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Um macho que conheceu outro macho e virou passivo

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Sempre gostei de mulher, mas um dia aconteceu uma coisa diferente, conheci um parceiro bem interessante, virei a casaca.

Vida esquisita esta, às vezes uma sensação diferente, nada comum, repentina, nos assalta e não sabemos explicar o porquê.

De fato tudo muito estranho, misterioso, insondável, momentos complicados que, depois, nos causam arrependimento, vergonha e sentimentos de baixo astral. Mas, depois de passados alguns dias, nos sentimos melhor, aos poucos tudo retorna à rotina como se nada demais tivesse acontecido, nos acostumamos e aí concordamos que o “tempo é mesmo senhor da razão.”

Tenho 50 anos, divorciado, moro há muito tempo numa cidade de porte médio, trabalho numa estatal, sempre gostei de mulheres, me considero sexualmente hétero, nunca tive tendência homossexual e jamais me interessei em ver ou ter contato com cacete de outro homem, somente o meu, este sim, acaricio nos banhos, bato umas boas punhetas, e deixo sempre disponível para qualquer mulher que se mostra interessada numa transa.

Pois bem, tudo isto até há pouco tempo, agora já tenho dúvidas de tudo isso que falei acima, não sei se estou certo.

Mas vamos lá, aconteceu comigo uma coisa muito estranha, não consigo explicar ou justificar o que se passou numa noite comum, dessas em que saímos com amigos depois do trabalho para bater um papo descontraído e tomar umas cervejas sem preocupação.

Era uma noite quente, eu e mais três amigos fomos a um restaurante de um posto de gasolina localizado às margens da rodovia, na saída ou entrada da cidade, destes postos de gasolina espaçosos onde os ônibus de linhas interurbanas e interestaduais costumam parar para lanche e refeições dos passageiros.

Eram lá pelas oito horas da noite, pessoas fazendo seus lanches, outras jantando, e nós quatro sentados num um canto mais afastado para não nos misturarmos com os passageiros, pessoas de fora da cidade, não conhecíamos ninguém e também não éramos conhecidos. Apenas os garçons eram pessoas que já havíamos visto anteriormente.

Em certo momento, por volta das onze horas da noite, ambiente já meio vazio e pouco movimento, me levanto e vou ao banheiro. Terminei de urinar e já me preparando para sair, vou até a uma pia lavar as mãos, uma pia que fica ao lado do mictório, daqueles compridos de canaleta inoxidável, onde fica jorrando água o tempo todo. Dali vejo um garçom do restaurante que conhecia apenas de vista, com um cacete durão, balançando e apontando na minha direção, indicando claramente que ele queria me mostrar e que eu visse o tamanho daquela coisa.

Meio assustado tive uma reação repentina e inesperada que eu mesmo não sei explicar, eu simplesmente olhei prá aquele mastro. Prá facilitar o entendimento, reproduzo a conversa que se deu muito rapidamente entre nós.

EU DISSE – Pô,…bonito, heim…!

ELE: — É prá você, todo seu, vem pegar.

EU: — Agora não, outro dia.

ELE: — Quando, que dia?

EU: — Outro dia, não sei, eu volto.

ELE: — Vou esperar então.

EU: — Pode esperar.

E quando eu estava saindo e já perto da porta, ouvi ele ainda dizer:
— Meu horário termina às onze.

Eu estava preocupado, com medo de chegar alguém, e procurei sair do banheiro o mais rápido possível. Voltei prá mesa, continuei tomando cerveja com os amigos, não comentei nada com nenhum deles, mas comecei a me sentir meio afobado, desinteressado da conversa e já querendo ir embora prá casa. Felizmente nenhum deles percebeu qualquer alteração em meu comportamento.

Já em casa fiquei pensando naquilo que aconteceu e não conseguia entender nada. Como falei antes, nunca me interessei por cacete de homem nenhum, nunca tive desejo de comer viado ou dar a bunda ou, mesmo, pegar ou ficar olhando cacete de homem.

Pô…, foi uma loucura na minha cabeça e para piorar eu não conseguia tirar aquilo da cabeça, lembrava da cena o tempo todo e, a partir daí, no dia seguinte, passei a pensar e programar um dia prá voltar lá. E foi o que aconteceu, uns três dias depois voltei.

Prá não ficar muito longo este relato, paro por aqui e continuo logo em seguida a segunda parte.

Bem, amigos, vamos continuar, agora a sequência do caso.

Como falei antes, ansioso e tenso, voltei ao restaurante, cheguei por volta das dez da noite, pois ele tinha avisado que seu horário terminaria às onze horas.

Procurei sentar numa mesa bem longe do balcão do restaurante, num canto mais afastado ainda do que quando fui com os amigos. Queria manter minha presença da forma mais discreta possível.

O local estava meio vazio e assim que ele me viu sentar, veio até a mim e disse que me esperou todos os dias, que ele morava e dormia sozinho num quarto que ficava no lado de fora do restaurante. Tinha um prédio baixo e comprido no posto, dois andares apenas, era um hotel simples para caminhoneiro ou quem quisesse passar a noite sem gastar muito, ficava bem do lado do restaurante.

Pedi uma cerveja e falei que esperaria ele terminar o trabalho. Ele apontou na direção do hotel do lado de fora e disse que sairia às onze e logo em seguida iria pro quarto dele, eu só teria que entrar na primeira porta da frente, subir uma escada que já dava direto no quarto dele, ia deixar a porta destrancada, era só entrar e ficaríamos só nos dois.

Vocês não imaginam o momento de tensão e nervosismo que eu estava sentindo, esperando ali por uns vinte ou trinta minutos, tomando uma cerveja apressado e impaciente, numa expectativa brava prá ver como tudo ia terminar.

Pois bem, deram onze horas, ele ainda estava atendendo uma mesa, onze e quinze se aproximou de mim e disse que estava subindo pro quarto, prá eu subir assim que eu pudesse.

Lá pelas onze e meia, saí do restaurante e vi que era fácil descobrir o quarto dele, tinha apenas uma porta naquela parte do prédio e depois uma escada, tudo como ele tinha falado.

Mas vamos para o que aconteceu lá dentro. Entrei, ele estava sentado na cama sem camisa, mas ainda de calça. De cara falei que não sabia o que fazer, porque aquele tipo de programa era a primeira vez que acontecia na minha vida.

Falou prá eu sentar do lado dele e disse pra nós conversarmos um pouco a fim de me deixar mais relaxado.

Ele falou mais do que eu, começou me dizendo prá eu não me preocupar porque ele tinha experiência, o fato de ser a minha primeira vez o deixava mais excitado ainda. E o que mais me espantou foi ele dizer que me via de vez em quando no restaurante ou na cidade e sentia um tesão danado só de me ver, era fissurado no meu corpo, na minha bunda. Falou também que na noite em que ele mostrou o pau prá mim no banheiro, ele preparou antes o momento que eu ia ao banheiro exatamente prá me mostrar o cacete dele.

Disse que gostava de homem de pele branca, lisa, sem pelos, meio magro, praticamente descrevendo meu tipo físico. Ele continuou falando muito, até demais, e nenhuma iniciativa dele, e eu sem saber o que fazer, só esperando.

Mas, por fim, chegou a hora. Voltou a dizer que tinha experiência e que era prá eu relaxar, ele só faria o que eu quisesse e aceitasse. De minha parte, tornei a dizer que não sabia mesmo o que fazer, que aquilo tudo era novo prá mim, que eu gostava de mulher, mas ele insistindo disse que depois daquela primeira experiência eu ia passar a pensar diferente.

De novo prá facilitar, vamos ao diálogo que aconteceu entre nós.

EU: — O que faço primeiro, tiro a roupa…?

ELE: — Eu e você tiramos a roupa, se você quiser pode ficar de cueca.

EU: — Você tá excitado agora comigo aqui…?

ELE: — Vou te mostrar, só de te ver tirando a roupa já me deixa quase gozando. Aqui na cidade tem outro, mais novinho, que me dá um tesão danado, consegui trazer ele aqui também.

EU: — E quem é, conheço ele..?

ELE: — Não convém falar, na minha experiência uma das coisas que faço é guardar segredo, ninguém vai saber, não falo com ninguém.

Neste ponto, me senti mais seguro, o segredo era fundamental prá mim. Então, ele tirou toda a roupa, Eu sentado na cama e ele em pé na minha frente deixou o cacete na altura do meu rosto.

ELE: — Pega nele devagar, faz um vai e vem com carinho, sem pressa, depois começa a chupar só a cabeça dele.

EU: — Pô, é a primeira vez que faço isso.

ELE: — Relaxa, você vai ver que é mais fácil do que você pensa, depois vai gostar, pode confiar. Já tomei meu banho, tá tudo limpinho. E outra coisa: só vamos fazer o que você quiser e aceitar, não vamos forçar nada, Fala prá mim o que você prefere fazer e o que não vai querer.

EU: — Olha, esse negócio de beijo e gozar na boca não dá prá mim, isto eu não quero. Concordo em tentar chupar legal, depois vemos o que vai acontecer, mas beijo e gozar na boca não dá prá mim.

ELE: — Tá certo, é do jeito que você quiser, vamos com calma, tranquilo sem forçar nada.

Então, meio sem jeito, peguei naquele cacete, comecei a fazer o movimento tipo punheta, mas de forma lenta, aos poucos fui mais rápido, ele pediu prá ir mais devagar senão gozava logo por causa do tesão que ele sentia por mim. Pegou na minha cabeça e puxou na direção dele, levando até a cabeça do cacete. Me impressionou que ele fazia tudo com calma, com carinho, sem pressa, fui então me relaxando mais, …e comecei a achar interessante tudo aquilo.

Com a mão na minha cabeça, ele puxou um pouco prá frente e ao mesmo tempo trouxe um pouco o cacete pro meu rosto, passei a língua na cabeça, fiquei ali um tempo lambendo e depois chupando, até que coloquei ou ele colocou tudo na minha boca. Pensei que fosse sentir nojo, não senti, achei bom e excitante. Nesta altura, eu já estava com o meu cacete duro também.

Depois de chupar bastante, ele pediu prá eu tirar a cueca e deitar de barriga prá baixo e abrir um pouco as pernas. Ele começou a passar o dedo no meu cu, enfiava devagar, tirava e enfiava de novo mas agora procurando alargar um pouco a entrada, e foi assim um bom tempo.

Passou um lubrificante na entrada do meu cu e no cacete dele, deitou por cima de mim e colocou a cabeça bem na portinha sem forçar, com muita calma, tentou mas não entrava, doía e eu pedia prá ele se segurar.

Ele então pediu prá eu ficar de quatro, passou a enfiar dois dedos no meu cu, ficou assim um bom tempo. O que mais me agradou foi a paciência dele comigo, nenhuma pressa, nenhum nervosismo, sempre muito calmo e com carinho, acabou me conquistando e querendo que ele conseguisse me penetrar.

Depois de passar os dois dedos, tentou penetrar de novo, mas ainda doía bastante. Disse que tentaria colocar somente a cabeça prá eu não sentir dor, depois iria mais fundo devagar. Mas não deu, não aguentei e pedi prá deixar prá depois, outro dia, pensei até que ele fosse ficar meio bravo, mas não, foi mais paciente ainda.

Prá vocês terem uma ideia da calma dele, ele simplesmente então falou que era melhor não apressar e perguntou se ele, com certeza, podia me esperar outro dia prá continuar com a preparação. Disse que para penetrar fundo mesmo, como ele queria, eu tinha que estar bem preparado, aí eu iria gostar e iria sempre querer mais. Disse que não queria precipitar as coisas, me traumatizar, me perder e me causar medo, eu sumir depois e não aparecer mais lá no restaurante.

Então ele sugeriu e aceitei, fomos prá debaixo do chuveiro e ali bati um punheta nele, o que fez ele gozar uma quantidade que eu nunca tinha imaginado na vida, tanto gozo assim.

Vou parar por aqui, continuo na terceira parte. Só vou adiantar uma coisa: no fim, deu tudo certo.

Continuo aqui o relato do meu caso. Terceira e última parte.

Depois da segunda vez que estive com ele e sem conseguir a penetração, me senti mais confiante e seguro porque vi e percebi que, de fato, ele era um cara diferente nessa área, calmo, tranquilo, paciente e me transmitindo confiança, sempre perguntando se eu queria isso ou aquilo, e voltando a dizer que só faria o que eu quisesse e aceitasse. Inclusive disse que enquanto não conseguisse penetrar fundo, ele ficaria satisfeito com as chupadas e depois a punheta no banheiro. É claro que isso facilitou as coisas e me deixou mais tranquilo.

Esqueci de comentar um detalhe importante, sobre ele, como era seu tipo físico. Alto, mais ou menos, 1,80 m, não gordo e não negro, meio mulato, o cacete dele é de chamar a atenção, realmente bonito e sensual, grande, não sei medir o tamanho, grosso, cheio de veias, duro, dando mesmo a nítida impressão de uma figura máscula, inspira mesmo um tesão bravo na gente. Ele e o cacete eram assim, eram não, são assim.

Bem, nesta terceira vez, ele sugeriu novos toques e novos carinhos, deitados na cama de solteiro dele, meio apertados, estreita prá nós dois, ficávamos às vezes virados de frente um pro outro, ele passava a mão por baixo de meu saco e alisava a entrada do meu cu, sempre procurando alargar um pouco prá tentar depois a penetração. Beijava meus mamilos, pedia prá eu beijar os dele, eu já chupava seu cacete sem qualquer dificuldade, mas sempre com cuidado prá não deixar gozar na minha boca. E como falei antes, sem beijo na boca, isso eu não queria mesmo.

Ele me colocava de quatro e enfiava dois dedos e depois três, sempre lubrificados. Depois dessa rotina de enfiar os dedos, vinha e tentava a penetração, até que chegou um momento que conseguiu bem devagar penetrar tudo. Primeiro enfiou a cabeça, ficou ali mexendo, pondo e tirando, enfiava mais um pouco, até que entrou a metade e aí foi tudo bem no fundo. Nunca pensei que fosse sentir uma coisa tão gostosa, meu cacete também ficou durão demais, foi só entrar tudo e ele mexer no vai e vem, comecei a gozar também.

Pois é, amigos, taí minha primeira experiência, dei sorte de encontrar uma pessoa calma e carinhosa, experiente, ele disse que prefere homem mesmo, não gosta e não procura mulher, o negócio dele é somente homem, e ele sempre ativo, nunca passivo.

Mais um detalhe, nenhum interesse financeiro, nada de dinheiro, somente desejo de transar mesmo. A vida dele é trabalhar ali naquele restaurante como garçom, mora ali do lado sozinho e sem pagar aluguel, o quarto faz parte do contrato de trabalho, é solteiro e sem família por perto, disse que tem uma irmã que mora na capital e vive ali sozinho.

Mas em tudo sempre aparece um problema, né…! Meu hábito é ir lá uma vez por semana, sempre transando gostoso, sento no restaurante, tomo uma ou umas cervejas, depois vou pro quarto dele. Numa hora qualquer alguém pode ver e descobrir o segredo que a gente quer guardar. E foi o que aconteceu, um garçom colega dele me viu subindo a escada e ir pro quarto dele, não deu outra, comentou com outro e já sabem o que está acontecendo entre nós dois.

Ficou chato prá mim, mas acabei me acostumando até com isso, os olhares meio enviesados pro meu lado no restaurante. E olha só que coisa mais maluca, um dia um colega dele acabou me dando uma cantada dizendo que queria me conhecer também, só que teria que ser noutro lugar, não ali no restaurante ou no posto de gasolina. É…, gostei da coisa, respondi que
qualquer dia eu marcaria com ele um local prá gente encontrar. Ainda não saí com esse outro, mas estou interessado e qualquer hora vamos encontrar e vou conhecer outro parceiro, quem sabe tão bom quanto o primeiro.

É isso, amigos, termino aqui meu caso, se rolar alguma coisa com o outro, conto aqui prá vocês.

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10 Comentários

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  • Responder Renato ID:5pbakxrkk0a

    Eu acabei virando putinha de um amigo depois de começarmos a falar de nossas filhas. Nem eu nem ele ficamos com outros, a coisa é só entre nós

  • Responder [email protected] ID:gsus5r20b

    Depois de se entregar a primeira vês não tem volta a gente sempre quer homens, aos 18 anos tive a minha primeira experiência com um homem mais velho, e nunca mais transei com mulheres sempre procuro homens, não me assumo por causa da família filhos etc. mas entre quatro paredes sou um fêmea dedicada !!

    • PRIMEIRA VEZ PASSIVO ID:8ef2ilik0j

      Foi o que aconteceu comigo, tive esta primeira experiência e aí a coisa virou, parei de procurar as mulheres com quem sempre saía, agora só me passa pela cabeça procurar outro macho. Um garçom, colega do que ficou comigo, já me deu uma cantada, e estou procurando uma oportunidade prá ficar com ele, espero conseguir bem rapidinho.
      Quanto ao segredo que a gente sempre quer manter, isto é um problema porque acaba alguém descobrindo, e aí fica meio chato, mas até nisso a gente vai se acostumando.

    • Alvinho ID:831hpceoib

      Eu tbm só transava com mulheres, até que um dia aconteceu uma parada muito louca. Na hr do banho após uma partida de futsal, um cara entrou no banheiro, tirou a roupa e entrou no banho tbm. Eu já tinha notado que, logo que entrou e puxou assunto comigo, ele nem disfarçava pra olhar pra minha rola. Mas o que me chamou atenção, foi notar que ele não tinha um pelo no corpo, isto é, onde deveria ter né. Ele era todo lisinho, pernas, peitoral axilas, e até na região genital. Mas o que impressionou, foi o tamanho da rola do sujeito. Mesmo em completo “descanso”, parecia imensa, e isso me fez pensar, se o cara tinha uma rola como aquela, pq estava secando a minha. E a resposta veio rápido, ele mal entrou no banho, já fez piadinhas e comentários de duplo sentido. Ele não ligou por estar onde estávamos, desligou o chuveiro que estava usando, e veio para outro bem ao meu lado, e fez questão de virar aquela bundona pra mim, e fazer graça. E que bunda hein…mais bonita que de muitas mulheres por aí. Ele não se contentou apenas em me instigar, mostrando a bunda, encostou em mim, e pediu pra eu encoxa-lo um pouquinho, e até rebolou. Não deu outra né, mesmo correndo risco de alguém entrar e flagrar aquela situação, segurei firme na cintura dele, sarrei a bunda dele gostoso, e o safado até suspirou. Sem esperar, ele virou com tudo, pegou minha rola, sorriu, elogiou e caiu de boca ali mesmo. Que mamada deliciosa, ele chupou melhor e mais gostoso que muitas mulheres com as quais eu já tinha trepado. Não demorou muito, e eu enchi a boca dele de gala. Foi por um triz que não fomos pegos no ato. Após o banho, e já vestidos a caminho do estacionamento, ele perguntou se eu queria ir pra casa dele. Respondi que se tivesse onde guardar o carro, eu ia sim. Ele sorriu e falou que tinha. E eu fui né. Já na casa dele, me deu uma bebida pra relaxar, falou que precisava tomar outro banho, e me deixou na sala. Estranhei a demora, mas ele explicou o motivo.

    • Alvinho ID:831hpceoib

      Ele foi “preparar” o cusinho pra eu meter gostoso nele. Foi minha primeira experiência com um homem, pois nem nos tempos de moleque eu havia sequer brincado com um. Ele praticamente guiou td, e pediu pra meter de ladinho, pq mesmo estando acostumado a dar o cusinho, minha rola era grande perto das rolas dos garotos que ele estava acostumado a dar. Não acho que minha rola é grande, são 18cm qdo ereta, e com certeza menor que a dele. Enfim, viramos “amigões”, e toda quinta-feira após o jogo, íamos direto pra casa dele. Eu tinha 23a na época, e tinha namorada. Ele tinha 37a, apesar de não parecer, era solteiro, e tinha namorada tbm, apenas pra dar satisfação para a família, e aos amigos. Mas o que ele gostava mesmo, era dar o cusinho pra garoto novo, geralmente com idades entre 15/16a, e no meu caso, segundo ele foi uma “deliciosa exceção”. Eu já estava saindo com ele a uns quatro meses, e um dia durante o rala e rola, ele estava me chupando, e dando umas linguadas no meu cusinho, o que me sentir uma coisa inimaginável. A sensação foi tão gostosa, que até levantei as pernas, pra facilitar as linguadas dele. E o safado se aproveitou disso, e começou brincar com meu cusinho enquanto me chupava. Ele melou os dedos com gel, e começou introduzir devagar, enquanto me chupava. Foi demais gozar daquele jeito, nunca havia sentido aquilo, gostei e acabei me deixando levar, pq realmente era bom demais. Era feriado na sexta-feira, e minha namorada ia aproveitar para visitar a mãe no interior. E devido meu trabalho, não tinha como eu ir, acabei passando a noite na casa do Duda. Descansamos um pouco, tomamos um banho relaxante, ele voltou a carga, e não perdeu tempo. Ele chupava minha rola, meu saco, e meu cusinho, num ritmo gostoso demais, e não deixou de brincar com “os dedos” no meu cusinho. Percebendo que eu estava entregue, ele se ajeitou ma cama de conchinha comigo, começou roçar a cabeça da rola no meu anelzinho.
      Foi instintivo…suspirei e forcei a bunda pra trás.
      PQP !!!

  • Responder Marcone ID:gqatvg544

    Sou casado, as vezes sinto vontade de ser penetrado, já mamei e fui mamado mas nunca aguentei ser penetrado, dói muito.

    • PRIMEIRA VEZ PASSIVO ID:8ef2ilik0j

      Meu amigo, a verdade é que a primeira vez dói mesmo, não dá prá penetrar tudo, o máximo somente a cabeça.
      É preciso fazer como o meu parceiro do caso que contei faça, vai devagar, se não der no primeiro encontro, tente o segundo, o terceiro e assim por diante, por fim vai conseguir.
      Outra coisa importante, o parceiro tem que ser paciente, compreensivo, senão a relação não vai dar certo, tudo depende da harmonia entre os dois.
      Agora tô programando me encontrar com o outro garçom que me deu a cantada, já combinamos até o local, longe do restaurante onde ele trabalha. Se ele for igual ao colega dele vai ser muito bom.
      Relato aqui quando tiver novidades.

  • Responder Pedo P ID:8ef2ilik0j

    Vai dar a bunda, machao, gostou, né?

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Meu amigo depois da primeira vez ninguem consegue parar mais da uma vontade incontrolavel, da para os dois colegas dele tambem aproveita que ai para caminhao e experiemnta um caminhoneiro nao tem nada melhor

    • PRIMEIRA VEZ PASSIVO ID:8ef2ilik0j

      De fato a primeira vez é a chave de tudo, deu a primeira, logo vai querer a segunda e também variar o parceiro.
      Mas tem de dar sorte e encontrar um parceiro legal, paciente e, se experiente, melhor ainda.