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Chantageando a garotinha de 9 aninhos | Parte 2

1936 palavras | 34 |4.53
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Olá, meu nome é Diogo e aqui estou continuando o meu relato.
Busquem pela primeira parte do conto.
"Chantageando a garotinha de 9 aninhos".

Então estávamos Valeska e eu no motel, eram 8 da manhã e eu tinha o dia inteiro para aproveitar essa oportunidade.
"Me promete que não vai mostrar o vídeo para ninguém?", essa foram as primeiras palavras que ela havia dito desde que entramos no quarto do motel.

– Sim Valeska, como eu prometi, não vou mostrar o vídeo para ninguém. Mas, eu falei para você que eu queria um show particular, né?
– Sim.
– Então, eu vou cumprir a minha parte, agora é a sua vez.
– Tá bom.

Eu liguei o tv do quarto e conectei um pendrive com algumas musicas que eu havia selecionado para a ocasião, todas de funk e todas bem pornográficas. Coloquei para reproduzir não muito alto.

– Você gosta dessas musicas, não é Valeska?
– Sim, eu gosto.
– Fica tranquila, relaxa, eu vou te levar para casa antes da sua mãe chegar.

Ela ainda estava meio nervosa, então segurei suas duas mãos e comecei a balança-la no ritmo da musica. Isso fez com que ela relaxasse um pouco e começasse a dançar, se soltando aos poucos.

– Isso linda, você dança muito bem.

A garotinha ainda estava com o uniforme escolar, camisa branca, calça de ginástica azul e tênis. Me sentei em frente a ela, e fiquei apreciando aquele show particular, contagiada pelo som ela já estava rebolando até o chão, abrindo e fechando as pernas enquanto descia, apoiava as mãos na cama enquanto empinava e rebolava a bunda. Aquilo era incrivelmente fascinante. Mas, eu queria mais.

– Nossa! você é incrível Valeska. Você é linda e fica mais linda ainda dançando assim.
– Obrigada.
– Agora eu quero ver você como eu vi no vídeo.
– Mas, eu tenho vergonha.
– Não precisa ter vergonha, você é linda. Além do mais, nós combinamos que você faria um showzinho do mesmo jeito que você estava no vídeo. E no vídeo você estava sem nadinha…
– Sim.

Aquela situação era totalmente nova para mim, o tesão que eu estava sentindo em ver na minha frente aquela garotinha toda vermelha de vergonha, meu pau estava latejando como nunca antes. Eu me controlava para não agarrar aquela garotinha, arrancar a sua roupa e enfiar o meu pau dentro de sua bucetinha sem me importar com mais nada. Mas, eu queria fazer as coisas com calma, administrar friamente a situação.
Levantei, segurei novamente em suas mãos, ela estava tremula, passei a mão em seu cabelo, alisei levemente o seu rosto, sua respiração estava ofegante.
Levantei seus dois braços para o alto, desci minhas mãos bem devagar pelo seu corpo, peguei as postas de sua camisa e comecei a tirar bem devagar. Ela fez menção de impedir, mas logo recuou e eu tirei a sua blusa.
A visão que eu tive era fantástica, sua pele branquinha, alguns sinais do que futuramente viriam a ser seus seios. Ela se encolheu e tampou os seus peitinhos com os braços, eu os segurei e os sem fazer força e os estendi novamente. Alisei novamente seu rosto e falei que ela era linda.
Agora ela estava de frente a mim, só de calça e tênis. Me abaixei na sua frente, desatei e seus tênis e meias, ainda abaixado passei minhas mãos na sua cintura, encaixei meus dedos nas laterais de sua calça e fui abaixando lentamente.
Sua calcinha era branca com coraçõezinhos rosas e alguns detalhes em crochê nas laterais.
Sua camisa estava jogada de lado no chão, sua calça do outro lado, junto com os tênis, a única peça que lhe restava no corpo era a calcinha e a musica ainda estava tocando.

– Continua dançando para mim.

Segurei suas duas mãos, e novamente induzi o ritmo para ela relaxar. Seu corpo estava todo vermelho, mas nada comparado as maçãs do seu rosto. A garotinha estava extremamente envergonhada, mas retomou a dança.
O show ficava mais excitante a cada momento, ela de frente para mim, abrindo as pernas e descendo até o chão enquanto rebolava, meu pau que antes latejava como nunca já estava doendo de tão duro dentro de minha calça. Eu queria bota-lo para fora, segurar os cabelos cacheados daquela garotinha e força-lo dentro de sua boca até sentir sua garganta, até ela babar e engasgar com ele. Mas, eu me controlei, falei para ela virar.
Agora minha visão era daquela bundinha que mesmo pequena e sem contornos marcantes era algo indescritível, ela rebolava para mim cada vez mais rápido, cada vez mais a vontade.

– Sobe na cama, rebola de quatro para mim.

Dessa vez ela obedeceu sem hesitar, ficou bem no meio daquela cama grande e confortável, estava de quatro com a bunda empinada e se esforçava para rebolar o máximo possível. Me sentei na beirada da cama, agora eu estava a centímetros da sua bucetinha, do seu cuzinho, eu estava a centímetros do do paraíso. Com certeza ela sentia o hálito quente de minha respiração bem próximo a sua bunda.

– Deixa eu tirar a sua calcinha?

Não esperei por uma resposta e quando eu pus minhas mãos em sua cintura ela não parou de rebolar. Coloquei meus dedos entre as laterais daquela calcinha infantil com coraçõezinhos e a desci devagar enquanto ela rebolada, tirei ela de seu corpo e joguei no chão.
Sua bucetinha não era rosada, de um rosa tão delicado que por alguns instantes fiquei sem reação, só olhando para ela.

– Vira para cima, fica de frente para mim.

Eu ajudei ela a ficar de barriga para cima, com as pernas bem abertas enquanto danças aquele funk pornográfico. Agora sua bucetinha se abria e fechava no ritmo do seu rebolado, assisti aquilo por alguns segundo e não resisti mais.

Eu agarrei suas coxas, finas e macias e enfiei minha cabeça entre elas. Minha boca já encostando nos lábios da sua bucetinha, esse foi o melhor beijo da minha vida. Naquele momento eu não me importei com mais nada, somente com aquela bucetinha virgem que eu beijava, lambia e mordiscava. Percebi que eu estava indo muito rápido pois ela se contorceu e tentou me empurrar, então eu reduzi o ritmo e fui passando minha língua bem devagar por sua bucetinha, eu senti o corpo da pequena Valeska amolecer, percebi ali que eu poderia fazer com ela o que eu quisesse.
Lambi seu lábios externos, seus lábios internos e fui para o seu clitóris, massageei bem devagar com a minha língua, senti ela puxar os meus cabelos e forçar minha boca ainda mais contra sua bucetinha antes de gozar.
Senti as contrações de todos os seus músculos e fui sugando seu gozo. Me levantei e ela estava toda mole em cima da cama.
Peguei um tubo de lubrificante que eu havia trago, e olhando para ela comecei a tirar minha roupa. Primeiro minha camisa, depois meus sapatos, e fui abrindo minha calça enquanto andava na direção dela, ela olhava para mim mas, não tinha forças para esboçar reação. Já do lado da cama com ela olhando para mim, terminei de tirar minha calça.
Subi na cama e fiquei em pé sobre ela, olhei para baixo e olhando para ela comecei a tirar minha cueca. Eu queria que ela tivesse aquela visão, que ela me visse sobre ela, que ela me visse alisando o meu pau duro como pedra, eu queria ver o seu rosto quando visse o pau que estava prestes a entra dentro de sua bucetinha virgem.
Me abaixei, segurei em suas mãos e a pechei até que ela ficasse de joelhos. Coloquei minhas mãos em sua nuca por baixo dos cabelos e tive que me abaixar um pouco para que o meu pau ficasse na altura de sua boca. Não falei nada, não perguntei nada, simplesmente forcei a cabeça do meu pau contra seus lábios que se abriram sem resistência.
Essa era a primeira vez dela, nunca tinha visto um pau pessoalmente, nunca havia sentindo a pulsação de um pênis, mas agora ela estava com um na boca, passando a língua de forma meio desajeitada, ela conseguia engolir metade dele. Estava muito gostoso, mas eu queria mais.
Desci da cama e a coloquei sentada na lateral da cama sobre dois travesseiros, a deitei de forma que sua bucetinha ficasse para cima, aberta para mim. Passei um pouco de lubrificante em minhas mãos e massageei sua bucetinha, ela gemia e mordia os lábios. Passei mais lubrificante em minhas mãos e dessa vez lambuzei meu pau.
Fui me deitando sobre ela, meu corpo todo contra o seu, a segurei pelos cabelos no topo da cabeça, enquanto esfregava a cabeça do meu pau contra a sua bucetinha. Fiquei algum tempo masturbando ela com a cabeça do meu pau, mas logo apontei para o seu cabacinho, fui forçando levemente, aumentando a pressão bem devagar.
Meu pau estava posicionando, sua bucetinha já estava bem exposta, seu cabacinho já estava quase se rompendo. Segurei os seus cabelos com mais força, pousei meus lábios contra os seus e a beijei, ela retribuiu o meu beijo e então forcei o meu pau com mais força.
Minha boca estava contra a sua, meu corpo todo contra o seu, com uma mão eu segurava firme os seus cabelos e com a outra direcionava meu pênis para dentro de sua bucetinha, agora não mais virgem. Quando ela tentou resistir quando sentiu o seu cabacinho se rompendo, mas não tinha como, ela estava completamento sob meu controle. Fui empurrando meu pau para dentro de sua bucetinha, eu sentia sua bucetinha se contraindo, enfiei o mais fundo que pude sem que a machucasse e quando olhei, um pouco mais da metade do meu pau já estava enterrado dentro dela.
Fiquei parado com o meu pau dentro de sua bucetinha por alguns instantes, eu via em seu rosto a dor da primeira penetração, mas a sensação daquela bucetinha me apertando me impedia de tirar. Aos poucos fui fazendo leves movimentos para estimular a lubrificação dela e também o seu prazer, quando vi seus olhos revirando aumentei a velocidade. Eu sentia a cabeça do meu pau batendo contra o funda da sua bucetinha, o seu corpo ainda estava completamente dominado pelo peso do meu, ela gemeu alto se contorceu e seu corpinho inteiro tremeu quando gozou, nesse momento eu também gozei, enterrei o meu pau o mais fundo possível dentro de sua bucetinha e gozei como nunca, fiquei ali sentindo as contrações do meu pênis enquanto despejava jatos e mais jatos de porra dentro daquela garotinha.
Quando tirei o meu pau vi escorrer de dentro dela, aquele fluido rosa avermelhado, mistura da minha porra e de seu sangue e pude observar aquele buraco recém cavado entre as suas perninhas. Ela estava imóvel, cansada e exaurida, olhou brevemente para mim e caiu no sono.

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34 Comentários

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  • Responder binahellstrong

    tem que comer criança SIM. melhor alguem com confiança do que alguem que pode matar a menina. o cara de confiança tem sentimentos pela menina, nunca vai querer fazer mal. isso é mais que sexo, é amor.

    • Anonimo

      Com certeza

  • Responder amo os peitos da sabrina forte

    cara de sorte, queria comer uma novinha dessas

  • Responder Anônimo

    Perdi meu cabacinho com 10 anos, com sogro da minha irmã.

  • Responder Tiozão Pr

    Caralho Diego, gozei litros lendo esse conto, parabéns mano.

  • Responder will

    Não acho legal a atitude dele, mas não vamos ser hipócritas. Todos aqui se leram o conto é porque buscaram acesso ao tema. Agora vcs vem com essa de puritanos.

  • Responder Paizaoo

    Delicia

  • Responder Anônimo

    Agora tem que comer o cuzinho dela, e depois começar a usar os brinquedinhos na xotinha dela enquanto come o cuzinho pra acostumar ela com dois paus ao mesmo tempo. Depois arruma dois negões e faz ela dá pros dois ao mesmo tempo, um no cu e outro na xota, e vai sempre filmando pra poder continuar chantageando ela e fazendo ela dar pra 10, 20, 30 caras ao mesmo tempo.

  • Responder anônimo

    Não usa crianças cara.
    Tem tantas mulheres adultas no mundo ,mais vc so olha para crianças.
    Isso e muito errado.

  • Responder Daniel Coimbra

    Muito bom. Isso é o que muitos têm vontade de fazer. É muito bom, muito prazeroso fuder uma garotinha dessa idade.

  • Responder Hipocrisia, a gente vê por aqu

    Kkkkkk
    Dou risadas com essa “ética” dos pedófilos.
    Se o cara seduz uma criança de 9, 8 ou 7 anos, tranquilo. Mas se ele chantageia, querem crucificar.

    A mesma criança que não sabe agir numa chantagem, também não sabe agir numa sedução.

    Bando de manés!

    • Janete Souza

      Delícia e excitante adorei
      Parabéns
      Beijos

  • Responder Angel

    Me deixou excitada

  • Responder Mateus

    Se é uma filha minha tu tava fudido. Pedofilo do caralho.

    • Hipocrisia, a gente vê por aqu

      Tá fazendo o que aqui? Punhetando pra filha dos outros?
      Toma vergonha ôooo paunokoo!

    • Anônimo

      Mateus você com certeza gosta dum caralho grosso no meio do rabo agora vem da uma de puritano, o que você tá fazendo neste saite?

  • Responder Mateus

    Esses pedofilo não aprendi sabem que vão ser fudidos de todo jeito na cadeia mas continua. Não precisa nem ser filha minha se eu pego mano eu arrebento

  • Responder Jorge

    Ou vc é doente chapa, uma criança de 9 anos não sente atração por homem não brow. Só na tua cabeça de pedofilo vai se tratar se é uma filha minha tu estava fudido

    • amo os peitos da sabrina forte

      tu que acha. eu com 7 ja tinha noção disso. meninas são mais precoces ainda. essa de 9, rebolando pelada na camera, já sabia o que era putaria, só não tinha vivido isso. o cara foi certo, ensinou ela bem

  • Responder Márcio

    Cai na cadeia vagabundo e vê o que é ser estuprado

  • Responder Aline

    Cruel nojento

  • Responder Aline

    Isso é estupro uma garota de 9 anos não sente atração sexual por homens jamais pedofilo nojento entra na cadeia e vc vai ver o que é ser estuprado que nojo de gente assim

  • Responder Marcos

    O conto é bom, mas a atitude …… É vergonhosa.

  • Responder Grafit 22

    Bom. Como ficou depois do acontecimento.

  • Responder Carlos

    Muito bom, vc come até hj ou não, nos conte mais.