O Melhor Amigo do Homem 9 – Iniciação de Juliana 3

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Depois que o Zeus fudeu a Juliana, eu tive que viajar a negócios e passei quinze dias fora da cidade, só falando com a Fátima e com a Karla, que já tinha voltado da viagem com o marido, por telefone.

Fátima: – oi amor! Estou morrendo de saudades, você sabe que a piquinha do Juliano já não me satisfaz mais!

Eu: – mais pelo o que você me fala, não é tão pequeno assim!

Fátima:- mais não me sinto totalmente preenchida como você me deixa, sinto empurrar o meu útero, uma dor gostosa. Mais deixa eu te falar, Juliana está me saindo uma putinha de primeira, já peguei algumas vezes ela arreganhada na piscina e o Zeus lambendo a buceta dela, diz que não aguenta quando ele chega cheirando ela.

De fato o cachorro não perde a chance de procurar a buceta delas para cheirar, está viciado nas cadelas dele.

Ela:- ontem me surpreendeu quando eu peguei ela mais uma vez com o Zeus, perguntei porque ela não dava logo para ele, ela falou que tinha muita vontade de dar, mais tem medo pelo peso e tamanho dele, e não poder controlar quando ele ficasse exitado de uma vez, por isso só faria com você por perto.

Realmente ele é muito grande para ela, é mionzinha.

mais me supreendeu mesmo foi ela pedir para eu deixar você fuder ela de verdade, só assim vai se sentir mulher completa quando conseguir lhe receber todo.
As coleguinhas dela em conversa, falam que transam com os namorados, mais nenhum com um pau parecido com o seu. Assim vai se sentir superior às amigas.

Não precisa falar que o meu menino Já estava uma pedra com aquela conversa, confesso que não me segurava de vontade de finalmente fuder aquela delícia, e ainda mais com a ajuda da própria mãe, isso é o sonho de qualquer um. Sabia que era uma missão difícil e dolorida para ela😀, afinal eu só coloquei menos da metade e ela sentiu o drama, imagina com ele todo dentro, mais estava pagando qualquer valor para ve-la sofrendo na minha rola, e não iria desistir de curtir essa experiência. Ainda tinha mais uma semana para voltar.

Perguntei:- como está o Juliano, ainda querendo concretizar a sua condição de corno?, há se ele soubesse que já é a muito tempo!

Fátima:- isso eu alimento toda hora, principalmente quando estamos na cama, eu digo que preciso experimentar um cacete maior para saber como seria, e ele entra na onda, mais não sei se ele topa de verdade, só tenho um certeza, esse vai ser o presente dele de aniversário, se prepare, falta três meses. Não vejo a hora de realizar esse sonho, vai ser o máximo ver você dominar o corno e ter as duas putinhas, eu e Juliana de vez para você, quanto ao Marquinho, deixa comigo que sei como vou fazer.

Cheguei no aeroporto já liguei para a Fátima informando minha chegada e querendo matar a saudade, mais tinha um probleminha chamado Karla, não podia abandona-la minha história com ela é especial.

Eu:- você tem falado com a Karla?, Fátima: – tenho, ela só fala em você, disse que não ver a hora de estar com você, tem uma supreza para te contar mais não me adiantou nada. Não quero nem saber como você vai fazer, mais também não sei mais ficar sem você me fudendo, e pelo que vejo a sua nova putinha também.
Eu:- não vamos falar disso agora, como vamos fazer para matarmos a saudade?
Fátima:- vai ter que esperar mais um pouquinho, a Ju está menstruada, te aviso quando estiver pronta,
Eu:- não vou aguentar esperar mais, Fátima:- vai sim, bate uma punhetinha pensando nas suas putinhas, não vai se aliviar com piranha nenhuma, eu te corto o meu brinquedinho se souber!
Eu:- e como você vai ficar sem ele?
Fátima:- nem pensar numa coisa dessas, já com a voz demonstrando contrariedade com a minha brincadeira.
Eu:- para com isso, claro que vou esperar por essas delícias, um beijo grande nas duas.
Fátima:- tá bom! Sei que posso confiar.

Sem outra alternativa, bati uma punheta gostosa no banho para aliviar um pouco e pensando como tudo iria acontecer.

Três dias depois, recebo uma ligação da Fátima.

Paulo, tudo bem com você?
Eu:- principalmente agora ouvindo a voz da mulher mais gostosa que conheço!
Ela:- amor vem apagar logo o fogo da Juliana, não estava nem livre do bode direito já estava me enchendo para te chamar, eu também estou doida para ver ela espetada nessa rolona.
Eu:- mais vamos fazer assim, vamos colocar o Zeus para abrir espaço e eu finalizo, tudo bem?
Ela:- tudo bem, eu também quero o Zeus, faz tempo que não sinto o pau dele em mim, amanhã você passa aqui.

No outro dia, por volta das 15hs, chego a casa da Fátima, estava linda, com um vestidinho solto de tercido fino, deixava entrever sua minúscula calcinha naquele bundão gostoso. Dei um beijo na sua boca chupando a língua com pressão e ao mesmo tempo que apertava sua bunda carnuda.

Cadê a Juliana? Perguntei!.
Ela:- já vem, está nervosa. Sou muito louca, qual é a mãe que permite isso e ainda ajuda! Mais confesso que me dar o maior tesão em ve-la engatada com o Zeus e agora a possibilidade de dividir você com a minha filha!, O meu amante, é muita loucura e ao mesmo tempo muito tesão.
Mais durante toda a minha vida de casada sentia que faltava algo para me soltar, apesar de ter uma vida maravilhosa com o Juliano e os meus filhos. Faltava você! Para fazer eu enxergar a puta devassa que eu tinha dentro de mim, e não vou me dar por satisfeita enquanto o Juliano é o Marquinho não estiverem participando das nossas surubas kkkk.

Lhe puxei mais para perto e fui chupando seus seios de bicos duros e macios, ela só arfava, aiiiiiiiiiiiiii que delícia, minha buceta já está encharcada, issssssssss, chupa mais, morde os meus bicos, faz eu sentir dor! Por favor não me deixa mais, não sei como ficaria sem você!

Le levantei pela bunda e levei até o sofá, sem desgrudar a boca da dela, deitei, fui beijando sua boca, pescoço, colo até chegar novamente nos peitos, enquanto chupava um, beliscava suavemente o bico do outro lhe tirando suspiros e aiiiiiiiiiiiiis. Com cuidado fui subindo sua saia até ver aquela calcinha, que coisa linda, mal tapava aquele bucetão carnudo, puxei para o lado e meti a boca chupando seu grelinho inturmecido, fazendo ela arquear as costa procurando a minha boca.

Gozou fartamente, com gritos entrecortado por suspiros fortes, parecia que perdia todo o ar, tendo dificuldade de respirar.

Levanto a cabeça e vejo Juliana de pé na porta, com a saia jeans levantada e com a mão dentro da calcinha de boca aberta como se tivesse acabado de gozar também em uma siririca, sua mão estava encharcada juntamente com a calcinha, de seus fluidos vaginal.

Busquei ela pela mão e coloquei sentada junto a mãe, fiz carinho em sua cabeça, ela foi retornando o estado normal, lhe beijei a boca suavemente, estava quente.

Eu:- você está bem?
Ela:- sim,
Eu:- estava com muita saudade de vocês,
Ela:- você fez falta!
Eu:- para você?
Ela:- não só para mim, tem gente que não se segurava mais, tadinho do papai!

Fátima lhe deu um tapinha no braço à chamando de mentirosa.
E eu acariciando a Juliana, perguntei:
– em que que eu fiz falta para você?
Ela:- não posso esconder, senti muita falta do pau do Zeus em mim, porque sua língua eu tinha todo dia, até mais de uma vez kkkkk.
Eu:- e seu namorado, não dar conta?
Ela:- ele é só para passar tempo, não tem pegada, goza logo, para falar a verdade, quase não transamos, não me satisfaz. Preciso de algo que me preencha de verdade, neste ponto, pareço com a mamãe!
Eu colocando o cacete para fora, :- como esse?
Ela:- é isso que estou precisando para me sentir mulher de verdade,
Eu:- mais você é uma mulher de verdade, apaser da sua idade!
Ela:- só vou me sentir assim quando conseguir fazer como a mãe, receber ele todinho dentro de mim!

Ali senti que tinha um pouco de competição por parte da filha para com a mãe.

Eu:- você tem todo o tempo do mundo para realizar, ele é todo seu!

Fátima:- e meu também!

Rimos, com a sua interferência.

Falei:- amor vai buscar o Zeus, que cachorrinho sortudo, tem duas cadelinhas deliciosas só para ele!

E Fátima falou:- e já teve também a Karla, causando supreza na Juliana que não sabia desse detalhe.

Fiquei curtindo a Juliana enquanto a Fátima voltava com o cachorro, que por esse motivo vivia de banho sempre tomado e cheiroso, muito bem cuidado, com vacinas e veterinário em dia.

O cachorro chegou fazendo festa, estava devidamente adaptado, sabia muito bem como se comportar com elas. Ficou sentadinho esperando a sua vez de participar da brincadeira.

Peguei Juliana, tirei sua roupa curtindo cada pedacinho do seu magnífico corpo, a parte que o seu minúsculo biquíni cobria, era o branco original do seu corpo que contrastava com o resto bronzeado pelo sol constante da nossa região, parecia que estava vestida com uma peça mais clara, só denunciava que não era uma vestimenta, pelos bicos rosas dos seios redondos e duros e a rachinha fechadinha da sua estufada buceta. Que delícia!.

Depois de chupar bastante sua pepekinha, deixando bem lubrificada pela minha saliva misturada com seus liquidos adocicados, levei nos braços até o centro da sala, lhe coloquei de quatro e chupei mais um pouco sua buceta por trás. Chamei o Zeus que esperava pacientemente no seu canto, ele veio, dei umas palmadinhas na bunda da Juliana mostrando o que ele deveria fazer, ele é demais, chegou lambendo a buceta dela lhe tirando suspiros, lambeu da boceta até o cu várias vezes, parecia que sua língua ia fundo naquela fenda.
Juliana, aiiiiiiiiiiiiii, meu Deus! Que coisa gostosa! Sinto sua língua áspera invadir minha bucetinha, é indiscritivel o que estou sentindo, issssssssss, aiiiiiiiiiiiiii, não para.
O cachorro parece que entendia o que ela estava pedindo, continuou a lamber, parou, subiu em suas costas e tentou a penetração, bombou e não achava onde meter. Desceu, deu uma volta em torno dela com a língua de fora e a metade do cacete também. Subiu novamente, bombou freneticamente, a bunda dela já estava toda melada.
Mais eu não queria ajudar, assim ele ficaria mais tarado, já ofegante e com uma certa impaciência, subiu novamente, atracou pela cintura dela e com mais violência nas estocadas achou o caminho, ela gritou e foi para a frente, mais não deslocou muito estava segura por ele que bombou mais forte e parou com tudo dentro, quem pratica sabe como é, por uns segundos parado ela começou a gritar que estava sendo alargada pelo nó dele, como a buceta dela é muito apertada, começou a fuder basicamente com ele, o nó fica bem preso.
Ele ficou quietinho só babando com aquela lingona pendurada, ela soluçava sentido dor pela invasão com violência. Ainda não tinha visto ele daquele jeito, acho que era tesão recolido😀, afinal fazia tempo que ele só lambia.
Beijei Juliana lhe enxugando as lágrimas e tirando seu longo cabelo do rosto. Quando ela estava mais calma e o cachorro já virado, fui cuidar da mãe dela que se acabava numa ciririca frenética.

Já cheguei chupando sua buceta, ela segurou na minha cabeça e literalmente lavou meu rosto com os líquidos que saia da sua buceta quando esfregava em mim. Deixei ela gozar bastante, mais não dei trégua, coloquei a cabeça do pau na entrada de sua buceta e dei uma empurrada entrando menos da metade, ela aiiiiiiiiiiiiii caralho devagar, faz tempo que você não me fode, você me arromba toda assim….aiiiiiiiiiiiiii, issssssssss, ficou com um misto de soluço e gemidos baixo.
Fiz carinho em suas costas, apertei seus seios de bicos duros, ela toda arrepiada, empurrei mais um pouco com certa força, ela acusou novamente pedindo calma, bombei com o pedaço que estava dentro cada vez indo mais fundo até sentir colar meu púbis na sua bunda carnuda. Dei umas palmadas só para esquentar e deixar vermelha, tirei até ficar só a cabeça e empurrei toda de uma vez, senti seu útero, foi um choque nela, gritou :- aí caralho essa dorzinha é muito gostosa, aiiiiiiiiiiiiii, me fode, não tem pena de mim, me maltrata me enche com esse seu pau gostoso, quero sentir você gozar no fundo do meu útero.
Não perdoei, fudi com força, bombei rápido e cadenciado, senti o pau inchar e despejei todo a minha porra acumulada por tanto tempo, despejei bem fundo e segurei ele todo dentro, aos poucos foi saindo o meu pau e junto aquela inchorrada de porra. Caiu deitada no sofá comigo por cima.

No chão, Juliana deitada de bruços em um sono profundo, as pernas abertas e um filete de porra quase transparente saia de sua buceta vermelha e inchada da foda com o Zeus, e ele deitado no canto da sala descansando.

Era bonito de ver a sena das duas bem comidas e felizes, mais eu ainda tinha a missão de fazer Juliana se sentir mulher de verdade, lembram?

Quem conhece sabe que o cachorro se tiver uma cadela no cio, ele termina uma trepada já está pronto para outra, e nós tínhamos duas. Dei o descanso necessário, afinal eu não tinha a mesma disposição do Zeus, e não podia fuder a Juliana com a pica sem estar na sua plenitude de ereção.

Algum tempo depois, comecei a atiça a Fátima, fui lhe beijando a boca, chupei seus peitos, degustando aquelas delícias, fui descendo para sua buceta, ainda tinha minha porra, chupei seu grelinho deixando duro, ela prontamente acendeu novamente, coloquei meu pau para ela chupar me ligando também.

Não entendi, mais o Zeus parece que ligaram um butãozinho start nele, ele também acendeu, acho que foi o cheirinho de sexo da buceta da Fátima que ele sentiu, já levantou e foi para o meio das pernas da Juliana, que dormia ainda, e meteu o fucinho na sua buceta lambendo, ela acordou com as lambidas, aproveitei para trocar. Levei a Fátima para perto da filha, lhe coloquei de quatro e puxei o Zeus colocando seu fucinho na sua bucetinha. Ele sentiu e começou a lamber, – falei para ela dificultar um pouco para ele ficar mais exitado ainda.
Ela quando sentia ele quase encachando, tirava a bunda e ele errava e descia, fez por várias vezes, virei ela de frente para o sofá e mandei ela deixar. Ele subiu segurou com força e meteu o pau, ela apesar de acostumada sentiu a estocada profunda demostrando com um aiiiiiiiiiiiiii, o Zeus tava craque em fuder suas cadelinhas, segurou dentro e já foi inchando o nó anunciado por ela.

Vi que já estava engatado, peguei Juliana no colo, levei para o sofá e fui me deliciar com aquele presente dos deuses.

Deitada, usei toda a minha experiência com ela, não tinha pressa, era toda minha, sua mãe engatada no Zeus, a única coisa que poderia fazer era olhar e falar.

Beijei sua boca explorando sua língua, sua orelha onde metia a ponta da língua, desci para o pescoço lambendo devagar. Juliana estava totalmente entregue, só gemia baixinho, e esfregava sua buceta no meu pau querendo logo ser penetrada.

Continuei o meu trabalho, seria no meu tempo, beijei todo os seus peitos antes de chupar os bicos, que delícia chupalos, deixei de propósito ao lado do seio uma marca vermelha de chupão que logo ficaria roxa por uns dias, queria ver a reação do corninho do namorado quando visse, desci para a barriga, enfiei a língua no umbigo, um furinho lindo. Juliana já chorava, gemia, não falava nada com nada, só pedia para eu fuder logo sua buceta, não dei confiança para seus apelos, continuei chupando seu corpo, cheguei na buceta ainda tinha vestígio da porra do Zeus. Não chupei como queria, mais fiz o mesmo que no peito, dei um chupão bem ao lado do grelinho, na parte mais gorda daquela delícia, ficou logo vermelho e com certeza ficaria roxo, e maior que o do peito e para demorar mais a apagar.

Lhe puxei para o braço do sofá, coloquei sua bunda sobre o braço e não poderia expô mais aquela gorduchinha, fui próximo dela e dei o pau para ela chupar, pegou nele pela base com aquela mãozinha delicada e perfeita, e chupou a cabeça babada, empurrei mais um pouco, engasgou, estava com a boca muito aberta para recebê-lo, fudi devagar sua boca que salivava e escorria pelo canto , vi o sacrifício que era tentar chupalo, mais dei mais umas metidas, meu pau estava como eu queria, bem duro.

Me posicionei entre suas pernas, e pela primeira vez ouvi Fátima:- por favor não machuca minha bebê, ela está sendo louca em querer concretizar isso, Juliana de olhos fechados totalmente entregue as minhas vontades. Peguei o pau pelo meio e comecei a pincelar sua buceta, indo do cu até o clitóris, passando com calma a cabeça entre seus lábios vaginais, seus olhos fechados com os dedos crispados segurando na almofada do sofá e a boca aberta procurando ar.

Fátima, :- Paulo, por favor vai com calma! Filha você tem certeza que quer continuar com essa loucura?
Juliana como resposta falou para mim, :- vai Paulo, não aguento mais me fode logo, e jogava a buceta contra a minha rola, eu não afastava e a metade da cabeça entrava nela.

Com toda a calma e acariciando seus peitos apertando os bicos, fui fazendo pressão, a cabeça e mais um pouquinho entrou, ela estava incharcada com seus liquidos e principalmente com a porra do Zeus que servia de lubrificante, deu um grito rouco, :- por favor para um pouco! Ela suspirava com dificuldade, parei, inclinei sobre ela e passei a chupar seus seios, olhei para o lado e a Fátima continuava grudada no Zeus, quando inclinei entrou mais um pedaço, novo grito.

O meu pau não é grande, só tem 29cm, mais a grossura é bem maior que um cacete padrão, com veias salientes e cabeçudo, e isso faz a diferença.

Fiquei lhe fazendo carinho, lhe beijei a boca, ela mau correspondeu, não conseguia fechar a boca puxando ar, segurei pelos peitos e empurrei mais da metade, o choro foi inevitável, com soluços, comecei a fuder com o que estava dentro, a visão era maravilhosa, quando empurrava os lábios da buceta entravam juntos, quando puxava saiam junto formando uma capa para o meu cacete, estava estremamente apertado, não sei quanto tempo tinha se passado, só sei que a Fátima tinha se livrado do Zeus e sentou no sofá apoiando a cabeça da filha em seu colo.

Eu:- amor, consegue um lubrificante, estou com medo de machuca-la!
Juliana nada falava, só gemia e chorava, confesso que aquele sacrifício da gatinha estava me dando um imenso prazer. Fátima voltou trazendo um lubrificante íntimo que usava para dar o cu para o Juliano, se ele soubesse que eu já tinha metido o meu pau várias vezes sem lubrificar, é assim que ela gosta.

Tirei o cacete de Juliana, e a Fátima fez questão de lubrificar, passando bastante, quase batendo uma punhetinha em mim, depois despejou uma boa quantidade na buceta da filha espalhando com o dedo, pegou meu pau e direcionou para a entrada, empurrei, foi mais fácil, mais coloquei só o que já tinha entrado antes. Olhei no rosto de Juliana e estava com um semblante esquisito, olhos fechados, boca entreaberta, com respiração pesada. Perguntei, :- tudo bem com você?
Ela:- termina logo com esse sacrifício, coloca tudo!
Eu:- tem certeza que quer isso mesmo? Ainda tem um bom pedaço!
Ela:- pode colocar, eu quero!

Eu já estava sentindo cutucar seu útero, temi por ela, mais ela estava decidida a fazer como a mãe, agasalhar toda. Menina de fé, não arregou do seu propósito.

Espalhei novamente o lubrificante no resto que sobrava e fui empurrando lentamente, olhava para a entrada do pau e para seu rosto que fazia caretas de dor, a mãe lhe acariciava o rosto e dava pequenos beijos, fui até o fim, quando encostou falei:- pronto minha heroína, está tudo dentro. Ela não falou nada só deu um pequeno sorriso e as lágrimas rolaram pelo seu rosto, pronto estava realizada!.

Aliviei a pressão, e retirei um pedaço, não podia machuca-la mais, temia por causar um dano maior nela, afinal aquela vez não seria a única, fiquei brincando de tirar e colocar só a metade, deixando ela mais avontade para sentir prazer, ela merecia pela bravura.

Tirei o pau e a sua buceta estava inchada e muito vermelha, mais faltava terminar o serviço.
Lhe virei e desta vez ela ficou com o bumbum para cima no braço do sofá, a Fátima entrou em quase desespero, :- não amor ela não vai lhe aguentar! Ela pensava que eu iria inrabala..
Eu:- calma não vou fazer o que você estar pensando, vou só fazer ela sentir o prazer que nunca sentiu. Lubrifique novamente e coloquei na buceta até a metade, parei, ela gemeu alto, fui bombando lentamente, tirando tudo e metia novamente, ela começou a arfar, gemer e dizer:- que coisa gostosa estou gozannnndo! Mete, mete, aiiiiiiiiiiiiii, vou desmaiar!
Eu lentamente bombava, me deliciando, nunca tinha metido em uma buceta tão apertada, empurrei até ela acusar dor, tirei um pouco e fui fudendo aquela delícia apertadinha, seus lábios ficavam cada vez mais inchados e por sua vez apertava mais o meu pau, eu sentindo um prazer fora do normal, Juliana gozava sem parar, suas carnes tremiam, seus pêlos dourados arrepiados, o suor escorria dos nossos corpos se misturando.

Fui almentando o ritmo, só com a metade dentro e fui sentindo um comichão saindo da minha nuca, percorreu minha espinha e terminou numa explosão na ponta do meu cacete, inundando sua bucetinha, seu útero. Deixei dentro sentindo os espasmos do seu corpo suado, aquilo era um grande troféu para mim, ela estava desmaiada com uma respiração profunda. Retirei o pau, saiu, liberando toda a minha porra juntamente com o que restava do Zeus.

Vi que não tinha reação, lhe peguei nos braços e à levei para seu quarto lhe deitando em sua cama, quando depositei nos lençóis, lhe beijei a boca e falei: – parabéns! Já é quase uma mulher completa, ela abriu os olhos e perguntou, :- porquê uma quase mulher completa?
Eu:- sua mãe aguenta ele todinho no rabo!
Ela deu um sorrisinho e falou:- isso agente conversa depois!
Fátima jogou uma coberta por cima do seu corpo, ligou o ar condicionado, apagou as luzes e saímos do quarto.

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