Juliana novinha e o padastro negão – parte 8

Autor

Oi, sou eu Juliana mais uma vez. Estou contando minha história de iniciação sexual que aconteceu 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4) até para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.
Essa parte 8 acontece na mesma noite das partes 5 e 6, e de seu capítulo anterior, a parte 7. Então, seria interessante ler as quatro partes juntas.
A parte 5 está aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 5) e a parte 6 aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 6).

Essa parte 8 é a continuação dos eventos que comecei a contar na parte 7, leiam as duas juntas, para que os "efeitos" sejam melhores, rs.
A parte 7 está aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 7).

Continuação da parte 7:

Seu Rogério urrou muito alto de tesão com aquela minha resposta de rendição, como se fosse um animal selvagem que dá o bote final na sua presa indefesa. Eu estava muito louca de tesão, e graças aqueles 3 dedões que aquele preto tarado tinha enfiado carinhosamente no meu cuzinho, eu tinha abertura suficiente para começar a aguentar aquele pirocona dentro de mim.
Eu me sentia uma fêmea adulta, uma mulher. Ía fazer sexo anal com um negão gigante e monstruosamente dotado. Eu tinha autorizado ele a estuprar meu cuzinho de novinha, com aquele cacetão monstro.
Grunhindo alto, como um animal, ele começou a empurrar a chapeleta anormal de sua pirocona preta contra o meu ânus.
A cabeçona doentia entrou até a metade enquanto ele tirava seus três dedos. Meu cuzinho se fechava e se adaptava ao formato do novo invasor.
Eu não sentia dor nenhuma, além do incômodo que já sentia com os três dedos dentro do meu reto. E o prazer era MUITO maior. Eu estava virando mulher no meu cuzinho. Estava dando prazer ao seu Rogério e ajudando ele a matar suas taras de estuprador de novinhas comigo. Eu era a fêmea do seu Rogério e ficava louca em dar prazer para ele.
Ele gemeu e grunhiu forte e empurrou um pouco mais, atolando a cabeçona quase toda no meu cuzinho juvenil.
Dessa vez doeu. Ele estava passando do limite que os dedos tinha conquistado, porque aquela bola roxa deformada tinha 10 cm de diâmetro. Não teria jeito de passar sem esgarçar minhas preguinhas. Ele sabia disso e tentava fazer com o máximo de carinho e delicadeza possíveis pra não ferir sua enteada querida e linda.
Apesar da dor eu não apresentei resistência e seu Rogério percebeu isso, gemendo e ganhando mais confiança.
Eu continuava gemendo alto, e seu Rogério começou a fazer um movimento gostoso de vai e vem com aquelha chapeleta. Ele tirava ela quase toda do meu cuzinho, e deixava apenas 2 cm no máximo dentro do meu buraquinho. Esperava meu cuzinho se fechar naturalmente em torno daquela cabeçona, e então empurrava carinhosamente e devargazinho para dentro, abrindo meu cuzinho lentamente, e permitindo que ele se adaptasse ao contorno daquele cíclope monstruoso.
Estava muito gostoso assim. E eu comecei a gemer mais alto, sentindo outro gozo se aproximando.
Seu Rogério ao ver isso se tremeu todo, e urrou alto como uma fera prestes a atacar. Creio que como ele percebeu que eu estava gostando e sentiu vontade de empurrar tudo de uma vez, mas teve que se controlar para não machucar sua filhinha querida. No meio do meu estado de transe orgásmico eu pensei nisso, e lembrei como o seu Rogério tinha sofrido e como ele tinha me contado das dores horríveis que ele tinha sentido por ter que se controlar por minha causa. Senti um misto de pena e mais tesão e empinei meu rabão todo para trás, engolindo com meu buraquinho aquela bola inchada e arroxeada que pulsava dentro do meu cuzinho.
Ele, ao me ver empinando a minha bundona e empurrando contra ele para engolir o seu pau animalesco, gritou alto de tesão, empurrando ainda mais para dentro de mim.
Doeu muito, mas a cabeçona tinha se alojado completamente dentro do meu cuzinho. senti aquela chapeleta entrar por completo deslizando pra dentro do meu cuzinho e parando no final de contorno daquele monstro. Todo o meu anel se contraiu de dor e eu gritei de desepero: "Ai, meu cú!" Meus olhos lacrimejaram e eu senti uma dor absurda quase insuportável. Aquele cogumelo de cavalo havia me arrombado fazendo as minhas preguinhas se arreganharem e o meu buraquinho ser completamente esfolado.
Doía e eu choramingava e gritava alto. Seu Rogério parou com o vai e vem e me perguntou no ouvidinho de novo, sem tirar aquele monstro de dentro de mim, deixando eu me adaptar: "Amorzinho, tá te machucando? Você quer que eu pare?"
Eu pensei em dizer que sim. Estava sentindo meu cuzinho todo esfolado e minhas preguinhas abrindo de vez. Era uma dor lancinante. Mas pensei que o seu Rogério deixaria de me ver como a fêmea, a mulher tesuda que ele me via, e me consideraria simplesmente uma garotinha bobinha e mimadinha. Eu então segurei o choro, gemi baixinho, e disse rouquinha e baixinho: "Não. Continua, por favor."
Ele urrou alto de novo, e começou a fazer um movimento de vai e vem, sem tirar a cabeçona do meu reto de menina.
A dor foi diminuindo e o prazer aumentando. Meu cuzinho se fechava depois da cabeçona, e prendia aquela chapeleta anormal dentro do meu cú. Eu sentia as minhas preguinhas esgarçadas de adaptando ao formato daquele bebê alien que me invadia.
O preto safado do seu Rogério sentia meu cuzinho juvenil massageando seu cabeção enquanto ele violava meu cú devagarzinho, com carinho e delicadeza. Ele tinha seus olhos arregalados e forçou a cabeça um pouco mais para dentro do meu reto, me fazendo sentir totalmente cheia, como se tivesse uma prisão de ventre horrível, e ao mesmo tempo, um prazer indescritível e animalesco.
Ele movimentava em um vai e vem carinhoso e gostoso, sem tirar sua cabeçona de dentro de mim, e agora já não doía quase nada.
Eu retribuía os movimentos e empurrava meu rabão enorme contra ele quando ele entrava.
Sentia meu cú sendo estuprado por aquele negão tarado, mas com carinho e amor. Ele fazia de tudo para não me machucar e me dava um prazer gigantesco.
Acabei gozando de novo, gritando muito alto e gemendo como uma puta no cio. Me comportava como uma piranha depravada e movia meu rabão pra frente e pra trás engolindo agora não somente a cabeçona gigantesca mas uma parte da rola grossa e veiuda. O gozo foi tão forte que dessa vez esguichei um líquido da minha xoxotinha virgem que molhou minhas coxas e o lençol. Gritei muito alto, explodindo com todo o tesão e dor acumulados, e quase desmaiei.
Acabei soltando a mão que segurava minha bundona aberta. Meu bumbum enorme se fechou e abraçou aquele pauzão no meio do meu rego fundo, apertando minas carnes firmes e fartas de novinha bunduda em volta daquela barra de ferro quente daquele macho estuprador preto velho tarado.
Virei minha cabecinha para trás e pude contemplar o rosto do seu Rogério enquanto me via gozando novamente, e meu bundão delicioso de novinha se fechar e engolir todo seu pauzão de criolo que estava atolado até a metade no meu cuzinho apertado de novinha branquinha, linda, gostosa e bunduda, e que até alguns dias atrás era uma virgenzinha inocente.
O tarado gemia alto, com os olhos arregalados, e olhava como hipnotizado o meu bundão que tremia a cada estocada sua. O depravado estava completamente louco de tesão, satisfazendo suas taras, sabendo que meu buraco de neném estava todo aberto e que eu, uma novinha linda, estava toda submissa, deixando ele estuprar meu cú como quisesse com seu pau enorme de cavalo negro.
Ele estava perdendo seu controle, e quando começou a sentir seu pélvis de criolo batendo contra minha bundona de minha branquinha linda, avermelhada pelo sol, começou a empurrar mais e mais dentro de mim, afundando sua rola gigantesca sem dó nem piedade.
Ele começou a foder meu rabão cada vez mais rápido e indo cada vez mais fundo, me fazendo e sentir uma sensação louca como se eu fosse uma mulher madura sendo penetrada com carinho, amor, paixão e força pelo seu homem macho garanhão.
Sentia meu anelzinho de criança totalmente alargado, e minhas preguinhas perdidas para aquele pau preto gigante.
Conforme ele aumentava o ritmo e batia forte com seu corpo contra meu bundão, ele me fazia sentir um tesão louco, uma sensação de mulher adulta, que recebia seu macho agressivo e tarado no seu corpo, dando e recebendo prazer, sendo usada como um objeto de satisfação sexual por um macho forte e dominador.
Ele empurrava mais e tirava até a borda da chapeleta, em um vai e vem rápido e violento, enquanto grunhia como um animal.
Eu gemia alto como uma putinha submissiva. Estava adorando receber todas as taras do seu Rogério em mim. Sabia que ele tinha muito mais, e queria todas elas, agora que sentia quase nenhuma dor e um prazer como nunca havia sentido em minha vida, nem mesmo nesses últimos dias.
Eu resolvi dar corda. Já tinha sido arrombada mesmo. Agora que o estupro era inevitável era melhor gozar. E tinha curiosidade de saber quais as taras que o seu Rogério tinha por mim. Eu gemi com minha voz de menina rouca de tesão: "Ai, seu Rogério! Você estuprou meu cuzinho virgem! Você me fez gozar! Tô virando puta por causa do senhor! Seu cavalo filho da puta negro!"
Seu Rogério meio que parou de meter, como se não tivesse entendido o que tinha acontecido. Ele diminuiu o ritmo para digerir o que eu tinha falado, meio que não acreditando. Eu morri de vergonha de ter falado aquilo.
Achei que tinha exagerado. Senti uma vergonha horrível do seu Rogério agora. Mas eu tinha visto isso nos filmes pornográficos e achei que os homens gostassem de ouvir essas coisas.
Seu Rogério então me agarrou pelo pescocinho e grunhiu no meu ouvido: "Empina esse rabão, putinha. Fode meu cacetão, fode!"
Eu empinei minha bunda ao máximo e comecei aquele movimento de vai e vem com meu cú naquele pauzão. Rapidinho nós sincronizamos o movimento. O seu Rogério atolava, eu empurrava pra trás. Ele puxava, eu movia meu quadril pra frente. E se tinhamos feito isso antes devargazinho, agora era bem rápido. Seu Rogério estava me FUDENDO mesmo agora, com força e violência.
Eu gritava alto agora, porque estava gostoso demais. Estava viciando em dar o cú. Era bom demais, melhor do que tudo que eu já sentira antes.
Voltei a brincar com meu grelinho inchadinho e minha xoxotinha, do jeito que seu Rogério tinha me ensinado. E puxava meu grelinho para fora da pelinha dele, e enfie TRÊS dedos na minha xoxotinha virgem, me masturbando rápido, fundo e com força.
Seu Rogério me fudia forte. Me fudia com raiva. Eu sentia raiva dele também. E era MUITO GOSTOSO fuder com raiva. Ele apertava meus peitões e dava tapas na minha bundona. Minha bundona tremia pra todo lado, resultado das porradas que seu Rogério dava nela com seu pélvis, quando enterrava, e dos tapas que ele dava.
Ele lambia minha orelha e meu pescocinho. Nós gritavamos alto como dois animais, no ritmo das estocadas dele.
Eu virei a minha cabecinha para trás procurando a boca do seu Rogério. A cara de tarado dele me enlouquecia. Alcancei a boca dele e ele mordeu meus lábios carnudos e rosinhas de menininha branquinha linda. Eu chupava o linguão dele e tentava prender ele na minha boca com minha linguinha. Era um beijo muito tarado. Algo muito safado, digno de uma puta e seu macho.
Seu Rogério estava ficando mais tarado e urrava alto, metendo pelo menos 2/3 daquela tora enorme em mim. Aquele monstro cabeçudo e veiudo de pau estuprava meu cú de novinha e latejava querendo derramar sua porra grossa no meu intestino.
Era uma foda muito tarada. Muito louca!
Seu Rogério começou a grunhir coisas no meu ouvido e MANDOU EU FALAR SACANAGENS! Ele grunhiu: "Diz o que eu tô fazendo, novinha piranha! Fala pra mim! Narra esse jogo, cadelinha bunduda!"
Eu totalmente pirei, e senti ondas de prazer tomando meu corpo. Eu rosnei entre meus gemidos e gritinhos: "Tá me estuprando! Seu preto velho tarado! Tá estuprando a filha da própria namorada! Tá estuprando a enteada virgem! Tá rasgando cú de uma menina de 14 anos com esse caralho de cavalo! Tá fazendo uma branquinha novinha virar putinha de negão! Tá viciando uma garotinha inocente em sexo! Seu estuprador tarado filho da puta! Criolo bandido depravado!"
Ele perdeu completamente a razão e começou a meter muito rápido e muito forte. Doeu mesmo dessa vez. Eu pedi gemendo e chorando: "Diminui, seu Rogério, por favor! Desculpa ter provocado o senhor! Faz mais devagarzinho! Tá me machucando!"
Ele caiu em si, e diminui a velocidade e a força, e gemeu: "Desculpa, linda. Desculpa. Não vou te machucar, meu amor."
E me beijou muito. Eu virei minha cabecinha e nos beijamos na boca, e a dor foi passando e sobrava apenas o prazer.
Ele rosnou no meu ouvidinho: "Viu o que eu te falei? Você ia gozar do sexo sem perder o cabacinho da xoxotinha. Viu? Você tá gozando muito né, minha nenê linda?"
Eu gemia alto e empurrava meu bundão contra ele no ritmo. Eu realmente estava gozando muito. Sexo era a melhor coisa que eu tinha feito em toda a minha vida. Era MUITO BOM! Eu queria agradecer ao seu Rogério por todo o prazer que ele me deu, e fiz um esforço para falar entre gemidos e gritinhos, com uma voz rouquinha de tesão: "Gozei sim, seu Rogério! To gozando muito! O senhor é muito bom no sexo! Seu pau é muito grande e gostoso!"
Seu Rogério soltou um grito animalesco de tesão e me deu um tapão no meu bundão.
Ele veio no meu ouvidinho e disse: "Vou mudar de posição, tá minha neném? Você vai vir por cima, e abrir suas perninhas, aí você pode controlar meu pauzão entrando no seu cuzinho lindo. Como se fosse um agachamento na academia. E eu posso ver esse seu bumbum enorme, lindo e gostoso balançando enquanto a gente fode. Que é uma das minhas taras, meu bebê lindo."
Eu tinha visto essa posição nos filmes pornográficos, então tinha uma idéia de como fazer. Mas o que me fez aceitar foi a palavra TARA. Eu ia satisfazer uma TARA do seu Rogério e aquilo multiplicava meu tesão de uma maneira louca.
Eu beijei ele na boca, e gemi, rouquinha: "Tá. Me vira como você quiser, paizinho."
Aquela palavra PAIZINHO, fez o seu Rogério soltar outro grito anormal de tesão.
Ele me segurou pela cintura, sem tirar a rola de dentro do meu cuzinho, e meteu suas pernas entre as minhas, usando sua força descomunal para me virar como se fosse uma bonequinha.
Eu estava sem força nas pernas, e acabei escorregando meu cuzinho na rola, e batendo meu bundão com toda força no pélvis e barriga do seu Rogério. Eu gritei muito alto. Senti uma dor HORRÍVEL, como se algo tivesse furado minha barriga. O pauzão do seu Rogério tinha entrado todo e quase me matou. Quase desmaiei, e seu Rogério sentou e me levantou rápido, me segurando com seus braços fortes, e mantendo só a cabeçona dentro do meu cuzinho.
Ele voltou a mover devagarinho, beijando minhas costas. Eu chorava muito, porque ainda estava doendo.
A dorzinha foi passando, foi passando e meu cuzinho voltou a gostar daquela rola imensa. Eu voltei a gemer gostosinho enquanto seu Rogério me colocava para cima e para baixo devagarzinho, com seus braços fortes.
Ele também gemia alto, e disse: "Vou soltar, amorzinho. Faz força nas perninhas."
Ele soltou e eu mantive minha posição. Ele falou: "Agora sobe e desce como se fosse agachamento."
Eu comecei a mover pra cima para baixo meu cuzinho naquele rolão, e comecei a sentir uma sensação muito gostosa.
Eu controlava a velocidade e o quanto de pau dentro de mim, e me sentia a super mulher, fazendo altas posições sexuais.
Seu Rogério deitou e começou a admirar meu rabão balançado, subindo e descendo, na cara dele.
Ele começou a gemer muito alto, e eu também. Ficamos assim por uns 10 minutos.
Senti outro gozo forte vindo e gemi: "Vou gozar, seu Rogério! Deixa eu deitar."
Ele urrou alto e disse: "Deita sobre mim, minha princesa. Eu vou gozar também."
Eu detei em cima do peito dele, e ele começou um vai e vem forte e rápido no meu cuzinho arrombado.
Eu tinha perdido minha virgindade anal para um negro tarado, velho, e ainda por cima namorado da minha mãe, eu pensei. E gozei forte, gritando alto: "Ai, to gozando. To gozando."
Seu Rogério urrou alto mais uma vez e gemeu: "Goza, minha menina linda. Goza."
Eu me tremi toda, e novamente esguichei melzinho da minha xoxotinha molhando as pernas do seu Rogério e o colchão.
Seu Rogério gritava como um animal e metia ainda mais forte e mais rápido e gritou: "Tô gozando muito forte, gostosa!"
Senti aquela chapeleta pulsando dentro do meu cuzinho arrombado e inchando ainda mais. Soltei um "ai" meu suspiro, meio gemido, desfalecida, e senti os jatos do mingau quente do seu Rogério enchendo o meu canalzinho de adolescente.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis jorros de porra fervente e grossa enchendo meu canalzinho anal.
A temperatura da porra do seu Rogério era tão alta que sentia aquele esperma de negão tarado aquecendo por dentro do meu rabão, e inundando meu reto e meu intestino de menininha virgem.
Tinha perdido o cabacinho do meu cuzinho, sendo estuprada por um criolo depravado com pau de cavalo e agora sentia o resultado final dessa obra de arte sendo depositado dentro de mim.
O esperma daquele homem jorrava pulsando daquela cabeçona gigante e enchia meu buraco como uma enchente.
O negro estuprador puto gritava como um animal, enquanto ejaculava aos jorros, deixando toda sua porra acomulada com suas taras por mim jorrar e invadir meu cuzinho violado.
A chapeleta enorme estava engatada em mim, e evitava que o esperma grosso escorresse pra fora do meu cú arrombado.
O gozo fervente daquele macho negro marcava meu cuzinho de menina. Marcava minha inauguração, minha violação, meu arrombamento, a perda do meu cabacinho anal.
Seu Rogério me presenteava com litros do seu esperma quente e denso, depositados dentro do meu corpo, dentro do meu cuzinho de 14 anos que havia sido estuprado, desvirginado, e dominado, por aquele macho adulto tarado negro e forte.
Contrai meu cuzinho instintivamente e senti ele todo dolorido e ardido, enquanto aquela cabeçona anormal continuava dentro de mim me alargando as entranhas, tampando a saída do meu cuzinho por completo, atolada lá dentro de forma vulgar, sem dó, nem piedade.
Ficamos assim durante um tempo, deitados ofegantes e exaustos na cama toda bagunçada e molhada do meu quarto.
Finalmente satisfeito, o pau do seu Rogério começou a amolecer, saindo daquele estado de ereção permanente que eu tinha visto nos últimos dias.
Eu ainda gemia baixinho, sentindo um tesão imenso por causa daquela porra quente e grossa dentro de mim. Eu gemia instintivamente, contraindo a minha bucetinha encharcada. Sentia meu sexo de menina totalmente molhado, enquanto minha xoxotinha piscava satisfeita, com seu cabacinho intacto, se contraindo também, como se também quisesse ser violada e arrombada por aquele gigante negro que estuprara e arrombara meu cuzinho.
Seu Rogério gemeu baixo e me acariciou, dizendo: "Essa foi a melhor foda da minha vida, gatinha. Nunca senti tanto prazer como com você, minha neném linda."
Finalmente a cabeçona daquele cavalo saiu de dentro de mim, amolecida. Gritei com a sensação de esvaziamento. Senti o meu cuzinho todo dolorido e arrombado, enquanto sentia minhas preguinhas esgaçadas se contraindo e tentando voltar ao tamanho de antes daquele violação.
Tranquei mais uma vez meu cuzinho esfolado, sentindo as paredes do meu reto retornarem a sua posição normal. A porra quente e grossa do seu Rogério ainda me aquecia o interior da minha barriguinha. Eu sentia o mingau grosso daquela ejaculação dentro do meu cuzinho, que já não era mais virgem.
Um pouco da porra do seu Rogério começou a sair do meu cuzinho e escorrer para fora, pelo meu bundão e caindo em cima daquele preto tarado que estava deitado embaixo de mim
Ele me beijou e me deitou gentilmente de ladinho.
Eu ainda gemia baixinho e arfava, exausta e completamente saciada.
Ele levantou, abriu as bandas do meu bundão e olhou para o meu buraquinho de menina todo arrombado.
Ele então me disse: "Linda, você não pode ficar com toda essa porra dentro de você. Pode fazer mal. Quer que eu te ajude a tirar?"
Eu olhei pra ele meio aérea, e balencei minha cabeça dizendo que sim, inocentemente, sem saber que viria outra exploração anal daquele criolo tarado.
Ele pegou a toalha que estava jogada do lado da cama bagunçada e colocou com carinho embaixo do meu bundão, me levantando com delicadeza.
Ele então se ajoelhou perto com a cabeça perto do meu cuzinho e abriu minha bundona com sua mão direita.
Ele enfiou o indicador da mão esquerda no meu cuzinho devagarzinho. Eu gemi alto porque doeu bastante. Ele disse: "Calma, nenezinha, já vai acabar."
Ele soltou um dos seus já famosos: "Que gostosa! Que bundão gostoso!" e começou a lamber em volta do meu cuzinho.
Eu comecei a gemer, mas falei: "Seu Rogério, não quero mais sexo hoje não. Deixa eu descansar um pouco, por favor." mas já ficando excitada e com minha xoxotinha molhada de novo.
Ele disse: "Calma, princesinha. Não vamos mais fazer sexo hoje não. Eu só vou tirar esse esperma do seu cuzinho para não te fazer mal. Deixa eu fazer o que tem que fazer. É gostosinho, você vai gostar."
Eu disse: "Tá, pode fazer. Mas termina rápido que eu quero tomar banho e dormir." Olhei no relógio despertador em cima do criado-mudo e já eram 5 HORAS DA MANHÃ! A gente tinha trepado por mais de 5 horas seguidas!
Ele então enfiou aquela língua no meu cuzinho arrombado e começou A CHUPAR O MEU CÚ!
Eu gemi alto. Estava MUITO GOSTOSO aquilo. Fiquei gemendo alto, enquanto ele chupava meu cuzinho, parava, mexia com o dedo grosso dentro do meu cuzinho e via a porra sair em jatos, gemendo o tempo todo, e dizendo coisas como "Que safada!", "Que gostosa!", "Que putinha!".
Ele então me disse: "Força um pouquinho pra fora, minha bebê, como se tivesse fazendo cocozinho, com cuidado pra não sair caquinha."
Aquilo era depravado demais, e eu comecei a ficar com tesão forte de novo.
Eu forcei um pouquinho e saiu uma grande quantidade de porra grossa de dentro de mim. Ele chupou e dedou mais um pouquinho e saiu um outro resto.
Ele então parou e falou: "Pronto, acabou. Você tá com tesãozinho agora?"
Eu ESTAVA mas estava também cansada demais! Eu queria tomar banho e dormir. O pior que olhei para o seu Rogério e aquela vara de animal já estava dura de novo!
Eu disse: "Tô não, seu Rogério. Quero dormir." Menti.
Ele disse: "Olha que se você tiver com tesão você não vai conseguir dormir. Vamos só brincar um pouquinho, sem enfiar. Você punheta e lambe meu pau e eu masturbo sua bucetinha. Vamos?"
Meu Deus, o TARADO, DOENTE não parava. Eu acabei concordando senão ele não ía me deixar dormir.
Ele levantou e sentou recostado contra o encosto da cama. Ele então disse: "Deita aqui, ó" batendo do lado dele na cama "com o bumbum pra cima e a carinha perto do meu pau."
Eu me virei exausta e rolei até onde ele tinha pedido para eu me deitar.
Ele falou: "Se apoia nos cotovelos e lambe a cabeça do meu pau e passa suas mãozinhas pelo corpo dele."
Lá estava aquele criolo depravado com aqueles olhos esbugalhados e cara de tarado de novo! Eu obedeci porque queria acabar logo com aquilo.
Ele alisou meu bundão e disse: "Como você é gostosa e tesuda, minha bebê linda!"
Ele pediu: "Empina mais esse seu bumbum lindo, por favor."
Olhava para minha bunda com aquela cara de tarado de sempre.
Eu empinei e ele deslizou a mãozona pelas minhas nádegas até chegar no meu cuzinho dolorido. Alisou ele. Eu gemi baixinho, e falei: "Aí não, seu Rogério. Tá doendo. Faz na minha xotinha como o senhor falou."
Ele urrou alto quando eu falei aquilo. Eu pensei, não Meu Deus, está começando de novo.
Ele então desceu a mão até minha xoxotinha, e viu que eu estava molhadnha e quentinha. Ele sorriu e disse: "Safadinha mentirosinha."
Eu gemi baixo.
Ele pegou meu grelinho e começou de novo a puxar e apertar ele devagarinho, enquanto empurrava a pelinha em volta dele para baixo.
Ele também enfiou o dedo do meio dele na minha xotinha. Eu que já estava lambendo e chupando a uretra da chapeleta monstruosa, e masturbando aquele pauzão com minhas mãozinhas, levantei minha cabeça e falei: "Cuidado, seu Rogério. Brinca só na portinha da minha xoxotinha. Não enfia fundo. Cuidado com meu cabacinho."
Ele urrou alto porque eu falei isso. Meu Deus, tudo que eu falava dava tesão nesse homem. Que tarado mais louco!
Ele fazia muito gostoso e, em pouco tempo, já estávamos os dois gemendo alto, e suando como uma cachoeira.
Ele começou a urrar alto, e grunhia coisas como "Putinha gostosa.", "Cadelinha safada.", "Branquinha boqueteira.", "Novinha piranha que gosta de dar o cú."
Começamos a gritar alto e eu gritei: "Ai, vou gozar!"
Ele parou e tirou a mão da minha xotinha. Eu olhei pra cara dele, com ódio. Ele olhou pra mim e falou: "Chupa mais forte, morde um pouco a cabeça do meu pau, e rebola esse seu bumbum que eu volto a fazer e deixo você gozar."
Que preto estuprador filho da puta! EU ESTAVA QUASE GOZANDO e agora QUERIA GOZAR DESESPERADAMENTE!
Eu fiz o que ele mandou. Rebolava meu bundão como se dançasse funk, e mordiscava o cabeção do pau dele, lambia e chupava a uretra.
Ele urrava de novo. Ele rosnou: "Você gosta de funk, gosta putinha?"
Eu nem gostava muito, mas respondi o que eu achava que ele queria ouvir: "Gosto sim. Eu tenho a bunda grande então os meninos ficam loucos quando eu danço funk."
Ele urrou alto, e gritou: "Que putinha!" E deu um tapa no meu bundão. Depois, desceu a mãozona alisando meu cuzinho, e voltou a masturbar minha xaninha daquele jeito depravado dele.
Eu continuei rebolando enquanto ele me masturbava e estava descascando o pauzão dele com violência.
Ele começou a gemer alto e repetia: "Que puta. Que puta. Que puta." Como um disco velho arranhado.
Eu comecei a sentir um gozo forte se aproximar e gemia alto com minha boca naquele pauzão.
Ele percebeu, e falou: "Isso, lambe esse pauzão que rasgou seu cuzinho de novinha. Sente o salgadinho nele da tua merdinha, sua piranhinha!"
Eu estava com tanto tesão que não parei, mas pensei, caralho, é mesmo, lambi meu próprio cocô!
Ele urrou alto: "Goza pra mim, putinha linda! Vamo gozar juntinhos! Vai goza agora! Para a boca no meu pau. Bebe porra!"
Eu gozei forte de novo, e abri minha boca gritando várias vezes.
Enquanto minha boca ainda estava aberta ele gozou em jatos também, e mais uma vez o jorro de porra grossa e doce de negro bateu na minha garganta e língua, e caiu sobre o pauzão dele, nas minhas mãozinhas, respingou na minha cara, no meu cabelo.
Mesmo mole e tonta por que estava gozando forte, eu mordi a ponta da cabeçona e segurei a uretra apontando pra dentro da minha boca, enquanto eu chupava com todas as minhas forças, para engolir aquela porra toda e evitar que mais porra se espalhasse sujando tudo.
Ele gozava gritando como um animal. E seus olhos quase saltavam da cara olhando fixos para o meu bundão.
Finalmente os jorros acabaram, e eu suguei até a última gota de porra daquele cacetão deformado.
Eu caí exausta na cama, gemendo e bufando.
Ele fez carinho na minhas costas e na minha bunda e disse: "O que é isso, minha princesa? Não consigo parar de gozar com você. Quero fazer sexo com você o tempo todo. Tô ficando completamente louco. Você é a mulher mais gostosa e tesuda do mundo."
Eu só falei baixinho: "Eu quero dormir."
Ele então disse: "Você quer dormir comigo na minha cama?"
Eu disse: "Claro que não, seu Rogério! Eu gostei muito de fazer sexo com o senhor, mas o senhor é O NAMORADO DA MINHA MÃE e eu não posso dormir com o senhor! Fazer sexo, tudo bem. Mas dormir junto, abraçadinho, é outra coisa!"
Ele olhou pra mim meio espantado, e mostrou na sua expressão que se sentiu meio culpado, talvez por causa da minha mãe. E disse: "Tudo bem. Você tá certa, Juzinha. Dorme na suite aqui do lado então, porque esse colchão eu vou ter que jogar fora e trocar por outro."
Eu disse: "Tá bem."
Levantei, andei até o closet, peguei um short e uma blusa, andei até o banheiro e peguei minha escova de dente, minha pasta de dente, enxaguante bucal, minha escova de cabelo, shampoo, sabão líquido, hidratante e condicionador, coloquei na minha necessaire, e peguei uma toalha, fui no criado-mudo e peguei meu celular, meu despertador, fui até a mesa do computador, e peguei meu laptop, e parei na porta olhando pro seu Rogério toda nua, suja e descabelada: "A porta da suite tá aberta?"
Seu Rogério, que tinha ficado sentado na cama observando meu bundão e meus peitos balançarem enquanto eu andava nua pra lá e pra cá, disse: "Tá. Peraí, deixa eu ir também." e levantou da cama, nú com aquela pirocona semi-flácida balançando.
Ele disse: "Aqui tá a chave dessa suite. Tranca e leva com você pra Maria não resolver entrar pra arrumar e ver essa bagunça. Hoje de tarde eu venho aqui e limpo tudo."
Eu disse: "Tá bom."
Eu tranquei a porta como ele falou, e paramos no hall dos quartos. Ele veio e me abraçou, eu levantei minha cabeça e a gente acabou se beijando na boca de novo.
Ele disse: "Obrigado, Juzinha. Foi a melhor noite de sexo da minha vida."
Eu disse: "De nada, seu Rogério. Foi muito gostoso pra mim também." e sorri.
Estava muito confusa e realmente não sabia o que dizer.
Eu tinha me comportado como uma puta. Sentia vergonha disso. Tinha perdido meu cabacinho do cuzinho para um homem velho e ainda por cima namorado da minha mãe.
Mas eu nunca tinha sentido nada minimamente parecido com o que eu tinha sentido nessa longa noite. Sexo era realmente a melhor coisa da vida. Até mesmo essa sensação de satisfação e paz que eu sentia naquele momento era algo totalmente inédito pra mim.
Eu era apenas uma menina de 14 anos, filha única, com uma vida comum de classe média. Nunca tinha tido grandes dramas e experiências na vida. Então precisava pensar e entender. E naquele momento além de estar extremamente cansada, eu sentia uma vergonha imensa de tudo que tinha acontecido.
Estava confusa e por isso estava tratando seu Rogério com frieza. Precisava entrar na minha ostra para pensar.
Seu Rogério ainda falou: "Você é uma menina muito linda. Boa noite." Meio encabulado com o meu comportamento frio e distante.
Eu falei: "Obrigada, seu Rogério. Boa noite pro senhor também." e sai em direção a porta da outra suite, exausta e em busca de minha privacidade.
Entrei, tranquei a porta com a chave, e corri para o banheiro para tomar banho. Nem olhei para o estrago que devia estar meu cuzinho dolorido. Não queria pensar em nada disso agora, nem no sexo, nem em seu Rogério, nem na minha mãe, e nem no Thiago.
6:30 da manhã eu já estava dormindo que nem uma pedra. Totalmente satisfeita com todo aquele prazer que eu tinha tido naquela noite. Mas extremamente confusa, envergonhada e preocupada também.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,80 de 35 votos)
Loading...