minha buceta e o dedo atolado no meu cu.
Eu comecei a gemer alto e papai usou a outra mao q tava na minha cintura pra tampar minha boca. Eu queria gritar de prazer, mas so saiu os gemidos abafados por papai. Eu me jogava pra trás ao encontro do pau e quando ele metia me jogava pra frente.
Papai começou a gozar e gemer gostoso.
Papai: aaai caralho. Toma mais porra nessa buceta, safada. Minha princesinha do sexo. Toma chachora. Minha anjinha delícia.
Eu: gostou papai?
Papai: gostei minha filha. Vc ta de parabéns.
Eu: pq papai?
Papai: pq minha filhinha já agüenta fuder gostoso. É tão pequena e já agüenta a pica do papai todinha. Será que suas amiguinhas também agüenta??
Eu: não sei papai.
Papai tirou o pau da minha buceta tava todo melado de porra. Enfiou na minha boca e me fez lamber tudo.
Realmente eu me transformei na putinha do papai.

Até o próximo conto.

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